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Cartas de uma Revolução

Comments (16)
  1. Luis Carlos Peleja disse:

    Maravilhoso depoimento de palavras escritas por herois patriotas. Lastima que lutaram para uma Patria que os esqueceu e que se encontra em um caos total e que aonde, na maioria de sua populacao, impera a ignorancia.

  2. Emerson de Faria disse:

    A Revolução Constitucionalista de 1932, Revolução de 1932 ou Guerra Paulista, foi o movimento armado ocorrido no Estado de São Paulo, Brasil, entre os meses de julho e outubro de 1932, que tinha por objetivo a derrubada do governo provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova constituição para o Brasil, foi a primeira grande revolta contra o governo do caudilho gaúcho e também o último grande conflito armado ocorrido no Brasil. Atualmente, o dia 9 de julho, que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do estado de São Paulo e feriado estadual. Os paulistas consideram a Revolução de 1932 como sendo o maior movimento cívico de sua história. É uma pena que uma data tão importante e cheia de significado para o orgulho paulista seja desconhecida de grande parte da população, muitos inclusive nascidos aqui. Desconhecer a própria história é aventurar-se a repetir os seus equívocos.

    1. mrtechsjc disse:

      Pobres paulistas… Manipulados pela sua elite branca desde sempre… Políticos e politiqueiros instigam e lá vai pobre matar pobre. Parabéns pela sua data… Único lugar do mundo onde se comemora uma derrota porca.

      1. É uma pena que o “mrtechsjc” não entenda história, não sou eu que vou explicar a Revolução de 1932 para você.
        E esse papo de “elite branca” não cola mais… Aliás que eu me lembro o ditador Getulio Vargas era branco também… ou estou enganado ?

        1. Carlos Gama disse:

          Excelente o retorno, Douglas!
          Pobres filhos tolos da socialdemagogia de palanque.
          Tomo a liberdade e compartilho um aforismo contido no livro “Conjeituras, Sobretudo”:

          Triste Fim

          Dia virá, em que estaremos em guerra permanente, irmãos contra irmãos, separados por grupos raciais, políticos, econômicos, religiosos, sexuais… Tudo em nome da nossa estultice, do voto cego e da imoralidade que norteia a maioria da classe política.

          2011

  3. João Guimarães filho disse:

    Infelizmente e ver toda história da Revolução, cair no esquecimento.
    Cada vez mais tem menos paulistas no nosso Estado.

  4. Mario disse:

    Parabéns Douglas. ótimos. conteúdos É sempre bom lembrar às imagens e os relatos do Passado.

  5. Para não esquecer o Nove de Julho! Compartilhei no face e no tt.

  6. Luiz Henrique disse:

    Minha mãe tem em sua casa a coleção de livros chamada Nosso Século. Em um desses exemplares, há um trecho de uma correspondência enviada por uma mulher ao seu marido, que estava no front.Na escrita, ela pede desesperada para que ele não morra em combate, pois a família dele acusava-a(injustamente,segundo ela) de tê-lo incitado a ir para a guerra.Só que o bilhete foi encontrado no bolso do cadáver ensanguentado desse voluntário…

  7. Rui Amaral Jr disse:

    São Paulo é minha pátria!

  8. Carlos Gama disse:

    Excelente a lembrança da data e os relatos encontrados.
    Parabéns, Douglas!
    Dia destes, recebi como presente alguns salvo-condutos expedidos em nome de meu pai, assinados pelo comando da tropa, no Vale do Parahyba, aonde ele atuava como motociclista do Exército.
    É muito importante que não nos esqueçamos de momentos tão importantes para a história do país como a Revolução de 32.

  9. Dinah sarto disse:

    Ótimo texto. Lembranças maravilhosas.!

  10. José Márcio disse:

    São Paulo sempre foi o Estado mais progressista desta nação, em todos os sentidos. Não à toa é o que comanda a economia deste país. Sem o nosso Estado no PIB do país, o Brasil hoje estaria mais para uma Zâmbia do que para um emergente. Isso, mesmo lutando contra todos os desmandos e atrasos que há no resto do Brasil.

  11. Ou talvez seja o descontentamento da elite paulista afastada do poder político, que usou a criação de uma nova Constituição para infringir uma revolução ao povo paulista. E deu no que deu.

  12. O mais esquisito nessa história toda é que, segundo diz a segunda carta, eles lutavam contra o governo do Getúlio Vargas, mas o mesmo viria a ser eleito uma segunda vez na década de 50…

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