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Antarctica Paulista

Anos 1930 – Frota de caminhões da Antarctica diante da fábrica (clique para ampliar).

Texto: Elizabeth Florido

Crédito das fotografias – Atuais : Douglas Nascimento / Antigas: Acervo Histórico – São Paulo Antiga

Pinguins na Mooca: Uma fórmula de sucesso

Nascida “Antarctica Paulista – Fábrica de Gelo e Cervejaria”, em 1888, na Água Branca, local aonde já funcionava um abatedouro de suínos chamado “Antarctica”, a fábrica de cervejas, primeira no gênero no país, tornou-se o que os publicitários costumam chamar de case de sucesso, pois já integra o imaginário coletivo das pessoas com seus produtos.

A Antarctica teve seu primeiro anúncio publicado no então jornal “A Província de São Paulo”, atual Estado de São Paulo, em 13 de março de 1889: “Cerveja Antarctica em garrafa e em barril – encontra-se à venda no depósito da fábrica à Rua Boa Vista, 50”. Sob a perspectiva do contexto histórico, o Brasil passou da fase colonial para a República, em 1889. Nesta época, o Brasil efetivamente iniciava seu processo de industrialização. Era, também, o período de forte onda imigratória, que trazia para o país mão de obra para a lavoura, mas também para as nascentes indústrias de São Paulo. O decreto n. 164 de 17 de janeiro de 1890 regulamentou e deu novas liberdades à existência das Sociedades Anônimas. Então no dia 9 de fevereiro de 1891 foi oficialmente fundada a “Companhia Antarctica Paulista” como sociedade anônima, com 61 acionistas, dentre os quais, João Carlos Antonio Zerrenner, alemão, e Adam Ditrik Von Bülow, dinamarquês, ambos naturalizados brasileiros e proprietários da empresa Zerrenner, Bülow e Cia., exportadora e corretora de café. Eles importaram equipamentos da Alemanha para modernizar a produção de cerveja e os financiaram para a Antarctica.

Antiga publicidade da Antarctica (clique para ampliar).

E foi justamente com a fundação da Companhia Antarctica Paulista, em 1891, e da Fábrica de Cerveja Bavária, em 1892, que se marca o início da produção de cerveja em larga escala na cidade, e o fim de pequenos estabelecimentos voltados a esse tipo de atividade.

Primeiramente dirigida por Louis Bücher, que já possuía uma micro cervejaria desde 1868, a produção inicial da primeira cervejaria na Água Branca foi muito pequena, de 1.000 a 1.500 litros diários, passando em seguida para 6.000 mil.

Sobre o nome Antarctica, interessante citar que o primeiro logo feito para reproduzir a decantada cerveja trazia dois ursos brancos polares sobre um campo de gelo, supostos habitantes do continente antártico, a Antártica (na marca, grafada como Antarctica). Mas por não haver ursos no pólo sul, o símbolo logo mudou para os dois pingüins sobre um campo de gelo, e que prevalece até hoje.

Bavária na Mooca

A empresa passou por sérios problemas financeiros, devido à desvalorização da moeda na época (era 1893), mas conseguiu sobreviver graças aos dois acionistas já citados, Zerrener e Bülow. A empresa passa a focar na fabricação de cerveja e refrigerantes. A partir de então recuperou-se e passou a crescer rapidamente, sendo que em 1904 adquire o controle acionário da Cervejaria Bavária, na Mooca, que pertencia a Henrique Stupakoff & Cia. Com capital alemão e brasileiro, dividido meio a meio, e maquinários vindos da Suíça e da Alemanha, ali se produziam as seguintes qualidades de cerveja: Pilsen, Munchen e Export, que eram vendidas em barris ou em garrafas. Neste local, em 1920, passou a se situar a sede do Grupo Antarctica, direto da Água Branca para a Mooca, na Av. Presidente Wilson, antes conhecida por Alameda Bavária, na época ainda um subúrbio do Brás.

A fábrica funcionando a todo vapor (clique para ampliar).

Para quem gosta de curiosidades, foi em 1921 que a Antarctica vendeu a antiga propriedade para o então “Palestra Itália”, hoje Palmeiras. É por essa razão que o local é conhecido como Parque Antarctica.

Para se ter noção da importância do local que um dia abrigou a maior companhia cervejeira do país, foi ali, nos idos dos anos 1910-1920, que surgiram dois outros grandes produtos de projeção mundial: a soda limonada em 1912, e o Guaraná Antarctica em 1920.

Vista parcial da fábrica em 1924 (clique para ampliar).

Se levarmos em conta a relevância da criação desses produtos para a economia do país, afora as passagens históricas que a fábrica acompanhou, como a quase tentativa de intervenção pelo governo Getúlio Vargas, pelo fato de haver ali capital alemão, já justifica a necessidade de tombamento desse imóvel que representa o período áureo da indústria paulistana.

Registro do que restou

Interessante notar como se tem a impressão de que a fábrica e seus vários departamentos agora desativados, parecem ter sido esvaziados meio que às pressas, pois durante o passeio fotográfico, foi possível vislumbrar pelas janelas de vidros quebrados, divisórias de seções, com suas respectivas placas indicativas, geladeira, algum mobiliário bem desarranjado, prateleiras vazias afastadas da parede, e outras peculiaridades como o nome da companhia feito com ladrilho colorido, e até mesmo a entrada do portão que dava acesso ao administrativo da fábrica, com dois grandes pingüins encimesmados, só faltando mesmo um elemento principal para dar vida ao local: gente. Gente que há um bom tempo deixou de ali trabalhar, gente que por ser de fábrica, dizem os antigos, sabiam como ninguém comemorar a saideira do trabalho ao término do expediente, geralmente transportado para o boteco da esquina, ou para o grêmio, aonde se podia jogar, confabular, ou simplesmente estar entre os seus num momento de descontração. O da Antarctica chamava-se ARCA – Associação Recreativa e Cultural Antarctica.

Infelizmente, do ponto de vista econômico, mas muito mais afetivo, de nossa memória, “perdemos” a Antarctica na Mooca, para a cidade de Jaguariúna, interior paulista, e para outras partes do Estado e do país. Ela se internacionalizou, virou Ambev junto com a Brahma, em 1999, e até hoje não deu um destino certo ao seu antigo endereço. Tanto que essa área industrial é tida como obsoleta e ociosa em São Paulo, alvo certo dos especuladores imobiliários.

Por isso fiz o convite ao site São Paulo Abandonada, que faz um trabalho muito interessante, diria até mesmo investigativo, sobre o patrimônio histórico, artístico, arquitetônico, e por que não dizer, afetivo da nossa cidade, com registros inéditos sobre monumentos, prédios, casas, terrenos, para que também registrasse mais uma jóia rara, ligada ao nosso patrimônio industrial que, esperamos, seja reconhecida como tal e dada a ela um destino digno de toda sua história que já faz parte da memória afetiva dos moradores da Mooca e da cidade de São Paulo.

Veja fotos atuais da Antarctica Paulista (clique na imagem para ampliar):

Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento

Confira a fábrica através do mapa:

Visualizar São Paulo Antiga em um mapa maior

179 Comentarios

  1. Vinicius Campoi says:

    Douglas, a Antarctica é responsável por um enorme crime contra o patrimonio paulistano, que foi a demolição de sua vila operária. Ela fazia parte do complexo fabril da Presidente Wilson e ficava próximo a esquina da rua da Mooca. Que eu me lembre as casas estavam bem preservadas e originais. Subindo o viaduto da Rua da Mooca, ainda é possível ver o traçado das ruas da vila, transformada em estacionamento. Nota ZERO para Antarctica!

    • Abilio Luis Tonet says:

      Fico satisfeito em saber que nao sou o unico a se lembrar! Sao vinte e cinco anos que vivo fora do Brasil
      e cada vez que retorno, de cima do viaduto eu vejo con enorme tristeza um mundo que desapareceu. Naquela “vilinha da Antarctica” vivi minha infancia e adolescencia e so sobraram as tres arvores centrais, aonde se reunia a garotada e que hoje, a causa do muro, em nem posso meaproximar. Seria bom evitar de destruir a memoria para poder transmitir algo no futuro.

      • José Carlos Sevilhano Mendes says:

        Que mundo pequeno “Bilinho”. Fui seu vizinho durante anos. Voce morava na casa 11 e eu “Nene” na casa 12. Acredito que voce tenha se tornado cantor. Puxa que saudades, que tempo ótimo. E ter que ouvir em responsabilidade social nos dias de hoje é uma verdadeira bravata. Naquele tempo existia uma Fundação chamada de Antonio e Helena Zerrener. Aos que acham que conhecem alguma coisa de responsabilidade social pesquisem essa época. Grande abraço meus amigos da Mooca.

        • Carlos Monteiro says:

          Grande Nenê, aqui é o Carlinhos, neto da Dona Pina e grande amigo do Ricardo Bertagnon e Paulinho. Espero que esteja tudo bem contigo, teus pais e irmão.

          Grande abraço e saudades do coração da Vila.

        • Eduardo Britto says:

          Falando na Fundação Antonio e Helena Zerrener, ela mantinha um clube imenso, com campo de futebol, piscina semi-olímpica, um prédio enorme, no bairro do Tremembé. Eu amava aquela área, pensando que podia ser usada… nada disso, virou um condomínio horizontal. Não longe dali, na rua Pedro, essa fundação mantém fechada há anos um casarão gigantesco, muito bonito,tem até uma pequena capela na frente. Só não foi derrubada ainda porque o zoneamento ali é mais complicado…

        • Ricardo Bertagnon says:

          Fala Nenê, tudo bem? Manda notícias (email/tel). Vamos atualizar as conversas. Veja como são as coisas, não perdi contato nunca com o Carlinhos, o Paulino infelizmente nos deixou há anos (me reuni com a família dele há 5 anos em Curitiba), o Marcinho mora aqui na Camé e outro dia encontrei o Paulinho Gianocca (irmão da Aninha) tá lembrando? Eternos casalsinho de noivos da quadrilha da ARCA. Meu caro temos histórias… Sem falar do Oswaldo Cruz e do Estadual da Mooca! anota meu email: ricardo@operamarketing.com.br. E o Jr, sua mãe, seu pai…me atualize?

          • Tiago Gil says:

            Ricardinho, naquele coração enorme que tinha, guardou com toda a certeza a sua amizade e de tantos outros da vila. O homem que me tornei e meu irmão Felipe também, tem muito do que vocês foram e são ….. a vida não pára e antes de ir embora em 1991, Paulino Gil me ensinou que o que levamos da vida é só o que fica gravado no coração, o resto é bobagem ! Um abraço fraterno do seu irmão-afilhado, Tiago Gil. (gilcnd@gmail.com).

