Localizado em uma área nobre da Cidade de São Paulo, o Cemitério da Consolação é um grande museu a céu aberto. Por suas ruas e quadras estão espalhadas não somente algumas das figuras mais importantes e destacadas da história brasileira, mas também estão expostas, nos túmulos, algumas das mais belas e significativas obras dos mais famosos e variados escultores do país.

A Prefeitura do Município de São Paulo organizou há alguns anos atrás uma pequena cartilha dedicada aos turistas e curiosos que queiram passear pelo cemitério e apreciar um pouco da história e da arte que ali está. Entretanto, seria impossível fazer um guia pequeno e citar todas as pessoas realmente interessantes que jazem na Consolação.

Pensando nisso, o São Paulo Antiga percorreu o cemitério e foi atrás de outras personalidades importantes ou curiosas para a nossa cidade e que não constam no guia oficial. A busca resultou em quase uma centena de figuras e as primeiras 12 estão aqui. Vamos a elas!

1 – UM MEMBRO DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS (Rua 12 / Terrenos 19 e 20)

Afonso Arinos de Melo Franco, ou apenas Afonso Arinos, foi um grande jurista, jornalista e escritor brasileiro. Autor de inúmeras obras literárias, foi levado à Academia Brasileira de Letras onde veio a ocupar a cadeira de número 40. Além de suas contribuições para a cultura, teve atividades importantes dedicadas a vida jurídica nacional sendo um dos criadores da Faculdade de Direito de Minas Gerais, onde lecionou direito criminal.

Afonso Arinos viveu seus últimos anos de vida na Europa e faleceu em 19 de fevereiro de 1916 durante uma viagem sua para Barcelona. É tio de outro importante político brasileiro o homônimo sobrinho Afonso Arinos de Melo Franco (falecido em 1990).

2 – O FUNDADOR DA CIDADE DE OSASCO ( Rua 16 / Terreno 15)

Antonio Giuseppe Agú, ou apenas Antonio Agu como é mais conhecido, foi um imigrante italiano e importante empreendedor no Estado de São Paulo. Fabricante de tijolos, sua indústria foi fundamental não só para a fundação como também para o desenvolvimento da cidade vizinha à capital paulista. Para escoar sua produção de tijolos, Agu trabalhou pela construção de uma estação ferroviária junto a sua fábrica de tijolos. Ao ser inaugurada 1895 os administradores da ferrovia queriam batizá-la com seu nome. Ele recusou a honraria e sugeriu o nome de Osasco, sua cidade natal na Itália, o que foi aceito. Nascia assim a Estação de Osasco e a seu redor a cidade que também leva seu nome.

Antonio Agu faleceria em 25 de janeiro de 1909, causando bastante comoção na vila que fundou . O cortejo de seu corpo desde Osasco até o Cemitério da Consolação em São Paulo foi acompanhado à época por centenas de pessoas, entre funcionários, parentes, amigos e admiradores.

3 – O BANDEIRANTE DO JORNALISMO PAULISTA (Rua 11 / Terreno 39)

É impossível falar da imprensa paulista sem mencionar o nome de Joaquim Roberto de Azevedo Marques. Bastante ignorado por aqueles que visitam o Cemitério da Consolação, Azevedo Marques é o homem que estabeleceu a pedra fundamental do jornalismo em São Paulo ao lançar em uma então pequena cidade que era a capital paulista, seu primeiro jornal diário, o Correio Paulistano.  Décadas depois de sua morte, em 1922, seu jornal seria o único periódico paulista a apoiar e acreditar na célebre Semana de Arte Moderna.

Azevedo Marques faleceu em 26 de setembro de 1892 aos 68 anos. O jornal Correio Paulistano permaneceu em circulação até o ano de 1964. A biografia completa do jornalista Joaquim Roberto de Azevedo Marques pode ser lida aqui.

4 – UM ESPÍRITA E ABOLICIONISTA (Rua 11 / Terreno 37)

Se há uma figura na sociedade paulistana que mereceria muito mais destaque, esta figura é Antônio Gonçalves da Silva, o popular Batuíra. Nascido em Portugal em 1839, foi um homem de incrível personalidade. Depois de passar pelo Rio de Janeiro e por Campinas, fixou residência em São Paulo, onde adquiriu diversos lotes de terra na região onde hoje está a rua Lavapés. Figura incrível, foi entregador de jornais (Correio Paulistano), fabricante de charutos e dono de teatro. Mas destacou-se principalmente pela figura bondosa que era ao acolher escravos fugidos em sua propriedade, o qual só os deixava partir se alforriados pelos seus senhores, e também por sua notável dedicação ao espiritismo.

Amigo de Azevedo Marques, conseguiu com ele a experiência necessária para em 1890 lançar o jornal Verdade e Luz, a primeira publicação dedicada ao espiritismo em São Paulo, e que na época conseguiu a façanha de ter uma tiragem de 5 mil exemplares. No final da vida abriu mão de todos os seus bens para os mais pobres e sua casa abrigou a instituição beneficente “Verdade e Luz”. Posteriormente em sua homenagem a rua onde morava foi batizada de Rua Espírita, que existe até os dias hoje. Batuíra viria a falecer em 22 de janeiro de 1909 e curiosamente está sepultado bem próximo de seu grande amigo em vida, Joaquim Roberto de Azevedo Marques.

5 – O GRANDE DEFENSOR DOS OPERÁRIOS

Ao falar de defensor dos trabalhadores, muitos talvez se lembrem somente de um ex-presidente da República, mas muito antes disso um grande cidadão paulistano já defendia os operários no início do século 20, em uma época em que os deveres eram muitos e os direitos eram quase nenhum. Este homem foi Afonso Celso Garcia da Luz, mais conhecido por Celso Garcia.

Defensor árduo dos operários, lutou especialmente pelos trabalhadores das inúmeras indústrias e pequenas fábricas que ficavam localizadas na região do Brás, Belenzinho e Mooca. Sua atuação sempre aguerrida pelos direitos trabalhistas o levou também à Câmara Municipal, onde exerceu mandato de vereador.

Faleceu no início de junho de 1908. Após sua morte a Prefeitura de São Paulo decidiu homenageá-lo renomeando a Avenida da Intendência, onde ele residia, para Avenida Celso Garcia, onde também for erguido o monumento em sua homenagem, que existe até hoje.

6 – UM GRANDE ARQUITETO

Francês que adotou o Brasil como sua pátria e São Paulo como sua cidade de coração, Victor Dubugras é um dos grandes arquitetos da história da capital paulista. Mesmo sem nunca ter sido diplomado, teve uma carreira brilhante repleta de obras bastante conhecidas pelos paulistanos. Uma das mais importantes foi a remodelação do Largo da Memória, para as comemorações do primeiro centenário da Independência do Brasil. Também pelo centenário projetou os Pousos e Monumentos da Serra de Paranapiacaba. No interior de São Paulo projetou a belíssima Estação Ferroviária de Mairinque.

Dubugras também desenvolveu uma série de outros projetos particulares residenciais e comerciais, tanto no centro de São Paulo como em bairros nobres como Vila Buarque, Higienópolis e Cerqueira César. Foi também um dos fundadores do Instituto de Engenharia em 1916. Dubugras faleceu em 1933 em Teresópolis e foi sepultado aqui no Cemitério da Consolação.

