Antigomobilismo

Caminhos de São Paulo – Avenida Conceição

Comments (54)
  1. Excelente reportagem esclarecedora.
    Parabéns!

  2. Norberto Oliveira Rocha disse:

    Douglas, sobre a reportagem da Estrada da Conceição, quero ressaltar que no final da rua Rodoval Trindade e inicio da da estrada de Santana será construido uma garagem e oficina do metro e as obas já estão em andamento.
    Abraços

    1. Oi Norberto, como vai ?
      É verdade, eu inclusive fotografei o material que já está por lá.

      1. SavianoMarcio disse:

        Vai ser exato nesse ponto, distante de onde o Norberto mencionou, talvez seja outra obra. https://33.media.tumblr.com/3c8460adfa35913a01577914ca26e4bd/tumblr_nbt1fo21g11saryv9o2_1280.gif

  3. Bruno disse:

    Sugestão: Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, que liga o Jabaquara a Diadema.

  4. Celso disse:

    Muito bom. Gostaria de registrar que existe outra av. Conceição, desta vez em Diadema. Começa no final da av. Armando de Arruda Pereira na divisa com São Paulo e finda junto ao terminal de ônibus de Diadema.

    Gostaria de ver uma matéria no local onde foi proclamada a independência do Brasil, o famoso ‘grito do Ipiranga’ às margens do riacho de mesmo nome, se é que ainda existe.

    1. Celso, o Riacho do Ipiranga existe até hoje, mas suas águas são tão podres quanto os políticos que deixaram as águas do mesmo ficar assim.

  5. GILSON DOS SANTOS SOARES disse:

    ADOREI A MATERIA!! MARAVILHA!!!

  6. Dan disse:

    Interessante que essa “estrada” poderia ser uma alternativa para o progresso até hoje, se tanto as autoridades da época, tanto de Guarulhos, quanto de São Paulo melhorassem ao máximo ela, mesmo se virasse uma via com características de rua ou avenida intermunicipal que ajudasse a desafogar o trânsito de outras vias próximas…

  7. ralphgiesbrecht disse:

    A av. Armando de Arruda Pereira chamava-se até os anos 1960 avenida Conceição.

  8. antonio carlos novelli disse:

    Gostei de mais, foi uma viagem ao tempo e com veículo da época! Parabéns por mais essa Douglas. Mas estive lembrando, quando meu que era marceneiro e estava fazendo bancadas e armários para uma fábrica de peças de tratores na vila Leopoldina, ele pegava seu Ford 1937 as vezes eu ia junto, e para chegar lá, ele pegava uma tal “estrada da boiada” rsrsrsrs a qual dava na rua Guaipá, o qual esse galpão, mais os do I.B.C (inst. bras. do café)ficava no final dessa mesma rua, depois dos trilhos de trem. Douglas, que “estrada da boiada” era essa? Abraço.

    1. A estrada da boiada é um dos próximos caminhos que vamos estudar. Mas adianto que os bois iam para o abate… rs

      1. Erik Borten disse:

        Quando cheguei a São Paulo nos idso de 1970, para trabalhar no meu novo emprego, os meus novos amigos falavam o tempo todo numa tal de “Estrada da Boiada”, onde eles, malucos, corriam (de brincadeira) juntos, com o José Carlos Pace, o Fittipaldi nessa estrada. A forma com a qual eles descreviam a tal Estrada da Boiada, eu nunca consegui localizá-la, mas ela sempre me pareceu algo como a Heitor Penteado ou Cerro Corá. Eu curtia muito esse negócio de corrida informal, dando cavalos-de-pau e outras loucuras onde pudesse (era outra época sem o tal do policial Haddad, mas tinha DKW e outras coisas. O carro mais usado era o fusca, com virabrequim roletado, e comando de válvulas “quente”. Bons tempos, tinha uns loucos que instalavam um motor de avião lá dentro do fusca, que batia o Dodge Dart na Anhanguera).

  9. Pedro Reis disse:

    Ficou excelente. Parabéns de novo.

