Artigos

A passagem do dirigível Hindenburg por São Paulo em 1936

Comments (11)
  1. Muito interessante. Meu avô contava sobre esta visita, ele foi vê-lo no anhangabaú. Outro detalhe curioso, sinistro, mas curioso, é este conjunto de elementos nazistas, como podemos ver na marca da UFA a suástica estilizada pelo “F”. Um bom registro de tempos de quase-guerra.

  2. Nossa… eu amo Dirigíveis…!!!!
    Obrigado por essa matéria…

  3. José Antonio Pessoto disse:

    Reportagem fantástica, parabéns !!!

  4. Lilian disse:

    Lendo a esta matéria me recordei de um documentário a que assisti sobre a intensa e odiosa propaganda nazista contida em filmes produzidos na Alemanha nos anos trinta.Fizeram até um sobre o Titanic numa versão totalmente distorcida da realidade, tudo para atacar países oponentes a eles.

  5. Paulo Genestreti disse:

    Meu saudoso pai rememorava sempre este episódio. Meu avô e ele moravam próximos a Xavier de Toledo. Conta meu pai que estavam fazendo refeição na cozinha, quando em um início de noite, ouviu um barulho grande vindo do quintal. Disse que parecia um roncar enorme de hélices. Na frente dos outros da casa, com nove anos de idade, viu um clarão enorme na parte de trás. Ao olhar para o céu, disse ver aquele monstro iluminado, passando baixo sobre a casa. Era o Graff, que segundo ele, não estava programado originalmente passar por São Paulo. Ficou tão emocionado que seu grito quase não saiu. Disse que, sem controle, chorava de emoção. A imagem, embora ficção, que dizia ilustrar a emoção que sentiu, e a cena da passagem do Rex, o transatlântico, no filme Amarcord de Fellini.

  6. Jorge Hidalgo disse:

    certamente História é História, mas não se deve deixar de registrar sim o odioso símbolo do nazismo (minúscula propositadamente…) que encimava o tal dirigível…quanto de vidas humanas isso custou?

  7. Antonio Mario disse:

    Muito obrigado, Douglas, pelo excelente artigo. Deve ter sido mesmo ‘a sight to behold’ essa do dirigível em SP. Vi o filme americano Hindenburg, há várias décadas, e a cena final do filme, com a voz do locutor norte-americano em off, ainda hoje me emociona. Um final trágico, sem dúvida. Muito triste.

    Não partilho dos comentários que querem relembrar o Nazismo e/ou a associação deste com o Hindenburg. Usar artefatos para propaganda de guerra e/ou de um regime é algo já velho na História e que aconteceu e acontece bastante. A máquina de guerra gera uma tecnologia que frequentemente é aproveitada na vida civil do dia a dia. Não estou engrandecendo a máquina de guerra, pelo contrário; já sabemos como ela funciona (a guerra do Iraque em 1990 e a mais recente, de Bush, vêm à mente). A Coréia do Norte usam seu programa atômico como propaganda, por ex. É apenas uma constatação.

  8. De Itanhaém para o Paraná em 1:45 em 1936!!!!!! o bicho era rápido hein!!!!!!!!!!

    Aliás, vale lembrar que na capa do primeiro disco do Led Zeppelin tem justamente uma foto desse dirigível pegando fogo (eu tenho o CD) e além disso, a Globo na década de 90 tinha um dirigível com o logo da Goodyear com o qual ela sobrevoava toda a cidade e chegou a fazer várias reportagens com ele.

    1. Decio disse:

      Daniel, o dirigível era da GoodYear. A Globo somene alugava para fazer algumas transmissões. http://www.airliners.net/photo/Goodyear/Goodyear-Aerospace-GZ-20A/2646554/L/&sid=92bdabb1cbac3b8c1dc3e2a08cdc4d9f

  9. Decio disse:

    Douglas, o dirigível que voava para o Brasil era o Graf e não o Hindenburg. O Graf não se acidentou. Ele foi desmontado depois do acidente do Hindenburg. Veja a história dele neste site: http://www.airships.net/lz127-graf-zeppelin/history

    1. Os dois passaram pelo Brasil, tanto o Hindenburg quanto o Zeppelin.

Deixe uma resposta

Publicidade:

SP ANTIGOS

Nosso Instagram: @saopauloantiga