        • Um colega de sala da ETWB, o Wladimir (o Mi) morava na vilinha … não duvido nada que a Brahma acabe demolindo tudo…

      • Barone says:

        E ai Bilinho é o luiz Barone, como esta ai na Italia bom saber que as pessoas que trabalharam nesta grande empresa ainda sentem falta de tudo isso. Realmente é muito triste recordar desta maneira dos grandes tempos da Antarctica. O que é mais triste é que as pessoas que realmente acabaram com tudo isto são vistas hoje como grandes heróis Vitório (Ali baba chefe dos ladrões) Ze de Maio e o resto da corja, acho que o Sr. Walter Belian e D.Erna dão voltas no caixão até hoje. entre em contato. (luizbarone@uol.com.br)

        • Nelson Franco says:

          Barone, é o Nelson do SAT, éramos felizes e sabíamos, talvez a felicidade de muitos, gerava a tristeza de um, que neste caso venceu a maioria.
          Um grande abraço, que certamente lhe é enviado também pelo Cilas.

        • Esperança Annunciato Biondi says:

          Realmente uma pena, também acredito que a D. Erna se revire no caixão até hj…e com razão…em pensar que essas pessoas foram colocadas lá por eles e acabaram com tudo.

      • Jaime Roberto de Souza says:

        Abílio? Não acredito! Você? Que coincidência! Seu padrinho desnaturado! Lembra-se de mim? O Mickey! Vulgo Jaime! Estudamos juntos na ETA, ou melhor, Walter Belian. Além de termos convivido no TUPI, festa de San Gennaro. Já são, imagino, quase 40 anos de festa. Enfim… Eu estava pesquisando sobre a Antarctica e sobre a Fundação Antonio e Helena Zerrenner e encontro seu depoimento. Não podia deixar em branco sem comentar. Realmente é uma tristeza o que foi feito com os prédios da Antarctica e toda aquela região. A Antractica tem um papel importante em nossas vidas e faz parte da memória da cidade de São Paulo. Minha mãe, graças a Deus têm os direitos da FAHZ e tem um seguro de saúde vitalício, sem necessitar pagar nada! Internações, remédios, tratamento dentário, consultas enfim… Tudo agora lá no Hospital Santa Helena, onde eu nasci! Imagino que você também. Tudo isso graças a FAHZ, a Antárctica. Abraços. Jaime

        • Percival Panini says:

          Meu pai trabalhou na antarctica durante 30 anos e se aposentou eu trabalhei 20 anos e me aposentei,meu filho nasceu no Hospital Santa Helena e se formou na Walter Belian eu me formei na Walter Belian,sinto saudades,quero compartilhar entrem em contato pelo meu e-mail.

          • Percival Panini says:

            Meu e-mail é eduperci@ig.com.br

          • debora says:

            caro percival, procuro por um homem chamado antonio correia lima, que trabalhava na antartica, é meu pai, mas só nos falamos por telefone algumas vezes.
            será que vc não saberia me dizer se vc o conhece?
            o que eu sei é que ele trabalhava na antartica, não falo com ele há 13 anos, e gostaria de saber alguma coisa…qualquer coisa.
            obrigado

      • Nelson Franco says:

        Abilio
        Para todos que viveram nesta época é trista ver o que restou. A destruição além de fisica, para muitos também foi emocional, pois ali crescemos e cultivamos amizade e respeito um para com o outro.
        Nelson – morador da casa 82

      • Édison Carlos says:

        Querido amigo Abílio, fui seu amigo de Oswaldão nos 4 anos de Química Industrial. Nossa turma era eu, vc, edu, Marcelo Smuszkowich, Mada, Gili e Emidio, lembra ? Gostaria de saber de você, que na epoca nem aparecia na Facul de tanta aula de canto, piano, Italiano e trabalho no Antarctica. Bons tempos. se der, escreva. Édison

    • sergio says:

      visite familiaarca no facebook, e relembre os velhos tempos

    • João Paulo Marche says:

      O crime não foi cometido pela Antárctica, que demoliu a vila foi a AMBEV – por favor corrija sua publicação.

      • Sergio Boccia says:

        amigo João Paulo, quem de fato acabou com a vilinha e tudo mais. foi mesmo a Antarctica, meu pai trabalhou lá por 47 anos e eu 20 anos, vimos a diretoria disvirtuar um testamento onde todos ganharam muito dinheiro vendendo a Antarctica em uma pseuda fusão…foi triste… e absolutamente ninguem faz nada

  2. Adorei o site. Dá uma pena de ver prédios tão bonitos em estado de abandono. Espero que seu trabalho ajude de alguma forma.

  3. wilson russo says:

    sou musico e trabalho com pprojetos culturais, se me permitem uma sugestão(com conhecimento de causa, pois moro no brás e muito conheco esse tipo de problema), uma tentativa de solução para esse caso esta na mão dos artistas de todos os seguimentos, atraves de pequenos projetos culturais, onde o mais importante não é a grande burocracia que na maioria das vezes impedem a realização de tais projetos, e sim em buscar uma forma simples de patrocínio das empresas do em torno do imóvel, e a apresentação de um projeto ao proprietário eo responsável pelo imóvel,proprostas de restauração valorização do imóvel e reutilização do mesmo evitando invasões , são sempre bem apreciadas pelos prorpietários e responsáveis.proponho tambem uma sessão de debates e reuniões, para encontrar soluções, desde já enfatizando que acreditar em uma ação dos orgãos governamentais é em grande parte perda de tempo.A menos que já exista alguem que tenha influencia para colocar o projeto na mesa do “dono do cofre”. Saudacões e força a todos que tem essa visão tão especial sobre nosso patrimonio histórico e cultural, tamos aí.

  4. Eliana Lucania says:

    Em consulta ao site da PMSP icone CIT-Tombamento verifiquei q existe processo de tomabamento em curso para esta fabrica na PMSP. O proprietario nao pode modificar sem autorizaçao do CONPRESP.Qq alteração deve ser denunciado ao CONPRESP que fica no Edif.Olido na Av.Sao Joao

  5. manoel ildenandes says:

    Gostaria de ajudar um pouco com o site, q adorei muito. Sou um ex funcionario, trabalhei numa seçao em q eu podia andar por todos os setores, por isso conheço bastante esse predio.
    Na foto principal, por exemplo, ficava uma especie de “bar” para os funcionarios em q podiamos beber nossa “cervejinha” sossegado.

    • Aline Matoso says:

      Manoel em que ano vc trabalhou? meu pai é Adir Matoso trabalhou por 20 anos na fábrica, entrou na area de serviços gerais, conclui o ensino médio e posteriormente fez tec. de segurança do trabalho e contabilidade, e foi promovido ao cargo de tec. em segurança, caso vc o conheça me avise, ele ficaria imensamente feliz em reencontrar os amigos daquela época. abraço.

      • Olá Aline,
        Meu pai trabalhou tb na compahia 26 anos e era conhecido como cx dagua e tonhão…..penso que ele ficaria feliz em rever o seu pai ok…..se puder mande noticias tá……meu email alfa.demolidora@uol.com.br…..um abração
        Cláudio Lisboa

        • Eduardo Britto says:

          Algum de vocês frequentou o “clube da Antárctica” no Tremembé? Deixe depoimento…

          • JOAO JESUS PALERMO says:

            Sim, estive por diversas vezes, jogando bola com varios funcionários, nós saíamos da Moóca nos fins de semana logo cedo pela manhã e voltamos sómente à noite.
            Minha época era em 1.960/1974. Participei nesse mesmo local de uma espécie de atividades de vários esportes patrocinados pelo ARCA, quando Ronaldo ainda era Presidente bem como foi o seu criador. Essa ARCA começou suas atividades em cima do antigo Cine Icaraí, na Rua da Moóca quase esquina com Avenida Paes de Barros. Anos depois o ARCA se mudou logo alí bem perto, entre a Vila e creche aonde joguei muita bola.
            Joao Palermo

          • Jose Antonio Ferrreira says:

            Eu frequentei o clube, mas no tempo que era um colegio…. antes de virar clube era um colegio mantido pela fundaçao Antonio e Helena Zerrenner…estudei lá em 1945/55 – Primeira e segundas séries…
            Tenho boas lembranças

          • Jose Antonio Ferreira says:

            Eu frequentei o clube, mas no tempo que era um colegio…. antes de virar clube era um colegio mantido pela fundaçao Antonio e Helena Zerrenner…estudei lá em 1954/55 – Primeira e segundas séries…
            Tenho boas lembranças

    • Ola
      Voce lembra dos pinguins atravessando a rua todos os dias de manha e a tarde
      abraços

  6. Nicolas Ramos says:

    Olá,
    Fiquei conhecendo o site por intermédio da entrevista na CBN.
    Há muito tempo passo em frente (ou atrás quando vou de trem) ao prédio da Antactica todos os dias indo em direção ao meu trabalho e dá para notar com o passar dos anos o que a falta de cuidados fez com ele – Os pinguins entre o arame farpado eu já tinha notado e sempre que passava com alguém por ali, comentava… Lembro que haviam dois “silos” de metal com o emblema desenhado da Antactica, fazendo referência à antiga latinha prateada.
    Dentro do que o colega Wilson Russo citou mais acima, pergunto – e sugiro – se não se pode fazer um “MUSEU DA CERVEJA” no local, visto que a própria Antarctica usa e se orgulha da tradição e o pioneirismo em muitas campanhas de seus produtos, pois sabe que essa história está aliada a qualidade de seus produtos e ao empenho de se trazer as melhores bebidas à mesa do brasileiro. A memória sobre um produto tão arraigado na cultura e tão consumido pelos brasileiros parece merecer que sua história seja contada em um local interativo, de forma lúdica, e que traga mais beleza à cidade de São Paulo e um de seus bairros mais antigos.
    Fica aqui minha sugestão, também enviada no SAC da Antarctica

  7. nem tudo o que é bom dura pra sempre, se não fizer o bem e bem.

  8. Josiane says:

    Olá,

    Adorei o site, fiquei sabendo através da Revista època. Sou de Porto Alegre e aqui deveria haver algo parecido, há também muitos prédios lindissimos abandonados e em perigo de destruição.

    Mas há também projetos interessantes e inovadores, como a da antiga fábrica da cervejaria Brahma que durante muitos anos esteve abandonada numa região central e de grande fluxo de pessoas. Atualmente a fábrica é um shopping que soube manter a riqueza dos detalhes da área externa do edifício. Além de shopping ele ainda abriga museus e centros culturais e é uma grande pedida para o happy hour nas suas alamedas. Fica aí uma idéia para a fábrica da Antarctica tb!

    Um abração aqui do Sul!

