Imóveis Antigos

Biscoitos Bela Vista

Comments (54)
  1. João Guimarães filho disse:

    Sensacional …na minha feliz infância no Jardim Peri , zona norte de SP, tinha uma “”venda”” do Paraíba na rua Índio Pery e lembro como hoje o Chevrolet chegando para entregar os doces e biscoitos.
    Hoje trabalho em um atacadista, Compre Facil de São Jose do Rio Preto, e o biscoito TUCS e um dos mais vendidos…indicação minha…parabez pelo belissimo documentário.

    1. Luciana Candido disse:

      Interessante ver alguém da região comentar aqui moro na Vila Amália, nascida e crescida estou com 37 anos e acompanhei as mudanças tanto da Vila Amália como do Jardim Peri.

    2. Nat disse:

      Faz mais de 20 anos que minha mãe trabalha no posto de saude do Peri, ao lado do mercado.
      Aqui no Horto, tinha um bar em frente de casa que entregava os doces num caminhão verde, meu sonho era ganhar uma caixa!

    3. Antonio Reinaldo Soares disse:

      Conheci esse caminhão Mercedes Benz LP321 de cor preta e com letras douradas nos anos sessenta em minha cidade – Oeiras do Piauí. Era uma fantasia ver tanto confeitos, achocolatados, bom-bons e outras guloseimas por vezes em potes de plásticos para não perderem os sabores. Por esse tempo em Oeiras passamos a nos apaixonarmos pelo chocolate diamante negro e uvas passas sun maid. O que revolvia o estomago da garotada era o cheiro bom que exalava de dentro do baú quando aberto sua porta para distribuir os produtos. Em meu livro de memória eu falo sobre esse caminhão da Bela Vista. Antonio Reinaldo Soares Filho

  2. ernani disse:

    Gostava de todos os doces da Bela Vista. Maria mole, paçoquinha de amendoim, pés de moleque, pão de mel, doce de abobora, de batata doce etc.etc.

  3. JORGE ROBERTO COELHO FERREIRA disse:

    Dentre todas as excelentes reportagens postadas até agora, esta para mim é das mais agradáveis. Uma das primeiras lembranças que tenho quando cheguei em São paulo, em 1962, é justamente do “carro de doces”, como então chamávamos o Furgão da Bela Vista. Infelizmente, hoje não posso comer mais doces, por´pem sempre compro os biscoitos TUCS salgados.

  4. Dan disse:

    Até uns 5 anos atrás eu vi um caminhão clássico deles passando na minha rua, para abastecer uma escola particular próxima. É uma “viagem no tempo” ver um desses na rua, como os nossos pais e avós viam na época.

    E eu nem sabia que a Tucs pertencia a Bela Vista. Consumi muita bolacha Tucs durante a última Copa…

  5. Gilberto Viviani disse:

    Trabalhei nela em 1993, como temporário, num deposito dela, na Vila Maria.
    Como paulistano, não posso deixar de reverenciar essa tradicional empresa paulistana.

  6. Pedro Reis disse:

    Excelente reportagem. Isso tudo fez parte da minha infância e é muito bom saber que a empresa prosperou. Parabéns São Paulo Antiga, Parabéns Bela Vista.

  7. Sergio Mendes Barreto disse:

    Meu Pai e Mãe trabalharam e se conheceram na Bela Vista; Antonio Rosa Mendes Barreto e Palmira Piccolo Barreto.

