Inaugurado em 25 de janeiro de 1961, o Terminal Rodoviário da Luz recebeu críticas desde sua abertura até ser desativado em 1988. As reclamações iam desde a o local inadequado para a construção, em pleno centro da cidade, ao seu polêmico estilo arquitetônico, tomado por pastilhas e repleto de painéis coloridos que hoje fariam lembrança ao estilo de Romero Britto.

Anúncio da rodoviária em 1961

Anúncio da rodoviária em 1961

Mesmo depois de desativado como rodoviária, o local permaneceu funcionando como um centro de compras, conhecido como Fashion Center Luz. Ele seguiria nesta atividade até 2007, quando o local foi demolido para dar lugar a um suposto centro cultural que jamais saiu do papel.

Nós contamos a história toda do extinto Terminal Rodoviário da Luz em outro artigo (clique aqui para ler).

Mesmo tanto tempo desaparecido daquela região, até hoje muitos saudosos lembram-se da antiga rodoviária, que marcou a vida de muitos que entravam e saiam de ônibus de São Paulo até, pelo menos, duas décadas atrás.

Fizemos uma seleção de 16 imagens coloridas da antiga rodoviária, para matar a saudade de quem a frequentava e para saciar a curiosidade de quem nunca a viu de perto.

Vamos a elas! (clique na foto para ampliar):

Ao fundo o edifício Opus, demolido em 2011

Ao lado da rodoviária o edifício Opus, demolido em 2011

Na área externa, destaque para um ônibus de Guarulhos

Na área externa, destaque para um ônibus de Guarulhos (o que está no meio da foto)

Um dos corredores da rodoviária

Um dos corredores da rodoviária

O relógio indicava 10:15

O relógio indicava 10:15

Haviam pastilhas em todas as paredes e colunas

Haviam pastilhas em todas as paredes e colunas

Uma manhã tranquila na rodoviária

Uma manhã tranquila na rodoviária

O colorido da rodoviária era algo impressionante

O colorido da rodoviária era algo impressionante

Haviam floreiras nas colunas, e estavam sempre bem cuidadas

Haviam floreiras nas colunas, e estavam sempre bem cuidadas

Enquanto não chega o momento do embarque, vale descansar nos bancos

Enquanto não chega o momento do embarque, vale descansar nos bancos

Os imóveis antigos à direita da foto existem até hoje

Os imóveis antigos à direita da foto existem até hoje

O colorido dominava a rodoviária

O colorido dominava a rodoviária

Destaque para a Padroeira do Brasil e a estação ferroviária ao fundo

Destaque para a Padroeira do Brasil e a estação ferroviária ao fundo

Acervo da Biblioteca da FAUUSP

Um dos corredores da rodoviária

Um dos corredores da rodoviária

Vamos fazer uma fezinha ?

Vamos fazer uma fezinha ?

Área de embarque nos ônibus

Área de embarque nos ônibus

Fotos: Acervo da Biblioteca da FAUUSP
Licença:
Creative Commons

About the author

Jornalista, fotógrafo e pesquisador independente, edita o site São Paulo Antiga e é membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP). Também edita o blog Human Street View, focado em comparações fotográficas entre a atualidade e o passado.

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Comments

  • Sérgio Celestino 24/10/2016 at 20:13

    Puxa Douglas, que legal que as fotos da Júlio Prestes foram autorizadas !!!! Acredito que, assim como eu, muita gente vai se emocionar !!!!!

    Reply
  • Jorge Roberto Coelho Ferreira 24/10/2016 at 20:13

    Quantas centenas de vezes embarquei ou desembarquei lá ? Seguramente centenas de vezes, vindo ou indo para para perto de são paulo ou para os mais longínquos rincões do Brasil. Lembranças que vão evanescendo com o tempo. Curiosamente não lembro da casa lotérica. A fotografia, seguramente é de antes de 1970, basta ver a vestimenta do pessoal que saiu na foto e nenhum sinal de qualquer outro jogo lotérico, que antes de 1970, não existiam.

    Reply
    • Douglas Nascimento 25/10/2016 at 00:09

      As fotos foram feitas entre 1981 e 1983.

      Reply
      • Luciano 25/10/2016 at 08:58

        Tem a data na própria foto da lotérica, no canto esquerdo do painel luminoso esta escrito “resultado de 18 10 80”

        Reply
        • Marcio Saviano 09/11/2016 at 18:48

          Um mês antes de eu nascer, hehehe!

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  • SIlvia Silva 24/10/2016 at 20:27

    Realmente matou a saudade, adorei relembrar!

    Reply
    • Jorge Roberto Coelho Ferreira 25/10/2016 at 20:18

      Vocês têm razão, não observei a data.

