Imóveis Antigos

Palacete Franco de Mello

Comments (70)
  1. Cristiano disse:

    Trabalhei muitos anos na Av. Paulista, passava todos os dias em frente ao Palacete e não podia nenhum dia sequer deixar de admirar a sua beleza e Imponência, porém toda essa beleza e história podem ruir por conta de uma política equivocada do governo, esse bem histórico requer reforma urgente…Devemos levantar essa bandeira “SALVE O PALACETE FRANCO DE MELLO”

    1. Marcelo disse:

      Estou plenamente de acordo com tua opinião.

    2. Gabriel Porto disse:

      Poderiam demolir e construir um prédio comercial, gerando novos empregos e oportunidades.
      A nossa história já está preservada nos nossos museus, essa “casa” não passa de mais uma simples casa. Respeito a opinião de cada um, mas isso já deu… querem apreciar, apreciem por fotos.

      1. jhonatan disse:

        Poderiam. Do mesmo jeito que uma empresa faz com uma “pessoa” acima dos 50 anos. A tratam como lixo. Não sei porque não matam logo. Com isso se poupariam muitos debates acerca de aposentadoria…

    3. Sou nascido em Lavínia interior de SP, cidade citada no artigo uma pequena cidade envolta por terras que o Sr. Coronel Joaquim Franco de Mello, deixou aos seus herdeiros e eu sei que essa família foi prejudicada em muitos pontos, eles ainda tem muito dinheiro mas boa parte de seus fundos são em terras que estão quase sendo tomadas pelo estado, lógico creio que eles não quebrem por conta disso mas ver e saber que o dono da pequena do interior deixou sua marca de tanta importância no centro do maior centro econômico da América latina é motivo de orgulho, ah e em minha cidade outro casarão dele se transformou em um campo de Paint Ball, e está quase se ruindo por completo…Espero que um dia o governo valorize a nossa história e preserve ao menos alguns pontos para próximas gerações apreciarem.

  2. Gil Roberto disse:

    Como sempre, trata-se de um jogo de faz-de-conta. O governo faz-de-conta que quer preservar o imóvel e o desapropria a um valor muitíssimo abaixo do seu valor de mercado, e aí começa a batalha sem fim. Quem sai perdendo é nossa cidade, cada vez mais sem memória.

    Sou fã deste lindo palacete, em frente do qual passo com frequência. Cheguei a ver em pé vários outros palacetes da Av. Paulista, um mais lindo do que o outro, quase todos derrubados na calada de uma só noite há muitos anos, quando seus proprietários souberam que seus imóveis seriam tombados no dia seguinte. Resolveram “tombar” eles mesmo os casarões, sabedores que eram que jamais receberiam do governo os reais valores destes imóveis.

    Dá vergonha de ser paulistano, dá vergonha de ser brasileiro!

    1. Marcelo disse:

      Segundo eu soube, de um desses, o da família Lotaif, que andes era dos Andraus e mais antes dos Schaumann, foi implodido com um piano de cauda dentro: verdadeiro ato de ignorância por parte dos proprietários, quanto mais duma casa premiada em 1913 em Londres, que era originalmente em gótico flamejante e convertida em árabe!

    2. VALERIA FULP disse:

      Concordo plenamente.
      O Governo impoe uma resolucao, mas nao paga pelo valor real da propriedade e dai’ fica esse pe’ de guerra.
      Injusto para todos, e quem perde com isso e’ acervo cultural paulista.
      Maior vergonha para um governo sem cultura e justica.

  3. Não vou mais ler esse site. Só serve pra eu ficar deprimido.

  4. André Gomes dos Santos disse:

    Viva o tão conhecido Palacete Mourisco! (ou Franco de Mello). Que continue por muitas gerações (para isso é necessário ser restaurado e aplicada uma melhor política de tombamento).

    1. Marcelo disse:

      Concordo plenamente com tua opinião.