  10. Leticia disse:

    Haha Legal! Não sabia! Sou da Vila Guilherme e não sabia da história da Avenida Conceição! Aliás o que eu conhecia da Conceição termina na esquina com a Cerejeiras perto do Costa Guedes que percorri de ônibus hehehehe não sabia o que tinha mais pra frente! Aliás, vou adorar saber mais sobre a Rua do Imperador 😉 já percorri boa parte a pé! Ajuda a emagrecer rsrsrs

  11. JORGE ROBERTO COELHO FERREIRA disse:

    Penei um bocado, andando a pé nessa região, nos anos setenta, quando era office-boy. Há décadas que não passo lá. Mal reconhecí os lugares descritos. Sugiro, podendo ser, matéria sobre a Estrada de Itapecerica, antes “Estrada Circuito de Itapecerica”, onde se deu a primeira prova automobilística no Brasil, vencida, aliás, pelo Conde Silvio Penteado.

  12. Fernando de Castro Vieira disse:

    parabéns pela matéria

  13. Fernando de Castro Vieira disse:

    agora porque você não faz o caminho de São Paulo a Campinas pela estrada velha de Campinas começando no túnel da VL Anastácio na AV Raimundo Pereira de Magalhães

    1. Patrick Schio disse:

      Sempre tive curiosidade de conhecer esse caminho… Sou de Jundiaí, e não me sai da cabeça a idéia que a cidade “engoliu” um trecho dessa estrada rsrs
      Fica aí a sugestão do nosso amigo
      Abraços

  14. Elmi Omar disse:

    Que legal Douglas! valeu muito a pena ter feito essa viagem com você! obrigado por fazer esse caminho confirmando a hipótese levantada nos nossos estudos sobre a cidade … podia ter passado em casa pra tomar uma Germania … hehe abraços

  15. Sergio Massaro disse:

    Curti muito a reportagem … Depois que vi as fotos adorei mais ainda !!!
    Diadema também já foi “Conceição” … a igreja matriz desse, hoje município, da Grande São Paulo é da “Imaculada Conceição” e a Avenida Conceição, citada pelo Celso, já foi “caminho” e “estrada” com o mesmo nome. Eu acredito que a Avenida Armando de Arruda Pereira fez parte desse “Caminho para a Vila da Conceição”. A wikipedia diz algo a respeito. Mas eu acho que tem mais coisa aí! O Douglas ainda vai acabar nos ensinando, como o Bruno alguns minutos antes do Celso sugeriu, que a estação do metrô chamada “Conceição” lá no começo da Arruda Pereira tem algo a ver com esse velho caminho que a wikipedia diz que tropeiros e bandeirantes usaram …
    Vamos continuar aprendendo mil coisas por aqui !!!

    1. Vou pesquisar essa sua sugestão e em breve trago aqui o que eu tiver apurado.

    2. Celso disse:

      Meu caro Sergio Mascaro

      A companhia do Metrô de São Paulo fazia um trabalho importante de pesquisa histórica antes de batizar as estações. Porém inexplicavelmente, de algum tempo para cá as estações começaram a receber dois nomes, o que só confunde a população e os usuários. Como por exemplo explicar a um desavisado a denominação ‘Santos-Imigrantes’ na estação da linha verde na av. Ricardo Jafet? Santos está a 70 km dali e a rodovia dos Imigrantes começa muito além daquele local. E o que podemos deduzir da denominação Sumaré-Santuário N.Sa. de Fátima? O Santuário de Fátima fica em Portugal enquanto que em São Paulo existem várias igrejas com esse nome. Ou seja, uma confusão total.

      Pior é que muitas vezes a história do bairro e o significado dos logradouros é ignorada. Veja por exemplo a estação Alto do Ipiranga. O que significa isso? Mais parece nome de lançamento imobiliário de alto padrão. Teria ficado mais apropriado o nome do historiador paulista Gentil de Moura, uma vez que a estação dá acesso àquela tradicional rua.

      O Metrô está perdendo a característica de importante elemento de valorização da história de São Paulo. Precisamos reclamar.

  16. Alberto So disse:

    Excelente trabalho!

  17. Muito oportuno bloquear a ganância nominalista de vereadores. O ideal, a meu ver, além da sua sugestão de critérios técnicos e pessoas gabaritadas, é necessário que uma lei nos proteja de tais mudanças, todas realizadas por motivos fúteis.

