Casarão – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 1234

Bairros, Bela Vista, Casarões, Centro, Cidades, Imóveis Antigos, São Paulo, Tipo, Zonas — Por em 12/06/2009 23:25

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Erguido em 1900, este antigo casarão está localizado na Avenida Brigadeiro Luis Antonio, região central da cidade de São Paulo. O local encontra-se em situação de abandono há alguns anos está bastante sujo e pichado, porém está em bom estado de conservação.

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Casarão: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 1234
Casarão: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 1234
Casarão: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 1234
Casarão: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 1234
Rua Afonso Sardinha, 275 - Lapa
Casarão: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 1234

Veja o casarão no mapa:

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37 Comentaram

  1. Tomiello disse:

    Esse casarão é de 1900. Morou um governador de SP, nele. Há anos, foi um palacete, consultório do professor doutor José Bonifácio Medina, um pouco abaixo, no 1.030 éra outro casarão semelhante, residência do mesmo. Airton Senna, quando menino vinha nesse casarão com a mãe. Médico ginecologista de renome e papa da ginecologia. Essa movimentação é de minha família. E estou nessa casa toda semana. 22 cômodos. Um lugar de paz e que foi testemunha desde e julgamento do Lula, em frente, área cedida na época para os jornalistas, acima no antigo Teatro Bandeirantes tínhamos a Elis Regina, cantando, abaixo no Danúbio Tim Maia, tentando o acesso ao pessoal da Jovem Guarda, em frente Antonio Marcos, no Bar Ranchinho, enfim.. um pedaço muito especial de SP.
    Tom Capella

    • Luiz disse:

      O Tom Capella, tem razão , também frequentei o casarão com o meu pai na decada de 70, é bom ver as fotos e ver que da para reparar esta obra que é uma tradiçao de uma época que não volta mais abs.

    • Marcella disse:

      olá, SOMOS UM GRUPO DE TEATRO E ESTAMOS EM PARCERIA COM OUTROS GRUPOS DE MUSICA E TEATRO E ESTAMOS A PROCURA DE CASAS ABANDONADAS PARA RESIDENCIA ARTISTICA EM EM PATRIMONIOS HISTÓRICOS. GOSTARIAMOS DE OFERECER ABERTURA CULTURAL A COMUNIDADE, POR ISSO GOSTARIAMOS MUITO DE ENTRAR EM CONTATO COM VOCE, SE POSSIVEL MANDAR UM E-MAIL OU TELEFONE PARA CONTATO.
      OBRIGADA.
      marcella_59@msn.com

    • cirlene disse:

      ola boa tarde…

      sou fascinada , por monumentos e objetos antigos… voce deisse qudo criança ia a esse casarão voce tem acesso a ele? gostaria de entrar em um casarão antigo como esses como eu faço?

      obrigada

  2. osmar disse:

    Belíssimo o trabalho de voces! Que pelo menos, ele consiga concientizar proprietários, politicos e adminstradores, para porem em pr´tica ideias para preservar nossa memório, unico paiz que não valoriza o passado. Sou amante incondicional de moveis e imoveis antigos e acho lamentável estas deteriorizações. Em contrapartida, busco imóvel com carterisiticas arquitetonicas importamntes, com necessidade de restauro para montar negocio proprio.

    • José Medina disse:

      Sou neto do Prof. José Bonifacio Medina, e gostaria de trocar ideias sobre o imovel, uma vez que o mesmo encontra-se tombado pelo Patrimonio Histórico

      • TERESA PINTO disse:

        Prezado José, vim ao mundo pelas mãos do seu avô em 1950, no Hospital Matarazzo. Gostaria de saber se foi nesta casa abandonada que minha mãe ia nas consultas.
        Gostaria de saber também a história dele,qdo nasceu e qdo morreu.
        Abraços Teresa

      • José Gallucci Neto disse:

        Olá Medina, sou neto do Prof. Gallucci que era assistente e dividia o consultório com seu avô neste casarão. Sou médico também e trabalho próximo ao local. Da muita pena ver o casarão neste estado.

        • margarida iazzetti molan disse:

          Olá, Dr. José! Vim ao mundo em 1952, no Hospital 9 de Julho e o parto da minha mãe foi extremamente complicado.Meu tio, o Dr. Nicolau Iazzetti, chamou então o Dr. Galucci e, juntos, solucionaram.Sei que meu tio manteve a gratidão e a admiração pelo seu avô por toda a vida. Um abraço!

  3. Christian Moreira disse:

    Belo trabalho do time. Parabéns, pessoal !!
    Ch.´.

  4. Adamastor disse:

    Conheço bem este imóvel. Existe uma senhora que mora lá a mais de 50 anos. Ela e seu filho, sempre me chama para fazer os reparos na parte interna. Ela é uma pessoa muito boa e especial, cuida da casa com muito gosto, mas existem pessoas, os pichadores, que não perdoam uma fachada bem arrumada e pintada.