  5. Suzana disse:

    Nossa como eu gostaria que existisse na av.Paulista varios casarôes da epoca dos Baroes do Café! Sabem ,minha avó era desta epoca,como eu gostava de ouvir e ainda gosto de saber td daquela epoca.Faço caminhada na Paulista diariamente e cada casarão que passo anoto o numero e depois pésquiso na internet,gosto de saber quem ali morou,como viviam,cada vez que entro na casa das rosas sinto algo incrivel ,como se eu em vidas passadas tivesse feito parte daquela moradia.Sabem,penso eu que se não tivessem derrubado os casarôes da Av. paulista,hoje ela poderia ser um grande ponto turistico e ser chamada AV. PAULISTA DA CULTURA BRASILEIRA,daria até para ter ciclovia e tds pedalarem com tranquilidade,pq do jeito que está a av paulista hoje não há condições de bicicletas por lá ,transito caotico.mas infelizmente a ganancia por predios para ganharemmais e mais resultou nisto,nós hoje em Sâo Paulo não respiramos ar puro e sim concreto ,acabaram com as casas ,VIVA O PALACETE FRANCO DE MELLO !!!!! DEIXEM ELE LÁ MESMO POR FAVOR!

    1. André Tezzei disse:

      gostei do que disse Suzana, assim acontece comigo em muitos lugares antigos que conheço. Bom saber que existem mais pessoas assim!

    2. Lúcia Maria Branco disse:

      Suzana, faço minhas as suas palavras. Penso da mesma forma. Os casarões que foram destruidos poderiam servir de fachada, numa arquitetura bem planejada, como vi em Recife. Minha pobre São Paulo. Tão judiada pela ganancia, em nome de um progresso e de uma modernidade que vai sepultando sua história.

    3. Ana Paula disse:

      Concordo plenamente com tudo que disse Suzana…também fico admirada com os poucos casarões que tem na avenida Paulista, parece que faço uma viagem ao tempo, fui nas casas das Rosas recentemente, e tbm sinto uma energia incrivel naquel casa….pena que não pode ir até o sotão….Precisam urgentemente restaurar o Palacete Franco de Mello, toda vez que passo na avenida fico hipnotizada olhando pra ele…tenho loucura pra entrar dentro dele e conehcer…alguém sabe me dizer se existe essa possbilidade e onde e com quem posso falar?

      1. VALERIA FULP disse:

        Eu tambem sinto essa tristeza em ver a minha mais Paulista de todas as Avenidas com exemplos de decadencial cultural.
        Quando crianca, eu ainda cheguei ver muitos palacetes na Paulista e travessas. Ficava facinada com a beleza das mansoes que eu sempre quiz conhecer, e dessa historia que jamais sera’ repetida. Infelizmente,o brasileiiro tem mania de destruir o que e’ “velho”, sem pensar na cultura e estorias que essas paredes magnificas teriam pra contar. Uma vergonha e muita tristeza.

      2. Betty Feitoza disse:

        Já entrei nela por várias vezes, simplesmente lindo! De uma riqueza nos detalhes sem igual…..

  6. Vivian disse:

    A situação dentro do imóvel já era horrível há 10 anos atrás, quando o Mercando Mundo Mix acontecia por lá. Imagino agora, depois de tanto tempo fechado, como é que deve estar. Existia um boato que o dono alugava o lugar para pagar o IPTU, que lá em 1999 era quase um milhão de reais.

    Provavelmente acontecerá com ele o mesmo que aconteceu com o McDonalds do comecinho da Paulista e o Bank of Boston…

  7. Sana disse:

    Bom, se a Paulista tivesse ainda todos os seus palacetes e casarões, seria um local muito mais turístico do que é hoje.
    Sou leiga total no assunto de tombamento. Quais os principais problemas que o Estado impõe aos donos de imóveis tombados?