  18. Maria Fatima Goncalves Naslaniec disse:

    Adorei a matéria, as fotos e o vídeo! Amo a história de São Paulo e é maravilhoso vê-la contada dessa forma. Parabéns!!!

  19. Marta Felix disse:

    Muito bom! 🙂

  20. Marta Felix disse:

    Eu conheço a outra Av. Conceição da zona sul, mas quando fala na nossa linda e gigantesca sampa não tem como não querer conhecer sempre mais! Ótima matéria! 🙂

  21. José Edward Flaga disse:

    Parabéns pela matéria morei minha infância na Avenida Conceição…não conhecia sua história.

  22. Claudio disse:

    Excelente matéria Douglas ! Gostei bastante.

  23. Carla disse:

    Gostei muito, sensacional!

  24. Alexandre Fontana disse:

    Sensacional, moro há quase 40 anos na ZN e nem sequer imaginava essa história toda. Parabéns.

  25. Paulo Gimenez Gonçalves disse:

    Muito bom! o trecho em terra remanescente da estrada lembrou outro existente no Butantã, hoje dentro da área do instituto Butantã

  26. SavianoMarcio disse:

    Se o me permitirem, tenho as plantas do SARA Brasil que o Douglas se baseou nesse link para o pessoal apreciar.

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=110283617#post110283617

  27. Gabriel disse:

    Obrigado pela “carona” na história, caro Douglas. Excelente matéria.

  28. Essa matéria só está mostrando a “jenialidade” (com “J” de “Jegue” mesmo) de “nossas otoridades”, pois essa Avenida poderia muito bem servir de segunda opção para quem quer ir de São Paulo a Guarulhos sem ter de passar pela Dutra, mas em vez disso os “jênios” preferiram atravessar a Dutra no meio do caminho e deixando um monte de pequenas “áreas mortas” no meio do mesmo, aliás, outro exemplo dessa “jenialidade” já foi fotografado pelas lentes do São Paulo Antiga que é a Rua Vemag onde ficam os restos mortais da fábrica de mesmo nome, em vez de simplesmente fazerem como a maioria faz que é ligar as duas metades da rua separadas por um muro e pela linha férrea colocando cancelas para que os carros não passem quando o trem estiver passando eles simplesmente desativaram a estação que ali estava (realocaram a mesma mais para trás integrando também o Metrô Tamanduateí) colocaram tapumes e largaram lá às moscas sendo que se estivesse aberto também serviria de segunda opção para quem quisesse ir da Vila Zelina, Vila Prudente, Vila Bela e adjacências aos bairros da Zona Sul de São Paulo, hoje só é possível ir ao Sacomã por exemplo fazendo esse caminho a pé, como aliás cansei de fazer nos tempos de “vacas magras”.

    1. É verdade! E quem anda de bicicleta sabe que São Paulo tem muito mais necessidade de integrar seus bairros retomando ligações, bruscamente interrompidas, do que borrar o asfalto de vermelho. Caminho livre não é sinônimo de caminho pintado.

  29. Aline disse:

    POR FAVOR, VISITEM A ESTRADA VELHA DE SANTOS! Minha mãe conta que tinha várias coisas históricas por lá. Infelizmente eu não conheço.

    AMO o site e fico boba com casas antigas ( moro em uma beeeem simples) tropeço na rua, perco o ponto de parara, enfim fico boba quando me deparo com construções antigas. Dica: para mim o melhor lugar de SP para ver construções é o Ipiranga. Que gosta, é um ótimo passeio. Tem umas construções lindas na Av. Nazaré, perto do museu de zoologia… gostaria de ver reportagens sobre elas!

    Bjs

  30. Otto Triebe de Mello disse:

    Muito interessante! Sugiro, quando possível, utilizarem um drone com câmera para passar por cima de áreas fechadas,e assim complementar a reportagem.

