A Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na região central de São Paulo, já foi um endereço chique e que abrigava inúmeros casarões pertencentes a elite paulistana. Eram construções suntuosas e que daquela época poucos restaram. Na altura do número 1234 desta avenida, ainda sobrevive um casarão que é uma das mais residências da região.

Erguido em 1900, o imóvel no passado teve moradores célebres. Seu primeiro morador foi um antigo governador de São Paulo, posteriormente o casarão serviu por muitos anos de consultório de um dos mais renomados médicos paulistanos do passado, o Dr. José Bonifácio Medina, que clinicava nesta residência e morava um pouco mais abaixo, no número 1030.

Apesar de estar com a fachada bastante desgastada, o imóvel não está abandonado e está bem conservado nas laterais e principalmente no seu interior, onde a mesma família reside já se vão várias décadas.

O imóvel é tombado como patrimônio histórico da Cidade de São Paulo.

Veja mais fotos do casarão (clique na imagem para ampliar):

Conheça outros imóveis da Avenida Brigadeiro Luís Antônio:


About the author

Jornalista, fotógrafo e pesquisador independente, edita o site São Paulo Antiga e é membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP). Também edita o blog Human Street View, focado em comparações fotográficas entre a atualidade e o passado.

Comments

  • Casarão – Av. Brig. Luís Antônio, 1308 | São Paulo Abandonada 14/06/2009 at 19:01

    […] Apesar do estado lastimável em que se encontra é possível ser recuperada. No mesmo quarteirão, existe outro casarão abandonado já retratado aqui pelo São Paulo Abandonada, clique aqui para conferir. […]

  • Hotel Abandonado – Bela Vista | São Paulo Abandonada 01/07/2009 at 10:47

    […] Casarão – Av. Brig. Luís Antônio, 1234 […]

  • Tomiello 14/09/2009 at 00:55

    Esse casarão é de 1900. Morou um governador de SP, nele. Há anos, foi um palacete, consultório do professor doutor José Bonifácio Medina, um pouco abaixo, no 1.030 éra outro casarão semelhante, residência do mesmo. Airton Senna, quando menino vinha nesse casarão com a mãe. Médico ginecologista de renome e papa da ginecologia. Essa movimentação é de minha família. E estou nessa casa toda semana. 22 cômodos. Um lugar de paz e que foi testemunha desde e julgamento do Lula, em frente, área cedida na época para os jornalistas, acima no antigo Teatro Bandeirantes tínhamos a Elis Regina, cantando, abaixo no Danúbio Tim Maia, tentando o acesso ao pessoal da Jovem Guarda, em frente Antonio Marcos, no Bar Ranchinho, enfim.. um pedaço muito especial de SP.
    Tom Capella

    • Luiz 09/03/2010 at 11:44

      O Tom Capella, tem razão , também frequentei o casarão com o meu pai na decada de 70, é bom ver as fotos e ver que da para reparar esta obra que é uma tradiçao de uma época que não volta mais abs.

    • Marcella 22/04/2010 at 18:13

      olá, SOMOS UM GRUPO DE TEATRO E ESTAMOS EM PARCERIA COM OUTROS GRUPOS DE MUSICA E TEATRO E ESTAMOS A PROCURA DE CASAS ABANDONADAS PARA RESIDENCIA ARTISTICA EM EM PATRIMONIOS HISTÓRICOS. GOSTARIAMOS DE OFERECER ABERTURA CULTURAL A COMUNIDADE, POR ISSO GOSTARIAMOS MUITO DE ENTRAR EM CONTATO COM VOCE, SE POSSIVEL MANDAR UM E-MAIL OU TELEFONE PARA CONTATO.
      OBRIGADA.
      marcella_59@msn.com

    • cirlene 04/01/2012 at 17:05

      ola boa tarde…

      sou fascinada , por monumentos e objetos antigos… voce deisse qudo criança ia a esse casarão voce tem acesso a ele? gostaria de entrar em um casarão antigo como esses como eu faço?

      obrigada

  • osmar 12/10/2009 at 13:18

    Belíssimo o trabalho de voces! Que pelo menos, ele consiga concientizar proprietários, politicos e adminstradores, para porem em pr´tica ideias para preservar nossa memório, unico paiz que não valoriza o passado. Sou amante incondicional de moveis e imoveis antigos e acho lamentável estas deteriorizações. Em contrapartida, busco imóvel com carterisiticas arquitetonicas importamntes, com necessidade de restauro para montar negocio proprio.