    1. Ugo Barberi Gnecco disse:

      Boa noite. Qualquer modificação que o proprietário quiser fazer (como colocar uma tomada, trocar o telhado ou até mesmo pintar) deve pedir autorização do governo, dependendo do tipo de tombamento deve pedir autorização do governo municipal, estadual e federal.
      Se ele descobrir uma infiltração no telhado e tiver que troca-lo, pedir autorização e o telhado sofrer alguma avaria antes da autorização ser dada, pode ser multado. Pintou com outra cor ou sem autorização? Pode ser multado. Uma planta morreu e foi trocada por outra? Pode ser multado. Resolveu modificar o jardim? Tem que pedir autorização.
      Se quiser mudar a destinação do bem para comercial ou alugar, pode, desde que não haja qualquer modificação, caso em que deve pedir autorização.
      Se quiser vender deve notificar o ente que tombou e só pode vender se ele não quiser comprar (mas tem que esperar sua manifestação).
      Se tombado, continua pagando iptu normalmente (depende da lei de cada cidade), se não quiser pagar tem que entrar na justiça, em geral ganha, mas é um processo caro e muitas vezes demorado.
      Se quiser dar uma olhada, o decreto 47.493/06 é uma das leis que regula o assunto na cidade de São Paulo (tem umas 22 páginas), essa lei fala até em ajudar o proprietário com a restauração, na prática, algo díficil de conseguir.
      Em geral deve permitir o livre acesso do poder público no imóvel, para que ele possa fiscalizar.
      Isso foi o que consegui pensar de “bate pronto”, mas se alguém lembrar de outras ou achar que há alguma imprecisão, fique à vontade.
      Espero ter ajudado (apesar da longa resposta) e obrigado pelo espaço.

      1. Paulo Cesar disse:

        É por estas e outras que os proprietário efetuam as demolições da noite para o dia!

        O governo, nas 3 esferas, deveria colaborar com o proprietário do imóvel tombado, de forma a estimular mais tombamentos e menos demolições.

        Imagina o proprietário de um imóvel que começa a sofrer processo administrativo de tombamento, se ele fica sabendo do processo por alguma informação privilegiada, lógico que ele vai demolir de sexta-feira para sábado, véspera de feriado ainda por cima, para não dar tempo de eventual embargo.

        Os proprietários de imóveis tombados tem de ser tratados como aliados do poder público e não como inimigos em potencial.

        Enquanto isto estes políticos safados continuam a desviar dinheiro público, nem vou citar nomes para não compremeter o blog, mas aí em São Paulo o que não falta é político desonesto com dinheiro em paraísos fiscais.

  8. Miguel Lopes disse:

    Se o propietário quer vender e o governo não pode indenizar, sou a favor do direito de propiedade, o que o poder público está fazendo é lesar os herdeiros, e penso que 55 milhões é muito dinheiro, daria para restaurar vários edifícios importantes na belísssima região da sé, ali sim, a area ainda tem um ar de São antiga, a Paulista, já era, um a mais a menos, não vai fazer diferença, os mejores, já foram demolidos!

    1. Ana Paula disse:

      Descordo do senhor, não podemos pensar desta maneira ” ali ja era, um a mais um a menos”…. esses casarões são riquezas na nossa cidade, tem que ser rpeservado sim, independente se tem vários ou não!!!

    2. Paulo Cesar disse:

      Bom, se o STJ manou pagar os 55 milhões é porque o imóvel (terreno e eduficação) foi avaliado corretamente por profissionais compoetentes.

      Agora: 55 milhões de reais é dinheiro de pinga para o estado de São Paulo e até mesmo para a prefeitura, este valor deve ser igual a arrecadação de ICMS de um único dia em todo o estado!

  9. França disse:

    Este palacete tem uma estrutura fantastica, havia um cyber-cafe na parte inferior, junto de um brechó e sebo, que era tocado por um conhecido do proprietario. O lugar era bom com pessoas ecleticas e um verdadeiro multiverso. Existia uma mesa para computadores feito de uma unica peça de uma casac de arvore do jardim ao lado que caiu. Quando a Prefeitura resolveu a força tomar o local, primeiro proibiu a feira de animais para adoção, e depois criou varios impedimentos para funcionamento do cyber café. Quando criaram o parque ao lado acreditei que assumiriam o palacete…mas nada ocorre…pior alem de não ajudarem ainda criam impedimentos.
    Otima indicação, gostei

    1. Paulo Cesar disse:

      Um governo que proíbe uma feira de animais para adoção não pode ser um governo sério.

      Anmimais abandonados são bem menos prejudiciais ao erário público do que políticos desonestos.

      Por que este mesmo governo não faz a manutenção dos logradouros públicos de interesse histórico que se encontram abandonados e que se transformaram em ponto de consumo de crack e outras drogas?