  31. a sugestão é a Avenida Engenheiro Heitor Antonio Eiras Garcia no Butantã
    A avenida liga a Corifeu de Azevedo Marques e vai até a Rod Raposo Tavares onde é interrompida e continua do outro lado da rodovia até a divisa com Osasco Cotia no Parque Tizo. (e fica em terra)

    Segundo moradores chamava-se Estrada velha da represa de Cotia, foi usada por ônibus que vinham do João XXIII/ Cotia e iam para Pinheiros, sem usar a raposo Tavares, ainda chamada de São Paulo Paraná até os anos 50. E chegava até Cotia a mesma, hoje seus trechos ainda podem ser percorridos, porém com algumas interrupções na nomenclatura

    Segue próxima da adutora de Cotia.

  32. arnaldo disse:

    gostei muito obrigado por mostrar o caminhos antigos

  33. Mariana Araujo disse:

    Excelente matéria.

  34. Augusto disse:

    Espetacular essa matéria…moro na Vila Maria desde 1989 e nem fazia ideia de toda essa história.
    Mais uma vez, parabéns!

  35. Véra Lucia Rodrigues Bäurich Fonseca disse:

    Amei esta reportagem. Moro na Av. Julio Buono.Gostaria de uma reportagem histórica sobre esta avenida, da av, Cel Marcílio Franco (que antecede à Av.Julio Buono) e suas relações com Vila Guilherme. Também gostaria de um “passeio” desde onde era a Estação Tamanduateí, da E.F.Sorocabana, seu percurso até o Areal (atual est.Carandiru do Metrô), Santana (onde morei dentro da estação, casa 4), depois seguindo av Alfredo Pujol e por aí vai nas estações da Cantareira: Parada do Quartel, (ramal dos Menezes), Santa Terezinha, Mandaqui, Parque Modelo, Pedra Branca e por aí vai, até a Cantareira, que era última estação. Depois uma viagem, do Areal, entrando pela Av.Gen.Ataliba Leonel, Parada Inglesa, Tucuruvi, Gopoúva e assim até Guarulhos. Meu pai levou a telefonia para Guarulhos e era ferroviário da Estrada de Ferro Sorocabana. Tenho muito orgulho disto; chegou a dirigir máquina à diesel. Seria uma homenagem à ele que sempre quiz fazer – Waldemar Arthur Bäurich – que faleceu aos 98 anos no ano passado, em 16 de Junho de 2014 e nos deixou um legado de trabalho honrado, honesto e de muitíssima responsabilidade, Estou à disposição. Onde estarão os objetos, escrivaninhas, etc, da antiga estção do Tamanduateí ( INÍCIO DA LINHA), familiares da Luucia Aparecida Cambiuce?!, sr. Avelino.Ainda temos dois amigos filhos do sr. Gumercindo Pereira de Campos, chefe da estação de Santana – Gumercindo Filho e Perola.. Obrigada, Véra Lucia.

  36. Fátima Silva disse:

    Praça Terras de Bouro,porque se chama assim?

  37. ESPANHOL disse:

    OLA, MUDEI-ME PARA REGIÃO DA VILA MARIA EM 1979, E NAQUELA ÉPOCA CONHECIA A ATUAL AVENIDA COMO ESTRADA DA CONCEIÇÃO. É O NOME QUE CHAMO A VIA ATÉ HOJE. PARABÉNS PELA MATÉRIA. NA REGIÃO DA VILA MARIA BAIXA A ANTIGA RUA PALMIRA FOI MUDADO O NOME DELA POR UM NOME DE UMA PROFESSORA DE UM POLITICO DO BAIRRO, PASSOU A CHAMAR -SE PROFESSORA MARIA JOSÉ BARONE FERNANDES, RECENTEMENTE ATÉ O FILHO DO FALECIDO MARIO COVAS RECUSOU COLOCAR O NOME DO PAI NO VIADUTO DO CHÁ. AQUI NA VILA MARIA TEM O PARQUE DO TROTE QUE TEM VÁRIOS CASARÕES E ANTIGAS COCHEIRAS DE DARIAM UMA BELA MATÉRIA.

  38. Wellington disse:

    Olá Douglas, parabéns pela matéria e vídeo.
    Morei na vila vila guilherme e vila paiva, à meio quarteirão da antiga estrada da conceição, e estudei no ginásio est. jaime cortesão onde iniciava esta “estrada”, esquina com a rua maria cândida. Me fez entrar no túnel do tempo, muita saudade. Obrigado.