7 – UM NOVA-IORQUINO SEPULTADO EM SÃO PAULO (Quadra 58 / Terreno 23)

Muitos que passeiam por este cemitério deparam-se com este túmulo de um cidadão americano e se perguntam: Por que morreu tão jovem ? Por que ele foi enterrado aqui ? A resposta não é fácil, e levamos alguns dias para pesquisar e poder responder.

George C. Eck nasceu na cidade de Nova Iorque em 1873, ele veio para o Brasil logo na virada do século 20 para trabalhar como taquígrafo na empresa canadense Light and Power Company. Ele seguiu trabalhando entre os colegas brasileiros até o ano de 1912, quando adoeceu rapidamente e acabou vindo a falecer em 21 de abril. Seu óbtido foi lavrado pelo famoso Dr. Walter Seng que atestou morte por uma doença chamada noma (espécie de gangrena que hoje é comum apenas em locais muito pobres e insalubres).

Morto e sem qualquer familiar por aqui, os custos de enviar o cadáver para os Estados Unidos eram muito altos. Então seus colegas de trabalho alertaram a família nos Estados Unidos e optaram por um sepultamento aqui mesmo, em São Paulo. Eles compraram este túmulo no Cemitério da Consolação e ali o sepultaram. Por isso está escrito na lápide o termo “Erected by His Friends“(erguido por seus amigos).

8 – O AUTOR DO VIADUTO DO CHÁ (Quadra 22 / Túmulo 12)

Este túmulo discreto geralmente passa despercebido pelo turista, mas é ai que está sepultado um francês que tornou-se brasileiro e projetou a obra que foi crucial para o desenvolvimento da região central de São Paulo: O Viaduto do Chá.

Nascido na França em 1832, Jules Martin veio ao Brasil para trabalhar e só chegou em São Paulo depois de passar algum tempo em Sorocaba. Cartógrafo, desenhista, litógrafo e construtor, foi dele a primeira oficina litográfica da Província de São Paulo, a Litografia Imperial. Em meados dos anos 1870, surgiu a discussão sobre criar um viaduto sobre as plantações de chá pois para ir do centro antigo para o centro novo, a população precisava dar uma grande volta por entre um lamaçal e um denso matagal. Para erguer este novo viaduto era necessário demolir o casarão do Barão e Baronesa de Tatuí, cuja localização impedia a obra.

Em 1877 ele projetou o viaduto, mas a Baronesa fez de tudo para impedir a demolição de sua residência e isto atrasou o viaduto, que só seria demolido por completo 12 anos depois em 1889. A inauguração do Viaduto do Chá, em 6 de novembro de 1892, foi imprescindível para o desenvolvimento da Cidade de São Paulo. Jules Martin viria a falecer em 18 de setembro de 1906, não sem antes mudar os rumos da urbanização da capital paulista.

9 – A GAROTINHA QUE DÁ NOME A UMA VILA HISTÓRICA (Quadra 48 / Terreno 38)

Maria Zélia Street, é filha do famoso industrial brasileiro Jorge Street. Ela faleceu em 12 de setembro de 1915 com apenas 16 anos, quando a famosa vila operária de seu pai ainda estava sendo construída. Ao ser inaugurada, em 1917, a vila foi batizada com seu nome como forma de homenagem nascendo então a hoje famosa Vila Maria Zélia.

O nome da vila quase desapareceu por completo da história na década de 20. Em 1924, Jorge Street mergulhado em dívidas vendeu a fábrica e a vila para a família Scarpa que imediatamente mudou o nome do local para Vila Scarpa. O nome da vila só voltaria ao original em 1929, quando o Grupo Guinle tomou posse do local e decidiu restituir o nome original.

10 – O GRANDE FOTÓGRAFO DE SÃO PAULO (Rua 14 / Terreno 29)

Grandes personalidades da história de São Paulo passam ignoradas pelos órgãos públicos. E é assim, sem qualquer referência a sua presença ali que é tratado o célebre fotógrafo Militão Augusto de Azevedo, considerando um dos maiores fotógrafos brasileiros do século 19.

Nascido no Rio de Janeiro em 1837, Militão veio para São Paulo em 1862. Aqui começou a trabalhar com fotografia no Ateliê Carneiro & Gaspar onde era retratista. Posteriormente, em 1875, cria o estúdio Photographia Americana onde retratou grandes personalidades brasileiras como D.Pedro II e Castro Alves.

Além do trabalho em estúdio, são importantíssimos para a história da Cidade de São Paulo seus famosos álbuns comparativos,que hoje são registros iconográficos únicos sobre a memória arquitetônica de uma São Paulo antiga que hoje praticamente não existe mais. Militão faleceu em 24 de maio de 1905.

11 – O FUNDADOR DAS LOJAS PIRANI (Rua 4)

Já ouviu falar no bairro Jardim Rodolfo Pirani ? A homenagem é realmente merecida quando descobrimos a história deste homem que trouxe tantos empregos em São Paulo. Quando falamos de Lojas Pirani as pessoas de mais idade lembram-se da famosa rede lojas que existia aqui na Cidade Paulista.

Rodolfo Pirani nasceu em Osimo, Itália, em 3 de julho de 1891 e chegou ao Brasil com sua família com apenas cinco anos de idade. Com talento desde muito jovem para os negócios, inaugurou as Casas Pirani famosa rede de lojas que logo cresceu rapidamente. Era considerado um patrão muito preocupado com o bem estar de seus funcionários e com as condições de trabalho. Suas lojas Pirani foram um sucesso e até hoje a marca está presente na memória de muitos paulistanos. Faleceu em 8 de maio de 1964, mas não sem deixar sua marca na história dos estabelecimentos comerciais de São Paulo.

12 – O GRANDE EMPRESÁRIO DA INDÚSTRIA DE CIGARROS (Rua 37 / Terreno 22)

Sepultado neste belíssimo mausoléu, está o poderoso empresário Sabbado D`Angelo. Era dele a Sudan, uma das maiores indústrias brasileiras de tabaco. Em uma época que não haviam as restrições e proibições que são impostas ao fumo, seus cigarros eram dos mais queridos e consumidos na São Paulo antiga. Algumas de suas marcas eram sinônimos de enorme sucesso de vendas, como o “Diamante Negro”, que homenageava o então jogador Leônidas. Hoje as embalagens do cigarro “Diamante Negro”, bem como outras produzidas pela Sudan são disputadas a tapa por colecionadores.

O Comendador Sabbado D`Angelo faleceu na década de 30.

About the author

Jornalista, fotógrafo e pesquisador independente, edita o site São Paulo Antiga e é membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP). Também edita o blog Human Street View, focado em comparações fotográficas entre a atualidade e o passado.

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Comments

  • J.C.Cardoso 08/08/2012 at 12:21

    Apenas dois comentários: “Grande Arquiteto” é como os maçons se referem a Deus;
    E 2) Por que o jazigo das vítimas da Rua Apa não está na lista?

    Reply
    • Rodrigo Altair Lee 17/06/2013 at 01:26

      siiiiim ,verdade

      Reply
    • Ignácio Andueza 27/06/2013 at 16:25

      Sim é verdade e também não foi mostrado o da família Matarazzo

      Reply
    • Jane Darckê 15/10/2013 at 16:38

      Faltou o Túmulo da Famosa Marquesa de Santos…. e faltou dizer que lá há túmulos de pessoas não tão famosas, mas que contam com esculturas em mármore carrara, criadas por artistas consagrados.
      Vc já visitou o Cem. São Paulo e Araçá? Também tem muitas cuuriososidades!
      E cá pra nós, ainda bem qu o Sr. Pirani não viveu para ver a tragédia do Ed. Andraus….