  9. osvaldo s crespo says:

    Há muito mais coisas entre o céu e a terra que vcs imagiam , este prédio da Antarctica apesar de sua cor marrom, era muito bonito e ocupava os dois lados da rua e se estendia até a Av. do Estado, e continuava, do outro lado do rio, na Rua Serra de Paracaína , meu avo Claudio B. crespo, trabalhou neste prèdio por 35 anos, e movimento que existia na rua era de 24 horas, bos memórias deste local, mesmo abandonado hoje tem uma aurea bonita.

    • LILIAN LIMA says:

      Alguém se lembra do Dr.Emílio Bacchi?

      • reinaldo bertagnon says:

        Lilian lembro-me perfeitamente porque fui office-Boy da diretoria e atendia a ele todos os dias, o secretario dele era o Carlos Monteiro, tinha ainda o dr.Pupo NOgueira, secretario era o Bernardo Ruiz, tinha ainda o dr.Cassio, Sr.Jorge Bittar, Dr.Snell, todos eram diretores da cia. nesta epoca, 1960 acredito.

        • reinaldo bertagnon says:

          tinha ainda o Dr. Adam Von Bulow

        • eitor celso marques says:

          Na minha época (1975-1990), a Diretoria era formada por: Erna W.Belian Rappa, José de Maio P. da Silva, Dr. Snell, Comendador Jorge Bitar, Dr. Emilio Bacchi, Orlando Messas, José Heitor Atilio Gracioso, Edgard Ornelas de Souza Raymundo, Celso Neves, Celso Florence, Vitório Carlos de Marchi.

          • Luciana Regina Novellini says:

            Gente vocês estão falando de pessoas conhecidas,meu pai Luciano Paulo Novellini trabalhou lá 44 anos primeiro e ultimo emprego.Vcs o conheciam? Gostaria muito de saber. Dr. Belian,tinhamos uma foto dele em casa de meu pai ,que ficava em sua sala,no desmanche do prédio meu pai ganhou de presente por consideração e estima.Um grande abraço a fanília antarticana.

          • Ricardo C. Forghieri says:

            Oi Luciana Regina Novellini . Eu e minha família conhecemos e sempre tivemos ótima convivência com seu pai Luciano Novellini , tanto na Antarctica como em passeios , em que êle colaborou na demarcação do sítio em Canedos , da família Forghieri , ( Amilcare e Cyro) como em tantos outros Mande notícias , para sua inclusão no facebook , Grupo Antarctica .

        • EU TRABALHEI DURANTE 6 MESES NO DEPARTAMENTO CONTENCIOSO DA CIA ANTARCTICA. NOS ANOS DE 1946 MAIS OU MENOS.

      • sergio says:

        sim muitissimo bem gente muito boa

        • Valeria (da Cunha) Hoefler says:

          Luciana, sou filha do Cunha que trabalhou com o seu pai na Antártica e foram amigos por muitos e muitos anos após a aposentadoria e fechamento da Antártica. Por alguma razão pensei muito no seu pai hoje e no “tio Alfeu”
          Que também trabalhou na Antártica. Resolvi colocar o nome do seu pai no Google Br. e deparei com esse site. Seu pai era o melhor amigo que meu pai teve e é um prazer muito grande encontra-la nesse site. Mande notícias no facebook. Estou casada e vc pode me encontrar pelo meu sobrenome Hoefler.

  10. Mauricio says:

    Eu trabalho em um dos prédios do antigo anexo. Ainda existe vida nos predios administrativos que ficam do outro lado da fábrica. Lá funciona a parte de vendas da AmBev e o centro de distribuiçao da mooca. O predio fotografado é guardado por caes de guarda e por segurança 24 hras, devido as constantes tentativas de invasoes, portanto nao esta abandonado. Ali nao pode ser feito nada devido ao processo de tombento historico. Ele se estendia até o outro lado da av do estado onde funciona ainda a fabrica de rotulos da AmBev. O predio tbm serve para pista de provas em treinamentos com motos e carros da empresa. É incrivel por dentro! ainda encontram-se roupas e utensilios dos antigos empregados.Um abço!

  11. Lafayette Veiga says:

    Olá, eu atualmente moro em Madrid, e, por coincidência, existe aqui do lado de casa um antigo edifício onde funcionava a fábrica de uma vervejaria local. Atualmente ele está reformado e abriga uma biblioteca de todos os periódicos do município. É uma idéia…

  12. Elizabeth Florido says:

    Precisamos correr atrás de nosso patrimônio, independente das divergências de opinião. Nâo tem cabimento a Antarctica virar pó para dar lugar a prédios.

    • Joelson says:

      Já passei do lado dessa antiga conceituada empresa e fiquei dando varias voltas para observar como era antes, fiquei muito adimirado com o tamanho, queria um dia entrar dentro para observar como funcionava a antiga linha de produção da fábrica eh uma pena vê como esta agora toda zuada e pixada.

  13. A própria AMBEV podia criar um espaço cultural funcionando num esquema parecido com o do SESC, com cursos, oficinas,apresentações e caberia até um espaço para um grande bar ou algo parecido, o que de quebra ainda serviria como uma baita publicidade para a marca, assim como fazem alguns bancos com seus espaços culturais. Enfim, idéias de bom uso coletivo para este espaço é que não faltam, mas infelizmente os proprietários de espaços como este no Brasil ainda possuem uma visão muito pequena e mesquinha.

  14. Juliano Machado says:

    Meu pai trabalhou durante 30 anos para um distribuidor Antarctica aqui no interior do Rio Grande do Sul, até que a Ambev entrou em cena e seu patrão foi obrigado a vender, por não ter condições financeiras para assumir a distribuição em uma região contendo mais de 30 municipios. Aqui no RS eu conheço duas fábricas que foram fechadas, a de Estrela que é enorme, e a de Getúlio Vargas. Sempre ia com meu pai à estas fábricas buscar cerveja e refrigerantes. Hoje quando passo na frente destas fábricas abandonadas dá uma tristeza muito grande. Quantas pessoas sem emprego. Um história de anos que simplesmente acabou, de uma hora para outra.

  15. Wagner Novais says:

    Uma VERGONHA…
    A dita AMBEV matou a Antárctica paulista.
    O prédio está totalmente abandonado sim, um descaso total com a memória da cidade e dessa gigante cervejaria paulista.
    Minha esposa trabalhou muitos anos na Antárctica, aquilo lá tinha vida, tinha alma, emoção. A festa do meu casamento foi na ARCA, local lindo na época.

    • Percival Panini says:

      Wagner minha sugestão é entrar em contato com grade numero de pessoas para cobrar das altoridades e tornar este local um museu da cerveja.
      um abraço.

      • José Pedro says:

        Olá Percival. Como vai tudo bem?
        Foi muito bom abrir este espaço para os ex funcionários Antarticanos.Se comunicar.Trabalhei de 1969 até 2000. No Setor de abastecimento, meus filhos Sueli e Everton nasceram no Hospital Sta Helena, estudou na escola walter bellian. Tenho boas lembranças . Abraços atodos

  16. Ricardo says:

    olá… alguém sabe quem administra esse prédio da Mooca hoje??

    preciso produzir uma filmagem num velho galpão abandonado, com ambientes diferenciados, lá seria perfeito, estou a procura de opções se alguém quiser indicar algo agradeço..

    abs

    Ricardo

    • sergio says:

      sim entre em contato comigo, existe uma pessoa encarregada do patrimonio de la

      • Naianne Vidal says:

        Olá Sergio

        Vc pode me passa o seu contato?!!?!
        Gostaria de falar com vc sobre uma fotos no antigo galpão. Isso é possivel?!?!?!?
        Obrigada desde já a atenção

      • João Paulo Labeda says:

        Boa tarde meu caro,

        Sou praticante e organizador de eventos ligados a esportes radicais, é praticamente um sonho poder filmar nesse lugar tão maravilhoso por sua arquitetura e história.

        Gostaria muito de poder saber quem seria o responsável pelo local, ficaria imensamente grato se conseguisse tal contato…

        Grande abraço!

        João Paulo Labeda.
        2Rodas Bike & Atitude.

      • Thaisa says:

        Olá, Sergio,
        Gostaria de realizar a gravação de um videoclip no local. Você poderia me passar o contato do responsável pelo local?
        Muito obrigada.
        Abs

  17. Aline Matoso says:

    Olá, como algumas pessoas já postaram também sou filha de ex-funcionário. Meu pai trabalhou na Antartica por 20 anos, era tec. em segurança do trabalho e meu tio se aposentou em 1995 (não tenho certeza) também era tec. de segurança do trabalho, me lembrava vagamente do prédio pois em 1989 nos mudamos de São Paulo para o interior do estado. Me recordava de alguma coisa, e ao rever as fotos me deu uma saudade…Até hoje meu pai fala com muito carinho, dos amigos, das festas, da empresa…ele possui mais de 20 canecas dos Bailes do choop que eram promovidos pela Antárctica. Minha mãe até hoje elogia a empresa q existia, pois havia dentistas, escola para os filhos dos funcionários, médicos…e sempre que foi necessário utilizar os serviços ela relembra que sempre era muito bem atendida e comentou várias vezes sobre as casas que eram oferecidas aos funcionários, pois ela e meu pai almejavam naquela época conseguir a moradia oferecida pela fábrica, pois segundo eles, era muito bom e bem localizada. Enfim convivi com várias lembranças áureas da empresa, e ao ver as fotos confesso que da uma grande tristeza….nem mostrei para meu pai, pois acredito que ele ficaria imensamente decepcionado com o descaso e abandono em que se encontra a fábrica. Agradeço em nome do meu pai e de tds os funcionários pela iniciativa, quem sabe em um futuro prospero o prédio possa estar restaurado e junto com o meu pai possamos visita-lo…afinal esperança nunca deve acabar! Parabéns mais uma vez…

    • sergio says:

      me liga vamos recordar Sergio 99973080

      • Eduardo says:

        Olá Sérgio. O seu telefone ainda é esse? Queria lhe fazer algumas perguntas a respeito do proprietário da fábrica. Um abs!

    • Isa Maria Borba says:

      Aline, sou Isa Maria Borba, filha de Rubens Borba ( falecido ), que trabalhou muitos anos na Antártica. Na época ele era Chefe do Depto. Pessoa..
      Hoje revendo um livreto publicado em 1954, o qual comemorava o 4o Centenário de São Paulo, tive a curiosidade de entrar no site da Antártica e ver se havia algo que pudesse me remeter aquelas memórias que estão tão longe. Li todos os comentários de vocês e fiquei impressionada pelo interesse que há ainda naquele reduto de São Paulo. Obrigada por reviver algo importante do meu passado.

