Curiosidades

12 incríveis postais paulistanos antigos

Comments (30)
  1. valeria fulp disse:

    Que apresentacao fantastica….todas essas fotos fizeram parte da minha infancia e da minha linda cidade de entao. Pena que varias antigas construcoes foram demolidas para dar lugar `a esses edificios novos, sem significacao, ou historia pra contar. Um otimo trabalho de preservacao.. Obrigada !!!

  2. Isabel Biondo disse:

    Eu amaria ter vivido na decada de 30,40 e visto esses lugares desta forma… pessoas educadas, locais limpos… que glória!!

  3. Daniel Ferreira disse:

    Excelente post!
    Imagens para se viajar no tempo.
    Muito obrigado!
    Daniel Ferreira

  4. Edison Junior disse:

    Meus pais nos levaram várias vezes ao Aeroporto de Congonhas. Esse passeio foi aos poucos sendo substituídos pelos Shoppings.

  5. Olà Douglas! Muito interessante o seu servicio e, alem disso, com otimas perguntas. O que mais impressiona è o chocante constraste da area do Parque Dom Pedro e do prossimo Palacete da Industria, mas na verdade è toda aquela baixada ampla que vai da area ao redor do Mercadao atè alem da Avenida do Estado que sofreu uma brutal transformaçao; e estamos falando de uma area do centro que jà foi rica, bem construida e planejada e que agora nem è uma assombraçao do que jà foi.
    Outra coisa que um arquiteto estrangeiro (e pela precisao italiano, como eu) nao pode nao perceber è ainda a presencia relevante da arquitetura ecletica (e muitas vezes monumental) no centro de Sampa, embora os predios modernistas (em uma forma novamente monumental pouco praticada pelo racionalismo europeo) sejam maioritarios; presencia que faz o par com a quase ausencia de predios nem digo coloniais mas nem de inspiraçao portuguesa, com a unica excepçao da Faculdade de Direito perfeitamente inserida no Largo Sao Francisco ao lado de genuinos edificios historicos de finas lineas portuguesas.
    Neste sentido Sao Paulo parece mais uma particular (e unica) mixtura de centro-Europa “fin de siecle” e norte-America que uma cidade genuinamente luso-brasileira, e este fato è intrigante e deixa pensar.
    Mas afinal uma cidade è que nos fazemos dela e o que queremos dela; è o retrato do nosso modo de viver, pensar e ver a vida. Nos midias, na fabulaçao, o que passa è um tipo de inelutabilidade: è a economia que desenha a nossa vida, cidade comprendida, e o resultado desta affabulaçao è a nossa vida brutalizada junto com a cidade que vivemos, como o seu site todos os dia conta e testemunha. Nao quero passar por utopista “romantico”, mas nao è nada assim, podemos e temos que voltar a ser donos da vida que queremos viver, da cidade que queremos morar e a economia voltar a ser uma consequencia disto.
    Um abraço de Italia
    Gualberto Cappi

    1. Pardo disse:

      Colega, o que acontece é que São Paulo não cresceu com planejamento, por culpa dos próprios políticos que administraram a cidade durante anos e anos que tiveram/tem como intuito o único objetivo de ganhar voto e para isso eles fazem obras ou autorizam as mesmas em qualquer lugar e de qualquer jeito, o resultado é o que vemos hoje.

  6. Kate V disse:

    Tem idéia da altura da avenida Brigadeiro na foto 09? Moro há pouco na Avenida e não consegui reconhecer qual o local exato da foto. Obg!

  7. Jonas Mariano Mayer disse:

    De queixo caído com o trabalho do site! Parabéns!

  8. Regina Borsi Bertoni disse:

    Muito bom , São Paulo tem histórias e lugares incríveis pra conhecermos.

  9. Felipe disse:

    Infelizmente vemos projetos e mais projetos, quase sempre faraônicos e caríssimos, quando na verdade muita coisa poderia mudar pra melhor com medidas simples somadas umas às outras. O Parque D. Pedro II não precisa de grandes projetos, precisa somente ter aquele terminal de ônibus removido dali, ter a avenida do estado desviada para a margem, ter equipe de limpeza fixa, equipe de segurança fixa, um projeto de jardinagem decente, boa iluminação e ter o acesso interno ao metro aberto (coisa muito simples) e alguma intervenção nos baixos dos viadutos (enquanto eles não são definitivamente removidos) e “BINGOOOO”… teríamos de volta um dos parques mais cinematográficos do pais de forma simples e sem grandes percalços pra cidade.

  10. Excelente coletânea, Douglas. Parabéns.

  11. Fábio Silveira disse:

    Nasci na época errada, Trocaria toda a modernidade e tecnologia de hoje para viver tranquilamente nesse tempo. Excelente post.