      Reply
      • Douglas Nascimento 16/10/2013 at 17:47

        Não é que faltou Jane, abordamos 12 túmulos que não são tão conhecidos e que estão de fora do catálogo de visitas do cemitério. O da Marquesa (e alguns outros) são mais conhecidos e por isso não foram mencionados aqui.

        Reply
        • Jane Darckê 17/10/2013 at 14:49

          Ah, sim…. desculpe… e obrigada pela atenção! Sucesso!

          Reply
        • roberto silva 04/03/2014 at 15:38

          que bom termos pessoas como vc. que se interessa pela historia.

          Reply
    • Renato Oliveira 15/12/2014 at 23:56

      Na verdade ‘Grande Arquiteto do Universo’ e não somente Grande Arquiteto.

      Reply
      • Israel Siebra Ferreira 05/01/2015 at 12:24

        Levando em conta que naquele “ares” não se podia expressar explicitamente a classe dos pedreiros salomônicos…

        Reply
        • Vicky 09/01/2015 at 12:37

          Família colombo, do cemitério Araça
          procuro informações sobre Carmen Elizabeth Boccia

          Reply
          • Zarra Jester 02/07/2015 at 05:34

            O que precisa saber sobre Carmen Boccia?

          • Vick 18/04/2017 at 16:52

            ZARRA JESTER
            Faz 3 anos que não a visito. Quero saber da sua história, morreu muito jovem, uma pena.
            Ela é muito linda e magnifica. O que pode me falar a respeito

          • Douglas Nascimento 18/04/2017 at 17:12

            Oi Vick, me dê mais detalhes sobre ela para que possamos pesquisar a respeito.

          • Vick 20/04/2017 at 21:22

            Boa Noite, Douglas, tudo que sei sobre ela, é pouca coisa, ela pertence a familia Colombo, e que faleceu por volta dos 20 anos. Seu tumulo esta localizado no portão da última lojas de flores.

          • Douglas Nascimento 20/04/2017 at 23:58

            Então é no Cemitério do Araçá e não no da Consolação, certo ?

          • Juliana 13/03/2018 at 20:53

            Eu também gostaria de saber sobre ela. Minha família está enterrada no Araça e vou lá desde que eu era criança(hoje eu tenho 30 anos), sempre deixo uma flor no túmulo dela toda vez que eu vou lá .
            Também gostaria de saber quem ela era e sua história.

  • Rúbia 08/08/2012 at 13:36

    Simplesmente magnífico, de roubar o fôlego!
    Quando eu morava em Higienópolis, “lavar a alma” era apreciar esse livro histórico chamado Cemitério da Consolação.
    .Tarsila do Amaral, Marquesa de Santos, Mario de Andrade… E grandes obras de escultores de peso! Imperdível!

    Reply
  • Wagner Boemer 08/08/2012 at 14:22

    Realmente, belíssimas fotos e comentários. Já andei em quase todas as ruas do cemitério da Consolação a procura do passado histórico de minha cidade.Como sugestão,São Paulo Antiga pode enriquecer ainda mais fotografando outros túmulos muito importantes deste cemitério e também a igreja do Largo de São Francisco, Jardim da Luz e Igreja do Frei Galvão na avenida Tiradentes.

    Reply
    • Irene Cestaro 22/01/2015 at 12:44

      Olá Wagner… minha sogra tem parentesco com os Boemer, infelizmente meu eu ex-marido faleceu a pouco tempo e a única que sobra da família (que eu saiba é ela), o sobrenome Cataldo ou Cataldi te lembra algo? minha sogra falava muito dos Boemer… bairro do Brás, suas tias, avó… enfim… tenho muitas fotos antigas, uma hora dessas vou ver com calma se achar algo te aviso, ok?

      Reply
      • Wagner Boemer 22/01/2015 at 15:30

        Meu bisavô era João Boemer, o que da nome a rua. Foi a terceira pessoa a ser enterrado no cemitério do Brás, em 1894.Sua esposa morreu dois meses antes Dª Maria Tereza,em um túmulo perpétuo, conhecido como Quarta Parada e que por sinal é no Belém. Ele foi proprietário de terras no Brás e no bairro da Penha. O Terreno onde esta construida a igreja S.João na av. Celso Garcia esquina com a rua João Boemer foi sua doação. Foi o primeiro fabricante de cerveja em São Paulo, conhecida como cerveja da Penha.Teve sete filhos entre homens e mulheres.Dois deles emigraram para os Estados Unidos no fim do século XIX mas entraram como alemães e não como brasileiros. Tem o Pedro Boemer, junto com a família Schunck não sei se irmão ou seu filho foram os primeiros moradores e fundadores de Santo Amaro. O ramo da minha família começa com o João, Julio Boemer meu avô, Newton Boemer meu pai, todos falecidos.

        Reply
        • Debora 12/08/2015 at 19:08

          Oi Wagner!
          Tudo bem?
          Acabei de ler seu post e gostaria muito de poder conversar melhor com vc!
          Meu nome é Debora e sou filha de Paulo Boemer e neta de João Boemer, ambos falecidos.
          Estou tentando fazer minha árvore genealógica, mas está bem difícil… Será que somos parentes???
          Se puder me mande um email.
          Desde já agradeço sua atenção!

          Debora

          Reply
          • Wagner Boemer 13/08/2015 at 14:42

            João Boemer era ,eu bisavô, pai de Julio Boemer, meu avô e Newton Boemer meu pai. O João Boemer teve vários filhos, dois deles imigraram para os Estados Unidos no final do século XIX.E tem uma rua no Brás em sua homenagem, pois a região fazia parte de uma de suas propriedades.wpboemer@gmail.com

  • Jayr 08/08/2012 at 14:26

    A equipe de São Paulo Antiga está de parabéns pelo excelente trabalho que fizeram !!!

    Reply
  • Eugenio Candido Rodrigues 08/08/2012 at 15:38

    Provavelmente nos próximos posts sobre a visita ao cemitério, esse túmulo apareça.

    Reply
  • Felipe Herculano 08/08/2012 at 15:50

    Sensacional matéria!
    Parabéns Douglas…
    Espero ansioso a publicação da outra centena de história!

    Reply
  • VALERIA FULP 08/08/2012 at 17:53

    Muito bom, sou paulista, nasci e cresci em Sao Pulo, mas nunca estive no Cemiterio da Consolacao.
    Minha famila tem jazigos no Cemiterio Sao Paulo, onde tambem existem tumulos de pessoas historicas e igualmente maravilhosos. Sinto muita paz quando vou ate’ la.
    Obrigada pelo tour, otimo trabalho.
    Sou fa deste site.

    Reply
    • A. X. P 12/03/2013 at 15:18

      Boa tarde, jovem!
      Parabéns por descobrir que o cemitério é lugar de paz, tudo devido o silêncio que há nesse lugar. Como sabes, os mortos não falam, não aparecem a ninguém e, o mais importante, não faz mal a nenhuma pessoa. Depois da morte segue-se apenas o justo JUÍZO de DEUS, O TODO PODEROSO, criador de todos e de tudo.

      Reply
  • Inês 09/08/2012 at 14:45

    PARABÉNS, vou providencia já um passeio com estas referencias embaixo dos braços,. BELISSIMO TRABALHO!