      Certamente que o governo tem outros planos pós tombamento para um imovel tão valioso, planos inconfessáveis!

      Por que este governo não desapropria as contas bancárias do Paulo Maluf na Suiça e nas Ilhas Jersey?

      Bah……. pior que colocam os arquitetos e historiadores no meio desta balbúrdia política, depois quem não presta é quem fez o parecer indicando a necessidade de tombamento.

      Triste isso……

  10. pra mim parece uma obra de arte… com tanto detalhes tão elaborados e delicados.
    Se fose restaurado e preservado, seria uma uma pérola para a Av Paulista

  11. MARGARETE disse:

    Sim, uma das últimas relíquias da Av. Paulista, sinceramente diante de tanto descaso de todos os lados, o que esperar?

    Visito sempre que posso o SPA, e juntos com minhas filhas pequenas ficamos comtemplando fotos,leia para elas o conteúdo e tento passar para o futuro, a importância de conhecer a nossa história, e ambas de 05 e 07 anos já usam a palavra “preservação” com muito mais evidência agora. O SPA é cultura, parabéns!!!!!

  12. Marcelo disse:

    Um início de restauro podia ser pela janela da foto 3 que é idêntica à da 15, de onde se podiam tirar as medidas.

    Eu mesmo tenho o sonho de retratá-la detalhadamente em desenho.

    Quero um dia poder visitar o local e registrar todos os pormenores: sei que é tarefa árdua, mas não impossível.

    1. Davyd disse:

      Marcelo, caso tenha interesse em visitar e conhecer o casarão, posso ajudá-lo, sou um dos advogados que acompanha as ações envolvendo o Estado, a Prefeitura, O Ministério Público e os Herdeiros.

      1. Sonia disse:

        Olá! Não haveria um jeito de entrar com uma ação para uma imediata restauração do imóvel, depois a conta fica pra quem perder a ação.
        Que adianta essa briga toda se todas as partes e a própria cidade vai sair perdendo?

      2. Daniel Gregini Trovão disse:

        Davyd, boa noite. Sou estudante de arquitetura na São Judas, e estou criando um projeto na faculdade para visitas monitoradas a pontos históricos da cidade. Alguns colegas demonstraram interesse em conhecer o casarão e propor intervenções (mesmo que apenas em projeto, para fins educacionais tão somente).
        Se houver a possibilidade dessa visita, ficaríamos extremamente gratos e honrados!
        Sei que muito tempo se passou desde seu comentário aqui, mas aguardo uma resposta, se possível. Obrigado!

        1. Davyd disse:

          Daniel, entre em contato davidy@correios.net.br

  13. Marcelo disse:

    E a janela mais ao fundo da mansarda em semelhança à sua companheira ao lado no que diz respeito ao ornamento superior.

  14. Clarissa Passos Pita disse:

    Pq eles não alugam pra um banco ou coisa assim?
    Tanta especulação, não é possível! Tem algo mal explicado aí.. Vão restaurar o predio da frente, aquele ali do Masp, que vai se chamar Masp Vivo, duvido que ninguém queira restaurar essa casa no meio do maior centro financeiro da América Latina…aí tem!
    E 55 milhões de indenização? hum…

    1. Paulo Cesar disse:

      Seu sobrenome me lembra o do falecido prefeito, Celso, mas o “Pita” dele era com dois “t”.

      Olha só: para se chegar a este valor calcula-se o valor do metro quadrado no endereço mais o valor das benfeitorias. Um palacete como este na Av. Paulista, o metro quadrado mais caro de São Paulo, pode perfeitamente ser avaliado em 55 milhões de reais, até porque endereços como o do palacete são avaliados em dólares (aproximadamente 22,5 milhões de dólares).

  15. sheila cps disse:

    Piores mesmo em ignorância são esses pichadores sem um pingo de cérebro, idiotas, que são os primeiros a vandalizarem algo que não os pertencem….

  16. Ja entrei no primeiro andar do casarão, o interior também é maravilhoso e não deixa a desejar nada aos palacetes da EUROPA. Pena que não esta restaurado e nem tenha visitas!!!Torço para ser restaurado e que se torne um museu!!!São Paulo vai ganhar muito!!!