  18. Carla Silva says:

    Lindas fotos !
    Mas vi todas com muita dor no coração…na segunda-feira passada ao voltar do trabalho passei na Radial e comentei com meu pai da época em que íamos para a casa da minha tia nos anos 80 e víamos a fábrica funcionar a todo vapor. E ele lembrou que eu toda vez perguntava:”pai é ali que fabricam a cerveja do pinguim?”. É uma pena o estado em que se encontra …

  19. Roberto Tessuto says:

    Eu nasci ma Moóca, morei posteriormente na Vila Prudente, passava todo dia pela Av. do Estado, na frente dos prédios da Antartica. Um mes ppós o meu nascimento, em julho de 1943, minha mãe recebeu garrafas de Malzebier Antartica, acompanhada por um Memorando parabenizando pelo bebê, assinado pela Diretoria. Guardo até hoje esse Memorando. Roberto.

    • Bem que a minha avó diz que Malzbier auxilia na lactação…

    • Eliliana says:

      Roberto,
      Você é o fotógrafo da SME/SP no ano 1985? Muita saudade daquele tempo, das inaugurações. Tenho ainda algumas fotos que você fez para nós. Um grande abraço.

    • Lourdes Parisi says:

      Olá Roberto

      Nossa! Se você for realmente o fotógrafo da SME/SP trabalhamos juntos no audiovisual e guardo muitas lembranças daquela época.
      Mande notícias.

  20. Ola
    Conheço bem esse prédio da cervejaria inclusive estudei na escola que a antarctica oatricinava.
    Agora outra vergonha foi a demolição de outra cervejaria a Brahma no bairro da liberdade.
    Não podemos nos calar diante dum crime desse um prédio tão bonito já não exite mais,no seu lugar um aglomerados de prédios k enfeiaram o entorno
    Temos que conviver com isso ?
    abraço a todos

    • Táiza Chede says:

      Olá,
      Sou estudante de arquitetura, estou no ultimo ano.
      Vou fazer meu Trabalho de Conclusão de Curso no terreno da Fábrica. Farei um Museu da Cerveja!
      E gostaria de saber se vc poderia me ajudar. Dando informações sobre a Fábrica!
      Por acaso você poderia me ajudar?

      meu e-mail é taiza_chede@hotmail.com

      Muito Obrigada

      • Percival Panini says:

        Os anos se passaram e a modernidade e o “progresso” é
        inevitável,pois na Antarctica da Mooca,onde trabalhei,fiz muitos amigos a empresa te valorizava
        conhecia tua familia e as pessoas gostavam de trabalhar ali,a fábrica era nossa, e ela se tornou a maior cervejaria do país,bem e a “modernidade”chegou,
        foram cortando custos,pois muitos beneficios para funcionários fica muito caro,e continuaram cortando custos, pois a pessoa formada em economia disse:que se não cortar os custos a empresa perde mercado,e assim foi, até que um dia de tanto cortar custos a empresa
        fechou.

  21. João Severino says:

    Ola, sou morador do Brás, praticamente divisa com a Mooca e conheci os prédios da Antartica,a vilinha de funcionparios, a COMCAP, que era o centro de computação da Antartica e frequentava o ARCA.

    Estou tentando contato com a AMBEV a fim de fazermos uma publicação, um livro com fotos e historia, sobre a antiga fabrica e seu entorno.

    Conto com o apoio de voces, na verdade não sei se isso já foi tentado ou se existe tal publicação.

    Conto com fotos, reportagens e todo material que puderem ajudar, principalmente de ex-funcionários.

    Vamos manter viva a memoria de nosso bairro.

    INformações pelo e-mail joao_severino@terra.com.br

  22. Anne Mayumi Kanashiro says:

    Vim a esta página através do site Lost in Japan,que linkou seu post hoje.

    Será que não há nenhum projeto de recuperação e manutenção do prédio em estudo,como fizeram no Japão com a cervejaria de lá?
    O link do post original é este.
    http://mauj77.blogspot.com/2010/04/cervejaria-japonesa-kabuto-handa.html.
    Eu adorei o seu site!

  23. Sergio Parralo Roman says:

    SOU MORADOR NA MOOCA,RUA CEL.JOÃO DENTE, 341, A MINHA CASA ESTA DE FUNDO P/ ANTIGA ANTARTICA, EU LEMBRO DAS CASAS DOS FUNCIONÁRIO, A CASA DO CERVEJEIRO ALEMÃO ,QUE MORAVAQ PERTO DA MINHA CASA. A DUBAR, QUE TRABALHAVA O MEU AMIGO FERMINO, O MEU SOBRINHO PAULO CEZAR BITTAR, QUE COMO OFICBOY, FOI PROMOVIDO P/FAZER MERCADO EXTERIOR,HOJE ELE É UM GRANDE EXECUTIVO, INFELISMENTE MORO AO LADO DE UMA OFICINA DA AMBEV QUE CONSERTA GELADEIRA O BARULHO E UM INFERNO ELES COMEÇAM TRABALHAR ÁS 5,30 DA MANHÃ, INFELISMENTE A DONA AMBEV NÃO RESPEITA O SILÊNCIO, TAMBEM OS CAMINHÕES FAZEM BUZINAÇO DE MADRUGADA, QUE SAUDADE DA CIA ANTARTICA PAULISTA “ANTARTICA” A MELHOR CERVEJA DO BRASIL ABRAÇO SERGIO PARRALO MORADOR NO BAIRRO DA MOOCA ABRAÇO

  24. Boa Tarde Amigos,

    Estou me formando em História e sou fã do site…também gosto muito de fotografar imóveis abandonados, principalmente fábricas. Gostaria de saber se foi possível, durante a visita, entrar na Antarctica…

    Parabéns pelo trabalho!!!

    Obrigado!

  25. Naianne Vidal says:

    Olá pessoal
    Tenho interesse em saber quem são de fato os responsaveis por esta construção, caso alguem saiba rola descolar o contato ?!?!?!?
    Obrigada pela pesquisa que acabo de ler, me valeu muito.

  26. renata says:

    Concordo plenamente com o tombamento e reutilizaçao cultural do predio da Antartica.Aqui no Cambuci , bairro vizinho, quase tiraram o chafariz do Largo, o que tambem seria retirar a historia deste bairro.
    Temos mesmo que ter uma nova consiencia em preservaçao de monumentos, e predios que foram importantes para nossa cidade e estado. Abraços a todos.

  27. Táiza Chede says:

    Eu sou estudante de arquitetura da Universidade Anhembi Morumbi. Esse ano é o meu último e farei no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) um MUSEU DA CERVEJA!
    Gostaria de saber se alguém possui algum conhecido, ou dados importantes para que eu posso complementar minha pesquisa.
    Talvém eu conseguisse fazer entrevistas com os antigos funcionários, qualquer ajuda é válida.
    Obrigada Táiza Chede

    • Meu pai trabalhou na Cia por 30 anos , nasci no Hospital Sta helena , morei na vila e em outras casas da cia . O que estão fazendo com aquele prédio é absurdo.

      Agnani

      • Rosangela says:

        meu pai tb trabalhou na Antarctica no período de 1954 a 1966 – ele trabalhava na manutenção das máquinas frigoríficas, dentro do gelo, e por isso teve seqüelas sérias no pulmão… mas naquela época, nada se fazia a respeito… tb nasci no Hospital Santa Helena e tenho orgulho de meu pai que gostava muito do seu trabalho apesar de duro, sempre com histórias boas para contar!

  28. Carlos Monteiro says:

    Meus avós moravam no 118 da Presidente Wilson (lado de fora da vilinha) e passei minha infância por lá. Aos 12 anos, mudei para esta casa onde vivi a adolescência e juventude. A partir dos 15 anos, comecei a trabalhar na Antarctica como picão (officeboy) onde fiquei por 15 anos. Conheço quase todos estes prédios por dentro. Foi uma pena terem derrubado as casas da Vila e alguns prédios da Antarctica. Derrubaram a história de muitas e muitas pessoas pois tudo isto tem mais de 100 anos da vida de muita gente boa! Fui amigo de infância do Nenê, Ricardo, Paulinho, Marcio, Bilinho, todos grande caras. Tenho muita saudades do coração da Vila onde todos aprendemos a jogar bolinha de gude, empinar pipa, jogar futebol com bola Pelé, etc. Grandes lembranças.

    • João Ap. Hutter says:

      Carlos, se bem me lembro trabalhamos juntos.
      Viajamos em certa ocasião à Curitiba, para o
      encontro da ARCAS. Um Grande Abraço.

  29. Miguel Cardoso says:

    Gostei das fotos, o prédio é muito bonito.
    Historia pura.

  30. Mario Torres says:

    Sou consumidor dos produtos Antarctica há mais de 60 anos, (mais especificamente dos refrigerantes), mas por problemas de diabetes, por diversas vezes tentei sorver os produtos da linha DIET, inclusive na semana passada, em um aniversário, tentei tomar um copo de sóda limonada (diet), mas para isso foi necessário colocar uma forma de gelo para dissolver o produto, devida ao fato do mesmo ser ABSURDAMENTE DOCE, que ao tomá-lo puro, cheguei até a arrepiar. Por esse motivo, há algum tempo venho consumindo outro produto de sabor suave e não enjoativo como seus produtos.
    Não sei se esta reclamação está sendo enviado para p lugar correto, mas foi o único endereço que acho que poderá encaminhar minha insatisfação ao setor competente. Espero que tenha contribuido para que os produtos Antarctica continue sempre no lugar onde sempre esteve: Preferência nacional (o produto que passei a tomar é o H2O), cujo sabor mais se assemelha ao da sóda limonada que tanto tomei em minha infância e após.

    • Olá Sr. Mário, aqui os fones de contato da empresa.
      Grande Abraços

      Serviço de atendimento ao consumidor

      SAC Antarctica
      0800 725 0003

      SAC Bohemia
      0800 725 0003

      SAC Brahma
      0800 725 0001

      SAC Skol
      0800 725 0002

      SAC Pepsi
      0800 725 0004

      SAC Gatorade
      0800 725 0005

  31. Olá, sou de Rib.Preto …ex Antarcticano…fiquei muito feliz em encontrar este site…
    gostaria de acrescentar que na fábrica tb existia um “museu” com diversar obras, objetos, cartazes antigos,
    fotos e curiosidades…inclusive uma das fotos trazia Santos Dumont saindo de São Paulo (Matriz) dia 30/5/1916, a bordo de um Fiat, em companhia de Antonio Prado Júnior, os Condes Armando Álvares Penteado e Silvio Penteado e o Major Luiz Fonseca. Chegaram a Filial de Ribeirão Preto, dia 7/6/1916, às 16 horas.Sendo a primeira viagem de carro feita neste percurso, devidamente registrada.A Empresa fornecia no refeitório, filet mignon, peru e bacalhau, e em 1960 já havia “participação nos lucros” para os funcionários, tratados como filhos pelos Antonio e Helena Zerrener. Dá muita saudade!!!