  5. Gostaria se possivel me informar com voces da possibilidade de encontrar em são paulo algum
    casarão ou predio antigo que tivesse uma coluna
    com estatua de meio corpo de homem ou mulher
    segurando na cabeça o capitel ou a coluna
    peça grega.
    Caso possamos enviar uma foto ilustrativa
    entre em contato

    att Paulo /Katia

  6. Tom Capella disse:

    Ainda em referência ao Casarão da Brigadeiro, em verdade não estou toda semana no mesmo, eu resido no mesmo. A história é uma das mais belas, procuramos manter a discrição até por questão de não se expor e a segurança. É uma luta de mais de 18 anos evitando invasões, vândalos e todo o tipo de situação anormal.Cheguei nesta casa aos 5 anos, hoje estou com 45 anos. Minha mãe, enfermeira do mestre Professor Medina por mais de 30 anos. Cuidamos de cada detalhe da mesma, temos tecnologia de segurança gravando 24 horas.
    Qualquer situação que ameaçe a paz deste local, sempre tomamos providência. Existem projetos de restauração.
    Obrigado.

    • Jennifer Andrade disse:

      Olá!
      Sou estudante de arquitetura e me interessei em usar o casarão como objeto de estudo para o TFG ano que vem. Gostaria de conversar pessoalmente com alguém que pudesse me dar maiores informações sobre ele e a sua história, para embasar meu conceito e concepção em prol dele. Segue meu e-mail para contato: andrade.jennifer@gmail.com

      Obrigada

    • aquinaojacare disse:

      Ola Tom Capella, fiquei muito feliz em saber que esse casarão não esta abandonado e senti muito amor em vossas palavras quando se referindo ao mesmo! Não sei se você tem filhos mas seja o que for, transmita esse amor que você tem por esse casarão! Pois se existem casarões abandonados ou derrubados é porque um dia alguém o amou muito mas, que hoje os herdeiros não soube amar-lo como se merece!Eu herdei uma propriedade a qual eu sou a 4a geração! E é impensavel vende-la! O meu bairro esta se desvalorisando mas eu tenho esperança que voltara a ser um bairro normal. E tenho interesse em comprar a parte de meu irmão pois ele como muitos não esta nem ai… Como forma de proteçõ vou tentar comprar a parte dele, assim poderei deixar para a 5 geração! E o mais importante ensina-los des de pequeno o valor da identidade familiar! Um grande abraço e felicidades a vc e sua familia. J.Ferraro Ricci.

      • Tom Capella disse:

        Prezado J.Ferraro Ricci, somente posso agradecer sua sensibilidade e entendimento de nossa historia.
        Abraços do
        Tom Capella

    • José Luiz Xavier Bezerra disse:

      Uma recordação de “marejar” os olhos!
      Segundo relato de familiares, morei nesse casarão (térreo) desde os primeiros dias de vida até completar um ano. Mudamos para Santos em 1949. Minha mãe (hoje com 86 anos) é cunhada do Prof. Medina e também trabalhou como sua atendente. Nessa época ela se atinha a recepção aos clientes do consultório juntamente com sua colega, Dna. Cecília. Além do Prof. Medina, o corpo clínico contava também com os Drs. José Gallucci (que fez o meu parto), Nascimento e outros.

      • Tom Capella disse:

        Prof.Gallucci, bela recordação. Depois tivemos Professor Cosme de Guarnieri Neto, Dra.Aparecida Ferraz Paal, Carmem, sua enfermeira companheira de profissão por mais de 50 anos e residente da casa já há aproximadamente 50 anos, eu que crescí entre os médicos e ainda zelo pela ordem da casa, anti-invasao e preservaçao da historia. A Carmem veio da Sta Casa, onde iniciou com 20 anos, depois Hospital Matarazzo e até hoje guarda toda a história com ela, viva e já com seus 80 aninhos.
        Tom Capella

        • José Gallucci Neto disse:

          Olá Tom, sou médico e neto do Prof. Gallucci e gostaria de visitar o casarão. Ele era assistente do Prof. Medina e dividia consultório com ele no casarão. Forte abraço!

      • Tom Capella disse:

        Estimado José, eram dois casarões, talvez tenha morado no primeiro casarão, onde ficava o professor Medina, no nr. 1030, hoje um banco.Se precisar o ano, posso checar.

        • Tom Capell disse:

          Esquecí de citar, Dona Eugênia, esta então amada e querida demais, já nos deixou como os outros, apenas a Dra.Aparecida, ainda conosco. Lembro-me de cada detalhe quando ainda um palacete, médicos e pacientes andando para todos os lados. O Professor, mestre foi e sempre será um marco na medicina de São Paulo, diretor do Hospital das Clínicas à época, nascido em 1900 e partiu em 1993. Introduziu no HC os estudos (unidade, núcleo) do câncer do colo do útero, falava diversos idiomas, formado com 22 anos de idade em 1922, enfim, uma história, fora que antes de 1947, misturando a história no casarão também residiram os Saraiva, outra bela história. Minha tia/mãe, cuidou de Ivete Vargas, da Condessa Matarazzo, entre muitos nomes e sempre fiel, leal, ao nosso professor. Isso tudo vale a vida, os valores, as histórias e o aprendizado constante.