    • José Medina 24/03/2010 at 21:45

      Sou neto do Prof. José Bonifacio Medina, e gostaria de trocar ideias sobre o imovel, uma vez que o mesmo encontra-se tombado pelo Patrimonio Histórico

      • TERESA PINTO 13/10/2011 at 19:58

        Prezado José, vim ao mundo pelas mãos do seu avô em 1950, no Hospital Matarazzo. Gostaria de saber se foi nesta casa abandonada que minha mãe ia nas consultas.
        Gostaria de saber também a história dele,qdo nasceu e qdo morreu.
        Abraços Teresa

      • José Gallucci Neto 29/10/2011 at 23:33

        Olá Medina, sou neto do Prof. Gallucci que era assistente e dividia o consultório com seu avô neste casarão. Sou médico também e trabalho próximo ao local. Da muita pena ver o casarão neste estado.

        • margarida iazzetti molan 10/11/2011 at 17:24

          Olá, Dr. José! Vim ao mundo em 1952, no Hospital 9 de Julho e o parto da minha mãe foi extremamente complicado.Meu tio, o Dr. Nicolau Iazzetti, chamou então o Dr. Galucci e, juntos, solucionaram.Sei que meu tio manteve a gratidão e a admiração pelo seu avô por toda a vida. Um abraço!

      • Eneida Maria Bonilha 05/11/2012 at 16:37

        Eu vim ao mundo também pelas mãos do seu avô Dr. Medina, em 1952 no Hospital Matarazzo. Sou Historiadora e se o prédio ainda pertence à família gostaria de sugerir que se faça um projeto solicitando recursos financeiros para restaurá-lo e transformá-lo num Centro Cultural e/ou num museu ligado a assuntos médicos, e/ou num Centro de Pesquisas, ou até mesmo numa Clínica de Gineco/Obstetrícia para população carente, se isso for permitido pelo Patrimônio. Se precisar gente para levar a idéia adiante, qualquer q seja ela, eu me ofereço como voluntária para elaboração de projeto para capitação de recursos. A família ainda tem objetos, prontuários, fotos, mobiliário da época? Desde quando o Dr. Medina tinha consultório lá? O que funcionava antes lá? Você já imaginou quantas pessoas ainda vivas que moram em São Paulo que vieram ao mundo pelas mãos dele? É uma história maravilhosa, o prédio é maravilhoso e merece ser lembrado sempre!
        Meus tels: (11) 50120424 e 982699524

  • Christian Moreira 23/10/2009 at 10:45

    Belo trabalho do time. Parabéns, pessoal !!
    Ch.´.

  • Adamastor 01/09/2010 at 10:57

    Conheço bem este imóvel. Existe uma senhora que mora lá a mais de 50 anos. Ela e seu filho, sempre me chama para fazer os reparos na parte interna. Ela é uma pessoa muito boa e especial, cuida da casa com muito gosto, mas existem pessoas, os pichadores, que não perdoam uma fachada bem arrumada e pintada.

  • Paulo Sergio Larroyd 02/09/2010 at 19:45

    Gostaria se possivel me informar com voces da possibilidade de encontrar em são paulo algum
    casarão ou predio antigo que tivesse uma coluna
    com estatua de meio corpo de homem ou mulher
    segurando na cabeça o capitel ou a coluna
    peça grega.
    Caso possamos enviar uma foto ilustrativa
    entre em contato

    att Paulo /Katia

    • Tomiello 03/11/2011 at 21:42

      Na paulista perto da Augusta tem um.

  • Tom Capella 06/05/2011 at 19:06

    Ainda em referência ao Casarão da Brigadeiro, em verdade não estou toda semana no mesmo, eu resido no mesmo. A história é uma das mais belas, procuramos manter a discrição até por questão de não se expor e a segurança. É uma luta de mais de 18 anos evitando invasões, vândalos e todo o tipo de situação anormal.Cheguei nesta casa aos 5 anos, hoje estou com 45 anos. Minha mãe, enfermeira do mestre Professor Medina por mais de 30 anos. Cuidamos de cada detalhe da mesma, temos tecnologia de segurança gravando 24 horas.
    Qualquer situação que ameaçe a paz deste local, sempre tomamos providência. Existem projetos de restauração.
    Obrigado.