    1. O Xirinu…..e os pastéis da palmito da tia Palmira…..

    2. J Jorge Lourenço disse:

      Olá Sérgio,
      Conheci teu pai e tua mãe; sou filho do Joaquim e da Justina que tinham o açougue na rua Francisca Julia enfrente a casa do sr José Cardoso e esquina com a Rua Ana Benvinda de Andrade onde moravam o meu tio e padrinho João Jorge de Carvalho e minha saudosa tia e madrinha Piedade. Voces na epoca moravam na Rua Pedro Dool e nos na Rua Maria Rosa Siqueira.
      Que saudades !!!
      abraços

      1. Sergio Mendes Bareeto disse:

        Olá Jorge, td bem com vc? Quanto tempo!
        Lembro sim… Da dona Piedade e do Sr. João!
        Eu brincava direto na Rua Ana Benvinda de Andrade com o Celso, filho do Sr. Julio que morava na frente da Dona Piedade, onde nora até hoje no Prédio ao lado da cada que era da Dona Piedade.

        Muito bom relembrarmos td isso!!!

        Hoje moro ainda em Santana na Rua Damiana da Cunha, tenho dois filhos, um casal, mas ainda não tenho netos… rsrsrs…

        Saudades!!!

        Forte abraço!!!

  8. Grande (mais uma…) matéria da São Paulo Antiga, continue meu caro, todos precisamos muito do seu trabalho. Parabéns. Tomei a liberdade de “pinar” umas duas ou tres fotos. Um grande abraço do Miltão da Casa Paulistana.

  9. Juliana disse:

    Vida longa à Bela Vista!! Graças a ela, podemos continuar abastecendo nossa despensa com produtos deliciosos, iguais aos da nossa infância. Infelizmente não podemos dizer o mesmo da tradicional Tostines, que depois de passar às mãos da Nestlé, virou fabricante de bolachas vagabundas, cheias de sal e de gordura hidrogenada……

  10. André Rosito Filho disse:

    Meu pai trabalhou na Bela Vista, André Rosito, tenho boas lembranças, os doces, as balas e principalmente de como estes senhores valorizavam seus funcionários, dentre eles meu pai, tenho muito orgulho em saber que continuam em atividade, parabéns!

  11. Parabéns pela reportagem, a Bela Vista faz parte da minha infância e da minha vida; quando criança consumia os deliciosos doces, balas e biscoitos, e após a adolescência junto ao meu pai, vendíamos os produtos desta grande empresa; inicialmente meu pai tinha uma freguesia no Vale do Ribeira (Jacupiranga, Cananéia, Cajati, Barra do Braço, Eldorado dentro outros locais) e posteriormente no Sul de Minas (Paraisópolis, Gonçalves, Brazópolis, Piranguinho, São José do Alegre, Pouso Alegre e bairros locais; saudades. Parabéns Cid por manter a empresa até hoje, abraço.

  12. Carlos Gama disse:

    Incansável, Douglas continua nos mostrando o que é nosso e nos faz felizes por revermos imagens que fazem parte da nossa trajetória e da nossa memória.
    Foi muito bom conhecer um pouco mais sobre a indústria que ainda aguça o nosso paladar.

  13. Vander Romanini disse:

    Meu Primeiro Emprego foi na Confiança. Vinha com um Amigo do SENAI que trabalhava na Bela Vista!!
    Aí com o tempo fomos fazendo amizades e de apenas dois, íamos pro trabalho e pra casa em doze pessoas!!
    Bons tempos!!!

    1. Leonardo Braz disse:

      Você teria fotos antigas dos baúzinhos da Confiança. Aqueles azul escuro. Abraços.

  14. Luiz Henrique disse:

    Meus caros, meu sonho de infância era “sequestrar” ou “assaltar” um veículo da Bella Vista, quando este ia abastecer as “vendinhas” perto de casa.
    Doce ingenuidade,sem qualquer maldade…

  15. Marcello disse:

    Meu pai trabalho na Bela Vista e aquele caminhão verde com a marca dos lados remete à infância na hora! Um orgulho para nós, paulistanos!

    1. No meu caso o caminhão verde já era um Ford F4000 com o “crássico” baú pintado de verde.

  16. Telma Righi disse:

    Parabéns pela linda matéria! E muito sucesso para a empresa Bela Vista!

  17. Eliane Go disse:

    Também tenho saudades! por muitos anos fui cliente, tinha um comércio em Paraisopolis e comprávamos os produtos Confiança.

