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Comments (24)
  1. R disse:

    O playcenter (que certamente merece um post próprio)

    1. Dan disse:

      Sim, o Playcenter merece um artigo em destaque, pois faz parte da infância e juventude de muitos.

  2. Maria José R. Barbosa disse:

    Lembro-me de pessoas no centro da cidade (r. 24 de maio x Pça Ramos) que eram especializadas em “pegar o fio” das meias femininas desfiadas, tornando-as novas. Minha mãe levava muitas meias finas para este tipo de conserto, isso no início dos anos de 1960. Com advento da meia calça, desapareceu esta atividade.

  3. Paulo spina disse:

    Sumiram os fliperamas, mais antigos viram as leiterias, sapateiros e bem provavel abancas de jornais e os orelhões.

  4. Algo que hoje está caindo no esquecimento: Lan House…. Quantos e quantos corujões não foram passados em uma dessas? Hoje só restam alguns poucos lugares mas com finalidade simplesmente de trabalho ou algo mais simples… Pois para jogos online já faz parte do passado!

  5. Emerson de Faria disse:

    O alfaiate de bairro, um profissional também em extinção.

  6. Emerson de Faria disse:

    A foto que mostra a lavanderia automática abandonada em Detroit nos remete à reflexões sobre as diferenças e semelhanças entre as culturas americana e brasileira, e sobre as duas cidades. Ao contrário do que acontece nos EUA e em boa parte dos países desenvolvidos, praticamente inexistem lavanderias automáticas no Brasil, mesmo nos grandes centros urbanos, simplesmente porque aqui praticamente todo mundo tem uma lavadora ou tanquinho em casa. Detroit outrora foi a capital mundial do automóvel, e com o fechamento das fábricas e migração das mesmas para o México, a cidade entrou em declínio. São Paulo, por sua vez, teve um parque industrial amplo e diversificando (inclusive fabricando automóveis), mas quando do encolhimento da atividade industrial mudou para ser um importante centro e financeiro e de serviços, transição esta que Detroit não soube fazer.

    1. Daniel Pardo disse:

      Mas atualmente, algumas fábricas de automóveis como Chevrolet e Chrysler já voltaram para Detroit e estão fabricando novos modelos de carros clássicos lá, eu vi isso no Discovery Turbo, se eu não me engano, o novo Dodge Viper é feito lá e o Novo Camaro também.

  7. Jorge Hidalgo disse:

    Pra mim, os “donuts” da Dunkin Donuts – havia uma loja na Praça da República esquina com a Rua Sete de Abril, bem no centro de sampa…de lá saíam doces inesquecíveis e únicos!!! Hoje, até voltou mas não daquele jeito!!! obrigado!

    1. É verdade, Jorge… concordo com você.
      Cansei de ir naquela loja da 7 de Abril… comprava livros de RPG ali perto e passava ali pra comer donuts

  8. Não falando em estabelecimentos, mas em espécie: os vales-transporte em papel, os vales-refeição também em papel( os chamados tickets), até o bilhete de Metrô múltiplos de 10 viagens não mais existem.
    Quando comecei a trabalhar, eu adquiria no ônibus que tomava uma “integração ida-e-volta”. Na volta para casa, eu devolvia o bilhete carimbado duas vezes(ida e volta) e ainda completava o valor da passagem com alguns trocados, já que era uma condução inter-municipal.Caso fosse municipal, ao comprar a integração no ônibus, na volta bastava devolver o bilhete de metrô carimbado duas vezes e passar a catraca – que, aliás, nessa época ficava atrás e não na frente do ônibus. Quem lembra disso?

  9. Sebastião disse:

    Salada Paulista nav Ipiranga com salsichão , croquete e mostarda preta !

  10. Rafael disse:

    Um tipo de negócio que parece ter desaparecido é o do ferro-velho, Douglas. Quando era criança, nos anos 80, via muitos ferros-velhos quando andava pela cidade de Osasco, e também pela janela nos passeios de carro. O ferro-velho a que me refiro eram aqueles lotes grandes de terreno em que eram guardados os carros batidos, sobras de acidentes ou veículos que não compensava mais consertar, e dos quais os donos se desfaziam. Eu ficava fascinado com esses lugares, pois adorava carros, somando-se a isso, em minha cabeça, aquela sequência do filme “As Novas Aventuras do Fusca” (1974, “Herbie Rides Again”), em que vários Fuscas andam sozinhos, inclusive um caindo aos pedaços, saído de um ferro-velho. Eu achava a maior graça nisso. Outro filme que gostava muito em menino era o “Nada Além de Problemas” (1991, “Nothing But Trouble”, com o finado John Candy e a Demi Moore), em que a mansão do juiz esquisitão tem em volta um ferro-velho. Um dos ferros-velhos pelos quais passava em criança tinha até chiqueiro com porcos dentro… O tempo passa, e se a gente não preserva, se perde!

