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O triste fim do casarão Carbonell

Comments (28)
  1. Parabéns pela investigação no vizinho município. Quem sabe o século XXI só nos permita esse tipo de fruição dos imóveis históricos: a fruição virtual, através desses registros visuais e da saudade. Ao menos que seja assim, e se vocês não realizarem esse trabalho, NINGUÉM ficaria sabendo desses três imóveis que AINDA sobrevivem em Guarulhos. Valeu!

  2. Antonio Madela disse:

    De fato. em Guarulhos existem poucas pessoas que dão valor ao que fora nossa Cidade. O cuioso é que pessoas nascidas em outras paragens, se dedicam a “escarafunchar” a história desta Cidade. Será que os que se importaram com nossa história se cansaram de pesquisar e procurar preservar nosso passado?

  3. Marcelo Bruno Rodrigues disse:

    Caro Douglas,

    observando todas as fotos, consegui chegar a várias conclusões, das quais destaco as seguintes:

    1 – da casa de Henrique Carbonel, além de aparentar em perfeito estado de conservação, dói até de ver a placa com o número no chão;

    2 – o pórtico do estádio realmente é bonito, mas é deplorável ver o madeirame da arquibancada apodrecer e os assentos pichados;

    3 – a casa do Maurício de Oliveira ainda tem o destaque de ter uma janela ogival com vidros coloridos, o que sugere um período de construção anterior à introdução dos vitrais na região metropolitana de São Paulo (se não me engano, apenas no Rio é que já havia uso disto nas construções como, por exemplo, a Confeitaria Colombo);

    4 – a casa eclética realmente merece ser melhor pesquisada (destaco entre outros os detalhes dos tijolos aparentes, as colunas brancas, a platibanda do telhado, a varanda poligonal da entrada e, acima do centro desta, a janela oval;

    5 – a estação férrea é mais um exemplo dos tantos e vários que o Brasil tem feito de abandonar o quanto possível o transporte terrestre mais seguro e não-poluente; sabe se o Ralph Giesbrecht já incluiu este imóvel na relação das Ferrovias Paulistas no site que ele tem, o http://www.estacoesferroviarias.com.br?

    Um abraço

    Marcelo

  4. Caro Douglas,

    Infelizmente nossa Cidade está a desejar com relação aos patrimônios históricos que restam. Só mesmo que interesse para virar algum Espaço Público que dão valor…
    Bom Trabalho Douglas e Equipe.

    1. amanda araujo disse:

      Na rua onde moro tem uma casa de encher os olhos de qualquer um que aprecie esses tipo de construção, onde uma palmeira sai do meio da casa, por aqui tem fama de ser assombrada por seu completo abandono e hoje muito triste vi uma placa de que haverá um prédio naquele local, pela estrutura se vê que pelo um simples restauramento ela estaria perfeita! =(

  5. Elizabeth Florido disse:

    Um portal maravilhoso e uma arquibancada digna de ser mantida de pé.

  6. Luis M. Sarmento disse:

    Estou gostando muito deste site que tanto luta para presevar a memória e cultura desta metropole que, ao contrário de outras, sempre se orgulhou em derrubar tudo que envolva o seu passado (salvo as rarissimas e honrosas exceções).
    Parabens Douglas!!!!

    Por outro lado… não concordo que se deva preservar tudo que tenha mais do que 50 anos a qualquer custo… Veja que a degradação/decomposição na casa de José Mauricio de Oliveira e na estação de trem é de tal ordem que realmente não se justificaria uma enorme despesa do erário para preservar, mesmo porque dentro da minha não especialização não vejo traços arquitetonicos assim tão significativos.

    Como se deixou chegar a este ponto, aí sim, poderiamos pensar em como evitar, talvez através de pesados impostos e/ou adicionados a subsidios para os propietários cuidadosos, a exemplo de outros locais onde existem verbas a fundo perdido para os proprietários manterem determinadas construções em bom estado.