  18. Nilton D'Addio disse:

    Bela Vista – bela reportagem.
    Nasci ali bem perto, na Ponte Grande e como meu pai era cobrador do Clube de Regatas Tietê, costumava acompanhá-lo em suas andanças nos locais mais próximos. Acho que existiam funcionários da fábrica, que eram sócios do clube, pois além de ter guardado em minha lembrança, imagens do interior da fábrica, sempre voltava para casa com um ou outro doce.
    Outra fábrica de doces da região que eu conheci pelas mãos de meu pai, foi a Sultana, nas margens do Tamanduateí. Isso tudo aconteceu por volta dos anos 50.
    Havia também uma fábrica de doces e efervescentes, que se não me engano se chamava Constantino e que funcionava na Rua Afonso Pena, no Bom Retiro.
    Gente muito boa a quem devo muito pela proteção que me deram e certo momento difícil de minha infância, mas de quem não tenho mais referências.
    Já marmanjo, por volta dos anos 90, fui trabalhar no quartel conhecido por Panelão, bem próximo da fábrica da Bela Vista no Pari e aí é que eu sofri muito.
    Sofri com o cheiro de biscoito, que duas ou mais vezes ao dia, enchia a boca de saliva.
    Quanto aos furgões, lembro-me muito bem deles e acho até que peguei o tempo das carroças, pois em minha infância, muitos produtos chegavam às nossas casas, por vendedores em carroças; o leite, a barra de gelo, o queijo,etc.
    Desejo muito sucesso aos proprietários, que representam o que já houve de melhor em São Paulo – a força do trabalho.
    Vida longa à Bela Vista.

  19. maria stella cordeiro disse:

    Minha primeira e querida amiga de infância chama-se Mariana Almeida. Somos amigas até hoje. Ela faz parte da família dos proprietários da Bella Vista. Lembro de cada doce, de cada biscoito e de cada minuto passado na minha infância junto dessa família querida. Pessoas muito especiais!

  20. João Guimarães filho disse:

    A Luciana Candido moradora da Vila Amalia , vizinha do Jardim Peri..me fez lembrar…em 1976…com meus 12 anos de idade..estava eu dentro de um ônibus modelo Jaraguá da A.V Brasil Luxo…quando derrepente vi próximo a delegacia um 608 da Bela Vista…parecia que tinha saido da fabrica…muito bacana mesmo.
    Por falar em 608…uma sugestão…faça um documentário sobre a LUSITANA MUDANÇAS…. outra paulistana tbn!

  21. Claudio Bassi Elias disse:

    Doces recordações. Aquelas vitrines de doces que ficavam nas ‘vendinhas” era a perdição da molecada. A Bella Vista tinha uma concorrente; Doces Confiança”. Os caminhões e furgões também eram verde e preto.

  22. William de Souza Ribeiro disse:

    Sou do interior do estado e essa postagem caiu como uma luva!
    Fazia dias que um baúzinho verde escrito Bela Vista me chamava a atenção em uma rua de Bragança Paulista, SP. Eu fiquei “viajando” imaginando qual caminhão o transportara no passado. Esta muito conservado, porém foi retirado do caminhão e encostado em uma empresa de reciclagem de metais. Fico cada vez mais feliz com as reportagens desse site, são incríveis.
    Costumo dizer que gosto de relembrar um passado do qual nem vivi… Parabéns pela reportagem!

  23. Maria Dejanir nalin disse:

    Que legal essa reportagem, me deu uma saudades imensa da Bela Vista, trabalhei lá por 6 anos, gostava muito de lá, fiz amizades boas, Verá Lúcia, Nina, Sadi, Maga, e outros tantos, fui muito feliz na Bela Vista, Sr. Cid uma pessoa muito boa um ótimo patrão, por isso a Bela Vista ainda está viva. Parabéns Douglas pela reportagem bem merecida da fábrica e parabéns a Bela Vista pelos 100 anos.