      Reply
  • Paulo Rodrigues 24/10/2016 at 21:25

    É possível ter acesso as fotos aqui publicadas? Pois há fortes indícios que meus pais estão na terceira foto.

    Reply
    • Douglas Nascimento 25/10/2016 at 00:07

      Vou mandar em alta para o seu email, ok ? Confirme ao receber.

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  • Jorge Roberto Coelho Ferreira 24/10/2016 at 22:03

    Desculpem-me, a fotografia a que me refiro é a décima quinta.

    Reply
  • SERGIO FEQUER 24/10/2016 at 22:22

    Olá Douglas, mais uma vez parabéns pelo belo trabalho de preservação da memória de São Paulo, uma cidade, infelizmente, mal cuidada neste aspecto e em tantos outros. Utilizei muito esta rodoviária na minha adolescência porque namorava uma menina em Limeira, que acabou por se tornar minha esposa, e tinha parentes na região de Ribeirão Preto. Também frequentava a região durante um período que cursei um pré-vestibular para a Fatec além de ser próxima da chamada Boca do Lixo,tão famosa nesta época. Pena que, mais uma vez, o poder público deixou que tudo isso virasse ruína. Abraços.

    Reply
  • Jahir Zanetti Junior 24/10/2016 at 22:40

    Muito bom,pena que hoje é completamente diferente dessa época.

    Reply
  • Alexandre Zovico (@Aleperdido) 25/10/2016 at 00:55

    Muito obrigado Douglas, matou as saudades!
    Marcados na memória, certos locais da infância como a rodoviária, a ferroviária, onde todas as férias da escola eu certamente passaria por eles

    Reply
  • Carlos Roberto Hogenboom 25/10/2016 at 04:58

    Muito da hora essa reportagem, não só essa como outras também…saudades dessa época que as coisas eram mais simples. Realmente essa época marcou muito

    Reply
  • luis a. f. de arruda miranda 25/10/2016 at 08:21

    Kkkk, legal, querido Douglas. Você só esqueceu de colocar a indefectível e marcante propaganda nos alto-falantes internos: ‘CASAS PERNAMBUCANAS DESEJAM A TODOS UMA BOOOOA VIAGEM!” Abração. Shalom Aleihem! Paz Profunda!

    Reply
  • silvia miloco 25/10/2016 at 08:21

    Eu não conheci a rodoviária pessoalmente, e queria entender onde ela ficava. Pena que não há mapa na matéria.

    Reply
    • Douglas Nascimento 25/10/2016 at 10:39

      Entre no outro artigo que falamos no texto que fala tudo sobre a rodoviária.
      Mas o local onde ela ficava é simples, bem diante da Sala São Paulo, hoje há um enorme terreno vazio em seu lugar.

      Reply
  • Jose Carlos Mota Recacho 25/10/2016 at 08:46

    Muito bom essas fotos, eu trabalhei no Prédio da Fepasa (1ºandar) de 1974 a 1977, minha sala ficava em frente a Rodoviária, tinha muito movimento e barulho, o dia inteiro.
    As vezes entrava na sala marreteiros vendendo de tapete até salgados, doces.(não sei como permitiam a entrada no prédio)
    Eu era desenhista, os topógrafos faziam os levantamentos no campo e entregavam as cadernetas topográficas para serem desenhadas. A finalidade era cadastrar toda a linha férreas e as estações ferroviária.
    Na sala tinha muito silencio, mas fora o barulho era grande, quem fazia o almoço dos funcionário era a empresa Riga, muito ruim por sinal.

    Reply
  • Ed Marcos Sarro 25/10/2016 at 09:26

    Era exatamente assim. Meus pais, eu e minha irmã viajávamos sempre para a cidade de meus avós, (Oswaldo Cruz, interior de São Paulo) de Expresso de Prata, uma empresa de ônibus que imitava na comunicação visual dos seus Cometa a americana Greyhound (ainda em atividade). Nós íamos de trem de São Caetano até a estação da Luz e caminhávamos alguns metros até a rodoviária. Lembro que uma vez, quando era menino, atravessando a Rua General Couto de Magalhães, um punguista atacou meu pai e levou a carteira dele. Parabéns pela publicação e pelo site. Abs.

    Reply
  • Edison Waetge Junior 25/10/2016 at 10:43

    Que legal! Frequentei muito essa rodoviária na década de 70. Mas o que mais me lembro dela não poderia estar contido nessas fotos. Até hoje me vêm à cabeça os anúncios das Casas Pernambucanas, que sempre precediam aos anúncios do alto-falante:

    – Caaasas Peeeeeernambucanas informam as próximas partidas!”

    Reply
  • andrés sandoval 25/10/2016 at 11:48

    Boa seleção de fotos mas afinal quem é o arquiteto?