    • Jennifer Andrade 20/05/2011 at 12:25

      Olá!
      Sou estudante de arquitetura e me interessei em usar o casarão como objeto de estudo para o TFG ano que vem. Gostaria de conversar pessoalmente com alguém que pudesse me dar maiores informações sobre ele e a sua história, para embasar meu conceito e concepção em prol dele. Segue meu e-mail para contato: andrade.jennifer@gmail.com

      Obrigada

    • aquinaojacare 25/07/2011 at 00:36

      Ola Tom Capella, fiquei muito feliz em saber que esse casarão não esta abandonado e senti muito amor em vossas palavras quando se referindo ao mesmo! Não sei se você tem filhos mas seja o que for, transmita esse amor que você tem por esse casarão! Pois se existem casarões abandonados ou derrubados é porque um dia alguém o amou muito mas, que hoje os herdeiros não soube amar-lo como se merece!Eu herdei uma propriedade a qual eu sou a 4a geração! E é impensavel vende-la! O meu bairro esta se desvalorisando mas eu tenho esperança que voltara a ser um bairro normal. E tenho interesse em comprar a parte de meu irmão pois ele como muitos não esta nem ai… Como forma de proteçõ vou tentar comprar a parte dele, assim poderei deixar para a 5 geração! E o mais importante ensina-los des de pequeno o valor da identidade familiar! Um grande abraço e felicidades a vc e sua familia. J.Ferraro Ricci.

      • Tom Capella 25/08/2011 at 17:52

        Prezado J.Ferraro Ricci, somente posso agradecer sua sensibilidade e entendimento de nossa historia.
        Abraços do
        Tom Capella

    • José Luiz Xavier Bezerra 05/09/2011 at 16:08

      Uma recordação de “marejar” os olhos!
      Segundo relato de familiares, morei nesse casarão (térreo) desde os primeiros dias de vida até completar um ano. Mudamos para Santos em 1949. Minha mãe (hoje com 86 anos) é cunhada do Prof. Medina e também trabalhou como sua atendente. Nessa época ela se atinha a recepção aos clientes do consultório juntamente com sua colega, Dna. Cecília. Além do Prof. Medina, o corpo clínico contava também com os Drs. José Gallucci (que fez o meu parto), Nascimento e outros.

      • Tom Capella 16/09/2011 at 10:44

        Prof.Gallucci, bela recordação. Depois tivemos Professor Cosme de Guarnieri Neto, Dra.Aparecida Ferraz Paal, Carmem, sua enfermeira companheira de profissão por mais de 50 anos e residente da casa já há aproximadamente 50 anos, eu que crescí entre os médicos e ainda zelo pela ordem da casa, anti-invasao e preservaçao da historia. A Carmem veio da Sta Casa, onde iniciou com 20 anos, depois Hospital Matarazzo e até hoje guarda toda a história com ela, viva e já com seus 80 aninhos.
        Tom Capella

        • José Gallucci Neto 29/10/2011 at 23:37

          Olá Tom, sou médico e neto do Prof. Gallucci e gostaria de visitar o casarão. Ele era assistente do Prof. Medina e dividia consultório com ele no casarão. Forte abraço!

      • Tom Capella 16/09/2011 at 10:46

        Estimado José, eram dois casarões, talvez tenha morado no primeiro casarão, onde ficava o professor Medina, no nr. 1030, hoje um banco.Se precisar o ano, posso checar.

        • Tom Capell 16/09/2011 at 11:04

          Esquecí de citar, Dona Eugênia, esta então amada e querida demais, já nos deixou como os outros, apenas a Dra.Aparecida, ainda conosco. Lembro-me de cada detalhe quando ainda um palacete, médicos e pacientes andando para todos os lados. O Professor, mestre foi e sempre será um marco na medicina de São Paulo, diretor do Hospital das Clínicas à época, nascido em 1900 e partiu em 1993. Introduziu no HC os estudos (unidade, núcleo) do câncer do colo do útero, falava diversos idiomas, formado com 22 anos de idade em 1922, enfim, uma história, fora que antes de 1947, misturando a história no casarão também residiram os Saraiva, outra bela história. Minha tia/mãe, cuidou de Ivete Vargas, da Condessa Matarazzo, entre muitos nomes e sempre fiel, leal, ao nosso professor. Isso tudo vale a vida, os valores, as histórias e o aprendizado constante.

        • José Luiz 06/10/2011 at 12:28

          Tio Medina, tia Josefa (Lola), tia Eugênia, casarão do 1030, que muito frequentei na infância (lembro de meu avô paterno, Luiz, espanhol de Granada e de suas habituais “las papas” –> batatas cozidas, complemento alimentar após o almoço…) Minha nossa, que tremenda viagem…

        • José Luiz 07/10/2011 at 10:31

          Não. Moramos de fato no 1234 (térreo-porão)do consultório. Minha mãe disse que naquela época os médicos desciam lá para filar o “café + bolo” da tarde. O 1030 era a residência da família Medina. Aliás curtí muito aquela região, notadamente a “música” executada pelos sinos da Igreja do Carmo. Minha avó materna morou muitos anos numa vila entre a Martiniano de Carvalho e a Maestro Cardim (se não me engano, conhecido como antigo Caminho Itororó – imediações do clube Eden Liberdade, onde meu pai jogava futebol de várzea). Nossa, quanta saudade!

