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A História da Musa Impassível

Comments (17)
  1. Peterson Henrique Freitas disse:

    Muito interessante! Já tinha visto essa escultura na Pinacoteca e tinha achado linda. E que bom que deixaram uma replica em bronze no lugar pro tumulo não ficar vazio.

  2. VALERIA FULP disse:

    Estoria interessante.
    Os cemiterios estao cheios de obras de arte que atualmente nao se fazem mais.

  3. Paulo Cesar disse:

    Muito interessante!Parabéns pela pesquisa e obrigado por disponibiliza-la!

  4. ricardo ribeiro disse:

    aplausos, aplausos e mais aplausos por tudo,por Francisca Julia mais o artista idealisador da peça e o transplante de local valeu coisas de 1} mundo

  5. Sergio Godinho disse:

    Uma história interessantíssima,um texto limpo,didático,marmóreo,completo,perpétuo.Obra prima ganhando outro espaço, mãos de gênio escultor dos mais renomados , representando uma poetisa que falece vivendo um grande amor em meio a um grande círculo de amigos, alguns deles poetas conhecidos ,Martins Fontes,Menotti del Pichia …

  6. Edson Borg disse:

    A história se complementa com o lançamento do primeiro livro de Chico Xavier : ” Parnaso de Além Túmulo”, onde a poetisa e escritora reaparece em um belissimo e altivo texto psicografado pelo famoso médium.

  7. Claudio Moreira disse:

    Excelente matéria ! Gostei bastante.

  8. Sandra disse:

    O curioso é que li a sua matéria na quinta-feira e no sábado eu fui à Pinacoteca. Quando passei em frente à Musa Impassível não pude deixar de lembrar a história de Francisca Júlia. Conhecer o contexto das obras e sua história enriquece o nosso olhar sobre elas. Parabéns pelo site!

  9. Melissa disse:

    Matéria muito interessante…e q maravilha darem a devida atenção a belíssima obra…ainda há esperança…

  10. Monica Fontes disse:

    Sempre gostei muito dessa escultura. Na primeira vez que fui na Pinacoteca, fiquei uma meia hora só a observando, achei ela hipnótica! rs

  11. dimi coletta disse:

    Sempre admirei as obras de Victor Brecheret, e ao ler essa estória, juntamente com o da Poetisa Francisca Júlia, aplaudo a atitude do governo do Estado e a Pinacoteca por ter preservado essa estória maravilhosa e aproveitar para reiterar que continuem fazendo sempre esse maravilhoso trabalho que é o da preservação de nossas obras de arte, buscando, restaurando e salvando belas obras, ressuscitando coisas esquecidas e trazendo até perto da gente, pois ainda é tempo!! obrigado.

  12. Crstiane disse:

    Pessoal, admiro a atenção e responsabilidade de preservar a obra, mas infelizmente eu acredito que não se pensou de uma forma mais adequada em conservar a história. Eu penso que essas coisas estão sendo tratadas de forma unilateral. Conforme o texto, sobre que não há como desvincular a obra da poetisa, eu discordo. Com a retirada da escultura, e mesmo colocando a cópia, foi feita uma quebra na história das duas. Se os cemitérios tem visitação, eu acredito na divulgação para que as pessoas visitem o local de história original. Se a escultura estava sofrendo com o tipo da qualidade do meio ambiente da cidade, então era necessário adequar a conservação da obra ao local original dela. Digamos o seguinte, se a obra do Cristo Redentor tiver sofrendo com erosões e impactos climáticos, será retirado do Corcovado e será colocado no lugar uma réplica? Por isso, acho questionável essa remoção!

    1. Cristiane,

      Um dos motivos da remoção é que a estátua ia ser vendida para particulares.
      Foi uma decisão acertada removê-la pois evitou-se que a contemplação da obra fosse perdida, seja no cemitério ou na galeria.
      Infelizmente não há uma política de proteção de obras artísticas nas necrópoles paulistanas.

      1. Eduardo disse:

        Douglas, Sou bisneto de Francisca Júlia e soube da intenção de ser vendida esta obra histórica e patrimônio da cidade. Mas com certeza esta não seria concretizada, pois além da parte da família que mora no Rio de Janeiro sempre discordarmos sobre a venda, a estátua foi paga com dinheiro público, então é patrimônio do estado de São Paulo. Não tenho contato com o resto da família, que mora em São Paulo. Minha avó Flora que era filha da Francisca Júlia nunca quis ter contato com os irmãos e pode ser que eu nunca saiba o por quê, já que minha avó faleceu em 2000. A única notícia que tivemos dessa família em São Paulo, pelo que me lembre era para darmos o nosso alvará para vender a estátua. Mas este sempre foi um pedido negado. Queriam vender e obter algum lucro com a obra de Victor Brecheret. Pensávamos que poderiam concretizar a venda sem nosso consentimento pois minha parte da família nunca fomos de averiguar a situação do túmulo de Francisca Júlia, já que todos moramos no Rio. Agradeço a filha do escultor Victor Brecheret, Sandra Brecheret que encontrou a estátua antes de alguma venda ilegal e assim dar início ao restauro e a remoção. Depois deste episódio, a parte da família de São Paulo, resolveram fazer pose assinando o termo de concessão, como se tivesse contribuindo com a história da cidade e a mudança para a Pinacoteca. Lembro que minha avó tinha mandava lavar a estátua, pois ela estava muito suja. Acredito que ela era contra a remoção da estátua. Sinceramente desconhecíamos sobre a remoção e descobri uns anos atrás. Pessoalmente aprovei, pois a chuva ácida da cidade estava desgastando a estátua, mesmo esta ser feita de mármore Carrara. Indo para a Pinacoteca contribui para a resgate da memória e história da minha bisavó para São Paulo.

  13. Carol Bigai disse:

    mto bom, parabéns 🙂

  14. Simone Vieira disse:

    Olá gostaria de saber Se você tem notícias de onde está arquivado o discurso proferido por ela em 1908 na câmara municipal de Itu?

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