    Reply
  • celia sapucahy 25/10/2016 at 14:03

    Que me desculpem o que pensam diferente, na minha opinião pior que esta rodoviária, só o minhocão!

    Reply
    • Douglas Nascimento 25/10/2016 at 16:37

      Verdade, bonito mesmo é o terreno baldio cheio de lixo que ficou no lugar não é mesmo ?

      Reply
      • Luiz Henrique de Souza Alineri 07/11/2016 at 15:27

        BOA, DOUGLAS!

        Reply
  • SÉRGIO SANTO ANDRÉ 25/10/2016 at 17:04

    Douglaz, quando recebi essas fotos no Facebook antes de sugeri-las a vc, o coração bateu até mais forte, mas olhando aqui no São Paulo Antiga ainda fico boquiaberto com a riqueza de detalhes do interior da saudosa Júlio Prestes !!!! Estava olhando os bancos de plástico da lanchonete e me recordei do misto-quente que saboreava junto de meu saudoso pai, da mensagem nos alto falantes “Casas Pernambucas Informam as próximas partidas…”, como disse o colega EDISON WAETGE JUNIOR, da lotérica do piso inferiror que tinha uma propoganda que dizia “Quem não arrisca não petisca”. Só ficou saudades…

    Reply
  • Elizete 25/10/2016 at 17:10

    As fotos mostram limpeza, religiosidade, flores e atenção nas chamadas para os que embarcam….este espaço só deixou saudades! É vergonhoso e perigoso hj passar por ali! Qto ao Minhocão é como feira: ninguém quer na sua porta, mas é um mal necessário, independente de se bonito ou não….Que permaneça para escoar melhor este trânsito caótico onde nada se faz a não ser colocar radar!!

    Reply
  • Marcus Lopes 25/10/2016 at 19:13

    Excelente material Douglas. Parabéns. Por favor, se tiver, coloque outras imagens. Se não, há outras no arquivo da FAU? Uma das grandes dificuldades dos estudiosos são imagens internas da rodoviária, como bilheterias, lanchonetes etc.

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    • Douglas Nascimento 25/10/2016 at 20:32

      Oi Marcus, era essas só mesmo

      Reply
  • Fabio de Oliveira 25/10/2016 at 21:37

    Era a arquitetura moderna mais bonita que São Paulo teve,e sua destruição trouxe mais abandono para região que acabou virando a “cracolândia”.Parabéns pelas fotos sr.Douglas.

    Reply
  • Ferdinando Rampa 26/10/2016 at 12:22

    Obrigado Douglas por resgatar estas memórias täo bonitas de nossa cidade! Uns 5 anos atrás eu encontrei um cartäo-postal desta rodoviária em um mercado de pulgas em Berlin e na hora me vieram inúmeras memórias de embarcar ali com minha mäe e avó … O comprei e o guardo com carinho! Lindo seu trabalho, parabéns !!!

    Reply
  • Lais Silveira 26/10/2016 at 14:20

    Prezado Douglas Nascimento, boa tarde! adorei às fotos inéditas e gostaria de saber se posso compartilhar algumas fotos no Face, copiando e claro dando crédito à Fauusp? Obrigada e sou fã do seu trabalho!

    Reply
  • Mauro Scripomic 26/10/2016 at 15:11

    O que dizer a você Douglas Nascimento, além de muito obrigado?
    Que saudades desse local, onde eu ainda moleque ia com meus pais, para pegar o ônibus para var aqui na cidade onde moro hoje, essa arquitetura bonita, colorida que se aqui fosse um pais sério, poderia ter sido aproveitada sim, ao invés de especulações imobiliárias e governamentais, destruir uma edificação como essa.
    Hoje em dia que se fala em sustentabilidade, redução de uso dos recursos naturais, economia de energia, nessa época mesmo se caso nem ao menos isso havia sido pensado, nota-se pelas imagens, um interior claro, agradável, praticamente dispensando uso de luz artificial (elétrica), pois o Sol deixava tudo bem iluminado, bons tempos, e novamente parabéns pela reportagem

    Reply
  • Fabio Santiago Leite Morais 27/10/2016 at 17:29

    Tenho uma vaga lembrança de ir, com meus pais, buscar o vô e a vó que vinham de Lins. Tinha saudade de ver algo que quase não conheci.

    Reply
  • Daniel Pardo 28/10/2016 at 21:40

    Eu não me lembro dessa rodoviária, mas com certeza estive ai com minha mãe e avó, pois quando tinha 4 anos de idade justamente em 1980 viajei para Brasília e nesse ano o Tietê ainda não existia, logo, devo ter pego o ônibus para Brasília ai, mas eu adoro ver essas fotos antigas só para ver como eram as coisas na época, pena que nessas fotos não tem nenhum Fusca.

