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O Centenário do Brasão de São Paulo

Comments (10)
  1. Há algum lugar onde tem esses brasões “atualizados”, coloridos?

    1. Pela tecnologia gráfica da época em jornais impressos acredito que não.

  2. Roberto Carvalho de Magalhaes disse:

    Resta saber onde estão as duas janelas de cada torre…

    1. Jorge Roberto Coelho Ferreira disse:

      As torres foram superfaturadas; assim não deu para construir as janelas.

  3. Outra correção notável é que o braço empunhando a bandeira não está mais “solto” sobre o fundo vermelho, mas claramente preso ao ombro de alguém (ou seja, não está mais “decepado”).

    Essa correção também decorreu de observação da Sociedade Brasileira de Heráldica?

  4. Daniel Pardo disse:

    Eu aprendi na escola ainda no ensino fundamental que o brasão de São Paulo se lê “Non Ducor Duco” (sim, naquela época nas escolas públicas se ensinava essas coisas nas escolas) o que eu passei anos sem saber era o que isso significava, ou talvez naquela época tenham me ensinado, mas eu esqueci.

  5. José Rafael disse:

    Heráldica é fascinante! E o Brasão de Armas de minha São Paulo da garoa é lindo, muitas virtudes estão plasmadas nele, muita coisa construtiva e um lema em Latim!

    Moro em Osasco atualmente, e pouco tempo atrás eu estava analisando o Brasão de Armas da cidade – o que me deixou decepcionado.

    Está plasmado no Brasão de Armas daqui quatro elementos significando a mesma coisa: duas rodas dentadas e dois martelos, simbolizando o trabalho humano; o que leva não a uma dignificação do trabalho, como nos é passado em tantos discursos de próceres da cidade mas, sim, à idolatria do trabalho, algo que se percebe sensivelmente por estas bandas. Não é por acaso que o socialismo é tão forte em todos os aspectos osasquenses, e o município seja referência obrigatória quando se trata da história do movimento operário, do sindicalismo e da “luta pela democracia contra a opressão da ditadura que perseguia estudantes e cidadãos indefesos” (traduzindo em linguagem sem verniz ideológico: luta por uma ditadura do proletariado em moldes cubanos, contra o regime militar que várias vezes acertou em deter militantes e terroristas). E nosso lema está em vernáculo: “Cidade Trabalho”, o que é uma quinta referência a esse tema no conjunto. Dá-lhe redundância! Se viesse a público que tal foi feito com essa intenção, a de cabresto ideológico (e seu inseparável cortejo de podridões modernistas), eu não ficaria surpreso.

    Verdade é que a heráldica de algo é como a sua alma, confere um sentido ordenador metafísico à cidade, ao clube, ao instituto, à confraria etc. A cidade de Osasco é a perfeita realização de seu Brasão de Armas, sem tirar nem por. O mesmo acontece com a cidade de São Paulo, apesar dos problemas que enfrenta. As virtudes e as ideias contidas na heráldica da capital não perdem o realce, e representam bem as origens ibéricas de seus fundadores e a fé católica em seu apogeu medieval, incluindo o lema.

    Por falar em índole paulistana, um outro marco da cidade que é bem representativo é aquela estátua do bandeirante Borba Gato, no Distrito de Santo Amaro. O valor patriarcal, a varonilidade, o destemor, o senso da aventura, os perigos vencidos, e tantas outras qualidades estão desenhadas nesse personagem tão importante da história. É claro que certo grupo de pessoas (quais, quais, hein? rs) gostaria de ver a estátua abaixo, pois reclamam que ela representa “o homem heterossexual e ultrapassado”, seria feia, desengonçada e pesadona na paisagem urbana… Enfim, sem entrar nas “problematizações” desse grupo de pessoas tão… insensatas, que a estátua do Borba Gato permaneça lá, como um lembrete de tanta coisa boa que precisa ser resgatada, e um lembrete acerca do que somos feitos.

    Prossiga com o bom trabalho, tudo de bom!

  6. Luiz Henrique disse:

    Há algum tempo atrás, eu ouvi falar(ou alguém me contou, não me lembro bem) que a ex-prefeita da cidade, Luiza Erundina, tentou retirar a frase “NON DUCOR, DUCO” de nosso brasão. Por ela ser petista/comunista na época, ela estaria incomodada com a frase, talvez por não condizer com suas “crenças políticas”.Ou seja, a frase, segundo ela, soava como uma distinção da cidade de São Paulo em relação ao resto do país(LEIA-SE ATRASO!).
    Não consegui identificar no 4 torres no brasão antigo, só 3…
    Quanto às outras ilustrações, se eu tivesse que escolher uma, seria a de número…4, talvez. Não, não…cara! É muito difícil! Todos são belos e interessantes!

    1. É verdade!Ela quis incluir uma frase sobre os trabalhadores… eu tinha me esquecido disso.
      Vou buscar e atualizar o artigo com esta lembrança nefasta. Bem lembrado Luiz

  7. Luiz Henrique disse:

    Há algum tempo, alguém me contou que a então prefeita, Luiza Erundina, quis eliminar a frase do brasão. Por ela ser comunista/petista na época, a frase ia de encontro aos seus ideais políticos, já que a referida frase, enaltece todo o poderio de São Paulo, em detrimento ao resto do país…
    Não identifiquei quatro torres no desenho anterior, mas sim, três;
    Constatei 9 torres no novo desenho, e não 8;
    São portas ou janelas? Se for janela, é uma em cada torre; se for porta, a mesma coisa.
    QUANTOS ERROS!

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