Grande São Paulo

Casas Antigas da Alameda Olga

Comments (6)
  1. J.C.Cardoso disse:

    Falou em desconto em imposto, o Estado declina. Aqui no Rio também é assim. Morar em construção tombada (que acredito que não seja o caso dessas casas) não tem contrapartida alguma para o morador. Isso talvez explique, pelo menos aqui no Centro do Rio, muitas estarem caindo aos pedaços, dada a renda dos moradores da área e o alto custo da fiela manutenção.

  2. Moro na Alameda Olga e sempre que vejo essas casas penso: Como elas deviam ser lindas no projeto original. Parabéns pelo texto e pelo site.

  3. Jorge Roberto Coelho Ferreira disse:

    É duro colocar na cabeça da maioria dos donos desse tipo de edificação, que as “modernizações” defraudam o valor do imóvel. Não quero declinar aqui as casas, mas pelo menos umas três, as reformas beiram ao ridículo.

  4. Vania disse:

    De doer…. A maioria ficou péssima, sem nenhum senso estético. Embora tenha descaracterizado a parte debaixo da construção, para instalar uma garagem, essa com pintura em amarelo ficou legal. Manteve a parte de cima preservada, em especial as janelas e esquadrias, muito bonitas. Esse tipo de peça é de recuperação dificil, é mais fácil e mais barato tirar tudo e colocar uma peça nova e sem graça. Então, louvo o esforço em manter esses elementos.
    Mas enfim, acho que conjuntos de imóveis, que inicialmente tinham a mesma arquitetura, sempre perdem com alterações, quaisquer que sejam elas. Perde-se a estética do conjunto.

  5. Álvaro da Cunha Caldeira disse:

    Defrontei-me,sob especial emoção, com as fotos aqui expostas, pois morei na Alameda Olga de 1936 a 1957 (números 382, c.4, 360, 397, 300 (durante a conversão de 397 para 391), 391 apto 6. Com 5 anos de idade, convivi com os vizinhos da casa 447, onde minha mãe me deixava quando ia lecionar. Também frequentei, na mesma época, a casa 424, do outro lado da rua. Em frente ao conjunto mostrado, havia a fábrica de instrumentos de corda Tranquilo Gianinni. O busto de seu fundador e proprietário está no cemitério São Paulo. Fico por aqui, já que memórias desses tempos – bons tempos- não me faltam. Abs.

  6. Daniel Pardo disse:

    Tem casas ai que nem dá pra reconhecer mais.

Deixe uma resposta

Publicidade:

SP ANTIGOS

Nosso Instagram: @saopauloantiga
Something is wrong. Response takes too long or there is JS error. Press Ctrl+Shift+J or Cmd+Shift+J on a Mac.