    Reply
  • Milton Barros 29/10/2016 at 08:45

    Que incrível Douglas, muita saudade. Embarquei e desembarquei muitas vezes nesta rodoviária. Morava em Santo André e vinha de trem até a estação da Luz pra rodoviária. Na época eu ia muito pro litoral norte de São Paulo, Ilhabela, etc, litoral sul também. Uma vez cheguei a dormir na rodoviária pois estava tarde e perdí o último ônibus que eu queria e não havia mais trem também. Valeu!

    Reply
  • Thiago 01/11/2016 at 03:09

    Se for olhar os bancos e cadeiras, estilo das luminárias e planta básica desse prédio, se parece muito com a rodoviária de Belo Horizonte, que ainda é o mesmo prédio no Centro, também da década de 60. Ao invés deste revestimento colorido tem armações verticais em concreto, também muito interessante. Outra curiosidade é que também ha um projeto para desativação e mudança da rodoviária para a Zona Norte, mas que apesar do projeto já ter uns 10 anos, até hoje a nova rodoviária não saiu do papel.

    Reply
  • Luiz Henrique de Souza Alineri 07/11/2016 at 15:35

    Em dezembro de 1976, aos sete anos de idade, viajei com meus pais e irmãos até Jundiaí, no interior do estado via Viação Cometa, e foi desse terminal que saímos.
    Eu me lembro perfeitamente de como achei lindas todas aquelas luzes e todo aquele colorido. À despeito de sua localização, considerada imprópria, eu acho que a Estação Rodoviária da Luz deveria existir até hoje, com algumas linha específicas.Poderia, por exemplo, diminuir as chegadas e partidas.E nada além disso.Deveria, isso sim, ser tombada pelo Patrimônio Histórico( se bem que isso, em termos de Brasil…)

    Reply
  • Bal Rama 07/11/2016 at 22:23

    MUITO obrigado por compartilhar essas imagens.GRANDE abraço!

    Reply
  • João Nascimento Telles Jr. 13/01/2017 at 19:06

    Na última foto há um ônibus da empresa bauruense Expresso de Prata. Ainda hoje essa empresa é a única responsável pelo transporte de passageiros da região de Bauru, Garça, Marília, Tupã, Dracena e Panorama até São Paulo.
    Curiosamente havia um chafariz no meio dessa estação rodoviária, as pessoas o chamavam de “refresco”.

    Reply
  • Renato 28/02/2017 at 13:04

    Muito interessante estas fotos. Me lembro bem da rodoviária e como a achava feia.

    Que fim terão tido todas estas peças em acrílico?

    Reply
  • Dimas 04/04/2017 at 16:25

    Comecei a trabalhar na região em meados dos anos 2000, no local funcionava uma espécie de shopping, que não era muito atrativo por sinal.
    O complexo chamava a atenção por conta das tradicionais bolhas coloridas da fachada.
    Hoje o prédio não existe mais, no local está apenas o terreno.
    Sugiro humildemente que sejam inseridas fotos atuais do local para que seja exposto o estado de degradação e descaso com a região.
    Parabéns Douglas Nascimento, pelo belo trabalho !

    Reply
    • Daniel Pardo 12/04/2017 at 21:54

      O “Seu Kassaba” demoliu a rodoviária antiga para fazer um projeto de “revitalização do centro”, porém, as empreiteiras que iam fazer isso na época abandonaram o projeto e ai o que ficou foram só os terrenos vazios dos imóveis demolidos mesmo.

      Reply
  • Marcelo 24/04/2017 at 16:55

    Os vidros coloridos remetem a uma alusão que eu fazia quando pequeno com as cores de balas e dropes que eu consumia na época: KLEP’S, DULCORA e alguns outros mais. Só não gostava do fato de que a lanchonete dava de frente abertamente à Estação Júlio Prestes, de onde vinha o sol ofuscar a minha vista momentaneamente. De resto, uma concepção bem moderna, icônica mesmo, apesar de que um item que não possuía acesso prático era o banheiro masculino.

    Reply
  • Luciano do Carmo Sarti 13/06/2017 at 13:08

    Minha Tia Morava no prédio na frente da rodoviária, quando ia de Bauru para São Paulo, o ônibus parava na frente do prédio.

    Reply
  • Marcello Gomes Simões 02/08/2018 at 22:40

    Fico me perguntando o que será que fizeram com essas placas de acrílicos coloridas, se é que eram acrílicos.

    Reply
  • Valmir 22/08/2018 at 23:33

    Eu moro em Campinas, e na minha primeira vez em São Paulo em 1981, com 14 anos de idade, fiquei encantado com a beleza da rodoviária, com seu colorido, tenho muita saudade daquele tempo, a viajem com o CMA da viação Cometa, foi uma viajem inesquecível.

    Reply
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