  7. Luis, obrigado por suas palavras.

    No caso de Guarulhos, creio que todos estes bens citados no artigo precisam ser preservados, pois a cidade em questão é muito carente de patrimônios históricos. Estes exemplos citados mais alguns outros são os poucos exemplos que a cidade tem para poder contar a sua história.

  8. Fernando Antonio Ippolito Carbonell disse:

    Realmente a saudade aflora e nos faz pensar em como o tempo voa!!!
    Quando era criança, faz cerca de 45 ou 50 anos, cansei de brincar naquele jardim enorme que hoje seria um grande luxo alguém dizer que tinha em casa!!
    A Tia Maria, irmã da Vovó Eleonora, ainda morava no casarão com o Tio Hilário, irmão do Vovô Henrique, e tinha sempre muito prazer em me fornecer a “bóia”, um farto almoço feito com o carinho vêneto que as duas colocavam na panela!!!
    Tudo isso sem contar quanto me divertia passear pela fábrica e ver, desde pequeno, como funcionava uma indústria têxtil.
    Bons tempos….

  9. Mônica Carbonell disse:

    Caro Douglas,
    Nem sei por onde começar, pois a tristeza que sinto é muito grande. Creio que não serei capaz nunca mais de passar pela rua onde havia nossas casas. Mas a vida passa, as coisas mudam e as pessoas que um dia habitaram essas casas e fizeram dela um lugar tão especial, já não existem mais. Gostaria de retificar algumas das suas informações.
    Eram 2 os casarões: em um morou meu tio-avô, Henrique Carbonell e sua família. Muitos anos depois quando ele já não morava mais em Guarulhos, EU morei naquela casa com minha família. No outro casarão, meus queridos avós, Hilário Carbonell e Maria Bisognin Carbonell. Meu pai e meu tio (ainda vivos)nasceram nessa casa. Nós, os netos, a desfrutamos durante toda a infância e juventude, foram muitos aniversários, Natais, almoços de domingo. O que não nos falta são boas memórias e lembranças.
    Apesar de você não tê-lo mencionado uma vez sequer, meu avô, Hilário Carbonell, teve tanto ou ainda maior importância que meu tio-avô, pois juntos eles construíram a Carbonell Fiação e Tecelagem, juntos contribuíram para o desenvolvimento social e econômico da cidade e mesmo quando meu tio-avô mudou-se de Guarulhos, meu avô, junto com minha avó continuaram ajudando com dinheiro, com trabalho, com dedicação diversas obras sociais da cidade de Guarulhos. Gostaria que não se esquecessem de seus nomes e de tudo o que fizeram pela cidade – a meu ver muito mais importantes que dois casarões.
    Última coisa: a fábrica fechou suas portas na década de 90 e não em 70 como você mencionou.
    Para finalizar quero parabenizá-lo pela reportagem e pela preocupação em tentar resguardar um pouco de nosso passado, num país tão sem memória.
    Abraços,
    Mônica Carbonell

  10. Joana Aparecida Canatto disse:

    Minha gente, quando passo em frente desses casarões,rolam algumas lágrimas dos meus olhos em minha face,pois nasci e cresci nesta cidade maravilhosa por nome “Guarulhos”,acho que isso que está acontecendo é tudo culpa dos nossos governantes,pois poderiam realizar um tombamento Hístórico Patrimonial pois pertence à nossa linda cidade,nós que somos cidadãos ao ver a degradação,é muito angustiante,será que eles precisam de tanto dinheiro assim?derrubando para levantar prédios?é muito doloroso,lembrar o que foi lindo sendo degradado pelo tempo,o que poderia ser restaurado,ou doando para alguém restaurar,não tenho mais palavras, um sentimento profundo assola minha mente com crise de choro,que Deus perdoe esses seres humanos que só pensam em dinheiro,não tendo sequer um pouquinho de sensibilidade para com essas arquiteturas históricas e secular,pois hoje não se constroi mais esse tipo de propriedades e sim somente prédios,pois para eles se tornam mais barato,pelo pouco espaço ocupado sem ter contato com vizinhos,tornando-se pessoas amargas sem sentimento uma para com a outra sem alegria de vida,como erámos na nossa infância,aqui termino muito triste,abraços!Joana