    1. Ana Paula disse:

      Nossa Jean, como você conseguiu visitar por dentro o Palacete??? Tenho loucura para entrar nele… me da as dicas!!!

      1. Marília disse:

        Concordo contigo Ana Paula… Tb gostaria de entrar no casarão. Fico imaginando ele restaurado e um museu nas suas dependências, da Av. Paulista.

  17. Rute disse:

    O mais revoltante, é que essas empresas imobiliarias que estao destruindo a historia da cidade. Pagam por uma viagem carissima para ir a Inglaterra, Espanha, italia, para admirar os castelos a historia desses paises.
    Enquanto isso destroem a nossa historia.
    Isso é um crime contra nossas memorias.

  18. ANDREA disse:

    Não dá para fazer um edifício no terreno em torno do palacete e usá-lo como fachada e entrada? Aqui em Curitiba fizeram algo assim com uma mansão tombada e ficou muito bom. Acho que todos ganhariam.

  19. Paulo Cesar disse:

    Desapropriação sem indenização é confisco! Muito engraçado o poder público querer tombar patrimônio do particular sem a devida indenização. Na hora de ajudar a conservar o estado não oerece nem uma lata de tinta. O imóvel é que deve ser tombado, dar tombo no proprietário do imóvel não é certo!

    O que são 55 milhões de reais para um estado como São Paulo? Deviam fazer um acordo com o proprietário e reformar logo o palacete, transformando-o em algo útil para a comunidade.

    O interesse público se sobrepõe ao interesse particular, mas não pode haver confisco, não estamos sob uma ditadura comunista!

    1. tati disse:

      Ninguém esta clamando por confisco, clamamos por preservar a historia do nosso país.Por uma cidade menos bruta e mais humana, queremos admirar uma obra de arte arquitetônica em nosso próprio pais, queremos preservar a memória de nossos antepassados.
      Claro q os proprietários deveriam ter isenção de impostos ou uma indenização justa pela sua propriedade. Independente da filosofia política, este é um problema antigo em nosso pais, decorrente principalmente da falta de informação e educação. Eu acredito q à medida q a população tiver mais acesso a educação, também daremos mais valor ao nosso patrimônio histórico.Porque o problema começa com o cidadão q picha um prédio deste, por ignorância e falta de sentimento de pertencimento a esta cidade, e termina com governos corruptos que não tem interesse em preserva-los.
      Não tenho conhecimento de que em ditaduras militares ou governos neoliberais a preservação histórica tenha acontecido de maneira mais eficaz. Eu me recordo de um comercial em 1992 que a Fernanda Montenegro falava de um casarão, uma praça, uma estátua, em homenagem a um escritor que ela não se lembrava pois estes bens não mais existiam e concluía dizendo que “Um país que não tem memória não sabe o pais que é”.

  20. adriana josé disse:

    boa noite ao entrar no site Reference a casarão antigos de sp me apaixonei por este lindo exemplar da arquitetura brasileira,obra do construtor português Antônio Fernandes Pinto e encontra-se em um belo terreno ajardinado de 4720m². Sua fachada é de arquitetura eclética e possui influências francesas do período de Luís XV nos enfeites do frontão e no caixilho das janelas, além de uma mansarda renascentista. Em seu interior há um total de 35 cômodos.chorei ao ver tanto descaso com a nossa cultura ser eu tivesse condições financeiras compraria o lugar e restauraria para que volta-se tempo da sua beleza para que em radia-se, aonde qualquer pessoa não só fugira para lá como gostariam de viver nela.