  32. Olá! Sou estudante de cinema e estou tentando entrar em contato com os proprietários da antiga fábrica pois gostaríamos de realizar a filmagem do nosso TCC no espaço. Alguém tem alguma dica sobre com quem eu poderia falar ou quem eu poderia procurar para tanto?
    Muito obrigada!

    • Táiza Chede says:

      Ola Thais, tambem estou fazendo um TCC sobre a Fabrica. No meu caso, faco arquitetura.

      Fui semana retrasada no local e fiquei sabendo que a Cyrela (construtora) comprou o terreno.
      Mas ate agora nada de contato com eles. Caso consiga alguma coisa, me avisa por favor?

      Obrigada

  33. Esse prédio precisa de uma boa restauração, está visivelmente desgastado não só pelas pichações. Aquele matagal crescendo é deplorável…

  34. Quem acabou com a Antarctica foi a sem vergonha do Victório, que não mediu esforços para acbar com a cia e o que ela representava. Morei nas casas grendes da Rua da Mooca 1316 ao lado da ARCA. Um absurdo o que este cara fez com a cia.

    • guido torre says:

      Fernandão, vc. é o cara! o seu comentário tem procedência, de quem conheceu bem o desenrolar das coisas…as ligações pré e pós às negociações, com AMBEV- parece que levaram esse SR às “alturas” o homem virou um figurão, se deu bem!!!

      • Olá
        Comentando o site com meu pai João Muller que entrou na Antartica como picão em 1946 e se aposentou em 1990 como contador na contabilidade geral Planef ele gostaria de saber se alguem conhece ou tem noticias de um amigo que foi engenheiro e se chama Leonardo Paisane , o pai dele tambem trabalhou na Antartica se alguem puder ajudar ficamos gratos

  35. ROSIMAR DE SOUZA says:

    BEM, DENTRE TODOS OS COMENTÁRIOS,PROCURO AQUI UM GRANDE AMIGO, QUE TRABALHOU, OU TRABALHA NA ANTARTICA, NA DECADA DE 80,VCS DEVE M CONHECÊ-LO RENE, FIQUEI MUITOS ANOS FORA DO BRASIL, E QUANDO VOLTEI HAVIA PERDIDO TODOS CONTATOS DE TÃO BOA ÉPOCA…SE ALGUÉM TIVER ALGUMA PISTA, É SÓ PASSAR MEU EMAIL, NO FACEBOOK ESTOU COMO ROSA MARI.

  36. Guido Torre Junior says:

    Ah! la se vão 45 46 anos, dos bons tempos de Picão onde iamos pegar o café que era feito contiguo ao Bombeiro, aquele cheiro gostoso de café, onde levavamos para a gerência e diretoria nos idos de 66 e 67, amigos e colegas como o Mané, Altair, Claudio, Alfredo, Formiga, Dumbo, Zé Carlos, Gicha, Silvio belas garotas da época tipo Soninha, Eladir, namorava com o Silvio irmão do Mário moradores da vila, e tantos outros nomes do passado que estão numa imensa foto que tiramos numa festa Junina em 1968, a carater.
    Saudades, inclusive do meu pai que lá trabalhou por 36 anos.

    • reinaldo says:

      Guido acredito que nos conhecemos, o que vc escreveu me fez lembrar da minha epoca em que era responsavel pela ARCA, onde faziamos estas grandes festas juninas, bailes de carnaval, e tantas outras festas,
      saudades desta epoca realmente.

    • antonio melo says:

      falai guido…..acidentalmente te encontro novamente,a
      ultima vez que nos vimos foi na etwb…

      • guido torre says:

        Saudade de tudo daquela escola tanto SAI quanto SE, foi verdadeiramente marcante em minha vida, grandes amigos, e grandes e dificeis momentos nos seis anos que lá estive, somados aos 6 anos que estive na Administração da FAHZ, onde tive oportunidade de conviver com gente da melhor qualidade. sem citar nomes, com medo de deixar gente de fora.

    • antonio says:

      falai guido desaparecido…a ultima vez que nos vimos foi provavelmente na etwb. grande abraço.

    • Wilson Galleano Montefusco says:

      Guido
      Trabalhamos juntos na Portaria como picões em 1966/1967. Nossos pais tambem trabalharam juntos na Contabilidade.
      O nome do meu pai é Oswaldo Montefusco. Lembro-me perfeitamento do Sr. Guido.
      abraços
      Wilson

      • guido torre junior says:

        Claro! que me lembro de vocês dois, tanto de você Wilson, quanto de seu pai, abraços, aos amigos, que fizeram parte de minha vida, junto à Cia. Antarctica.

  37. Ricardo says:

    Mais uma gigante esquecida mal-tratada, quanta pessoas que já trabalhraram alí? É muito triste passar diariamente pela estação da Móoca e ver tudo ser deteriorado pelo tempo e nada é feito naquele parque fabril.

  38. Li todos os comentários. Vocês acabaram me emocionando!
    Nasci na Mooca – Maternidade Sta.Terezinha, perto da Av. Paes de Barros. Poderíamos fazer um pic-nic comunitário na porta da fábrica da Presidente Wilson, um movimento, elaborara história oral dos que moraram na Vilinha, agrupar as fotos antigas,as teses dos futuros arquitetos e provocar um museu para manter toda essa história fabril. Todos que aqui colocaram o seu comentário são um tesouro que falam.
    A idêia de ocupar a fábrica à exemplo do SESC Belenzinho, Fábrica, também é interessante. Continuo na Mooca e sou conselheira de dois conselhos .Abraços a todos.

  39. Aqui em ribeirão preto tem um predio enorme que era da cervejaria antartica , umas das primeiras cervejarias do interior paulista ,os saudosistas relembram com muita saudade do tempo q a cervejaria era um dos principais pontos de emprego na cidade,todos com idade acima dos 30 anos lembram da famosa `sereia´ uma sirene q tocava de horas em horas ,sempre nos horarios certos ,a gente nem precisava de relogio ,sabia as horas pela sereia da antartica depois q a cervejaria deixou a cidade o predio historico encontra-se abandonado ao tempo ,dizem q vai dar lugar a um shopping popular ,nós ribeirão pretanos esperamos que o predio que foi tão importante no passado não venha ao chão ou seja muito descaterizado para dar lugar ao shopping

    • eitor celso marques says:

      Minha primeira auditoria foi na Antarctica deRibeirão Preto. Ainda está de pé a torre do relógio (que utilizava pilhas tamanho gigante para funcionar)?

      • Ricardo C. Forghieri says:

        Oi Eitor . Será que a torre com relógio não era da antiga Cervejaria Paulista , depois incorporada em 1974 como Antarctica Niger , em prédio de esquina na Av. Jerônimo Coelho , aquela em que passava riacho no meio?? Se for esse prédio ainda está preservado.

  40. este post é de 2009, por isso faço a seguinte observação: há uns dois meses passei lá em frente e tive a impressão de que a Antarctica estava abandonada. Será?
    Sobre reaproveitamento de galpões, aqui na região do Bresser temos outro ótimo exemplo: a antiga Alpargatas se transformou na Universidade e Teatro Anhembi-Morumbi. Em compensação, nos mesmos arredores, os galpões estão sendo abandonados a olhos vistos.
    Gostaria de saber o que é aquela obra na Radial Leste (esquina da Dr. Fomm, se não me engano), que está mantendo a fachada antiga na frente. Será um hospital?

    abraços e muito sucesso!

  41. Pingback: Cerveja Antarctica com a pátina de 40 séculos! — Baú da Propaganda

  42. carolina says:

    Olá,
    Primeiro, parabéns pelo belo post!
    Queria fazer uma pergunta um pouco besta, mas eu não conheço SP muito bem. Gostaria de saber se é “recomendável” visitar a área onde se encontra a fábrica sozinha. :)

  43. João Paulo Marche says:

    Li todos os comentários, sem dúvida foi uma Empresa maravilhosa em todos os sentidos. Entrei em 1960 e sai em 2000. Estou tentando buscar informações e fotos para colocar um site no ar sobre os ex funcionários da Antarctica, da mesma forma que fizemos com os ex funcionários da Polar, vide http://www.polarianos.com.br.
    Qualquer informação por favor enviem para jpmarche@ig.com.br – Muito Obrigado

    • eitor celso marques says:

      João Paulo, pesquise Antarctica – Grupo, no facebook. +/- 270 ex-antarcticanos e várias fotos. Todos muito saudosos.

  44. Olá estou fazendo meu TFG e no caso vou utilizar esse prédio na Antarctica, gostaria que alguém me passasse um contato para que eu pudesse entrar e tirar fotos da mesma, e se alguém tiver os desenhos do projeto da fábrica pra me passar serei eternamente grata rs..

  45. Bárbara says:

    Sou estudante de fotografia e esse prédio da Antártica sempre me pareceu o cenário ideal para a realização de fotos de moda. Gostaria de saber com quem posso entrar em contato para ter autorização para fotografar lá.
    Obrigada.

  46. Olá, trabalho próximo ao bairro Jardim Antartica( prox. a Pedra Bramca – zo na norte) e estou procurado mais informaçòes sobre este bairro. Sei que recebeu este nome por causa da existecia de uma propriedade da A ntartica, mas não é citado na história que cotou. Voce tem mais iformações?

  47. carlos muller says:

    Parabens pela materia sobre a Antartica tambem fui funcionario por muitos anos

    João Muller

  48. Michael Negus says:

    Seria tão legal se eles usaram este predio incrivél da mesma forma que o Old Truman Brewery em Londres – http://www.trumanbrewery.com/. Tem cafés, bares, restaurantes, lojas…muito legal…

  49. Gilmar oliveira da silva says:

    parabens pelos comentarios trabalhei na Antarctica de 1984 a 1997 comecei como ajud de prod deposito de vasilhames por 1ano e os outros 13 na decantaçao e filtraçao de cerveja nao eramos funcionarios e sim uma grande familia e a empresa mae antarctica com todos os seus beneficios. torço para que tudo que fizerem em beneficio daquelas instalaçoes .