  11. Confiram mais sobre o Casarão Carbonell, hoje no São Paulo Abandonada:

    http://saopauloabandonada.com.br/casarao-carbonell/

  12. DIOGO LEITE DE CARVALHO disse:

    oi tudo bem?meu nome é DIOGO moro em guarulhos e faço parte de um grupo de historiadores e pesquisadores que estão estudando o bairro de gopoúva vila galvão e vila augusta,e a história do trem da cantareira fizemos um passeio pelos bairros e constatamos que a prefeitura e o governo não se preocupam com o patrimônio queria manter saber se você tem fotos do trem da cantareira abraçosss

  13. Sérgio disse:

    Puxa, pintou uma saudade!!!! Um dos primeiros imóveis que me chamaram a atenção quando cheguei mudando da Capital(que aqui ainda a chamavam de “cidade”)para Guarulhos em 1970, foi o casarão, ou solar(fica mais bonito chamar assim, né? rs)dos Carbonell, na rua Ramos de Azevedo. Tinha apenas uns 10 anos de idade na época, e achava a casa muito bonita…tinha todo um charme e estilo próprios! Fiquei comovido com o depoimento dos antigos moradores, membros da família Carbonell, os quais conheço de vista. Aliás os fundadores da tecelagem são dos industriais pioneiros da cidade, ajudando a engrandece-la…
    Guarulhos, infelizmente perdeu muitos pontos de referencia daquela que outrora era uma cidade com ares de interior, ainda com muitos terrenos baldios e ruas de terra(nos quais ainda cheguei a jogar bola!)quando me mudei, mesmo na região central; uma felicidade que durou pouco para mim, pos a cidade foi crescendo desordenadamente a partir dos anos 70, assim como muitas outras cidades antigas do Brasil. Ainda temos o Bosque Maia(uma benção para a região cenral da cidade), o Lago dos Patos, o Parque Fracalanza, o Horto, que são heranças da natureza, mas as edificações antigas infelizmente, não tiveram a devida atenção, caindo no abandono ou engolidas pelos empreendimentos das grandes construtoras. Sei que a verticalização é inevitável, com o vertiginoso aumento da população guarulhense(que há trinta anos, não se imaginava que passaria do milhão de habitantes tão rapidamente)visto que praticamente não há mais terrenos vazios na área urbana, mas PRESERVAR a HISTÓRIA e a MEMÓRIA da cidade é tão importante quanto verticalizar-se…hoje, na cidade onde me radiquei, fito o horizonte o qual está repleto de arranha-céus(que termo mais anacronico! rs), mas que, imaginando-me retoceder quase 40 anos, ainda me vem a lembrança da Guarulhos dos bons tempos…

  14. Ricardo disse:

    Boa noite! Passando da fase de diagnostico e partindo para a parte patrica, o que poderiamos fazer para evitar que estas construções sejam demolidas? Proponho que nós, que somos defensores dessa preservacao, tentarmos nos reunir pessoalmente e verificar possiveis alternativas para acionar o governo municipal e tentar alguma ação mais eficaz. Abraços,

  15. Andrea M. Mazoni Lourenço disse:

    Boa noite! Fiquei encantada com este site. Realmente fico feliz ao saber que há pessoas preocupadas em preservar a história da nossa cidade. Sempre que passo pela Mansão de José Mauricio fico abalada com tamanho abandono. Fico imaginando aquela casa reformada e com uma iluminação linda para valorizar ainda mais a construção. É uma pena!
    Bem, acabei de adquirir o Colégio Carbonell e gostaria muito de contactar a família para conhecer a história de Eleonora B. Carbonell. Não temos nenhum material sobre sua história.

