Imóveis Antigos

Casa Antiga – Rua Sabbado D`Angelo

Comments (31)
  1. Carla Silva disse:

    Nossa! Que lindo!

  2. Nossa eu mora na região e sempre passo por essa rua, é incrivel como a correria do dia a dia, interfere em nossa percepção, não deixando ver os detalhes de nosso proprio bairro

    abraços

  3. Denise disse:

    Gostaria de saber quem administra a Casa hoje. Quando eu era criança, tinha uma curiosidade tremenda de conhecer a Casa por dentro! E como crianças, tínhamos histórias fantasmagóricas sobre ela….

  4. Ernani disse:

    Sempre ouvi dizer pela minha mãe e irmãs dela, que o Sabbado D’Angelo era primo de sua mãe, (minha avó materna)nascida na cidade do Scário, província de Salerno, Itália. Inclusive em um documento antigo que tenho guardado, consta o nome de um padre Vicente D’Angelo, também da cidade do Scário. Talvez esse padre seria irmão do Sabbado? Isto não sei… – Não sabia da existência dessas casas tão bonitas aí no bairro de Itaquera. Demolir seria um crime!
    Parece que uma febre, e uma ganância desenfreada tomou conta das pessoas.
    Essa especulação imobiliária tomou conta da cidade, e visam lucros, e dinheiro em grande soma.
    Derrubam mansões, e no lugar levantam torres altíssimas, tirando toda a beleza de um bairro edificando paredões de concreto, e enfiando cada dia mais carros nas ruas.
    Brevemente acho que não teremos mais nada de belo nesta cidade, e sim concreto, carros, poluição, e doenças cardiacas e pulmonares por conta do monoxido de carbono espelido pelos veículos. É BOM QUE COMECEM A PENSAR NISTO.

  5. charles lima disse:

    Ola, moro de frente a esses imoveis,e agora cursando arquitetura, desenvolvi um interesse maior por essas casas, realmente estão se acabando,gostaria muito de fazer algo para ajudar na preservação delas…

  6. Bethy disse:

    Gente tbem. acho um pecado demolirem este casarão, que traz tantas histórias, por casualidade conheço a história da familia do comendador Sabbado D’Angelo, e tbem. os netos legitimos dele, infelizmente eles nunca receberão herança alguma, e até hoje não sabem onde foi parar esta herança….Esses herdeiros inclusive editaram um livro relatando toda história…porém não obtiveram êxito em suas investidas…à quem possa interessar o título do livro é: “HERDEI OS RESTOS MORTAIS DO COMENDADOR SABBADO D’ANGELO”

    1. Que interessante Bethy, como eu posso contata-los ? Também me interessei pelo livro.

      1. Bethy disse:

        Boa noite, Douglas, realmente a história é bem interessante, o q eu posso fazer é passar seu e-mail para um dos herdeiros, e o mesmo entra em contato com vc…tbem com relação ao livro vc pode ver através de e-mail, vc pode passar o e-mail???

      2. Bethy disse:

        Douglas, realmente a história é muito interessante, vc poderia me passar seu e-mail, q eu passo para um dos herdeiros falar com vc, com relação ao livro tbem veja com eles.Pode ser???

      3. Namar D'Angelo disse:

        Douglas,
        Se você tem curiosidade de ler o livro, eu posso te enviar. Mande um contato.

        1. Mônica Seara disse:

          Olá.. boa noite.. eu gostaria de saber mais, moro aqui a 32 anos, e queria saber sobre esse lugar agora virou um estacionamento … Vc pode me mandar meu email monica.seara@hotmail.com grata… e abraços.

  7. Arriete D' Angelo disse:

    Douglas,

    Sou neta do comendador.Existe algum interesse e possibilidade de voce nos ajudar?

    1. Profº Sergio disse:

      Sou professor das redes municipal e estadual de ensino e pesquisador, gostaria de sua ajuda para mais informações sobre seu nono. Será que você pode me ajudar.