  24. A.Vandelay disse:

    A marca antiga é um patrimônio que deveria ser preservado, no máximo polido. Não me agrada a quebra total na identidade visual atual. Não condiz com o peso da história da Bela Vista. De qualquer forma, parabéns à fábrica por manter-se sólida por tanto tempo em um país e em tempos tão difíceis como o nosso. Que venham mais cem anos!

  25. SÉRGIO CELESTINO disse:

    É impossível esquecer os furgões da Bela Vista abastecendo as vendas com doces inesquecíveis !!!! Uma novidade prá mim é saber que a marca Tuc’s pertence a Bela Vista, incrível descobrir isso só agora !!!! Parabéns mais uma vez a vc Douglas pela matéria “deliciosa”, e parabéns a Bela Vista pelos seus 100 anos, e que venham muitos mais pela frente !!!!!

  26. alexandre assis soret disse:

    eu sou de santa cruz do rio pardo, meus tios tambem fabricam doces e tambem tem distribuição de doces eles adiquiriram dois caminhões f 350 bau da bela vista nos anos 60 eu cresci ajudando eles a venderem doces, tempos que não voltam mais…

  27. Renato Alfaia Gomes disse:

    tenho 34 anos mas me lembro destes caminhões passando próximo de casa na entrega de doces nos mercados. e uma felicidade só ver estes nostálgicas fotografias, meu pai tem 73 anos me me fala também destes caminhões no bairro ente cresceu na penha. fico feliz por rever esta fotos e lembrar da minha infância.

    belo trabalho gosto munto da historia de são paulo antigamente

    att renato alfaia gomes

  28. João disse:

    Parabéns pela reportagem! Sou do Sul de Minas e a matéria me trouxe muitas lembranças da minha infância. Meu pai tinha um mercadinho, secos e molhados, ficávamos aguardando a chegada do caminhão da Bela Vista para nos deliciar com os doces que vinham de tão longe…

  29. Marisa Alves disse:

    Parabéns! A reportagem também me trouxe lembranças, pois meu pai me levou várias vezes para ver a produção de bolachas, como se dizia na época.A Bela Vista trazia doçura à vida de muitas crianças.

  30. Excelente reportagem, parabéns por sua dedicação a este trabalho de resgate da nossa memória. Parabéns familia Almeida, por resistir!

  31. Joao Marcos Turnbull disse:

    Pelo número da fábrica na Rua Major Diogo, imagino que a antiga fábrica, na Bela Vista, ocupava o local que virou o grande Flat São Paulo, na esquina da Rua Santo Antonio com a Rua Major Diogo… um enorme terreno aonde foram construidas 3 torres com piscinas, um projeto bem ousado para a ocasião… meu tio inclusive foi mestre de obras… https://goo.gl/maps/tjX6c

    1. Nilton D'Addio disse:

      É até possível que a Bela Vista funcionasse onde você mostra existir as 3 torres, mas certamente havia outras edificações no local, tendo em vista que as 3 torres ocupam uma área bastante grande e acho que naquele terreno também funcionava a escola de inglês chamada União Cultural, que ocupava um belo casarão.

  32. Mariana Araujo disse:

    Tenho o privilegio de morar bem próximo e quase que diariamente sentir o cheiro dos doces produzidos ali.
    Bela materia.

  33. Marcos disse:

    Que saudades! Meu pai tinha uma mercearia em Uberlândia-MG, onde esses belos caminhões abasteciam todo mês. Lembranças da minha infância…

  34. marco disse:

    obrigado voce agora mim deichou com muitas saudades foi os melhores doces do brasil esperamos sua volta na minha terra natal na região de vitoria da conquista tinha um senhor chamado manuel portugues e ele faziam entrega no mercadinho do meu vô todas as semanas era muito bom esta epoca deveriam voltar

  35. Cecília disse:

    Viajei ! Nessa linda reportagem. Não esqueçam também da empresa Catupiry que deve ter cerca de 100 anos m S. Paulo – no bairro de Bom Retiro.