  21. Cláudio Bernardino disse:

    Tive a oportunidade de conhecer o Dr. Raul Franco de Mello e sua residência a mais ou mesmos 25 anos. Na época eu trabalhava como vendedor de produtos agropecuários e visitava o Dr. Raul, lembre-me com saudade de nossas conversas, ele sempre me recebeu na residência que existia atrás o Casarão. Sempre tive vontade de conhecer seu maravilhoso Palacete. Lembro-me também do carro de propriedade de seu pai que desde sua morte ficou no quintal da residência. Em um dia, diferente dos outros, tive a oportunidade de ser recebido pelo Dr. Raul na parte inferior do palacete, tudo muito maravilhoso, moveis, fotos na parede, decorações, enfim algo que jamais esqueci. Passado vários anos, eu já trabalhando em minha corretora de seguros, passei em frente ao palacete onde entrei para conhecê-lo, Lembrei de tudo aquele passado, me emocionei chorando um pouco. Realizei meu grande sonho, infelizmente nada mais tinha dentro do imóvel, apenas pinturas de artes deterioradas na parede, louças sanitárias que eu nunca tinha visto na vida, viga de sustentação em madeira trabalhada. Enfim. Escrevi que tive vontade.

  22. Mia Gambi disse:

    Matéria interessante sobre ordem judicial obrigando o restauro do prédio: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-07-08/justica-manda-restaurar-residencia-joaquim-franco-de-mello-da-avenida-paulista.html
    Espero poder vê-lo pessoalmente em breve 🙂

  23. luKAS disse:

    ele nao esta abandonado eu vi 2 cahoros com coleira la

    1. Hanna disse:

      Não está abandonada mesmo!! Eu tenho 15 anos, moro nesta casa tbm, além de outros e principalmente o dono da casa, tem 3 cachorros que eu cuido da raça rhodesian para proteger de invasores ou vândalos, decidi pesquisar um pouco mais sobre o lugar que convivo, achei muito interessante, espero ter matado algumas duvidas! (: beijos

      1. Mia Gambi disse:

        Olá Hanna!!

        Muito, muito obrigada por divulgar isso!

        Será que não poderíamos organizar alguma visita para conhecer o Palacete? Óbvio que pago, com recursos revertidos para os donos do imóvel.

        Obrigada!

  24. Chico Suman disse:

    Minha opinião é de que a Prefeitura indenize o proprietário, transforme o palacete em museu sobre a Av. Paulista (já existe?) e que PARTE do rendimento gerado pelo museu seja do proprietário. TODOS ficariam felizes, menos os bandidos.

  25. joao disse:

    Ah muito lindo queria poder conhecer la por dentro será que pode entrar la, se puder me avise meu Facebook é João costa Pouso Alegre meu cel é 041 35 91153023 so pra vizitar mesmos!!!!!!

    1. João, não sei em quanto tempo o museu estará pronto, mas caso interesse tem algumas informações no link abaixo.
      http://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2014/05/04/casarao-tombado-na-avenida-paulista-vai-virar-museu-da-diversidade-sexual.htm

  26. Marcelo disse:

    Lembram-se todos aí e os eventuais vindouros visitantes do site de quando o Jorge Cunha Lima foi Secretário de Estado da Cultura do Governo de São Paulo no tempo do Franco Montoro. Falou assim, na abertura dum Festival de Inverno de Campos do Jordão: “Um país que não preserva os bens culturais que tem é um país pobre, e este país é o Brasil.”

  27. Maria Angélica Lopes Braga disse:

    Sou do Rio de Janeiro e a primeira vez que passei em frente deste palacete fiquei imaginando quem morou lá, as festas , as celebrações dos natais, reveillon , os aniversários, quantas lembranças os seus donos devem ter daquele local e infelizmente sempre o poder público(sem nenhum compromisso real com a população, com a sua história) emperrar a história deste palacete.

  28. Marcelo Bruno Rodrigues disse:

    Oi, Douglas, não tem como tirar uma foto da lateral esquerda, onde está o frontão triangular?

  29. Mario Nogueira disse:

    Curto muito este espaço,mostra imóveis do século passado, muitos dos quais eu sequer sabia que existia. Mas pergunto uma coisa: E se um palacete desse fosse seu???? Deixaria que ele fosse tombado, reformado e praticamente “perdido” para o estado??? Este possui verba prá indenizar o proprietário, portanto, que o faça, em vez de brigar em outra esfera, o que pode levar tempo e consequentemente deteriorar ainda mais o imóvel. Não gostamos de ver a história da cidade ser demolida, mas se essa casa fosse de algum de nós????