    • José Gallucci Neto 29/10/2011 at 23:43

      Olá Tom, sou médico e neto do Prof. Gallucci e gostaria de visitar o casarão. Ele era assistente do Prof. Medina e dividia consultório com ele no casarão.

      • Tom Capella 19/11/2011 at 09:59

        Dr.José, bom dia. Tenho foto do Prof.Dr.Gallucci. Acho que é de 1942 ou 1949, com os mestres.

        Entrarei em contato.

        Abçs,

  • Tom Capella 18/09/2011 at 21:38

    Procede, Professor Medina, Professor Nascimento, Professor Guarnieri, Professor Gallucci, um marco na medicina de São Paulo, uma linda história, isso antes de 1960. Posso imaginar cada detalhe, a rotina e as histórias, fora que o ambiente ainda mantem o cheiro de remédios até hoje. Professor Guarnieri, seguiu juntamente com o Professor, já com minha tia, Dona Áurea e Dona Eugênia (todos in memoriam, tirando minha tia).

  • Luiz Medina Bezerra 24/09/2011 at 22:05

    Legal, gostei de rever estes nomes tia Eugenia, dona Aurea, dona Carmem,frequentei o casarão com meu pai Elder,e conheci a dona Carmem que sempre cuidou de tudo com muito amor. abs

    • Tom Capella 26/09/2011 at 23:15

      Isso, tia Eugênia. Venha nos fazer uma visita um dia.
      A Dona Eugênia me traz tantas saudades. Tantas.
      Abs

      • Luiz Medina Bezerra 12/10/2011 at 00:50

        Olá Tom, vamos marcar, ai eu apareço para rever este grande passado abs a vc. e a sua mãe dona Carmem.

    • José Luiz 06/10/2011 at 12:15

      Elder era o irmão caçula de meu pai, Raphael, aliás, quando solteiro era uma espécie de “tio herói”, uma referência. Lembro de minha tia espanhola Carmen e vagamente de meus primos Luiz José e Matilde. De um determinado momento em diante os Bezerra’s seguiram caminhos diferentes.

      • Luiz Medina Bezerra 12/10/2011 at 00:56

        Olá José Luiz, acho que os caminhos estão se encontrando novamente, lembro da tia Norma, e fico contente em saber que ela está bem, minha mãe dona Carmem está bem,um grande abraço a vc e a familia, e vamos marcar alguma coisa para gente se rever.

      • Mathilde Eugenia Medina Bezerra 29/11/2011 at 03:03

        Olá José Luiz. Encontrei essa página falando sobre o casarão por acaso. Sou filha do Elder, irmão do seu pai Rafael. Gostaria que voce entrasse em contato comigo, pode ser? Meu email: memb@terra.com.br abs

  • Daiane 21/10/2011 at 22:34

    Quando vejo essas fotos e leio essas matérias e comentários, sinto que já fiz parte de algum momento no passado. Cada foto me da a sensação de que se eu entrar nesses lugares, vou ser transportada. Minha felicidade é imensa em saber que ainda existem pessoas que lutam para preservar a história. Obrigado a todos vocês.

    • Raquel 18/04/2012 at 13:46

      Sim, é lindo! Admiro sempre que passo em frente.

  • Fernando 10/11/2011 at 16:25

    Boa tarde.
    Estou fazendo um trabalho sobre imóovel tomabado.
    1 – Gostaria de saber se é possível visita a residencia?
    2 – Qual o órgão responsável pelo tombamento, seria possivel adquirir copias das plantas?

    Abçs!

  • clelia person lammardo 19/11/2011 at 15:08

    Não faço parte das famílias citadas. Mas, não sei porque todas as vezes que deço a Av. Brig. Luiz Antonio sou impelida a observar o sobrado, a imaginar como seria gostoso e bucólico descansar naquele alpendre lateral. É um retorno a um passado que não conheço, mas que gostaria de ter vivido.