    Reply
  • osmar 09/08/2012 at 16:23

    Por várias vezes, tive a oportunidade de passear nesse cemitério – um local agradável, calmo, tranquilo e com requintes de arte tumular incríveis! Vale a pena, sim, e sempre que posso, me permito a uma caminhada em seu interior…

    the Osmar.

    Reply
  • Gisele Sarto 09/08/2012 at 22:34

    Esqueceram de mencionar o túmulo do Grande Plinio Corrêa de Oliveira. Deputado Constituinte mais jovem e mais votado na década de 30, foi marcante na história brasileira do século 20. Professor catedrático da Puc, deixou mais de 1 milhão de páginas de magnifica obra intelectual. Pensador e homem de ação, fundou e inspirou associações e instituições de renome internacional. Previu e combateu o nazismo e o comunismo, quando ninguém imaginação onde estes movimentos sociais poderiam chegar. Hoje é reverenciado por tantas mentes e corações admirados e agradecidos. Eu tive a honra de conhecê-lo!

    Reply
    • Douglas Nascimento 10/08/2012 at 09:28

      Gisele,

      Leia no começo do texto. A seleção apontou quase 1 centena de pessoas interessantes e optamos por dividir em partes. Aqui é uma seleção de 12 e depois virão outros, aguarde.

      Reply
      • Giuseppe 10/08/2012 at 09:46

        Olá Douglas,

        Apareceu meu nome como Gisele, mas foi a correção do Iphone que trocou. Eu sou Giuseppe. Tem razão. Obrigado ela resposta! Se precisar de ajuda, tenho muita coisa sobre o Prof. Plinio!

        Reply
  • Rafael 13/08/2012 at 12:00

    Parabéns pela catalogação. A 3 meses fiz um trabalho para meu curso de Arquitetura onde fiz um Memorial Descritivo das obras do cemitério da Consolação.
    Existem histórias curiosas como O casamento de Pagú e Oswald de Andrade e também a trágica morte da prostituta Eufrásia. “Rainha dos Mortos”. Não se esqueçam também de citar os milagreiros do Cemitério da Consolação. Antoninho, Maria Judith…

    Reply
  • Leandro 14/08/2012 at 10:18

    Trabalho sensacional, não tinha que colocar ou tirar ninguém não, a postagem é fruto de sua pesquisa, e você coloca quem você quiser. Para mim está perfeito e adorei a leitura, obrigado.
    Cheguei hoje e já sou fã.

    Reply
    • fernando da cunha canto filho 16/09/2013 at 19:34

      Apoiado Leandro.

      Reply
  • André Cordeiro 16/08/2012 at 21:47

    Muito boa a matéria,
    Moro muito próximo ao cemitério da Consolação, e fui várias vezes passear pelos jazigos, túmulos e mausoléis… parabéns pela seleta primeira listagem e suas histórias…

    Reply
  • Clarissa Grassi 03/10/2012 at 00:06

    É um privilégio para a São Paulo Antiga contar com a participação da pesquisadora de cemitérios Gláucia Garcia. Foi através dos estudos que ela realiza em diversos cemitérios paulistanos, que tive a oportunidade de desvendar em conjunto com ela, cada um dos túmulos de maior relevância artística e histórica. Ela desenvolve um trabalho de extrema importância para a preservação das histórias contadas nestes cemitérios.

    Reply
  • Raul Neto 19/10/2012 at 10:56

    Eu realmente estou impressionado com o trabalho de vocês… Sou de Minas Gerais mais curto muito histórias antigas de outras cidades… Parabéns pelo trabalho…

    Reply
    • Douglas Nascimento 19/10/2012 at 12:53

      Obrigado Raul!

      Reply
  • Marilia 31/10/2012 at 22:54

    Lindo trabalho, parabéns.
    merece doações.

    Reply
  • jayron ageu 04/11/2012 at 18:54

    Excelente material informativo 🙂

    Reply
  • Carlos Moraes 20/11/2012 at 19:16

    Parabéns pelo seu trabalho. Arquitetura não é só estilo, é história, é o conteúdo. E seu blog tem conteúdo de sobra, abordagens inteligentes, pesquisa sólida. Um oásis na internet… rs parabéns, amigo.

    Reply
  • Luciane 14/12/2012 at 06:45

    Faltou a homenagem aos soldados da revolução de 32! Um tumulo sem nomes, com o mapa do Brasil.

    Reply
  • Evaristo 19/12/2012 at 02:44

    Douglas, gostei muito de conhecer algumas das figuras históricas, das fotos, da pesquisa, conjugados num trabalho de primeira linha! A arte tumular diz muito do esforço dos vivos em aumentar seu status à custa dos mortos, e grande é o aprendizado que se pode tirar disso. Que seu trabalho continue firme e sempre melhorando!

    Reply
  • Rosilda Cordeiro de Souza 11/01/2013 at 05:56

    a CULTURA NÃO SÓ ALIMENTA A MENTE COMO ALIMENTA ALMA!

    Reply
  • ALDO 17/01/2013 at 15:07

    viva brecherett

    Reply
  • adeilton g ferreira 24/01/2013 at 17:08

    ola ,adorei saber sobre estes ilustres moradores, sou pernabucno e morro aqui em so paulo a 28 anos, e gosto di ver coisas cuiosas e antigas da cidade adorei , muito obrigado por nos da um artigo maravlhoso como este…

    Reply
  • Zalfa Gobatto 25/01/2013 at 12:38

    Saboreei cada estória, cada personagem.Parabéns por trazer tão belamente um pouco da história destas pessoas que em tempo tão remoto e com tantas dificuldades, fizeram desta cidade, que amo tanto, a máquina que move o Brasil. vou esperar mais! Já adicionei os meus favoritos!

    Reply
  • cida 03/03/2013 at 19:19

    Uma palavra!Adorei!!!!!!!!!!

    Reply
  • oscar 11/04/2013 at 16:32

    ali também repousa antonio da rocha marmo, um verdadeiro santo que faz e já fez muitos milagres, um servo de deus e de jesus, basta ter fé,seu nome é poderoso ,foi uma criança em vida que moreu com apenas 12 anos de idade,viveu sua vida para jesus,é o túmulo mais visitado do cemitério da consolação,ele faz sim milagres,milhares podem testemunhas,é um verdadeiro santo,faça uma visita,vocé vai sentir a força espiritual daquele lugar….antoninho eu te amo

    Reply
  • oscar 11/04/2013 at 16:35

    DEVOTOS DE ANTONINHO,DEIXEM AQUI SEU COMENTÁRIO EXPRESSANDO SEU AMOR E SUA FÉ

    Reply
    • Gloria Goncalves 26/10/2013 at 00:56

      Minha avo materna era devota fervorosa de Sto Antoninho, e quando estava pronta para engravidar e meu marido contra, fui ate la e pedi a sua ajuda. Aconteceu, que daquele dia em diante a vinda da nossa filha foi o maior presente de nossas vidas. Sto Antoninho de Marmore.

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  • Fernando Chateaubriand 16/04/2013 at 22:07

    Esqueceram de dar um pulinho no Cemiterio do Araca e visitar o tumulo de Assis Chateaubriand, empresario, jornalista, senador entre outras!