  30. jlealdacosta disse:

    Só como curiosidade . Eu conheci esta casa quando foi uma boite . Eu me lembro do papel de parede , ainda o original , que possuia a cara do dono , impressa por todo êle . Lembro-me também , mais tarde , de haver tido um evento tipo “Família de mudança vende tudo” . Tinha uma belíssima escrivaninha que eu vi e no dia seguinte resolvi ir compra-la . Só que chegando lá , a casa estava fechada , sem nenhuma explicação . Alguém sabe o que aconteceu ?

  31. Cassio Marcondes Machado disse:

    São Paulo Adora imitar a Europa e os Estados Unidos, Pois Bem, Porque não Transformar o Palacete em Museu Palacete da Avenida Paulista, seria uma casa viva, mostrando como eram as casas e o dia-dia da vida dos Barões do Café, Industriais e Comerciantes que viviam ali. Muitas das Famílias que ali moraram estão endividadas com a prefeitura e doariam sem piscar móveis, quadros, objetos antigos e de arte,(Maria Pia Matarazzo seria a primeira a sair doando o que ainda não vendeu) alem de fotos para se verem livres da famigerada secretária de finanças da prefeitura que nunca está saciada, ou então uma campanha de doação por parte destas, para se constituir o museu. A várias casas museus em Paris, no Marrais, bairro do aristocracia do século XVIII, e mesmo em Nova York. Todos os Livros de História do Brasil quando tratam sobre o café tem estampado uma foto da Paulista, está mais do que na hora de termos um museu temático sobre isso, não seria apenas um bom passeio escolar, mais para os inúmeros visitantes estrangeiros que ouviram falar da paulista e da riqueza do café e não encontram nada nesse sentido aqui. São Paulo deve tudo o que é ao Café e também a sociedade cafeeira parte representada pelos antigos moradores da Paulista. já está mais do que na hora de lhes prestar justo tributo, como também seria Importante Termos uma casa do Imigrante Italiano no Brás (independente da Hospedaria), mostrando como eram as casas dos italianos e seus descendentes e seu dia-a-dia ( a representação de uma tipica macarronada da Nona no domingo), como outros museus temáticos, Tá na hora de inovar. Acorda São Paulo !!!

  32. Marcelo Bruno Rodrigues disse:

    Douglas, tenho algumas fotos mais recentes desta casa que tirei durante minha viagem a São Paulo no ano passado. Dei com a sorte de pegar dias ensolarados. O que mais me chamou a atenção para fotografar é o ornamento superior direito da escadaria principal desgastado, comparado com o seu companheiro esquerdo. Se desejar, posso enviar a foto para incluir aí na galeria.

    1. Tatu disse:

      A realidade deste casarão é bem diferente do que aparenta.

      Trabalhei por 6 anos “dentro” do casarão e descobri inúmeras histórias.

      Quando o casarão foi construído por Joaquim Franco de Mello, em 1905, as família não era “produtora de café” e nem nada, a família herdou o terreno e construiu tudo “nas costas”.

      Em 1905 a avenida paulista não era nada.

      A Faria Lima sim estava em alta, quem não tinha dinheiro nem condições realmente ia pra paulista.

      Com muito suor o próprio Joaquim carregava no ombro o material de construção bem como sua mulher.

      Joaquim já tinha filhos, mas estes não “prestavam” e construiu a casa para os netos.

      Os filhos quando souberam do “testamento” beneficiando seus filhos apenas, se revoltaram e nunca “cuidaram” desta casa.

      Logo os netos de Joaquim Franco de Melo cresceram e começaram os maiores problemas.

      As brigas e disputas familiares por esta casa, “agora” bem localizada e valorizada, selaram o destino desta família.

      Todos os netos “penhoraram” a casa individualmente e todos foram processados por nunca pagarem as “contas”.

      Há muitos anos a casa não contempla energia elétrica nem saneamento ou água potável, pois seus proprietários nunca pagaram suas contas.

      Há mais de 20 anos água entra lá através de um caminhão pipa que estaciona nas madrugadas em cima da calçada da avenida paulista e estica suas mangueiras té uma caixa d’Água localizada no quintal.

      Bem como energia elétrica utilizada através de um velho gerador.