  50. Joao Jesus Palermo says:

    Que saudades. Meu 1o. Emprego 1.960, como Picão, como eram chamados os ofice-boy´s. Começavam na Portaria o chefe era Sr.Straub e como imediato Francisco Gavaldão Aralde ( Chico ). Nesse setor voce atendendia quase todos os departamentos, entregando documentos através protocolos. Após isso e como se fora um estagio o Sr. Straub indicava a cada um de nós e efetivação como Picão adjudicado diretamente ao Departamento. Eu fui pra recepção Diretoria. Onde tive oportunidade de atender, Dr. Belian, Dona Erna, Sr.José de Maio, Dr.Pupo, Sr.Emilio Bacchi, Dr. Joao Pessoa, Sr.Bittar, Dr. Hamilton Prado, Sr.Guilherme Heller Bauer, Dr. Mirabeau Prado, enfim a todos Diretores inclusive atendê-los nas reuniões, naturalmente ainda como Picão.
    Sinto que com a saída desses antigos Diretores e Antarctica se modificou muito e os interesses pessoais começaram a fugir dos própositos de uma Cervejaria.
    Trabalhei durante 15 anos,onde meu pai trabalhou 42 anos, aprendi muito mas saí por razões que muitos outros também o fizeram.Os que ficaram como dirigentes tem a resposta no que ficou quando voce passa pela Mooca e olha o cemitério que deixaram, mas nuralmente com suas contas bancárias bem cheias.
    Sinto muito porque muitos amigos, principalmente no futebol.
    Estou a disposição para aqueles que queiram sentar e lembrar das coisas que passamos nessa época.

    Joao Palermo

    • clovis aparecido bertoni says:

      ola meu amigo joao palermo tambem fui picao nos anos l960 quero saber mais de vocemeu nome é clovis aparecido bertoni trabalhei com o sr. straub o chico quedizem que ele morreu nosso time era da portaria que tambem disputamos o campeonato da arca o nosso ataque que eu me lembro bem era milton chico cleiton clovis que e eu e o ponta era asdrubal lembra de sse time me adiciona no face para converssamos melhor https://www.facebook.com/

  51. Lucilene says:

    Encontrei esse site por acaso e estou maravilhada com a riquesa de detalhes co os quais são postados…belíssima estória a respeito da fábrica Antarctica, li os depoimentos achei interessante as pessoas se necontrando por aqui, sou amante de História e minha curiosidade por São Paulo é tanta, que todos os dias entro no site e aprendo mais coisas.Parabéns aos responsáveis por essa obra maravilhosa.

  52. Tatiana says:

    Gente,

    Estou produzindo um filme e tenho interesse em usar esse espaço… Alguem sabe me informar se consigo alugar ou se emprestam o local por algumas diárias?
    Obrigada!

  53. Ricardo C. Forghieri says:

    Alô amigos antarcticanos . Muita saudade e ótimas lembranças dos colegas e de todas as fábricas em que tivemos oportunidade de trabalhar pelo Deptº de Engenharia ( DEM) , de 1970 até 2000 , quando foi concluída e aprovada a tal “fusão” . Entendo como válida a oportunidade de elaborarmos a história da Unidade de Ribeirão Prêto , a primeira fábrica projetada e construída desde o chão pela CAP , onde fiz estágio em 1971 e que naquela época ainda mantinha a Lavadora e o Pasteurizador Barry Whemiller da linha de engarrafamento de cervejas originais da construção , de 1911 !! Temos contato ainda hoje com boa parte da equipe técnica do Brasil , e passados mais de dez anos , agora é que a saudade está pegando mais forte. Ótimas lembranças e grandes serviços realizados.

    • MARCO SIMONI says:

      Grande Ricardo ! Bons tempos da CAP e da FAHZ, do DEM e do DEC ! Uma grande Família ! Saudades de todos ! Abs. Simoni

  54. Pingback: A HISTÓRIA DO GUARANÁ | BRIGADA ECOLOGICA ESTUDANTIL DO PLANETA - Sociedade Civil de Comunicação à Juventude Escolar

  55. Marcello Faruolo says:

    As lembranças se tornam mais vivas, quando nossas vidas passam por pontos marcantes e eternos com uma instituição. Minha existência tem muita relação com Cia Antarctica Paulista, eu e minhas irmãs nascemos no HSH, décadas depois minha filha mais nova também nasceu no HSH (Maria Helena, homenagem a fundadora Helena Zerrener), lá também quis o destino que minha doce mãe morresse (bem assistida), logo depois desse ponto triste, novamente a FAHZ passou a me amparar dando-me formação, ingressei nos quadros da ETWB, enfim, a vida é um filme de inúmeros capítulos, uns bons, outros melhores e alguns tristes, porém, só me resta agradecer aos idealizadores destas gigantescas instituições, pessoas que nem se quer conheci, mas que deixaram exemplos de como a humanidade pode gerar bons frutos, tendo sentimentos nobres! Espero que os atuais dirigentes possam respeitar um pouco dessa nobre historia que deu origem a potência mundial que se tornou a AMBEV. Em nome da historia, criem um museu, quem sabe da cerveja, da cevada do malte ou ” simplesmente dos seus fundadores”, respeitem suas origens. Aos que queiram vivenciar boas lembmbranças, sugiro que participem da costumeiras reuniões da ETWB. BJS fiquem com DEUS!

  56. Gostaria de saber como entrar em contato com a Companhia Antartica Paulista, para eu ter os documentos que preciso para aposentadoria. Trabalhei muitos anos nesta Fundação.

    • Ricardo C. Forghieri says:

      Oi Celso . Se você foi funcionário da Cia Antarctica Paulista entre em contato com Ademilson , na Pres. Wilson , fone 2627-7015 . Caso atuou pela FAHZ procure por seu escritório atual na Faria Lima 3900 , 11º , fone 3708-0110 com RH Eduardo. Mande notícias.

  57. Claudio Agostinho says:

    Gostaria de saber onde está todo o acervo do Museu Antarctica iniciado pelo Sr. Edemir Linguite. Além das inumeras peças de cervejaria, maquinas e equipamentos de escritório, havim fotografias em quadros, tamanho grande, da maioria dos funcionários que deram sua contribuição para a grandeza daquela Cia. Para os que não lembram, trabalhei da Portaria/Straub (1962), Gerencia Auxiliar/João Augusto de Souza, Cadastro Geral do Consorcio/Voltaire Duarte, DATV/Paschoal Ambrosio, Distribuidora de Bebidas Jardim América Ltda./Gerente e Auditoria/Stalin Favali.(2.000)

    • Ricardo C. Forghieri says:

      Oi Claudio , localizei no Google cópia do parecer 05/2005 que tornou de interesse público e social , o acervo da Cia Antarctica Paulista , sob a guarda da AMBEV , e que está depositado no prédio da antiga creche da fábrica desativada da Móoca. Nesse parecer estão relacionados todos os bens que estavam até então reunidos numa sala da Fab. Essencias , sob os cuidados do saudoso Sr Edemir Linguite. Resta saber se podemos como ex-funcionários ter acesso a esse acervo.

    • daniel says:

      Também procuro acesso ao acervo da CIA. Meu avó, VOLTAIRE DUARTE, foi funcionário por mais de 40 anos e era um apaixonado pela empresa. Foi uma grata surpresa encontrar o nome dele aqui neste site.

  58. Sérgio Roberto Caetano Pinto says:

    Puxa vida, quando vi estas fotos me encheu os olhos de lágrimas, lembrando os meus tempos de menino. Moro em Ponta Grossa Pr, e o meu Pai era caminhoneiro, transportava cargas de materias primas p/ cerveja antarctica, inumeras vezes estive com ele aí nesta fábrica na mooca em São Paulo, carregando para a ANTARCTICA de P Grossa, matei saudades, abraços

    • Ricardo C. Forghieri says:

      Oi Sergio Roberto , boa noite. Foi ótimo seu contato , pois como engenheiro da Antarctica de 1970 a 2000 , conheci quase todas as Filiais , inclusive a Cervejaria Adriática , aí em Ponta Grossa , em cujo prédio ocupando todo o quarteirão , tinha também a residencia do mestre cervejeiro chefe , o big boss na época , Sr Werner Ballentin . Minha homenagem e meu respeito pela então pequena fábrica , 120.000 dúzias/mes , mas grandiosa na qualidade de sua até hoje incomparável ” Cerveja Original” , cujo chefe de manutenção era o conceituado Sr Belmácio Meister.

  59. Sérgio Roberto Caetano Pinto says:

    Viu? e quem não se lembra da guaraná caçulinha, eu adorava, mas não era sempre que o Papai comprava, rsssss

  60. Olá. Faço parte de uma companhia de teatro chamada Núcleo Macabéa (nucleomacabea.wordpress.com) que pesquisa memória afetiva e história oral das pessoas. Gostaria de saber se alguém tem o contato de alguém que possa responder pelo local da antiga fábrica da Antarctica na Mooca ou se o lugar é acessível, se existe a possibilidade de entrar nmo local para uma visita.

    Grato,

    João Silher
    Núcleo Macabéa

  61. Núbia Mª Gonzaga says:

    Boa Tarde, Pessoal.

    Sou de Manaus e também ex-funcionária da Antarctica de Manaus. Gostei muito desse espaço. Muito bom viu seu Claudio Agostinho, por quem fui auditada por várias vezes e não fiquei com nenhuma deficiência de Forma.
    Gente, na verdade estou a procura de um ex-funcionário que se chamava Marcos Parente, Francisco e Lora Porta. Se alguêm souber de algum desses pessoal por favor me avise.
    E podem contar comigo para qualquer assunto inclusive este de mandar o acerto. Grande Abraço a Todos.

