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A história das Polacas

Comments (11)
  1. Sandro Lopes disse:

    Que historia, uma pena cair no esquecimento. Eu acho que deveriam existir totens em alguns lugares da nossa São Saulo nos lembrando do que já ocorreu naquelas localidades, sei que é inviável devido a nossa “cultura” de vandalismo mas acho que todos temos o dever de saber o que ocorreu no passado e valorizar a nossa historia!

  2. Gilmar Santana disse:

    Qual seria o local hoje do cemitério que ficava na região do Convento da Luz?

    1. Nas proximidades da rua São Caetano, em breve faremos uma matéria sobre este cemitério.

      1. Gilmar Santana disse:

        Obrigado! 🙂

  3. Antonio Morales disse:

    Como sabemos pouco de nós mesmos, como falta darmos valor à história. Ao ver jornais em qualquer mídia o destaque são fofocas envolvendo pseudo celebridades, violência e corrupção. E por falar em mídia, a notícia do do recorte de jornal sobre os membros da Zwi Migdal no Brasil é simples e direta creio eu e seria impossível hoje em dia ser publicada assim devido ao politicamente correto

  4. Daniel Pardo disse:

    Então essa pode ser uma das primeiras associações de mulheres que se tem registro??

  5. Paulo Clístenes Vieira da Silva disse:

    Com acontecimentos nem sempre favoráveis geralmente ocorridos em sociedades beneficentes, de certa forma contribuem para o desaparecimento de episódios e testemunhos físicos da história da cidade.

  6. Emerson de Faria disse:

    Mais um capítulo interessante da nossa história que eu desconhecia. E vale ressaltar que o Brasil tornou-se um polo de atração para imigrantes apenas quando os EUA praticamente fecharam suas fronteiras, quando achavam que tinham população em número suficiente para o tamanho do seu território.

  7. Celso Teixeira disse:

    Conheci o Cemitério Israelita do Chora Menino. Sempre tive muita curiosidade de entrar nele apesar de seu aspecto sombrio e abandonado. Minha avó portuguesa, com quem ia regularmente ao cemitério cristão, jamais aceitou minhas ideias de visitar aquele local. Era mesmo impossível, já que a entrada que dava acesso a ele pelo outro cemitério estava sempre fechada. Desde que me lembre, o Mikvá sempre teve aquela mesma aparência sinistra e carcomida pelo tempo quando visto pelo portão da entrada oficial do cemitério, na Rua dos Portugueses. Achava que era uma igreja, algum local de culto e preparo funerário. Mas não havia cruz naquele domo, apenas uma estrela enferrujada que para mim representava um enigma. Não havia judeus naquele bairro, nada nem ninguém que informasse por que aquele lugar existia justamente ali. Mas algumas tardes, após as aulas no Externato Consolata, quando eu já tinha bem uns onze anos, tomado de coragem entrava sozinho no cemitério como quem adentrava um lugar de mistérios. Encontrei lápides caídas, caminhos irregulares cobertos pelo mato que crescia e o interior do Mikvá completamente imundo, com um cheiro forte de urina, fezes pelo chão e pombos que ali acharam abrigo em alguns nichos. As letras hebraicas nas lápides me intrigaram particularmente. Lembro-me de copiar algumas delas nos meus cadernos. Procurei anos por uma foto desse lugar. Há pouco tempo, já morando em Israel, comecei a pesquisar algum material disponível sobre o Cemitério Israelita e soube então da estória das polacas. Hoje encontro essa imagem icônica do Mikvá, algo que aguçou a curiosidade de toda minha infância. Algum dia preciso escrever uma estória sobre ele…

    1. Celso, acabo de ler seu relato. Também me envolvi muito nesta história, tenho algumas fotografias que poderia te mostrar. Gostaria muito de saber mais sobre as suas impressões. Segue aqui meu email caso queira entrar em contato comigo: paulajano@gmail.com

  8. Jorge Roberto Coelho Ferreira disse:

    Caro Celso. Você porventura foi seminarista ?. Estudou no Verbo Divino em Araraquara ? Pergunto isso pois lá tive um colega com este mesmo nome e que morava justamente na região referida.

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