Curiosidades

O Arco do Triunfo de Sorocaba

Comments (6)
  1. Marcelo disse:

    Olá, Douglas. Não sabia deste detalhe. Note que imprimiram o “v” de Novembro virado 180­­°.

  2. Rafael disse:

    Que ânimo diferente havia nas pessoas de antigamente! Digo isso porque não faz nem 100 anos que essa homenagem aconteceu, e estamos muito distantes daquele estado de espírito, daquela maneira de ver e de fazer as coisas. Para uma comemoração fugaz, fazia-se algo de alto nível, de opulência, como uma imitação do Arco do Triunfo parisiense.

    O rebaixamento de nível geral deste nosso tempo de agora é muito evidente. Entramos em um pauperismo (uma estranha insistência na pobreza) que chega a ser macabro – não se justifica nem racionalmente, e nem materialmente. É impensável que uma prefeitura, ou mesmo particulares, façam algo como um Arco do Triunfo de ocasião para homenagear quem quer que seja.

    Se fosse hoje em dia, o aviador subiria em um trio elétrico e teria a seu redor um monte de gente pelada (ou quase), música ruim, sirenes tocando, uma carreata bem longa com personalidades atuais etc., nos moldes como foi a passagem da Tocha Olímpica por nossas cidades. E só. Tudo muito despojado e pobre.

    As pessoas estão se desumanizando; melhor dizendo, estamos sendo desumanizados. Antigamente, as pessoas, mesmo as comuns, eram mais racionais do que as de hoje em dia (e os poderosos vivem nos dizendo que “no passado havia mais pobreza”). Mentira. Mesmo as pessoas pobres tinham um nível pessoal mais elevado do que as de hoje em dia. É paradoxal… Hoje, temos uma pseudo-racionalidade, estamos mais à flor da pele, ao mesmo tempo em que temos mais riquezas, comida e comodidades do que as pessoas de uns 80 anos atrás.

    E – forçoso reconhecer – é a cultura midiática em que estamos mergulhados que destruiu o estado de espírito de 1927 em que foi construído esse Arco do Triunfo de Sorocaba para homenagear um aviador… a mesma cultura criada para este meio aqui, incluindo a internet e os computadores, que usamos para resgatar a história e relembrá-la, ou apresentá-la a quem não a conhece ainda. Resgatar o passado é ser resistente às mentiras que a elite fajuta e igualitarista de hoje quer nos empurrar. Enfim, dá para extrair muita coisa de um post como este, se o colocarmos sobre o pano de fundo certo (penso na gravação chamada “como se vence a inveja”, de uma fala de Plinio Corrêa de Oliveira, no Youtube, no canal “nuno alvares”). Vida longa ao site “São Paulo Antiga”!

  3. Antonio disse:

    Ótima reportagem e não conhecia essa parte da história dele. Quando garoto cheguei a ver professores pedindo trabalho escolar sobre o Jahu, isso na década de 70, quando também visitei o Museu da Aeronáutica que havia no Parque Ibirapuera, creio que naquela construção Oca. E lá estava esse avião que hoje em dia não é lembrado por praticamente ninguém. Espero que o novo museu planejado próximo do Campo de Marte possa trazer à tona novamente essa parte de nossa memória.

  4. Jorge Roberto Coelho Ferreira disse:

    É triste, mas hoje em dia ninguém lembra o que foi o Jahu ou João Ribeiro de Barros e seus companheiros (Charles Lindbergh todos lembram). Antes de João RIbeiro de Barros e Lindbergh outras viagens transatlânticas foram feitas, a John Alcock e Arthur Brown em 1919; a de Gago Coutinho e Sacadura Cabral em 1922. A ravessia do Jahu Aconteceu um mês antes da de Lindbergh. A viagem de João Ribeiro, não foi nada tranquila, até sabotado o avião foi.

    1. Jahu que infelizmente está no museu da TAM que encontra-se fechado em São Carlos…

  5. Caro Douglas segundo informações de um amigo no post feito na minha pagina (…) De acordo com Vicente Caputti Sobrinho em seu livro Minha Terra, Minha Gente, o arco é de julho de 1927 e o seu construtor foi Luigi Lava Melapague, o Nego Melapague. repassado por Gilmar Delgado para a pagina Lembranças Sorocabanas

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