      Um dos netos mais novo de Joaquim, o Renato Franco de Mello, em um “vacilo” dos irmãos, invadiu o casarão, contratou um “matuto” e proibiu a entrada da família, com medo de perder sua “pousada”.

      O Sr. Renato Francode Melo, não tem renda e nunca trabalhou, nunca consegui se “aposentar” e depois de invasão de suas fazendas criadoras de gado em 2000/2005, passou a habitar um dos quartos de empregados localizado nos porões da avenida paulista.

      Sem água, luz ou condições, mas, sendo uma pessoas extremamente escêntrica é totalmente “fora da atualidade”, ainda hoje em 2015, assim ele vive.

      Algumas pessoas do passado doam comida, outras doam água e gasolina e assim permanece o casarão.

      O “sonho” da família Franco de Melo, sempre foi a “queda” natural do Casarão, livrando a família dos “encargos” e de suas dívidas baseadas em jogos de azar e vícios atuais, disponibilizando um terreno milhonário no coração executivo de São Paulo.

      A família nunca teve interesse na restauração de um patrimônio histórico.
      Querem mais é que vá tudo a baixo mesmo, assim se livram de seus “pecados” e ainda faturam uma boa grana.

      Durante os anos trabalhos internamente no casarão, este sempre foi o objetivo da família, achar soluções para demolir a casa “na madrugada”, como acidente ou algo assim.

      Muitos lerão está história e se surpreenderão ou não acreditarão, mas, daqui a alguns anos, veremos novos capítulos desta história e quem ler este relato saberá da verdade…

      1. Jean disse:

        Lendo tudo aqui, pelo jeito esta História ainda vai muito longe, muito demorada para acabar, e este palacete pode ruir com o tempo, por causa da inércia e burocracia neste País, e interesses familiares, se fosse transformado em um museu seria muito interessante, mas estamos no Brasil onde tudo é emperrado!!!! Gostei de tudo que li aqui, principalmente sobre a real estória da família, contada pelo leitor TATU, não duvido nada, nem tudo é um mar de rosas, em se tratando de família e pessoas!!!!

  33. Paulo Rds Silva disse:

    Passo lá quase todo dia e fico encantado com essa construção, que pede socorro, como vários que tem aqui!!

  34. Marcelo disse:

    Há um tempo atrás se noticiou que o Museu da Diversidade Sexual em São Paulo conseguiu o imóvel como sua futura sede administrativa e que houve vencedor num concurso de projetos de restauração. Pouco depois de eu saber desta notícia tentei um contato via e-mail com os responsáveis pelo museu e até o momento não recebi uma única informação por mínima que fosse. Alguém tem algo melhor atualizado a respeito?

  35. O Brasil tem aversão a preservação da memória e da cultura! É triste mas ao mesmo tempo é bom que a casa ainda esta de pé! A residencia do Matarazzo foi incendiada horas depois que foi tombada! O governo deveria dar incentivo fiscal para a família! E locar essa residencia pára fins CULTURAIS! https://www.facebook.com/fernando.crucello/posts/965440590211028?pnref=story

  36. Lopes disse:

    Este imóvel foi cenário de uma pegadinha de terror do programa Silvio Santos. https://www.youtube.com/watch?v=NIZmH96vUhU

  37. grezonaro disse:

    O que seria de mim se não fosse o São Paulo Antiga… para saber de histórias, como essa magnífica casa! Há anos, toda vez que passo em frente deste lugar, fico minutos olhando e admirando cada detalhe do seu entorno. E o que mais me surpreende é o quanto abandonado está. Era louca para conhecer a história deste palacete, e independente dos comentários que li, a prefeitura tombou o patrimônio e é obrigação cuidar do mesmo. Deveria ser, mas sabemos que não é assim que funciona. Acho muito triste a situação a qual ele se encontra e saber que os herdeiros não souberem administrar o que veio “mastigado” de seu pai/avô. Cedo ou tarde se algo não for feito, não duvido nada que possa acontecer o mesmo com a Villa Matarazzo, que antes de qualquer coisa, os próprios herdeiros deram “seu jeitinho” para ruir o imóvel…

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