  62. SANTO O.PALMIERI says:

    Trabalhei nesta maravilhosa empresa de jan/65 até ago/70 quando fui para a VW e estou me aposentando depois de 42 na VW.
    Entrei como picão ( Chico/Rimoli/Straub) e depois de 3 meses fui transferido para o Depto Pessoal onde trabalhei até a minha saída.
    Lembro-me de alguns colegas como o Pedrinho, Odair Baltar, Sr. Leme, Dorival, Sr. Godinho, Sr. Fidias etc..
    Perdi contato com esse pessoal todo e, fiquei muito feliz em saber que estão resgatando a história e reaproximando os amigos da Antarctica.
    Seria muito legal ter novamente contato com a turma daquela época …
    Quem quizer fazer contato, além do email estou tb no face…
    Fiquei muito triste de ver um grande império estar neste estado deplorável e , creio que os diretores da época da fusão não entraram nas negociações com a emoção e sim só analisando os aspectos financeiros…. que pena …..
    aguardo contatos

    • Edna Santos says:

      Olá Santo! Estava vendo os comentários sobre a Antarctica.. e me deu muita saudade da época q trabalhei nesta conceituada e maravilhosa empresa! Fui funcionária da Antarctica entre os anos 90 até 96 aproximadamente..faz tempo.. mas me lembro bem do termo “picão” dado aos meninos que faziam o serviço de “boy” na época..era muito engraçado ouvir chamá-los de “picão”..rsrsrsss
      Trabalhei na seção de compras, como secretária do sr. Milton Mutti.. creio que muitos devem lembrar dele..era uma pessoa ímpar…rsrsrs..
      Adorava trabalhar junto aqueles meninos todos – os compradores – que me lembro claramente de todos, porém talvez o nome de “todos” não consiga lembrar agora..
      Adorei trabalhar lá… lembro do pessoal da seção comercial.. do nosso sperior o sr. Ataíde.. uma pessoa maravilhosa, muito competente, muito humano e muito legal. Foram bons tempos…
      Foi muito bom relembrá-los aqui e agora..
      Abraço a todos que conheci. Desejo que todos estejam bem. Edna

      • Santo O. Palmieri says:

        Edna,

        Como trabalhei de 1965 até 1970 não me lembro ter conhecido o Milton Mutti.
        Realmente , na Anatarctica , tinhamos pessoas especiais que fizeram parte da nossa vida e carreira profissional.
        Pena que não mantivemos contato com eles mas, com este blog certamente teremos oportunidade de contatar alguns deles.
        grande abraço

    • clovis bertoni says:

      o santo trabalhei com o chico straub de 6o a 66 eu queria saber noticia do chico ele era un cara fantastico fui picao no tempo dele o nome dele e francisco gavaldon araldi que daudades daquele tempo nosso time era a portaria nos jogavamos na arca que tudo infelismente acabou meu nome e clovis aparecido berttoni

      • santo palmieri says:

        Clovis Berttoni,
        Até falecimento do meu pai em1993, tinha algumas informaçõs do pessal da Antarctica mas, depois , nuncamas tiive notícas.
        Meu pai trabahava na Copa ( servia café nos escritórios ) , era o Raul Palmieri e lembro do Diogo qe tb trabalhava na copa.
        abraços

        • Marion Saraiva says:

          Olá, o Chico da portaria faleceu, não sei quando, mas sei que isso ocorreu. Entre no grupo Antarctica do Facebook que verá muitos amigos antigos por lá. Abraços.

  63. Alexandre Trevizzano says:

    Pessoal,

    Conheço diversas pessoas que publicaram aqui. Morei mais de 20 anos na Vilinha da Antarctica. Hoje vejo o grande desrespeito pelo Trabalho dos que fizeram a Mooca e São Paulo. A especulação imobiliária inviabiliza a Cultura, e o valor mercantil do espaço se sobrepõe. Infelizmente, até o Estádio da Rua Javari está seriamente ameaçado de desaparecer pelos mesmos motivos. Teremos que nos mobilizar se quisermos de alguma forma contribuir para manter esse Patrimônio histórico-cultural e arquitetônico da cidade. Parabéns ao site pela iniciativa. Abraço a todos!

  64. ALUGAR ESTES PREDIOS ABANDONADOS AO COMERCIO SENTIVAR AS EDUSTRIAS FIEMAS CUÇOS TENICOS ESTAGIOS EMTODS EVAR AO PREFITO E DEPUTADOS VERADOREIS GOVERNADOREIS BG PAgue dompedro esta abandonado colocar escolas tenicas de saude recoher estes abandonados nas ruas

  65. JOAO BUTTLER says:

    TRABALHEI NA CAP NO PERIODO DE 1966 ATE 1998 NA FABRICA DE CERVEJAS…..OFICINA MECANICA DE CERVEJAS NO INICIO EU ERA MECANICO E COM O TEMPO PASSREI POR PROMOÇOES E CHEGUEI A ENCARREGADO DA MANUTENÇAO…..MEU GRANDE LIDER ….JOSE UGLIANO….UM HOMEN IMPAR DE UM CARATER EXEPSIONAL….SUPER COMPETENTE…ELE VIAJAVA PARA DIVERSAS FILIAIS E RESOLVIA MULTIPLOS PROBLEMAS DOS MAQUINARIOS…ELE ERA UM HOMEN MUITO CONCEITUADO NA CAP…..SEM ESQUECER DO IRINEU BENEDICTO ….OTIMA PESSOA….TAMBEM DO ZE PORTUGUES JOSE RODRIGUES DINIZ ..LEMBRANDO TAMBEM DO LUIZ CLAUDIO SIQUINATO SUPERVISOR DA AREA DE PRODUÇÃO.. SEGUIRIA COM DEZENAS DE NOMES…MAIS O ME COLOCAR NESSE BLOG QUE É SENSACIONAL MUITO BOM….FALTAVA ISSO CHEGUEI ATRASADO MAS CHEGUEI ESTOU LIGADO ABRAÇO A TODOS OS PARTICIPANTES QUE COMO EU QUEREM DAR ALGO DE SI PARA QUEM SABE UMA OBRA MAIOR QUE SERIA A PUBLICAÇAO DE UMA REVISTA OU UM LIVRO COM NOSSA HISTORIA….SEM CONTAR COM A EMOÇAO DE LEMBRAR E REENCONTRAR COM PESSOAS TODAS MARAVILHOSAS …A SEWM ESQUECER QUE MEU PAI O FRITS MAQUINISTA FREDERICO BUTTLER TAMBEM TRABALHOU 35 ANOS NA CAP NAO PODERIA DEICHAR DE OMENAGEA-LO NESTE ESPAÇO ABRAÇOS A TODOS MEU EMAIL joaobuttlersp@gmail.com

    • Ricardo C. Forghieri says:

      Oi João Buttler e José Carlos Grote . Muito legal seus depoimentos que também confirmamos pois a equipe de manutençãoi da CAP era fora de série. Visitei o Sr José Ugliano até o final e tenho ótimas recordações de nossas viagens e serviços nas Filiais . Mandem sempre notícias.

  66. JOSE CARLOS GROTHE says:

    Tive o previligio de trabalhar nessa grande empresa Antarctica Paulista,trabalhar com com grandes pessoas e chefes da mecânica como: João Buttler meu encarregado seu zé JOSE UGLIANO,DO IRINEU BENEDICTO,ZE PORTUGUES JOSE RODRIGUES DINIZ,sou testemunho dessas grandes pessoas, alguns ja falecidos e outros aposentados que dedicarão sua vida para o emgrandecimento da empresa,hoje vejo o prédio abandonado fico triste,porque trabalhei como mecãnico de manutenção,me sentia feliz em trabalhar nela aproveitando a oportunidade de agradecer ao JoãoButller por te me admitido na empresa,acho que essas grandes pessoas e outras muitas que colaboram para o emgrandecimento da empresa não podia ser esquecido para servir de exemplos para os jovem que estão começando a trabalhar ter seu exemplo de trabalhores que se dedicarão a fabrica e hoje merecem ser homenageado juntamente com á fabrica que ajudou muitos funcionários levar seu sustento para casa,levando atraves da fundação educação e saúde para os funcionarios,essa historia bonita da fundação até o fechamento da fabrica não deviria cair no esquecimento de todos desde os politico,historiador funcionario,porque infeliz o povo que esquece sua historia,fica sem historia para contar para proxíma geração que serão o futuro do Brasil

  67. José Valdir Antonio says:

    as coisas mudam rapidamente ….. e pensar que uma das principais matéria-prima era a água… sei lá…. mas vamos lá … eu sou o José Valdir ( JACARÉ DO PESSOAL de 1977 a 1995 ) e digo para vocês, até hoje quando passo na Av. Presidente Wilson me da um frio na barriga…e vejo com muito descaso o abandono das instalações da gloriosa CAP, …. no entretanto, podem derrubar tudo… pois na minha mente ( e de muitos outros milhares de colegas ) a lembrança sempre estará viva e com alegria pelos tempos tempos lá convividos….

  68. Tive a oportunidade de escolher, para meu trabalho final de graduação (sou arquiteta e urbanista), esta área encantadora, testemunho histórico do surto de industralização em SP, no momento em que muitos dos galpões ao longo da Borges de Figueiredo, juntamente com a fábrica da Antarctica, na Presidente Wilson, encontravam-se em processo de tombamento. Foi encantador poder consultar, junto ao processo, toda a história dessas fábricas, bem como do seu entorno. Só é lamentável saber que um grande “clarão” começa a se fazer presente em alguns galpões, vítima da execrável especulação imobiliária e do descaso da corja dos que se intitulam dirigentes desta cidade e de toda a nação.

  69. Nelson / SAT says:

    Trabalhei na Antárctica por mais de 20 anos, meu pai por 47 anos e meu irmão 25 anos. É lamentável ver o que a ganância de algumas pessoas fizeram com um patrimônio, que nem foi construído por elas, e que durante anos ficaram ao lado dos verdadeiros donos, feitos lobos famintos, esperando a hora de mostrar a verdadeira face.
    Como eu, muitos outros trabalhadores lamentam o ocorrido, porém, nada pôde ser feito contra o poder do dinheiro. Mas o fato é que essas pessoas esquecem que para o lugar que elas certamente vão, o dinheiro não terá utilidade.

  70. Orlando Gerodo Filho says:

    Muito interessante o histórico e saudades do tempo da atividade a todo vapor.
    Existia até um desvio da linha de trem para dentro da fábrica, para facilitar o descarregamento da matéria prima que, na época, vinha por trem.
    Meu pai ali trabalhou por 32 anos, e chegou a Gerente de Depto. Pessoal e logo após, a Gerente de Tesouraria.
    Somente uma ressalva quanto às fotos: aquele trabalho de ladrilhos coloridos onde se vê a inscrição “Antarctica Pilsen” e “Unidas” com três pinguins estilizados, foi feito em 2000, quando ali estava instalada a nossa distribuidora dos produtos Antarctica (Distribuidora de Bebidas UNIDAS Ltda.)
    Ficamos estabelecidos ali de 1998 à 2004, mas, no final das contas, a AMBEV assumiu a distribuição em todas as capitais.
    Nasci no Hospital Santa Helena, ingressei na Escola Técnica Antarctica (atual Escola Técnica Walter Belian) com meus 11 anos, fiz o antigo ginásio e colégio técnico, voltei anos depois para dar aulas no colégio técnico, o que foi para mim, por 11 anos motivo de muito orgulho e satisfação, podendo retribuir um pouco do muito que recebi.
    Saudades dos tempos em que se faziam as coisas com paixão e amor à camisa !!!