  39. Existe alguma matéria sobre a antiga estrada do Guapira? Atual Avenida Guapira que vai hoje da região do Tucuruvi até o Jaçanã na zona norte.

  40. Alex Marin Gaudencio disse:

    Show de bola, sempre morei no bairro e nao sabia da historia da estrada!!!!

  41. Muito interessante essa reportagem, aprendi muito e vou acompanhar outras tantas. Gosto de tudo que diz respeito à nossa querida São Paulo. Tenho um blog desde 28 de novembro de 2009 que fala do bairro do Pari e dos parienses que é o blog e da página do Facebook, historiasdopari.wordpress.com
    Um abraço e parabéns pela reportagem ,
    Jayme Antonio Ramos
    meu e mail é naciwa@gmail.com

  42. Gilson da Cruz Barbosa da Silva disse:

    Meus parabéns Douglas Nascimento, foi uma reportagem muito esclarecedora, mas infelizmente incompleta, a Estrada da Conceição é parte de uma estrada bem mais antiga, que vem do Brasil Colonia ou seja, ela é parte da Estrada Velha do Cabuçu, única ligação de São Paulo-Rio, inclusive por onde Pedro I passou vindo do Rio pra proclamar a Independência do Brasil, eu sou nascido e criado na Avenida Santana, local em que vc concluiu a sua bela reportagem e posso ajuda-lo a complementar a história desse caminho que é bem mais velho que vc imagina, faça contato comigo através do meu E-mail e eu terei o maior prazer em contribuir com informações que acredito que estão faltando pra completar sua bela reportagem, estarei aguardando seu contato, um abraço .

  43. Parabéns pela belíssima matéria Douglas, e pelo charmoso possante que o conduziu.
    De alguns anos para cá tenho me dedicado à algumas pesquisas sobre História, Cultura e formação dos lugares, e já sabia da velha Estrada da Conceição, ligação de São Paulo a Guarulhos…e o porque do antigo nome, que graças à Deus, ainda não foi substituído pela sanha nominadora de alguns edis que pouca coisa tem a fazer e se preocupar.
    Adorei os mapas ilustrativos….tinha a impressão que o trajeto original da Estrada da Conceição era pela atual Avenida Gabriela Mistral, ascendida pelas imediações da antiga e extinta Estação Engenheiro Gualberto….nunca soube de outra ponte que acessasse diretamente o Jardim Munhoz, além da que faz a ligação Penha-Guarulhos….e ela é pra lá de antiga, pois começou em madeira…
    Estranhei “Estrada da Velha do Cabuçu” no Jd. Munhoz, pois o Cabuçu original deriva da Fazenda Cabuçu, e foi a primeira cogitação de nome da Estação de Vila Galvão em 1915…e a Estrada do Cabuçu se iniciava na antiga Rua Pires do Rio, atual Avenida Tucuruvi, precariamente descia como um caminho paralelo a via férrea por aquela que viria ser a Av. Cabuçu, atual Av. Dr. Antonio Maria Laet, até Vila Mazzei ia percorrendo trechos que tiveram várias denominações por fim Cirene de Oliveira Laet já em Vila Nilo, e atravessava sobre o Rio Cabuçu a chegada em Vila Galvão, e manteve o nome Av. Cabuçu, atual Eugenia Machado da Silva, denominação dada em meados dos anos 70, pegava a Av. Pedro de Souza Lopes, e a Estrada do Cabuçu, atual Davi Correa até chegar propriamente ao bairro do Cabuçu….passando por regiões que ficaram pela altura de seu quilometro na Estrada do Cabuçu..12….15….18….em relação á atual Av. Tucuruvi…
    Desculpe Douglas…e que creio que você possa acrescentar dados, e quem sabe propor nova incursão deliciosa sobre as históricas e antigas ligações.
    Ah…o nome antigo da Av. Casper Libero era Rua Conceição, e creio que seja a chegada final da Estrada da Conceição na Igreja de Santo Ifigênia…por servidões de acesso ao Centro da Capital..creio….rsrs…
    Um forte e carinhoso abraço e
    Agradeço de coração.

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