    1. R disse:

      Rafael, eles sumiram das áreas centrais, mas ainda existem vários pela cidade (muitos mesmo).

      E se gosta destes ferro-velhos irá gostar também dos depósitos de carro da polícia civil ou dos páteos de estacionamento de subprefeituras.
      Milhares de carros entulhados e caindo aos pedaços.

  11. Renato Gomes disse:

    Por sinal esse local é do lado da minha casa, passo em frente ao mesmo desde que existia e desde que fechou…. Aqui na região era uma das locadoras mais caras (eu particularmente, no final da era delas, preferia ir na Blockbuster, mas a que mais frequentei ficava na Toneleros, ao lado de onde é um restaurante japonês).

    Algo que me deixa triste é a ausência das sorveterias, não temos mais sorveterias por kg ou de bairro, temos “marcas premium” que vendem “sorvete gourmet”.

    O que podemos ver que está morrendo com o passar dos anos, já citado aqui, são as bancas de jornais, que ou estão fechadas (a do lado do ponto de onibus mais antigo de SP, na R. Toneleros com a Ricardo Medina Filho) ou só abrem “meio periodo”

  12. Sinto falta dos sapateiros! Praticamente não existem mais. Os poucos que ainda resistem são sempre tocados por velhinhos. Qdo o velhinho adoece ou morre o negócio acaba. Existem nos shoppings as “sapatarias do futuro”, que fazem pequenos consertos em roupas e tbem em calçados, mas não é a mesma coisa. A gente nem vê o profissional.
    E tenho medo que um dia desapareçam as feiras livres. A feira é um tipo de comércio que existe desde a idade Média, e tem resistido ao passar do tempo. Mas estão cada vez menores. Aqui perto de casa, por exemplo, já não há a banca de flores, nem a de bolachas e doces.Já não há o consertador de panelas, e mesmo a arte de montar lindas pilhas com as verduras e legumes está se perdendo.

  13. Fernando Teixeira da Silva disse:

    A liberdade, para ir e vir com segurança e sem medo de sair às ruas e usufruir das belezas que São Paulo sempre nos proporcionou.

  14. Lucas Lima disse:

    Os amoladores de faca, tesoura e alicates de unha. Andavam com uma espécie de bicicleta com a pedra de amolar. E um apito peculiar.

    1. Dan disse:

      Ainda se vê esse tipo de serviço, mas está mais restrita a periferia da cidade ou ainda que tem uma clientela fiel.

  15. Katiúcia disse:

    Vendedor de algodão-doce e de quebra-queixo. Quando eu era pequena, era muito comum eles aparecem durante a tarde, quase todos os dias. Hoje não vejo mais! Também tinham as vendedoras porta-a-porta de Yakult e os entregadores de leite do caminhãozinho Leco.

    Saudosos anos 90!

    1. Daniel Pardo disse:

      Aqui no meu bairro ainda tem uma tiazinha que vende produtos Yakult (inclusive o próprio) com um carrinho, a tia ainda resiste bravamente trabalhando muito e andando muito pelo meu bairro para vender um produto que hoje é encontrado facilmente em supermercados.

  16. As lan houses ainda existem mas perderam a força. Foram muito úteis numa época em que nem todos tinham internet em casa, ou quando tinham, era discada. Hoje em dia todo mundo tem celular com internet a R$ 10 por semana. Eu mesmo só usava pra imprimir algum documento, quando estava sem impressora em casa.

  17. Dan disse:

    As Lan Houses, mesmo que isso seja ainda da nossa atualidade, mas está morrendo como ocorreu com as videolocadoras.
    Até uns 10 anos atrás tinha até padaria que abria um espacinho pra colocar umas 3 ou 4 máquinas pra auxiliar pessoas que precisavam mandar algum e-mail, fazer ou imprimir um currículo. Hoje se tem alguma Lan-House, é mais pra serviços básicos e muito raramente, as dedicadas as jogos online. Mas os controversos “Corujões”, que eram partidas de jogos online que varavam a madrugada, faz muito tempo que não vejo mais ocorrer nestas Lan-Houses que resistem.

  18. Daniel Pardo disse:

    Eu me lembro de um lugar de quando eu era moleque, que se eu não me engano, ficava na Rua Lino Coutinho no Sacomã que era um lugar da Telesp que era cheio de orelhões e onde as pessoas faziam todo o tipo de ligações lá e tinha uma moça dentro desse lugar num balcão que vendia as fichas e acho que tinha até um telefone dentro de uma cabine fechada tipo aquelas de Londres, mas com um desenho bem mais simples.

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