    Reply
    • Douglas Nascimento 17/04/2013 at 08:33

      Olá Fernando,

      Não esquecemos. Este texto é dedicado apenas ao Cemitério da Consolação. Chatô estará no artigo dedicado ao Cemitério do Araçá em breve.
      Abraços!

      Reply
  • helena santo 02/05/2013 at 23:10

    cemiterio lugar triste ,perdi meus pais ,ate hoje nao consegui esquecelos

    Reply
    • sönya spúlveda 08/05/2013 at 23:10

      Eu nao sou de visitar cemitérios, nem quero ser visitada num… optei por ser cremada, mas como cultura geral seu trabalho merece honores. Ler assim é mais atrativo para gente como eu, que trabalhou em SP, passava muito pela Consolacao e apesar do interêsse histórico nunca adentrei ao local. Muchas Gracias!

      Reply
    • Gloria Goncalves 26/10/2013 at 00:58

      Esquecer? impossivel Helena. Eh doloroso, eh uma dor que levamos para a eternidade, Mas, quando a saudades aumentar acolha uma estrelinha no ceu, e pense que eles estao la olhando por ti.

      Reply
  • Carlos Alberto Gomes Ferreira 16/05/2013 at 20:26

    Muito bom. Cemitério não é sinônimo de tristeza como muitos assim consideram.
    Belo trabalho. Parabéns!

    Reply
  • Grasiela 18/05/2013 at 23:26

    Muito legal, equipe da são paulo antiga tem que visitar estação de mairinque esta abandonada.

    Reply
  • Ednaldo Serafim 17/06/2013 at 08:45

    Esqueceram uma figura importante no cenário Paulista… a Sra. Domitila de Castro Canto e Melo (Marquesa de Santos).

    Reply
    • Douglas Nascimento 17/06/2013 at 09:49

      Ednaldo, não esquecemos. Observe que o foco do texto são os túmulos pouco conhecidos, o que não é o caso dela. Abraços

      Reply
  • marina 30/07/2013 at 16:46

    Parabéns, curto a história desses personagens importantes e que continuam eternos mesmo não estando em corpo presente entre nós.

    Reply
  • Renata 05/08/2013 at 15:28

    No ano de 2004, nosso grupo da faculdade realizou um trabalho sobre cemitérios e escolhemos o cemitério da consolação. Na época, em uma das nossas constantes visitas, fomos acompanhados pelo guia do cemitério Francivaldo Gomes, conhecido como Popó, um cara de grande conhecimento sobre o local, a visita demoraria apenas alguns minutos, mas passamos horas ouvindo sobre o local.

    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/01/ex-coveiro-se-torna-guia-no-cemiterio-da-consolacao-em-sp.html

    No site da prefeitura há esse guia de visitação e história do local::

    http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/upload/cemiterio_baixa_1219246534.pdf

    http://www.google.com.br/webhp?source=search_app&gws_rd=cr#bav=on.2,or.r_qf.&fp=839c68690067f3da&q=cemit%C3%A9rio+da+consola%C3%A7%C3%A3o

    Reply
  • Rosilene Deusdará 24/08/2013 at 21:19

    Parabéns ,Douglas e equipe
    Estou adorando todas essas informações

    Reply
  • FERNANDO HENRIQUE CROVATO PEDROSA 24/09/2013 at 21:13

    PARABENS MESMO MEU AMIGO,E PENA QUE NINGUEM VAI SEGUIR O SEU EXEMPLO,POIS A ANOS QUE, PASSEIO POR CEMITERIOS DE SAO PAULO ,OBSERVANDO A ARQUITETURA AS OBRAS ESCULTURAIS DE VARIOS ARTISTAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS,E AS HISTORIAS QUE O CERCAM.FOI SO POR VOCE QUE CONSEGUI POR EXEMPLO SABER DA HISTORIA DO FUNDADOR DAS LOJAS PIRANI

    Reply
  • Marcos miquelino 01/10/2013 at 18:43

    minha mãe ainda guarda carnês da loja Pirani, ela diz q era a melhor loja para crediario na ´época.

    Reply
  • TARCISO 10/10/2013 at 11:13

    UM SHOW DE HISTÓRIA, NÃO DA PRA DIZER O QUANTO FIQUEI ORGULHOSO DESTA BUSCA QUE VOCES FIZERAM PARABÉNS,JÁ QUE GOSTO MUITO DE HISTÓRIA ANTIGA.

    Reply
  • Laura Conceição de Souza Leal 15/10/2013 at 09:43

    Adorei a publicação. Essa vai ser a morada de todos os seres humanos. Mas gostei muitíssimo da escolha do túmulo de Antônio Agú. Antes essa sepultura não possuia melhor identificação, mas a partir do livro “Cem anos sem Antônio Agú” eu tomei a atitude, colocando uma placa com a foto dele, que também utilizei essa foto na minha obra, o que não foi tão fácil conseguir a autorização para fotografar para a publicação do livro. Parabéns por enaltecer homens inteligentes e prósperos como o fundador da cidade de Osasco.

    Reply
  • IARA LÚCIA RODRIGUES 03/11/2013 at 12:56

    NOSSA QUE MATÉRIA LINDA AMEIIIIIIIIIIIIIII.

    Reply
  • Rafaela Ferraro 08/11/2013 at 09:59

    Que blog mais rico!! EStão de parabéns! Que ele nunca seja esquecido! Matéria fascinante!

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  • Osvaldo Gonçalves de Camargo 12/11/2013 at 21:41

    Amigo Mattos parabéns pelo trabalho, Osvaldo do Rio Grande do Sul

    Reply
  • Gloria Goncalves 15/11/2013 at 08:10

    Conheco estes dois cemiterios aonde minha mae e eu, admiradoras destas maravilhosas obras de arte costumavamos visitar. Como foi dito, estes tumulos apresentados, nao sao tao conhecidos, mas dignos de paramos e pensarmos sobre a vida de cada um, na virada do seculo 20. O cemiterio da Lapa, tambem ha tumulos maravilhosos, mas reconhecidos pela populacao do bairro, Grande trabalho registrado Sr.Douglas e equipe.

    Reply
  • Julio 17/11/2013 at 13:26

    Parabéns pela matéria. Interessante abordar túmulos de pessoas não tão famosas no Consolação, que aliás, é um riquíssimo museu a céu aberto, e certamente tem muitas histórias desconhecidas do público.

    Reply
  • Américo 05/12/2013 at 22:32

    Parabéns pelo belíssimo levantamento histórico que nos elucidou a respeito de grandes nomes que contribuíram muito para a sociedade paulistana e que não são devidamente lembrados quando visitamos a necrópole da Consolação. Ainda há outros grandes ilustres que devem ser igualmente lembrados, como o arquiteto Ramos de Azevedo, o abolicionista Luiz Gama, economista Roberto Simonsen, Jornalista Julio de Mesquita Filho, entre outros

    Reply
  • Marcelo A. Teixeira 21/12/2013 at 13:42

    E o túmulo do fundador da TFP ? O Sr.Dr.Plínio Correa de Oliveira ? Poderia nos dizer algo sobre ?

    Reply
    • Douglas Nascimento 21/12/2013 at 13:45

      Olá Marcelo,

      Como o título da matéria diz: “12 túmulos…” então é claro que muitos ficaram de fora, e priorizamos túmulos que não fazem parte do roteiro turístico. Em breve faremos mais uma leva de túmulos e ai quem sabe colocamos ele e muitos outros ?

      Abraços!