  • Ariane Diniz 22/11/2011 at 23:04

    Sempre que vejo um casarão abandonado já tenho vontade de chegar la e pintar tudo e devolver a vida à esses casarões hehe. Sou fascinada por construções antigas e achei muito interessante esse site. Seria mto legal reunir um grupo de pessoas interessadas para ajudar na restauração pelo menos das construções não tão comprometidas,os materiais para a reforma poderiam ser doados, já que mtas vezes o governo não dá o devido valor, as pessoas devem mostrar como agir. Deixo aqui uma idéia, (se é que já não pensaram nisso) 🙂

  • Adriano 04/03/2012 at 17:22

    O SR. TOM CAPELLA PODERIA DISPONIBILIZAR PARA O SITE, PARA NÓS AMANTES DA ARTE E HISTORIA, FOTOS DO INTERIOR DESTA RESIDENCIA CENTENARIA.

  • Roberto Ceppe 20/03/2012 at 01:13

    Sr. Tom Capella, gostaria de ajudar, de certa forma. Estamos filmando um longa independente e gostaria de usar o casarão como set. O orçamento é curto, mas acredito que poderia dar alguma ajuda na manutenção desta preciosidade arquitetônica. Se puder, entre em contato comigo.

  • TOM CAPELLA 21/03/2012 at 09:27

    A história deste casarão é linda. Minha mãe de 80 aninhos que está há 51 anos nele, foi enfermeira do mestre Professor Medina, eu fui criado entre os médicos. Uma longa história.

    • Mathilde 26/07/2012 at 18:05

      Tom, vc é filho da Carmen??

  • fabio estevão 24/10/2012 at 12:02

    bom dia Tom , sou fotografo iniciante e gostaria de saber se vcs alugam o imovel pra ensaios fotograficos?
    pois tenho interesse em fazer um ensaio nesse imovel.

  • Rodrigo 10/11/2012 at 00:50

    Passo em frente desse casarão e é lamentável ver a mais de 20 anos o descaso com que é tratado… uma construção como essa não preservada e com essa aparência fantasmagórica… O grande problema desses imóveis é o desinteresse de herdeiros em investir na restauração para poder alugar ou então vender a preço baixo do jeito que está… O terreno vale muito, mas a propriedade tombada, nem tanto…. O tombamento engessa o imóvel, pq impede quem compra de fazer o que quiser com ele… As reformas tem que ser aprovadas pelo órgão publico DPH, e não é só jogar uma tinta!!! Tem que ser empresas especializadas em restauração…. Os herdeiros ficam esperando o que acontecer com o passar do tempo??? Será que esperam um dia uma grande tempestade p/ derrubar o imóvel e assim valorizar o terreno? Só que se esperar por isso vai se decepcionar por que se o imóvel tombado cair o proprietário tem que levantar outro igual. Sem contar que quanto mais passa o tempo a restauração implica em mais investimento… Ou será que no caso desse casarão não tem herdeiros e estão esperando o tempo passar para entrar com o uso capião, 15 anos de posse ininterrupta, pacifica e sem contestação já da ensejo, mas tem um porem, para imóvel urbano só ate 240m²…Esse não dá… Bem, enfim, essas especulações tem que acabar e os proprietários de imóveis como esse deveriam ser multados por não preservarem esses patrimônios e não coloca los no mercado, até pq tem certos incentivos para manter a preservação, a começar pela isenção do IPTU, não é muito, mas ajuda… A decisão deve ser essa “Ou restaura e aluga ou então vende barato do jeito que está para quem comprar investir e devolver todo o esplendor dessa construção para a população contemplar… Essa é a minha opinião….

  • Rodrigo 09/01/2013 at 17:10

    Caro Tom, voce ainda é o proprietario do imovel? Poderia entrar em contato comigo? Muito obrigado.

  • Fernanda 18/01/2013 at 09:11

    Rodrigo, sou estudante da faculdade próximo ao Casarão, li os seus comentário e achei ele um tanto tendencioso. Percebe-se que você não tem nenhum conhecimento/informação sobre o imóvel e faz seus comentários sem qualquer cuidado a real situação, somente quem mora do imóvel deve saber. Por isso, acho tendenciosos seus comentários, quem se ocuparia criticar algo que não conhece? Se o imóvel é um Patrimônio tombado como você mesmo disse, então é porque os donos estão cuidado do imóvel para conservar a história que ali carrega, quanto a valores ou custo mensal para manter um imóvel daquele tamanho, possa ser um tanto quanto alto…observo que há cercas e câmeras de segurança, isso quer dizer que os moradores estão protegendo o imóvel que pelo que já vi lá na brigadeiro e em outros lugares no centro riscos de invasões e vandalismos.

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