        • José Luiz disse:

          Tio Medina, tia Josefa (Lola), tia Eugênia, casarão do 1030, que muito frequentei na infância (lembro de meu avô paterno, Luiz, espanhol de Granada e de suas habituais “las papas” –> batatas cozidas, complemento alimentar após o almoço…) Minha nossa, que tremenda viagem…

        • José Luiz disse:

          Não. Moramos de fato no 1234 (térreo-porão)do consultório. Minha mãe disse que naquela época os médicos desciam lá para filar o “café + bolo” da tarde. O 1030 era a residência da família Medina. Aliás curtí muito aquela região, notadamente a “música” executada pelos sinos da Igreja do Carmo. Minha avó materna morou muitos anos numa vila entre a Martiniano de Carvalho e a Maestro Cardim (se não me engano, conhecido como antigo Caminho Itororó – imediações do clube Eden Liberdade, onde meu pai jogava futebol de várzea). Nossa, quanta saudade!

    • José Gallucci Neto disse:

      Olá Tom, sou médico e neto do Prof. Gallucci e gostaria de visitar o casarão. Ele era assistente do Prof. Medina e dividia consultório com ele no casarão.

      • Tom Capella disse:

        Dr.José, bom dia. Tenho foto do Prof.Dr.Gallucci. Acho que é de 1942 ou 1949, com os mestres.

        Entrarei em contato.

        Abçs,

  7. Tom Capella disse:

    Procede, Professor Medina, Professor Nascimento, Professor Guarnieri, Professor Gallucci, um marco na medicina de São Paulo, uma linda história, isso antes de 1960. Posso imaginar cada detalhe, a rotina e as histórias, fora que o ambiente ainda mantem o cheiro de remédios até hoje. Professor Guarnieri, seguiu juntamente com o Professor, já com minha tia, Dona Áurea e Dona Eugênia (todos in memoriam, tirando minha tia).

  8. Luiz Medina Bezerra disse:

    Legal, gostei de rever estes nomes tia Eugenia, dona Aurea, dona Carmem,frequentei o casarão com meu pai Elder,e conheci a dona Carmem que sempre cuidou de tudo com muito amor. abs

    • Tom Capella disse:

      Isso, tia Eugênia. Venha nos fazer uma visita um dia.
      A Dona Eugênia me traz tantas saudades. Tantas.
      Abs

      • Luiz Medina Bezerra disse:

        Olá Tom, vamos marcar, ai eu apareço para rever este grande passado abs a vc. e a sua mãe dona Carmem.

    • José Luiz disse:

      Elder era o irmão caçula de meu pai, Raphael, aliás, quando solteiro era uma espécie de “tio herói”, uma referência. Lembro de minha tia espanhola Carmen e vagamente de meus primos Luiz José e Matilde. De um determinado momento em diante os Bezerra’s seguiram caminhos diferentes.

      • Luiz Medina Bezerra disse:

        Olá José Luiz, acho que os caminhos estão se encontrando novamente, lembro da tia Norma, e fico contente em saber que ela está bem, minha mãe dona Carmem está bem,um grande abraço a vc e a familia, e vamos marcar alguma coisa para gente se rever.

      • Mathilde Eugenia Medina Bezerra disse:

        Olá José Luiz. Encontrei essa página falando sobre o casarão por acaso. Sou filha do Elder, irmão do seu pai Rafael. Gostaria que voce entrasse em contato comigo, pode ser? Meu email: memb@terra.com.br abs

  9. Daiane disse:

    Quando vejo essas fotos e leio essas matérias e comentários, sinto que já fiz parte de algum momento no passado. Cada foto me da a sensação de que se eu entrar nesses lugares, vou ser transportada. Minha felicidade é imensa em saber que ainda existem pessoas que lutam para preservar a história. Obrigado a todos vocês.

  10. Fernando disse:

    Boa tarde.
    Estou fazendo um trabalho sobre imóovel tomabado.
    1 – Gostaria de saber se é possível visita a residencia?
    2 – Qual o órgão responsável pelo tombamento, seria possivel adquirir copias das plantas?

    Abçs!

  11. clelia person lammardo disse:

    Não faço parte das famílias citadas. Mas, não sei porque todas as vezes que deço a Av. Brig. Luiz Antonio sou impelida a observar o sobrado, a imaginar como seria gostoso e bucólico descansar naquele alpendre lateral. É um retorno a um passado que não conheço, mas que gostaria de ter vivido.

  12. Ariane Diniz disse:

    Sempre que vejo um casarão abandonado já tenho vontade de chegar la e pintar tudo e devolver a vida à esses casarões hehe. Sou fascinada por construções antigas e achei muito interessante esse site. Seria mto legal reunir um grupo de pessoas interessadas para ajudar na restauração pelo menos das construções não tão comprometidas,os materiais para a reforma poderiam ser doados, já que mtas vezes o governo não dá o devido valor, as pessoas devem mostrar como agir. Deixo aqui uma idéia, (se é que já não pensaram nisso) :)

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