Grande São Paulo

Rayovac

Comments (26)
  1. Poxa, que chato saber disso… eu lembro de ter passado na frente da fábrica e ficar lá observando a pilha gigante. Realmente, era uma atração pra criançada, a gente tinha vontade de entrar na fábrica para ver as coisas por dentro. Na minha imaginação de criança, era uma fábrica que tinha um monte de robôs gigantes, por isso a pilha enorme rs.

    1. Sandra Marcia Ferrucci disse:

      Chato nada! Deixou uma grande área degradada onde nada pode ser construído (contaminação por chumbo, cádmio, cromo, etc.), comprometimento do lençol freático. Eu me lembro que os caras soltavam os gases durante a madrugada. O ar ficava com um cheiro de metal. Por sorte moramos morro acima. Quase ninguém trabalhava muito tempo ali e os que ficavam corriam riscos sérios de saúde e morte precoce. O único que morreu há pouco tempo em idade avançada era conhacido por senhor Salim ou “Alemão”, um iuguslavo que sobreviveu à segundfa guerra e à Microlite.
      Fábricas velhas e fedorentas, devoradoras da natureza e pessoas como Micrilite, Bamm, tintas Ideal, etc, já foram tarde.

      1. Marcel disse:

        Lembro de passar nos anos 90 de bicicleta pela R. Antonio Iervolino e ver uma fumaça saindo do bueiro, lembro como se fosse hoje. Parei e fui ver o que era, lembro até hoje do cheiro de solução de ácido sufúrico (vim saber o que era depois, obviamente). Realmente era uma irresponsabilidade atrás da outra.

        1. Edison Carvalho disse:

          E as condicões de trabalho do funcionário , já de idade, que trabalhava no Moinho de Manganês da Fábrica………????!!!!!! Coisa dantesca que por si só já merecia uma INVESTIGACÃO de efeito retroativo com vistas se ir ao encalco dos “”responsáveis””……………………!!!!!!

  2. Tarcisio disse:

    Atualmente creio que as fábricas estejam em Santo André e em Manaus… Pena mesmo, ver um patrimonio tão importante e destacado ser abandonado assim…

  3. Joelson disse:

    Apesar de hoje a Rayovac estar no mercado brasileiro, não está como era nos anos 80 em diante hoje nos dias atuais já tem pilhas mais modernas e conhecidas. para mim uma grande empresa como ah Microlite(Rayovac) nunca deixa de ser uma pequena empresa sim uma das grandes empresa de pilhas que vai ficar na historia.

  4. alcir disse:

    puxa vida em que pena

  5. alcir disse:

    eu trabalhei nesta empresa nos anos 90, e hoje me parte o coração ve o patrimonio desse jeito onde um dia fez parte de minha vida e fui tão bem recebido é como se fose metade de mim que estivesse morrendo.

    1. Sulivan disse:

      Sinto muito por você Alcir. Sei bem o que é perder uma parte da nossa história, uma parte de nos mesmo. Assim como uma pessoa querida morre, sentimos toda a dor de nunca mais poder revê-la, apenas na lembrança, da mesma forma é perder um lugar onde passamos parte de nossas vidas, sabendo que ali nunca mais poderemos estar.

      1. Luiz Jujstino disse:

        Sr.Sulivan, se puder me ajudar com o assunto que escrevi na resposta do comentário do sr. Alcir, eu agradeceria muito.

    2. Luiz Jujstino disse:

      Sr. Alcir, preciso localizar um ex-funcionario do depto. de vendas que trabalhou muito tempo como supervisor de vendas na época da Microlite. O nome dele era Ronaldo (Magro, moreno e com sotaque nordestino). Se puder me ajudar ou indicar o nome de alguém que trabalhou nos anos70/80, eu agradeceria muito. ljustino@netsite.com.br (Luiz)

  6. hailton disse:

    infelizmente o progresso nos cobra um preço que nem sempre é justo. Hoje pela a Lei de zoneamento não seria permitido o funcionamento da fabrica no local. Atualmente as pilhas raoyvac são fabricas na Cidade de Jaboatão dos Guararapes – Pernambuco.

  7. Miguel Cardoso disse:

    Olha até hoje a antiga fábrica da Rayovac
    Não foi demolida…

  8. Ronaldo Moura disse:

    Ver ela assim é uma tristeza, foi meu primeiro emprego entrei em 95 e fiquei até fechar, com relação a contaminação do solo, existiu um vazamento de querosene devido à um depósito de tambores que apodreceu pela ferrugem. Mas a empresa drenava devido a uma bomba que ficava perto do almoxarifado de segurança, portanto vc queria querosene ligava a bomba abria a tubulação saia querosene direto do solo.

