Biografias

Catharina Serroni e seu amor ao São Paulo Futebol Clube

Comments (15)
  1. Miguel Dos Santos Primeiro disse:

    Que orgulho dessa grande Sampaulina e cozinheira de mão cheia, eu como Sampaulino, fico lisonjeado de um site de grande prestígio como o SPA estar resgatando memórias deste nosso grande clube que é o São Paulo Futebol Clube.

  2. Lilian disse:

    Que belo!

  3. ernani disse:

    Como dona Catharina Serroni e sua família, assim eram várias famílias aqui em São Paulo.
    Ninguém ligava pra luxo e muito menos a febre de ambição como nos dias de hoje.
    As famílias acreditavam em Deus! Muitos andavam errados, mas no fundo tinham o temor de Deus!
    Ninguém pensava em carro, televisão, celular e muitas casas não tinham nem geladeira. Mas a gente era feliz!
    Os moradores de bairros afastados do centro, se contentavam com o cinema que existia no local. Podia ser um pulgueiro! (termo usado na época de cinemas mais humildes).
    Ir a um cinema no centro, a maioria na avenida São João e Ipiranga era um luxo!
    Mas as famílias eram unidas e se visitavam com frequência.
    Se alguém estivesse doente, estavam todos lá para dar apoio.
    Os italianos aos domingos e feriados gostavam de se reunir e cantar suas canções.
    Nessas reuniões dominicais, as mesas eram fartas, e, por mais pobre que fosse uma família de italianos, se alguém chegasse na hora do almoço ou jantar, não saia de lá sem comer.
    Era uma insistência tremenda, e, não deixavam a gente sair se ao menos não provássemos um pouco do molho.de macarrão. (isto era feito com um pedaço de pão que molhavam na própria panela de molho e davam pra gente experimentar.
    Se estivessem fritando porpeta, lá vinha a dona da casa geralmente a mamma. Espetava uma porpeta no garfo e insistia para que a gente experimentasse.
    E assim era com todas as coisas. Eram vizinhos, mas como se fosse uma família só!
    Vendo essas fotos e a história de dona Catharina Serroni, me veio muitas recordações e saudades.
    Tudo se acabou. As famílias não se visitam mais.
    Raramente no Natal e fins de ano. E olhe lá?
    Netos, sobrinhos, ou quando nos visitam, ficam nos computadores, ou então pregados com a cara no celular. Se a gente fala algo com eles, estão distraídos e não sabem aquilo que nós perguntamos.
    É o fim!

  4. Fernando Teixeira da Silva disse:

    Emocionante! saudades dos meus avós maternos, italianos da gema, que nunca eu soube para que time torciam, porém, sou São-paulino há muito tempo………..!

  5. Clelia Person Lammardo disse:

    As histórias se cruzam. O marido de Dona Catharina, conhecido pelo sobrenome Serroni, no bairro do Pari, intermediou a minha entrada na rede estadual de ensino, em 1966, quando eu estava com 18 anos, logo que saí da Escola Normal Santa Teresinha do Menino Jesus, que foi um colégio tradicional aqui no bairro. E foi assim que iniciei a minha carreira profissional no Magistério. Não conhecia a história linda de Dona Catharina.

  6. José Ronaldo Beni disse:

    Esteja aonde estiver D. Catharina o meu profundo e sincero agradecimento por tornar essa paixão de mais de 20 milhões de Sãopaulinos esse gigante do Futebol mundial, obrigado por fazer da sua vida parte detoda nação Tricolor. Emocionante, A diretoria deveria prestar uma homenagem para D Catharina estando ela viva ou não

    1. Provavelmente ela não está mais viva colega, pois ela nasceu EM 1909 e são raras as pessoas que vivem 106 anos.

  7. Reinaldo disse:

    impossível conter as lágrimas. Apenas uma curiosidade ela vive? parabéns pelo site, pela postagem,a nação sãopaulina esta em extase

  8. derwolfstein disse:

    Muito bem observado o comentário, pois eu acho um desrespeito tremendo, o indivíduo almoçando ou seja qual for a refeição, com um celular na mão e o garfo na outra, ai não sabe se come ou “navega” na sua tão indispensável rede social, alem do mais que são indivíduos inanimados pois você fala com eles e é a mesma coisa que falar com uma parede, digo parede porque se você falar com uma mula pelo menos ela vai te olhar e tentar entender no seu modo o que esta acontecendo… bem mas acontecem que a educação, o respeito e os valores não tem espaço neste mundo moderno onde temos crianças inteligentíssimas mas sem qualquer noção de respeito pelos demais!

    1. Miguel Dos Santos Primeiro disse:

      Verdade.

  9. Rodrigo Vitullo Serroni disse:

    Essa é a minha bisavó, nossa família sempre teve uma ligação muito forte com o São Paulo Futebol Clube, e o amor foi passado de pais para filhos e por todas as gerações, uma história linda, de muito amor e paixão!! Lindo ver as fotos e me emocionei muito com seu depoimento, obrigado por nos fazer essa linda homenagem!!

  10. Leila Galvão disse:

    Eu como são-paulina doente e apaixonada me emocionei muito com essa magnífica senhora, nas coisas mais simples da vida ela foi gloriosa, e esse trabalho que ela realizou por décadas no São Paulo não há dinheiro que pague, um exemplo de mulher trabalhadora, inteligente, generosa, parabéns por seu exemplo Sra. Catharina, onde quer que a Sra. esteja nesse momento.

  11. Alguém por acaso tem notícias dessa grande mulher? Depois dessa historia não vi mais informação nenhuma sobre seu paradeiro.

    1. Oi Gabriel! Ela já faleceu tem vários anos.
      Abraços

  12. Mariana Araujo disse:

    Passo em frente a esta casa vizinha a da Dona Catarina..
    As casas ainda estão de pé, porem emparedadas. Esta da foto, junto com sua vizinha da esquerda estao com placa de vende-se.
    Adoraria comprar e restaurar.
    É um prazer passar ali diariamente e saber que ali viveu uma são-paulina doente, assim como eu.
    Ha quanto tempo ela faleceu?

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