    2. Fatima Torres disse:

      Olá Arriete D’Angelo, me chamo Fatima, ha algum tempo eu e uma equipe de pesquisadores entremos com o pedido de tombamento em instancia municipal, segue o numero do processo caso queiram acompanhar: 2013-0,198,602-6.
      Abraço.

  8. Fabio disse:

    Alguns anos atrás havia uma lan house em funcionamento nesse imóvel. Cheguei a utilizar os serviços na área térrea… realmente é uma obra interessante.

  9. Fernando disse:

    Oi, eu conversei um dia com um senhor na padaria que fica enfrente a esse casarão e ele me disse que esse casarão era de um Francesa e que era um espécie de chácara e era muito bonita, onde tinha uma casa principal e uma casa menor onde ficava o caseiro, ele não me deu muitos detalhes, só disse que ele foi embora e o casarão ficou ai muito tempo sem ninguém morar, depois de algum tempo parece que foi invadido, e agora parece que é um estacionamento. Seria muito legal saber a história.

    1. Jerusa Mrques disse:

      As pessoas falam de +,. Como esse senhor dessa padaria chegou agora no pedaço, ele não sabe muita coisa só sabe o que ouviu dizer. Esse casarão éra uma chácara muito grande, plantações de figo e pêssego, quando pequena eu costumava ir com meus irmãos nesta casa buscar ovos de galinha caipira e ovos de pata. Tinha várias casas neste local ésta casa que sobrou éra a casa principal.Várias casas de colonos, a casa do caseiro veio depois, quer diser o caseiro morava em uma das casas já existentes no local, que também éra uma casa grande. Éramos atendidos por japoneses desde 1965.

    2. Maria disse:

      Essa casa é invadida, brinquei a minha infancia inteira nessa casa que era mais conhecisda como chacara, era muito bonita cheia de arvores, e cheio de mato ao redor, ficou muito tempo abandonada e do nada apareceu essa pessoa que mora na casa de baixo e tomou conta de tudo e se dizendo dono do nada, por ele ser um ADV que não pode exercer a profissao soube muito bem enganar os leigos ao redor, mais na verdade todos os moradores antigos da rua ao lado sabem dessa historia direitinho, pois moram la a mais de 40 anos. Ele invadiu e fez um estacionamento onde ganha muito dinheiro e não preservou nada as casas onde invadiu. Essas pessoas que se dizem parentes deveriam correr atras de verdade pois o terreno é muito grande, e ele prejudicou algumas pessoas para tomar conta de tudo. Ele não é o dono e nem cuida das casas que invadiu..

      1. jerusa disse:

        Realmente ela está invadida a muito tempo. E além disso não preservam, Alguém deveria fazer alguma coisa pela memória de Itaquera.

  10. Márcio disse:

    Essas casas pertenciam à uma chácara que foi de meu pai Que comprou de um Italiano amigo seu (Remo Marini). Era um lugar cheio de pomares e pássaros raros.Não ficamos muito tempo com o imóvel, cerca de dois anos. Havia um córrego que passava ao fundo da chácara, não sei dizer se era o córrego do pêssego .Muitas vezes lá fazíamos festas juninas, com fogueiras, onde reuníamos os parentes. A casa mais nova é da década de 70, e começou a ser construída pelo Sr. Remo e nunca foi terminada. Em 1979/80 meu pai vendeu a propriedade para um pessoal que era da zona cerealista de SP. Sei que nas mãos do proprietário seguinte, sofreu várias invasões. Não sei que é hoje o dono.

    1. Márcio disse:

      Em tempo… Lembro-me que no porão desta casa mais antiga haviam argolas do tipo que servem para prender escravos… Se ali serviu a tal função, não sei dizer…

      1. profº Sergio disse:

        Em algum momento da história essa casa ou a propriedade serviu a família D’Angelo? Teria existido ali a Sudan fabrica de cigarros?