  36. Leonardo Braz disse:

    Meu pai foi doceiro da Bela Vista por mais de 30 anos e trabalhei muito com ele. Hoje estou reproduzindo com miniaturas de caminhões baú todas as marcas Kid´s, Neusa, Bela Vista e Tuc´s. Agora só falta a reprodução do baú da Doces Confiança. Alguém teria alguma foto deste?. Agradeço muito a quem possa ajudar.

  37. wanderley egea de oliveira disse:

    nasci em 1958, porem no ano de 1957 meu falecido avo (fernando) os filhos e meu pai (walter), tinham uma freguesia de doces bela vista no estado de santa catarina, e eles viajavam para la num mercedes cara chata 1958 e num chevrolet brasil ano 1957 da doces confiança.

  38. Sebastião disse:

    Os biscoitos amanteigados da Bela Vista são deliciosos. Não sabia que a fábrica era tão antiga.

  39. Liane Britto disse:

    Biscoitos Tostines não foram adquiridos pela Lacta.
    Quem comprou e desativou a marca foi a Nestlé.

  40. Rafael Mussi disse:

    Até meus 20 anos de idade morei na Rua São Caetano (Rua das Noivas), depois da Av. do Estado. Como era muito perto da minha casa, cresci jogando bola na famosa quadra do “Dim Dim”, que é exatamente ao lado da fábrica da Bela Vista, no encontro da Rua das Olarias com a Pedro Vicente. Do outro lado da rua é onde fica a escola técnica federal e ao lado o CMTC Clube e o Shopping D.
    Quantos e quantos sábados, nos anos 90 e começo dos anos 2000) à tarde passávamos horas debaixo daquele sol insuportável jogando futebol naquela quadra pública (que depois passou a abrigar festas da comunidade boliviana) e com aquele cheiro fortíssimo de doces vindo da fábrica. Durante a semana, fazia natação na Escola de Educação Física da PM (na área do Panelão) e também sentia o cheiro que vinha da fábrica. O engraçado é que durante a semana, parecia que o cheiro era de chulé. Um cheiro forte de queijo, diferente dos finais de semana.
    Algumas quadras pra cima, tinha também as fábricas (2 prédios que ocupavam 2 quarteirões) da Tostines. Os prédios existem até hoje, na Av. Vautier e hoje abrigam aquele shopping popular da feirinha da madrugada.
    Saudades.

  41. Rodrigo Marques disse:

    Marcante era (ou ainda é) o barulho quase ensurdecedor (imagino que a gás) do sinal da “hora de almoço” e “fim de expediente”. Se ouve desde o Belém, até a Vila Guilherme…

  42. Antônio Rocha Granado disse:

    Sim, meu pai, um português, Antônio Lopes Granado, faz parte desta história, era vendedor distribuidor em Goiás e Oeste da Bahia. Conheci a fábrica. Muita saudade deste tempo.

  43. Walter Thadeu Simões Oliveira disse:

    Por curiosidade: na foto onde aparecem Nicola Infante junto com familiares e funcionários, nota-se um grande número de menores que talvez lá trabalhavam, será? Poucos desses calçados.

    1. Com certeza trabalhavam lá. Era bastante comum na época…

  44. cesar N, Lunardi disse:

    Que EMOÇÃO , saber a História de uma Fábrica de 100 anos sua gente Gestores Diretores dignos do empresariado , me chamou atenção uma foto de todos os Funcionários em 1934 crianças de seus 13 anos , senhoras , senhores todos trabalhavam , não se tem notícias que o trabalho assassinou ninguém nem que ali familiares criaram Bandidos ou assaltantes , traficantes ou vagabundos , nos dias atuais que bom se os INTELECTUAIS revessem seus conceitos……..

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