      Reply
      • Juan Antonio Perez Pujante 15/01/2014 at 13:30

        Marcelo, boa tarde.
        Desculpe a intromissão, o túmulo do Dr. Plínio, está entrando no cemitério na alameda à direita, logo após o da Marquesa de Santos, me prece que está na mesma alameda. A particularidade é que todos os dias as flores são trocadas e muitas vezes existem pessoas orando diante do túmulo eu tive que esperar uns vinte minutos para fotografá-lo.
        Próximo a ele estão vários túmulo dos “Arautos do Evangelho”. Todos eles transmitem muita paz e tranquilidade.
        Abraços.

        Reply
  • Leandro Carmona 21/12/2013 at 14:58

    Sou paulista do interior e moro em Brasília, quando soube do tour que São Paulo Antiga faria no Cemitério da Consolação em dezembro comprei minha passagem e fui! Recomendo a todos! Mesmo debaixo de chuva forte éramos cerca de cinquenta pessoas lá. Alto nível de guias e um passeio agradabilíssimo, foram quatro horas de passeio onde não vimos o tempo passar. E garanto a vocês que todos esses túmulos citados nos comentários como ausências são visitados in loco e sua história contada por pesquisadores gabaritados! Vale muito a pena, fiquem de olho na agenda dos próximos roteiros, não se arrependerão. Um passeio melhor que muitos museus!

    Reply
  • Gloria Goncalves 21/12/2013 at 23:39

    Por favor, o tumulo daquela crianca seria quem? Ha tumulos espalhados em varios cemiterios da capital, que tornaram-se ponto de procissao. Foram beatos(as) que continuam ajudando aqueles que por aqui ainda estao. Eh muito interessante a fe das pessoas.

    Reply
  • Marco Zerati 22/12/2013 at 00:04

    Excelente máteria. Obrigado por publicar !

    Dentre centenas encontram-se também a história dos meus antepassados. Minha 7ª Avó Carolina Amália da Silva Rangel falecida em 1881. Cujo o genro era filho do escultor régio Joaquim Machado de Castro . Autor de inúmeras esculturas em Portugal. A mais importante é a estátua de D. José I localizada no Terreiro do Paço em Lisboa.

    Reply
  • Nair de Oliveira 22/12/2013 at 02:32

    hoje domingo 2:19 minutos da madrugada,liguei meu CP. e deparei com uma matéria belíssima do Sr.DOUGLAS
    NASCIMENTO, parabéns fiquei encantada, pois não vou em cemitério por medo.

    Reply
  • Laudelina Collaço dos Santos 23/12/2013 at 01:10

    Parabéns pela matéria ! Já estou aguardando as próximas !

    Reply
  • Juan Antonio Pérez Pujante 30/12/2013 at 15:03

    Douglas, parabéns pelo seu intenso trabalho. Você está fazendo o que sempre tive vontade de fazer mas deixei para depois e nunca o fiz. Vez por outra leio as monografias sobre os bairros de São Paulo, recordar é viver.

    Reply
  • Limarco Marco A Lima 14/01/2014 at 17:49

    SPa – excelente !

    Reply
  • Fiori Orlandi 19/02/2014 at 18:15

    Por meio de suas pesquisas, textos e fotos, pude passear pela história de São Paulo/Brasil do séc XIX e XX.
    É um trabalho que resgata a memória. Parabéns
    Fiori – fotógrafo, poeta, produtor cultural.

    Reply
  • Nelson Goncalves 28/02/2014 at 00:19

    Excelente trabalho. Toda a equipe esta de parabens e na proxima viagem a SP, sem duvida visitarei este lugar.

    Reply
  • Nanci 01/03/2014 at 10:17

    Douglas, quando repetirá esta visita????? Adoraria muitíssimo, pois perdi esta.
    Abraços.
    Nanci.

    Reply
  • HAMILTON DOMINGUES SILVA 10/04/2014 at 16:58

    Alguém saberia me informar onde foram enterrados os donos das Lojas Isnard? O nome deles é Sr. João Batista Isnard e Sr. José Villac. Trabalhei nessa empresa quando eu tinha meus 17 anos, e tinha muito carinho pelos donos das Lojas Isnard, eles eram católicos demais, e sempre ajudavam aos pobres.

    Reply
  • efernando h crovato pedrosa 21/04/2014 at 23:29

    Douglas obrigado por me atualizar sempre,.

    Reply
  • Cesar 25/06/2014 at 17:24

    Fantastico trabalho de pesquisa e preservação da memoria de noss cidade. Parabens e Sucesso sempre!

    Reply
  • jose carlos 10/07/2014 at 19:19

    Amei suas pesquisas sobre São Paulo.Estou encantado.Parabéns.

    Reply
  • iracema silva 13/07/2014 at 17:15

    ACHO TBM QUE NOSSOS JOVENS DEVERIAM SABER O QUE FORAM ESTES HOMENS MUITO IMPORTANTES PARA NOSSO PAIS. ADOREI E ESPERO A SEQUENCIA….. PARABENS.

    Reply
  • Cassio 14/07/2014 at 20:25

    Espetacular o trabalho. A participação de tantos amigos, aprovando e sugerindo novas materias ou mesmo outras personalidades não citadas demonstra que nosso povo tem memória, o que nos falta é um leve empurrão para que aflore. Vou continuar seguindo com certeza, Parabens

    Reply
  • JORGE ROBERTO COELHO FERREIRA 18/07/2014 at 21:55

    DESDE JOVEM SEMPRE VISITAVA O CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO. FIQUEI FELIZ EM VER NA RELAÇÃO OS TÚMULOS DE MILITÃO AUGUSTO DE AZEVEDO E CELSO GARCIA. NUNCA ME OCORREU PROCURÁ-LOS LÁ. PARABENS !!!!

    Reply
  • Douglas Cavalcante 17/08/2014 at 19:13

    Estou encantado com o site! Parabéns pela excelente matéria.

    Reply
  • Cláudio Sergio Contro 18/08/2014 at 12:43

    Reportagem maravilhosa, parabéns pela aula de história, já estou esperando a próxima.

    Reply
  • duni 13/09/2014 at 09:46

    muito boa materia

    Reply
  • LUIZ GALVÃO IDELBRANDO 20/09/2014 at 08:01

    Quando a internet é utilizada para trabalhos de tão rica importância, vale apena lembrar que seus idealizadores foram pessoas iluminadas, mas não fugindo do tema, parabéns pela aula de história da nossa belíssima capital, tão maltratada pelo políticos seja de quais partidos sejam. Parabéns!!!!!

    Reply
  • José Roberto 25/09/2014 at 18:21

    Aos admiradores da arte e do Cemitério da Consolação, gostaria de fazer uma denúncia: Recentemente o cemitério está sendo verdadeiramente depredado. Estão sendo furtados inúmeros portões e plaquetas de bronze, adornos e estátuas, sem considerar que o cemitério está em estado de verdadeiro abandono. Convido todos a darem uma volta pelo cemitério e verão que não se caminha 10 metros sem ver um jazigo arrombado. Onde estão as autoridades? Onde está o Prefeito? Onde estão a Superintendente do Serviço Funerário? Onde está o Ministério Público e o Condephaat? É um absurdo o que está acontecendo sem que ninguém tome uma providência. Uma Cidade ou um País que não tem respeito e não preserva sua história não é nada. Fica aqui meu apelo. SOS Cemitério da Consolação!!!