  12. Rosilene Deusdará disse:

    Douglas
    Que coletanea maravilhosa
    Reconheci alguns deles
    Obrigada

  13. Daniel Campos disse:

    Lindo trabalho. Eu sem ter vivenciado essas maravilhas, sinto falta. Agora imaginem aqueles que fizeram diversos passeios nesta época e hoje são obrigados a conviver com essa cidade vergonhosa e destruída por ambiciosos.

  14. Jefferson Eduardo disse:

    Preciosidades que merecem ser bem guardadas e exibidas. Bem haja, Douglas!

  15. Edson Moura disse:

    Era muito bom passar as tardes de sabados no Aeroporto de Congonhas, Mais tarde trabalhei no local na Infraero…. e na Sata.. bons tempos.

  16. Paulo Roberto de Oliveira Rodrigues disse:

    Saudades daquele tempo quando tudo era mais tranquilo, o povo educado e a violencia de hoje praticamente não existia

  17. leila maruia trovo disse:

    Simplesmente fotos maravilhosas. Morei em São Paulo de 1961 à 1976, minha infância e juventude, e não consigo esquecer tamanha beleza. Pena que pouco, ou quase nada, é restaurado. Saudades.

  18. Eduardo Britto disse:

    Nasci ao lado do Parque D. Pedro II, em 1963, e digo pra vocês, ainda criança percebia a chegada da Primavera com o surgimento das flores exatamente onde hoje está o terminal de ônibus. Aliás, a destruição do parque começou exatamente por volta de 1970, quando iniciaram as obras do metrô na Sé/ Clóvis, e os ônibus, que faziam ponto final lá, passaram para o gigantesco terminal construído no parque. Assisti isso de camarote, morando na 25 de Março. Ali terminou o parque. Que há de ressurgir um dia.

    Mas meu postal favorito é o 2, com o largo do Arouche por volta de 1969. Reparem na árvore gigantesca na frente do largo. É um chichá, árvore maravilhosa reconhecida com uma das maiores árvores da cidade. Vale a pena passar lá e abraçar esse colosso (chegaram a cercá-la com grades uns anos atrás, mas felizmente retiraram). Parabéns pelo trabalho sensacional que fazem!

  19. jesum Felicio disse:

    Douglas, muito obrigado pelo arquivo fotográfico que voce nos permite curtir. Amo preservar a memória e apreciar os costumes de um povo .

  20. Lipe disse:

    Como a cidade de São Paulo ja foi bonita, gostaria de ter vivido na época dessas fotos.

  21. carlos disse:

    Saudade da SP dos Paulistanos …….

  22. Conheci muito bem o centro velho nos anos 50 e parte de 60. Foi isto mesmo!. Sexta feira, laz iamos encontrar com meu pai no Palacete Prates para um chopinho de final de tarde. Meus pais conversando e eu tomando um sorvetinho,olhando para o antigo Vale. Nao entendo porque demolirem estes palacetes. Super lindos, harmoniosos, magnifica arquitetura etc. Estudei na Escola Tecnica de Comercio Alvares Penteado na decada de 60, fundada no inicio do seculo passado deveria tambem ser fotografada interiormente para o deleite dos antigos alunos.

  23. Alan disse:

    Tirei meu RG no Palacio 9 de Julho nos anos 80 quando era delegacia (eu acho). Ainda nao existia Poupatempo. Ja era beeeem degradado ali mesmo com a policia la instalada. Hoje até que está melhor.

  24. LUIZ CARLOS disse:

    Maravilha. Eu vivi essa época (estou com 78) anos de idade. Nessa época podíamos desfrutar dessa maravilha sem o perigo de assaltos que hoje vivemos. Mas é o fruto do progresso. Parabéns pelo trabalho.

  25. Daniel disse:

    Como uma cidade como essa mudou tanto, como se pode perder tanta arquitetura bonita, uma excelente aprensentacao

  26. Achei supe interessante que no posta do Largo do Arouche está uma árvore super grande já naquela época, e o mais legal é que ela se encontra por lá até os dias de hoje – podem conferir no site do https://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/

  27. luiz disse:

    Muito interessante a história do palacete Prates. Sou descendente direto do Eduardo de Prates, sendo meu tataravô.
    O incrivel é que o Eduardo Prates, construiu isto tudo numa cadeira de rodas, pois ficou paralitico aos 30 anos. mas nem por isso deixou de fazer muito progresso. O que resta hoje á fazenda Santa Gertrudes, que foi de onde ele criou isso tudo. Referencia do ciclo do Café paulista e Brasileiro.
    Meus primos mantem ainda hoje a fazenda, e fazem um lindo trabalho de preservação, e utilização. http://www.fazendasantagertrudes.com.br

  28. Ivair Ferreira disse:

    Podia contar um pouco da historia do Largo do Arouche (Foto 2) e do Coronel Arouche de Toledo Rondon.

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