Culinária

O tempero de Mrs. D Gardner

Comments (18)
  1. Ton Imai disse:

    Esse livro deveria ser digitalizado, é muito interessante!

  2. Celso P disse:

    Muito bom o post. A autora toca em um ponto importante: a culinária paulista.

    Segundo a historiadora Regina Ramos, a diversidade de São Paulo aliada a um inexplicável desprezo dos paulistanos pelos valores bandeirantes estão fazendo desaparecer costumes e sabores paulistas.

    1. Emerson de Faria disse:

      Creio que mais do que um desprezo pelas nossas raízes, haja mais é um desconhecimento das mesmas. Com as levas de imigrantes que a cidade e o estado de São Paulo receberam, estes tornaram-se maioria na cidade (até meados dos anos 30 o italiano era a língua mais falada na capital), trouxeram suas culturas, que foram assimiladas pela população local. Mas sou completamente favorável ao resgate de nossas raízes bandeirantes, e muitas das receitas aqui publicadas remetem à esta época. Este site faz um maravilhoso trabalho de resgate da cultura e do orgulho de ser paulista.

  3. rariteehee disse:

    Procurei este livro na Estante Virtual e quase caí pra trás com o preço! Precisa ser digitalizado

  4. Jorge Roberto Coelho Ferreira disse:

    Esse tempero deve ser muito bom. Vou experimentar. Quanto o “passar na maquina fina”, deve-se referir as gradações do moedor manual (usávamos em casa até os anos oitenta), por exemplo: para fazer quirera e outras coisas, a gradação era mais alta, para moer café, amendoim para passoca, fubá fina, etc, a gradação era a mais baixa.

    1. Jorge Roberto Coelho Ferreira disse:

      Queiram desculpar o “passoca”.

  5. Ivani de Andrade Rechenberg disse:

    Quando estava lendo a receita, lembrei que minha avó tinha vários discos com furos de diâmetro diferente que ela colocava na “máquina de moer carne”. Originalmente, os temperos deviam ser picados nesta máquina….Minha sogra usava tal moedor para preparar a conserva de raiz forte.

  6. Prezada Heloisa, a máquina fina seria a antiga máquina de moer carne a manivela (que trabalhão aja muque…), o acessório utilizado era o que possuía furos menores para a carne sair bem moidinha…Abrçss

  7. Antonio Mario disse:

    Heloisa, muito obrigado pelo post.

    Não acredito que haja ‘desprezo’ pela culinária paulista. Ela é parte importante do nosso dia, ainda que não saibamos. Herdamos muito tanto dos bandeirantes como dos imigrantes e antepassados que vieram nos sec. XIX e XX. Podemos sim, no entanto, saber mais ainda do passado recente e seu blog é um passo importante para isso.

    Obrigado.

  8. Adorei este post esse livro deve ser maravilhoso.Vou querer ver mais publicações .

    1. helomad disse:

      Olá Yvonne, publicamos mais uma receita deste livro, veja a torta de coco.

  9. Maira Rocha disse:

    É possive adquirir esse livro?

    1. Emerson de Faria disse:

      Com um pouco de sorte, talvez algum exemplar repouse sobre as prateleiras de um sebo. Experimente procurar no site Estante Virtual, é o maior site de sebos do país. Já comprei muitos livros novos e usados lá.

  10. Paulo E S Schwartz disse:

    Se não me engano a máquina fina citada são aquelas máquinas de moer carne manuais que se trocava uma peça na saída conforme se quisesse a carne moída mais fina ou mais grossa.

  11. George Luiz disse:

    Eu tenho este livro, minha Mãe disse que foi editado durante a 2ª Guerra, tem muitas receitas de dar água na boca.

  12. Que tempero diferente, vou fazer para saber qual o sabor. Gostei, bacana.

  13. Daniel Pardo disse:

    Um tempero com 8 pimentões e 1 quilo de sal, deve dar azia…

    1. helomad disse:

      Olá Daniel, tenho usado este tempero nos últimos meses e até agora nenhum començal reclamou de azia, incluisve meu pai que tem sensibilidade ao pimentão. Não sei explicar se o sal, por exemplo, ameniza o efeito da casca do pimentão no sistema digestivo. A combinação com os outros ingredientes da receita fica muito bem armonizada. A receita pede uma quantidade exagerada de ingredientes, seguindo as receitas da época, em que tudo era feito para consumo de famílias numerosas ou em quandes quantidades por uma questão de economia doméstica.

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