    Reply
  • Paulo 23/10/2014 at 12:28

    Gostaria de saber onde foi enterrado Matteo Bei, Fabio Bei, Nestor de Barros. Felisberto Fernades da Silva.

    Reply
  • Horst Wolff 15/01/2015 at 14:23

    Sou fan de carteirinha das antigas ferrovias paulistas, mas tambem curto muito as histórias da cidade de Sao Paulo antiga. Parabens pelo exaustivo trabalho de pesquisa.

    Reply
  • Giovanna Sapienza 19/05/2015 at 12:48

    Pessoal parabéns pelo trabalho… Muito legal mesmo

    Reply
  • Véra Lucia Rodrigues Bäurich Fonseca 15/07/2015 at 19:20

    Excelente matéria; querido Douglas, Você demonstra pesquisa profunda\, interesse e muito amor ao trabalho. (O que não ocorre com os políticos, prefeitos, etc) Deixemos para lá.. Douglas, vc é maravilhoso; Deus o abençoe sempre. Também concordo com o Horst Wolff que curte as ferrovias paulistas. Eu tenho amor maior à Estrada de Ferro Sorocabana, em todos os cam inhos por onde ela passou, mas, de preferência à Cantareira, onde meu pai trabalhou com o ferroviário, levando a telefonia para Guarulhos. E por falar nele, meu pai faleceu aos 98 anos de idade no ano passado – 16/06/2014, lúcido e conhecedor da cidade de São Paulo – Waldemar Arthur Bäurich, deixando um legado de trabalho, honra e satisfação em tudo que fazia. Quem sabe aparecem pessoas de seu e de nosso tempo!!!???. Estarei aguardando. Morei dentro da Estação de Santana, casa 4. Nossa brincadeira era com os amigos dentro da estação, com a corrida nos trilhos e pular dormentos!!Bons tempos!!! e lembro-me de irmos, eu, minha irmã, minha mãe à cidade, pagar os carnês da Pirani e do Mappin!!! Era só festa, porque se o dinheiro desse, iríamos comprar secos e molhados do Empório Argencio, na Sé!!!??? Estamos à disposição…Tomara que apareçam pessoas da época bela!!!! Beijos à todos. Vera Lucia F.

    Reply
  • janedarcke 15/07/2015 at 23:34

    Vera Lucia, vc é uma privilegiada…. por vários motivos…
    Quanto ao seu pai, não o conheci, mas aceite meu respeito, meu carinho. Um caminho de Paz para ele, em sua nova Jornada.

    Mappin, Pirani, Mesbla, Sears, Shopping Iguatemi… Assunto para a página São Paulo Antiga.

    Pirani… quando do trágico incêndio do Ed. Andraus, no começo dos anos 70, eu estava lá perto, pois meu tio era dono do “Restaurante do Papai”, na Pça. Julio Mesquita. Por consequências advindas desse triste incêndio, o restaurante fechou as portas uns dois anos depois… Que dia…. Meu Deus…. adoraria esquecer, mas não consigo.

    Argenzio resistiu bravamente por mais tempo. Hoje sei que há uma Usina de beneficiamento de leite Argenzio em Casa Branca, interior de São Paulo, no meio do caminho de quem vai para Poços de Caldas, mas nunca mais vi lojas Argenzio em São Paulo.

    E falando em cemitérios, já que o assunto é esse, eu lembro dos sepultamentos à la Don Vito Corleone, cortejos chiquetésimos e longos, nos Cemitérios Araçá, Consolação e São Paulo. Eram um acontecimento! Nós (os pobres) íamos só pra ver os figurinos daquela gente “Granfa”, como coisa natural… crianças neh!…

    E a malha ferrovária como um todo, do norte ao Sul do país…. que tristeza…. O Barão de Mauá deve estar revirando seu pó no túmulo até hoje, coitado…. e nós também, de certa forma, pois por petróleo e industrias de caminhões, deixamos apodrecer -literalmente- o (talvez) maior patrimônio desta Terra de Santa Cruz… Tanto ferro, aço, mão de obra, engenharia, tecnologia, temos tudo! E não temos quase nada…
    Abraços, querida. Obrigada…

    Reply
  • Orlanda Maria Grespan de Faria 28/07/2015 at 13:36

    Parabéns Douglas, fico extasiada com a beleza de seu trabalho, pois sou historiadora, e seu trabalho me fascina, obrigada por ter essa sensibilidade de olhar para o passado com tanto carinho, adoro seu trabalho,se me permite, e fique com Deus.

    Um abraço

    Reply
  • Roberto Popper 29/07/2015 at 22:30

    29/07/2015-O Cemiterio da Consolacao e muito Bonito.Eu nunca fui passear la dentro.La tem muitas pessoas famosas que estao descansando em Paz. Jesus Cristo esta cuidando deles.A minha mae tambem Faleceu.Ela esta no Cemiterio Redentor na esquina da Rua Cardeal Arcoverde.Fica la perto da Av. Dr.Arnaldo.O Cemiterio Redentor tambem e bonito para passear por la.Eu ainda quero fazer um passeio no Cemiterio Consolacao.Quando eu estiver em S.Paulo.OK? Minha mae faleceu com 96 anos de Idade O aniversario dela e 19 de Abril.Deus esta cuidando de todos que estao no Cemiterio tanto da Consolacao e do Redentor que e um Cemiterio dos Protestantes.Deus proteja todos esses que estao descansando em Paz.Desejo tudo de bom a voces todos.Lembrancas Roberto.

    Reply
    • Jane Darckê Avelar 31/07/2015 at 18:03

      É, Roberto….. essa gente de abril costuma ser longeva mesmo! Minha mãe era de 10 de abril e se foi, em 2012 aos 94 anos…
      Está sepultada ali do lado, no Cem São Paulo.
      O Redentor, por incrivel que pareça, nunca entrei. Mas vou seguir sua dica. Vou conhecer. Obrigada!

      Reply
  • Marilena Cardoso de Almeida 02/08/2015 at 21:24

    Douglas Nascimento,quero parabeniza-lo pelo magnifico trabalho de pesquisa arquitetônica e historica sobre a nossa querida cidadeQualquer diia vou sugerir à voce, se me permite, uma pesquisa sobre um casarão que ainda está em pé e onde tive oprivilegiode nascer.Há setenta anos atras,funcionou um hotel de meu avô, Paulo Silveira de Lara.Localização : esquina Duque de Caxias com Sta. Efigênia.Hoje, ja teve demolifa metade daantiga construção,abrigamdo lojas de calçados Um grande abraço,Marilena.