    Abraços,

    1. Carlos disse:

      Foi seu pai que destruiu o casarão da familia Carbonell, ele foi vendido para a Imobiliaria Mediterraneo.

      1. sueli@hotmail.com disse:

        É demais tanta hipocrisia…não é Carlos? O duro é ainda falar que é uma pena…imagina o $$$ que a familia dessa criatura e agora se diz preocupada com a história…

  16. Mauro Costa disse:

    Em primeiro lugar parabeniza-los dessa atitude, de um cidadão que verdadeiramente zela pela memória de seus munícipes, e me disponho em ajudá-los, no que estiver em meu alcance, sou um amante do passado e certo que há espaço paro o futuro, ambos juntos.

  17. Adriana R. Fiorim disse:

    Realmente ,é muito dificil ver que o dinheiro falou mais alto.Conheci o Casarão ,era maravilhoso.Pois a minha mãe fundou o Colégio Eleonora Bisognini Carbonell, há 29 anos atrás, Eunice Rodrigues Fiorim.
    Nós todos sentimos muito, o canto dos pássaros, as árvores… me lembro que na Primavera ,as árvores ficavam cheias de flores, o manacá,a primavera, o ipê, algumas pessoas pediam para entrar somente para vê-las cheias de flores , pois não acreditavam que no Centro da cidade poderia existir uma paisagem tão bela…Quando minha mãe chegou no Casarão conheceu uma pessoa da família, que na oportunidade disse que faria uma homenagem a família,assim surgiu o nome do colégio.Infelizmente não fazemos mais parte desta história, a não ser no coração e na memória, o Casarão foi destruído e o colégio como já foi dito acima, foi “adquirido”.
    Mas acredito que não só a minha família, mas alunos, pais e amigos com certeza também guardam boas lembranças deste Casarão, ao longo de 29 anos…
    Parabéns pela atitude.

  18. GIOVANA CARVALHO JACOVANI disse:

    OI, HOJE ESTAVA NAVEGANGO NA NET PESQUISANDO ALGUMAS COISAS E DE REPENTE ME DEPAREI COM ESTE SITE…

    OLHA, PARA MIM NAO É NADA FACIL VER ESTA MATÉRIA. ESTOU DESCONSOLADA DESDE QUE VI A DEMOLIÇÃO DESTE CASARÃO.

    POIS ESTUDEI NO COLÉGIO ELEONORA BSOGNINI CARBONELL DE 1988 A 2000. SIMPLESMENTE FORAM OS 12 ANOS QUE ME ENSINARAM QUEM EU SOU HOJE, E FORMARAM MEU CARÁTER, MINHA OPINIÃO, MINHA POSTURA DIANTE AO MUNDO.

    TENHO MUUUUUITA LEMBRANÇAS DESTE LOCAL.

    VIVI OS MELHORES ANOS DA MINHA VIDA, ESTIVE AO LADO DE PESSOAS MARAVILHOSAS. GUARDO UM PROFUNDO CARINHO POR TODOS QUE FIZERAM PARTE DESTES ANOS. OS PROFESSORES, AS AUXILIARES DE LIMPEZA, AS RECEPCIONISTAS DA SECRETARIA, DOS ALUNOS, ENFIM….

    INFELIZMENTE NÃO PUDE ME DESPEDIR, MAS GUARDO NA MEMÓRIA TUDO DE BOM QUE VIVENCIEI NESTE LUGAR.

    LÁ HAVIA VÁRIOS AMBIENTES FORA AS SALAS DE AULAS, COMO GALINHEIRO, UM JARDIM MARAVILHOSO, SALAS QUE PARECIAM VERDADEIRAS OBRAS DE ARTE, ME REFIRO ASSIM, PORQUE ALGUMAS DELAS NÃO FORAM MODIFICADAS EM SUA ESTRUTURA, E QUANDO VOCÊ SE FAZIA PRESENTE DENTRO, PARECIA ESTAR EM ALGUM LUGAR PRESERVADO PELO TEMPO.