  71. Fernando Agnani says:

    Prezado GUIDO e demais pessoas, hoje se fala muito em responsabilidade social, a Antárctica sempre praticou isto junto aos seus funcionários. Era uma empresa na vanguarda de ações sociais; o que pouca gente sabe e quem sabe nada fez para mudar isto é que o cara que o parece um empresário correto , esteve para ser demitido quando o Dr Belian era o presidente da Cia , se o Dr Belian não tivesse morrido o Vic não faria parte da Cia , porem o mais omisso de todos foi o José de Maio que era VP a época do falecimento de D. Erna e nada fez , o Victório esperou todos os velhos morrerem e fez o que fez , pelo estatuto da Cia Antarctica Paulista que tinha 96% do Capital votante e esta fundação por determinação de D.Helena Zerrenner deveria ficar para os empregados e seus dependentes e não da forma como foi feito… Infelizmente é isto , conheço muito bem a história da Cia,

    • guido torre junior says:

      caro Fernando Agnani, bem esclarecedoras são suas palavras, todos nós temos que respeitar e adnirar, voce e seus contemporaneos, que tambem sabem da verdadeira história de transição da nossa amada Antarctica Paulista Industria Brasileira de Bebidas e Conexos, abraços a irmandade Antarcticana e a nossa querida Fundação Antonio e Helena Z|errenner, que até hoje da assistência a mamae e velhos amigos.

  72. Marion Saraiva says:

    OLÁ AMIGOS ANTARCTICANOS, TUDO ISSO QUE FOI ESCRITO EU SINTO TB. TRABALHEI POR 10 ANOS , DOSS ANOS 60 A 70, MUITA SAUDADES DESSA COMPANHIA E DOS AMIGOS.MINHA TIA TRABALHOU POR MAIS DE 30 ANOS NO S.A.T , ERA A ENFERMEIRA DONA EDILLA FERRARI. E EU TRABALHEI NO CADASTRO & ESTATÍSTICA DEPOIS NA GERENCIA DE VENDAS.
    FAZEMOS VÁRIOS ENCONTROS DURANTE O ANO E AGORA EM DEZEMBRO FAREMOS 2 – 1º NO DIA 7/12/12 AS 19H E OUTRO EM 15/12/12 AS 13 H , AMBOS NA CHURRASCARIA BOI BRASIL, AV.LUIZ INACIO DE ANHAIA MELO, 2665 – VILA PRUDENTE, QUEM PUDER COMPAREÇA, QUANTO MAIS COLEGAS/AMIGOS APARECEREM MAIS ALEGRIA NESSAS CONFRATERNIZAÇÕES. AGUARDAMOS VCS COM MUITA VONTADE DE REVÊ-LOS.
    BJS
    MARION

  73. Olá gente, acho toda essa busca por guardar essas recordações de vida em relação ao espaço da antiga fábrica muito legal. Minha família morou durante muitos anos na Móoca, Vila Prudente e Vila Zelina, me lembro de passar por essa fábrica quando era criança.
    Eu sou estudante de arquitetura e escolhi a antiga fábrica da Antarctica para ser tema do meu trabalho final de graduação, sugerindo uma proposta de restauro para as edificações e novos usos, abrigando também um museu de memória da fábrica e da região. Só que estou com dificuldades, pois preciso ter acesso ao local para tirar fotos e fazer o levantamento do tamanho do terreno e dos edifícios que estão dentro do terreno. Alguém pode me ajudar com quem posso conseguir acesso ao terreno da fábrica? Desde já muito obrigada pela ajuda :)
    Meu e-mail é crnlima@gmail.com

  74. Boa tarde, estou tentando encontrar uma pessoa que trabalhou na antiga antartica. sera que alguem pode me passar o contato da nova, para eu tentar conseguir o tel de contato pela empresa???
    obrigado a todos!

  75. chulezinho says:

    fico muito triste em ver a mooca acabar como acabou ninguen lutou por ela tanto como meu pai acabarao com o arca onde teve os maiores carnavais de sao paulo acabarao com os times de vargea e derao fins em suas cede por exenplo o vasco da mooca que vergonha e ninguen fez nada Por isso gargantas que dizem ser moquences levantem a historia e vejao que esses malas fizerao com a mooca

  76. Ana Lucia says:

    Fiquei feliz por encontrar este site com relatos tão interessantes. A muito que procuro um contato para mostrar uma história autobiográfica e uma imagens da logomarca da antártica contida em um baú da família e ainda não encontrei resposta. Será que esse material desperta interesse a vocês?

    • Ricardo C. Forghieri says:

      Oi Ana Lucia , bom dia . O seu material desperta muito interesse em todos nós , da Antarctica , para o qual dispomos também de site no Facebook , de grupo
      “Antarctica” .

      • ALADIR COELHO says:

        Boa tarde. é o ALADIR DE VIANA.LEMBRA???? ainda sinto uma saudade dadanda de nossa cervejaria.Que pena que a deram para brahma.Trabalhei de 77 a 98 quando do encerramento das atividades neste estado.

  77. Sergio Fequer says:

    Olá Douglas, antes de mais nada parabéns pelo site. Sou Paulistano de nascença mas mora no interior de São Paulo, em Limeira para se mais exato e esta matéria sobre a fábrica da Antarctica me trouxe boas lembranças. Meu tio trabalhou por décadas como caminhoneiro carregando produtos e matérias-primas para a Antarctica e quando íamos passar férias na casa dele em São Simão, próximo a Ribeirão Preto, íamos encontra-lo neste portão que aparece em uma das fotos e ficávamos as vezes até de madrugada esperando ele carregar para ir embora. Pena que tudo isto se acabou. Bons tempos que não voltam mais. Um grande abraço e continue seu bom trabalho.

  78. Eduardo ROSSETTO says:

    Estou lendo essas histórias para meu pai FERNANDO ROSSETTO trabalhou na empresa entre 1951 a 1969 começou como ajudante na produção de essencias para refrigerantes depois na função de conferente/pesagem de cargas e descargas, foi um grande frequentador da ARCA onde era jogador de futebole bocheiro. Também nasci no hospital Santa Helena.

    • Marion Saraiva says:

      Vai ter um encontro no dia 27/4 em Jaguariuna, procure saber sobre isso, serão 2 dias numa chácara, se preferir ficar só um dia, tudo bem.
      Abraços

      • Eduardo Rossetto says:

        Sobre esse encontro .. como posso ter mais detalhes..?
        Mesmo pq meu pai é da região de santo Antônio de Posse obrigado

  79. Eduardo ROSSETTO says:

    Li várias historias ao meu pai FERNANDO ROSSETTO , e ao ver as fotos tb ficou bem emocionado pois, la ele trabalhou quase 20 anos .. entre anos 1952 e 1969 em funções desde operador essências, conferente em balanças/pesagem e escriturário em unidades por SP, deixa um abraço a todos e se houver algum encontro ele gostaria de participar ..ah tb nasci no Santa Helena .. abçs

  80. Breno Mariz says:

    Sou morador do Ipiranga e obrigatoriamente pra me deslocar até o Centro ou Zona Norte tenho que passar pela Avenida do Estado e saudar esta maravilha que a Antarctica representou para a indústria Paulista e Nacional. Desde a minha infância tive muito interesse em conhecer mais sobre esta fábrica. Recentemente tive uma excelente notícia ao me deparar o jornal “Folha” que circula pelo bairro da Mooca, na sua capa trazia uma fotografia da antiga fábrica e a seguinte manchete: “Terreno da Antarctica abrigará complexo comercial e cultural”. E ao ler a notícia, o jornal afirma que o imóvel foi adquirido por um grupo de investidores moradores do próprio bairro. A promessa deles é que haverá um pólo cultural com cinema, teatro, lojas de serviços, restaurantes, hotel, um centro de eventos, museus da cerveja, da indústria e da ferrovia, além do processo de tombamento que tramita no Conpresp. Espero que diante dessas afirmações esta grandiosa obra tenha um destino.

    Fonte: Folha, ano 21 – n.º 1078, pg. 11 “www.folhavp.com.br”

    • Ricardo C. Forghieri says:

      O imóvel vendido é somente aquela fatia entre a Presidente Wilson e a linha do trem . O restante da Presidente Wilson até Av. do Estado permanece como um gigantesco entreposto de bebidas da Ambev.

  81. durvalino alves da fonseca says:

    Ola. estou usando este canal , não para fazer um comentário, más para pedir favor. meu nome é Durvalino alves da fonseca, trabalhei na cia itacolomy de cerveja na cidade de pirapora MG, em 1972 e 73, posteriormente esta fabrica foi comprada pela a antarstica paulista, e atualmnente AMBEV . estou reunindo documentos para minha aposentadoria, mas nos arquivos do INSS, não consta nenhuma contribuição, anterior ao ano de 76. gostaria de saber onde está e como posso contactar o arquivo da cia itacolomy de cerveja, para completar minhas contribuiçoes.ja que perdi minha carteira de trabalho onde constava estes registros.

    • Ricardo C. Forghieri says:

      Oi Durvalino , recomendamos contato inicial com Sr Eduardo , fone (11) 2627-7015 , que cuida dos assuntos de pessoal da Antarctica , ainda no imóvel da Móoca , hoje da Ambev.

  82. olá pessoal! sou agenor Xavier Lopes trabalhei 18 anos na cia( 1976 – 1994), no laboratório da cerveja. muitas amizades unidas pelo futebol no ARCA.vamos resgatar este patrimônio da cidade. aguardo contatos. Meu email é agenor.xlopes@hotmail.com Forte abraço.

  83. IRINEU BENEDICTO says:

    MEU NOME É IRINEU, FILHO DO SR IRINEU BENEDICTO (JÁ FALECIDO), ONDE TRABALHOU COMO ENCARREGADO NA SEÇÃO DE CERVEJA NA COMPANHIA ANTARCTICA. EU ESTUDEI NA ETWB, E TAMBEM SINTO MUITA TRISTEZA PELA DESATIVAÇÃO DESTA GRANDE EMPRESA NA AV. PRESIDENTE WILSON.

  84. Trabalhei na Antarctica durante 5 anoas preciso do PPP, alguem sabe me dizer onde esta localizado o departamento pessoal da Antarctica.

  85. caro amigo oswaldo voce trabalhou na portaria no tempo do sr. estraub e do chico voce naõ lembra do nosso time comandado pelo chico que era da portaria e do time de salãoonde o goleiro era o wagner que pegava tudo e nos eramos sempre prejudicado pela arbitragem pois a ccontabilidade sempre era a favorecida mas tudo isto ja p-assou o que eu quero que voce lembra da nossas turma la trabalhava o milton jogava demais lembra do romizeta parece que ele morreu cedo entaõ oswaldo é isso que eu peco paraque voce lembre sou o clovis aparecido bertoni trabalhei nos anos de 60 ate 67 meu tio trabalhou uns trinta anos tambem começou como picaõ o nome dele e lupercio bertoni ele era no final contador fique com deus

    c

  86. Gilberto Nunes says:

    Amigos;
    Estou procurando o novo proprietário desse Galpão, que foi vendido pela AMBEV. Alguém sabe quem comprou e pode passar algum contato ou pista para que eu o encontre? Gostaria de gravar um comercial lá.

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