    Reply
  • Adriano Luiz Diniz Oliveira 16/08/2015 at 01:40

    Parabéns a todos pelo interesse histórico e humano!… pelas “histórias” compartilhadas! nos comentários,
    só lamento não termos alguém similar a este nobre pesquisador também aqui em MInas Gerais!. Ao contrário da maioria aprecio cemitérios (já visitei ate o da Recoleta em Buenos Aires) não apenas pelo contexto arquitetônico e nostálgico, mormente, por saber que neles jazem pessoas que amamos (gênero), amaram, foram amadas, odiaram e foram odiadas, enfim!… que exerceram, sob todos os aspectos da vida sua humanidade (com suas virtudes e desvirtudes), sob à égide da eterna dicotomia entre o “bem” e o “mal”, todas, que de alguma forma (menos ou mais) impactaram nas vidas de tantas outras pessoas, sob vários nuances da sociedade, as quais (ações e legados) ainda reverberam em nossas vidas até os dias de hoje!… quer pelas saudosas lembranças dos entes queridos, quer por seus incontáveis legados em sentido amplo da palavra; Os cemitérios são prova inconteste de nossa mortalidade que nos conduzem a uma introspecção acerca das nossas prioridades em vida, que tipo de legado e, sobretudo, sentimentos provocaremos nas pessoas quando de nossa transição/partida!…

    Continuem assim (todos que postaram seus comentários)!… É por isso que tanto admiro São Paulo, suas histórias e, sobretudo, sua gente!…
    A propósito adorei passear no cemitério da Consoloção aí em SP (já fui umas 3 vezes), pena que não exista nenhum similar aqui em Belo Horizonte; fiquei admirado com a imponência do túmulo do Comendador Matarazzo,,o qual pode ser avistado de longe, mas o túmulo que mais apreciei, no qual parei para elevar minha oração foi o do estimado Monteiro Lobato, na minha infância não perdia nenhum capítulo do Sítio do Pica Pau Amarelo!… que obra fantástica!.. dentre tantas outras voltadas a melhor fase de nossas vidas, a Infância onde nos damos ao luxo de viver num mundo paralelo!…
    Por fim, estou revendo a reprise da mini-série “a Muralha” de homônimo título publicado em obra literária, no canal fechado Viva, (é ótima!…) conta a História embrionária da então Vila de Piratininga de São Paulo, no idos de 1600 (Brasil ainda era capitania hereditária), com ênfase no marco zero da igreja dos Jesuítas daí de SP (onde adorei passear) e, notadamente, a história dos bandeirantes (desbravadores do interior do Brasil) atrozes algozes das nações indiginas Brasil afora, a qual, em parte, nos elucida porque o Brasil é o que é!… .

    Reply
  • MARIA P.B.PERRONI CUCATTI 03/11/2015 at 16:49

    Parabéns pelo seu trabalho pois poucos são os que se dedicam a nos mostrar uma
    São Paulo antiga.

    Reply
  • Roney L Monteiro de Toledo 14/11/2015 at 21:30

    Boa noite. você saberia dizer se os dados das pessoas enterradas no cemitério da consolação estão disponíveis on line para consultas ?
    Obrigado

    Reply
    • Douglas Nascimento 15/11/2015 at 11:37

      Não estão. É preciso ir até o local com dados do falecido (data de falecimento, nome completo etc)

      Reply
    • Luis Luévano 06/03/2016 at 13:35

      Embora foi um cemitério municipal por muitos anos, os túmulos são das famílias que “compraram” o sitio do túmulo, por tanto, só nos registros do cemitério podem dar essa informação…. é particular…..

      Reply
  • Fatima Noronha 17/12/2015 at 23:03

    Gostei muito desta matéria, mas gostaria que tivesse sido catalogado a fotografia do túmulo do Dr. Francisco Franco da Rocha,pois eu quero muito visitá-lo.

    Reply
  • FRANCISCO ABRÃO ABDALLA 22/01/2016 at 13:59

    TEM 13 ANOS QUE Ñ VOU AO C.DA CONSOLAÇÃO,MAS CONHEÇO TODOS ESSES TÚMULOS,POIS TODOS OS DOMINGOS,PELA MANHA EU FREQUENTAVA AI, LEVAVA FLORES,VELAS …SE DIVULGAR OUTROS ME MANDE PELO FACE. ESTOU FORA DE SÃO PAULO 12 ANOS.

    Reply
  • Monica kaneshiro 23/01/2016 at 13:49

    Sou mineira e sempre gostei de visitar cemitérios mesmo que não haja túmulos ilustres somente pra ler lápides e imaginar suas vidas.Já fui chamada de tétrica mas , não sei o que me encanta nisso e ver essa pesquisa eu fiquei encantada . Parabéns .

    Reply
  • Paulo Niunes 24/01/2016 at 01:59

    amei a pesquisa, parabéns Douglas. Conheci esse Cemitério qdo morei em SP a 20 anos atrás. fui acompanhar um fotógrafo amigo, e lembro que saíram fotos incríveis tudo em p/b. Inesquecível. abraço.!

    Reply
  • Osvaldo Gonçalves de Camargo 25/01/2016 at 08:10

    Douglas, sempre estou ler as tuas publicações, estou a procura do tumulo de José Ortiz de Camargo, primeiro da família Camargo a vir para o Brasil, que faleceu aproximadamente em 1610 em São Paulo, tinha o apelido de Jusepe de Camargo. Pois estou fazendo a arvore de Genealogia desta familia, principalmente dos que vieram para Itapeva SP e depois para o Rio Grande do Sul em 1851. Abraços. Osvaldo Gonçalves de Camargo – Manga.

    Reply
    • Douglas Nascimento 25/01/2016 at 09:43

      Olá Osvaldo como vai ? O ano de 1610 é muito distante, em uma época que nenhum dos atuais cemitérios paulistanos existiam e também não havia um controle eficiente dos óbitos.
      O óbito pode – talvez – estar disponível no acervo da câmara municipal de São Paulo. Abraços

      Reply
  • Luis Luévano 06/03/2016 at 13:29

    E o tumulo do ex-presidente Washington Luiz? Grande parte do que agora é Sampa é por ele, e agora ninguém lembra…. só se vc morar perto do Congonhas “tal vez” ache conhecido esse nome…..

    Reply
    • Douglas Nascimento 06/03/2016 at 16:06

      A matéria aborda 12 túmulos, mas evidente que tem muito mais gente importante por lá. Eu particularmente costumo sempre visitar o túmulo de Washington Luis que, merecia melhor atenção das autoridades.

      Reply
  • Maria Inês 15/03/2016 at 00:36

    Legal hein Douglas, está matéria, é de muitos anos atrás, e pelo jeito vai eternizar, trabalho em Jacareí, mas moro em SJCampos, um dia destes estava no meu horário de almoço, e fui até o cemitério do Avareí, em Jacareí e vi um túmulo que prestava homenagem a 03 soldados da guerra de 32, achei interessante, túmulo com soldado em pé e aos seus pés um escudo e um capacete, que deveria ser daquela época, realmente alguns cemitérios são verdadeiros museus a céu aberto, parabéns pela matéria.

    Reply
  • Thomaz (@thalbornoz) 29/08/2016 at 14:28

    Bela matéria. Parabéns.

    Reply
  • Ocimar 02/05/2017 at 00:10

    Parabéns pela matéria Douglas!

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  • SUSAN IANNACE 21/06/2017 at 23:10

    EXCELENTE REPORTAGEM DOUGLAS EU TENHO DOCUMENTOS DA EXTINTA FÁBRICA DE CIGARROS SUDAN, O MEU PAI TRABALHOU POR MUITOS ANOS NELA, VOCE SABE PORQUÊ SE CHAMAVA SUDAN, ERA A ABREVIAÇÃO DE SEU NOME SÁBADO UMBERTO D´ANGELO E ELE TINHA UMA CASA ONDE É HOJE A PRAÇA ALMEIDA JR. NO BAIRRO DA LIBERDADE, SE QUISER CONVERSAR MAIS SOBRE ISTO ENTRE EM CONTATO COMIGO, MEU NOME É SUSAN IANNACE FONE 11-99970-1028, ABRAÇOS.

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