        1. Márcio disse:

          Caro Profº Sérgio, não sei lhe informar, pois meu pai comprou o imóvel por volta de 1977. Mas acr
          edito que, por meio de uma certidão do cartório de registro de imóveis daquela circunscrição seja possível obter essa informação. Abraços.

  11. Maria disse:

    Por isso que esse mundo esta como esta hoje, pois ninguem toma providencia pra nada… os picaretas vão tomando conta de tudo e se apoderando do que não os pertence, e ninguem toma atitude de nada, Isso é revoltante…. Um espaço tão grande e era tão lindo hoje é fonte de dinheiro para o invasor.. que nem a calçada tem coragem para arrumar.. é um relaxado não pensa em preservar um lugar tão lindo e sim acabar com ele.. e ganhar dinheiro em cima..Ele tomou conta de tudo.. desde onde tem as casa ate a esquina.. E ninguem faz merda nenhuma..

  12. Mônica Seara disse:

    Vamos … gente fazer algo…vamos fazer o que?

  13. Vicente D'angelo disse:

    Meu bisavô Giuseppe D’angelo chegou ao Brasil aproximadamente em 1880 , vindo da localidade chamada Scário da comuna de San Giovanni à Piro no sul da Itália. Ele era primo do comendador Sábado D’angelo, o qual também era oriundo da mesma localidade; Aqui no Brasil , Sábado D’angelo se estabeleceu com a fábrica de cigarros Sudan, originalmente instalada na baixada do Glicério, onde existe hoje uma igreja evangélica. Depois de sua morte esta fábrica se estabeleceu na Vila Guilherme. Segundo informações, ele tinha esta chácara em Itaquera onde costumava passar os fins de semana, inclusive em uma ocasião quando promoveu na década de 1930 um grande prêmio automobilístico, recepcionou nesta chácara grandes astros do automobilismo da época. Em seu túmulo no cemitério da Consolação existe um brasão da família D’angelo , pois segundo consta , ele havia mandado elaborar um histórico da origem da família na Itália.

    1. Olá Vicente!

      A matéria do casarão dele está aqui no site! Abraços!

    2. Ana Maria disse:

      Oi, Vicente,
      Tudo bem?
      Seu avô chamava-se Sabado D’Angelo? Também sou bisneta de Giuseppe D’Angelo de Scario, sou neta da Maria Hermínia.

  14. disse:

    Morei até meus quinze anos ,na rua de fronte(Tobias Lélio) o casarão,e era conservado,cerco com grades igual a do parque do Carmo, pois nunca soubemos quem era o proprietário , os mais antigos falava sobre padres no local ,brinquei muito neste casarão,atrás tinha uma torre com sino,cercado por acaliptos , a casa atrás era de luxo para o local na época, com muitos quartos, vários banheiros com banheiras ,escadarias de mármore branco.um jardim lateral., isso nos anos 80, sempre vazia com varias estoria ,

  15. Elisabeth disse:

    Como consigo o contato dos proprietários?

  16. Jerusa Marques de Carvalho disse:

    Esta era uma casa de fazenda, e devia ser a casa principal dessa fazenda, pois havia outras casas menores,lindas e com o mesmo estilo.
    Tinha também umas casinhas que minha mãe chamava de choupanas que éram de colonos dessa fazenda. Sei que éra de japoneses. Nós íamos lá comprar ovos caipira, ovos de pata e pêssegos.Víamos sempre a mãe (senhora mais velha)depois a filha que nos atendia com um largo sorriso. Depois de 1970 já parecia um sítio com plantações de pêssego, mesmo assim éra uma área muito grande, pegava toda a área da jacú-pêssego, a estação, até a Rua Italina.
    Hoje a gente vê só aquele pedaço onde é a casa semi-destruida. Em 1965, ví bater um sino que tinha na torre que tem logo atrás da casa, chamando os colonos para o almoço. Esta casa faz parte da minha infância, ainda bem que existem pessoas como vcs que restauram o passado. Parece que não vai restar nada para os nossos netos verem do nosso passado.

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