    Fico muito triste de saber que vão demolir, pois sempre imagino que ela possa voltar para Guarulhos.

    1. Luiz Jujstino disse:

      Sr.Ronaldo, preciso localizar uma pessoa que trabalhou muito tempo na Microlite/Lipasa, por nome de Ronaldo tbém, conforme já expus em resposta a outros comentários desta página, eu agradeceria.

  9. Wlademir Carvalho disse:

    Lembro-me do caminhões da Rayovac indo para o bairro da Ponte Grande, divisa com a Penha repletos de pilhas para descarte. Pois bem, adivinhe para onde iam essas pilhas? Para o Rio Tietê. Se vcs perguntarem para os marodores mais antigos, eles irão confirmar.

  10. Edison Carvalho disse:

    E o restaurante do pessoal da Fábrica em Guarulhos que durante muito tempo permaneceu bem próximo de uma área em que ocorria o tratamento térmico das lanternas…….!!!!

    De fato o meio ambiente não era o forte daquela Direcão……..!!!!!

  11. Sulivan disse:

    A indústria que produzia resíduos químicos naquela época também era ignorante sobre todas essas consequências. Não dá pra condená-lo totalmente.
    Hoje em dia sim nao há mais desculpa.

  12. Edison Carvalho disse:

    Sulivan,

    Não sejamos inocentes……..!!!!!! Êles sabiam e sabiam muito bem……., aliás já naquela época se debatiam com o problema em outra Planta no Bairro da Pompéia, ou seja, com a Coligada Satúrnia Baterias…….!!!!!

  13. Carlos disse:

    Não podem demolir porque alguém terá que fazer a recuperação do solo poluído e isso é muito caro.Fabricantes de pilhas continuam poluindo e cada vez mais estão indo para países onde a lei é bem fraca. China por exemplo
    Já foram enxotados dos Canadá, EUA, Europa e também serão do Brasil. Saudade nada nunca deviam ter existido.

  14. eu tive o praser de ser funcionario da empresa rayovac a qual faz parte do grupo microlite tendo em guarulhos alem das pilhas a fabrica de baterias saturno sistema no bairro taboao a linha corrente e lipasa na av guarulhos microbat microplast mais uma enorme fabrica em sorocaba de baterias das pricipais marcas automotivas hoje so em jaboatao dos garapes pe

    1. Luiz Jujstino disse:

      Sr. Gilberto, não sei se o Sr. conheceu o Ronaldo (Moreno, alto, magro, com sotaque nordestino) que era supervisor de vendas da Microlite/Lipasa e atuava tbém no interior de sPaulo. Preciso localizar esta pessoa(questão de doença) e somente ex-funcionarios das empresas citadas e que podem me ajudar. Nem o nome completo dele não sei, mas se achar alguem que trabalhou no setor de vendas da empresa, acho que poderia achar alguma pista dele. grato.

  15. Rodrigo disse:

    tenho lido a respeito da matéria ……a antiga microlite raiovac …o local ainda se encontra fechado , empresas do meio imobiliaria interessadas desistem de qualquer negocio , solo contaminado ,puriço eles desistem …..moro em Guarulhos , há 50 metros da microlite
    realmente o estrago aqui é gigantesco …..

  16. Edison Carvalho disse:

    Deviam cobrar a indenizacão do Prejuízo causado à Cidade, dos Herdeiros do espólio de Zygfryd Flank, judeu polonês radicado no Brasil, da Varta alemã e da Inco canadense, cujos três grupos econômicos, por longo tempo, controlavam o Grupo Microlite………, e/ou dos Chairman, CEO (Superintendente) e o do Diretor de Engenharia.

    1. Edison Carvalho disse:

      E/ou os atuais detentores da Marca………………!!!!!!

  17. Aline Sousa disse:

    Nossa a minha mãe trabalhou nessa empresa, de 1995 (se não me engano) até fechar.
    Nós tb moravamos próximo da empresa na época, na TV Árraias. Lembro de ir lá e ver essa pilha gigante rs
    E tb de entrar na empresa, onde tinha uma quadra que aconteciam jogos de futsal entre os funcionarios da Microlite e outras empresas. Minha mãe jogava rs
    Uma pena ver isso acontecer com esse local… Bons tempos…

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