    TENHO VÁRIAS E VÁRIAS FOTOS GUARDADAS COM MUITO CARINHO QUE RECORDAM ESTES MOMENTOS.

    ENFIM, VER O CASARÃO DEMOLIDO, FOI COMO DEMOLIR MEU CORAÇÃO. CADA TIJOLO QUE CAIA ABAIXO, ERA COMO SE CADA UM DESSES TIJOLOS ATINGISSEM MINHA MEMÓRIA E MEU CORAÇÃO.

    SEMPRE VOU GUARDAR ÓTIMOS MOMENTOS….

    PARABÉNS AO SITE PELA MATÉRIA!

    E UM ABRAÇO A TODOS QUE CONTRIUIRAM UM DIA COM ESSE PASSADO.

    EM ESPECIAL QUERO DEIXAR MINHA MAIOR GRATIDÃO PRINCIPALMENTE A DIRETORA EUNICE, QUE ALGUNS ALUNOS NÃO SE IDENTIFICAVAM COM SEU MÉTODO DE ENSINO, MAS QUE SINCERAMENTE FOI UMA VERDADEIRA MÃE PARA TODOS OS ALUNOS QUE PASSARAM POR LÁ.

    gIOVANA cRAVALHO JACOVANI

  19. Stella Carbonell Seixas disse:

    Concordo com Mônica, posso nao ter passado minha vida la, ou nenhuma parte dela, mas adoraria poder conhecer ela, além do mais, é a história da minha familia, e adoraria poder contar as minhas histórias da fábrica e nao as da minha mae ou vó q escuto tanto

  20. Alessandra Santos Fuertes disse:

    Nossa parabéns Douglas pela matéria!Estava na net procurando saber o que aconteceu com o colégio pois passei em frente e vi construçoes enormes!!! Eu morei na casa amarela na IV Centenário.Meu avô era o chefe da estação.Que saudades que saudades que saudades.

  21. Marcos disse:

    Numa época em que se luta para preservar o que resta das matas no mundo, principalmente nas grandes cidades, carentes de verde, fiquei surpreso quando fui esta semana ao Teatro Padre Bento, recém reformado ( e diga-se, ficou excelente)e ví que três das Figueiras centenárias que lá haviam, foram cortadas!!! Disseram que estavam com cupim…!! Morei no local por 12 anos, e as árvores pareciam perfeitamente sadias, e pela localização não ofereciam nenhum risco de cair em cima de algo ou alguém, a julgar pelas enormes raizes que ainda estão lá no local. Será que não poderiam ter sido tratadas? Por que cortaram as 3 que ficavam na frente do terreno e deixaram apena uma nos fundos do Teatro? A que sobrou também não estaria contaminada? Saberemos os reais motivos assim que começarem alguma obra no local onde elas estavam. Perdeu a Cidade, perdemos todos nós!!

  22. Leo disse:

    Será que vocês teriam como recuperar as imagens? Estudei na decada de 90 no Carbonell… que saudades.
    =(

  23. sirlene disse:

    de vez em quando me pego pensando no colegio no parquinho era muito gostoso o fim de tarde ali ouvir a barulheira dos passaros a tarde ! em fim so ficou a lembrança de um lugar bom,e quando passo pelo antigo endereço vejo que não sobrou nem vestigio,infeslimente é muito triste

  24. Todas muito legais. Vejo que a materia é de 2 anos atrás. Algo já se foi? Agora, o estádio é hour-concours. Não sabia de sua existencia. Não pode desaparecer.

  25. luciano disse:

    boa tarde vcs ja ouviran falar do casarao 2 leao na av guarulhos. du lado da matrocar….

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