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Conheça o mais antigo cemitério de São Paulo

Comments (29)
  1. Pedro Paulo Penna Trindade disse:

    Glaucia

    Você já fez algum levantamento das obras de arte dos cemitérios de São Paulo? Sempre tive vontade de fazer isto, com minha câmara. Mas não saí ainda a campo. Sempre tive um olhar voltado para a arte dos monumentos da cidade. Já gritei muito na imprensa em prol da conservação destes. Sou ligado neste perfil artístico.
    Vamos nos falando.

    Pedro Paulo.

  2. Parabéns pela iniciativa, a quem conseguiu erguer esse monumento que e parte de nossa historia.

  3. Pedro Paulo Penna Trindade disse:

    Parabéns a Gláucia Garcia e a Douglas Nascimento, idealizadores do passeio cultural ao cemitério da Consolação realizado no dia 24 de maio de 2009, onde, num verdadeiro museu a céu aberto, os participantes puderam aprender não só a apreciar a arte tumular, como entender o simbolismo das esculturas existentes sobre as sepulturas, a maioria delas esculpidas em mármore e outras fundidas em bronze, da lavra de artistas como Zanni, Brecheret, Leopoldo e Silva, Nicolina Bispo e outros tantos de renome do meio artístico do século passado. Nesse sentido, explicou a prof.ª Gláucia que aquelas obras de arte que decoravam os jazigos, simbolizavam a dor e os sentimentos mais profundos dos que perdiam seus entes queridos. São crianças representadas por anjos, jovens junto de seus instrumentos musicais, a maioria com harpas sem as cordas traduzindo o silêncio do instrumento que não podia mais ser tocado, tal como o silêncio deixado por quem partiu desta vida. Esculturas em bronze em forma de figura feminina trazendo criança ao colo, simbolizando a viuvez, e outras esculpidas em mármore representando figuras de santos, ou de madonas com a cabeça apoiada pelas mãos eram as que mais se viam. Aprendemos ainda que os túmulos erigidos em formato de capela passaram a ser construídos com maior freqüência após a proibição dos enterros dentro das igrejas, justificando tal iniciativa a crença de que os mortos estariam mais protegidos por Deus. Naqueles instantes de aprendizado e contemplação, ficou a certeza de que um dia poderemos estar igualmente sendo visitados por quem nunca nos conheceu, em nome da arte como espetáculo da vida!

    Pedro Paulo Penna Trindade

  4. Parabéns aos idealizadores desse importante passeio cultural, realizado no dia 24 de maio de 2009. Nós do GRUPO MEMORIAL, gostariamos de mostrar os mais modernos cemitérios parques,o Kinkaku-ji,e o maior e mais moderno crematório da América Latina.Por favor visite nosso site: http://www.cemitério.com.br

  5. Rodolfo Grassmann dos Santos disse:

    Sou descendente de alemães e adorei a reportagem. Principalmente adorei saber da existência desse cemitério. Assim que possível farei um visita.

  6. José Luiz Ablas disse:

    Sou descendente de Henrique Schunck o Velho (*1776 – ? ). Há muitos anos vi seu túmulo no Cemitério da Colônia. Depois voltei lá e não mais consegui identificar. A cruz de ferro tinha desaparecido. Você sabe se existe assentamentos de óbito desses alemães? Gostei do seu trabalho histórico e talvez você me dê uma pista. Obrigado, Ablas

    1. Rodrigo Grion disse:

      Jose,

      Vi sua nota neste website a respeito de Henrique Schunck. Sou decendente e hoje more nos Estados Unidos. Estou procurando mais informacoes… voce teria alguma inforacao adicional a respeito de onde estao enterrados o Henrique Schunck e esposa.

      Agradeco antecipadamente a resposta.

      Rodrigo – r_grion@yahoo.com

    2. roseny disse:

      sim existe é so procurar a administração, e qt a cruz de ferro algumas foram restauradas e outras estão guardadas no proprio cemiterio

    3. Robson Silva disse:

      Para maiores informações contate o administrador local do Cemitério de Colônia: (11)5921-9808. Ou diretamente com a administração geral: ACEMPRO – Associação Cemitério dos Protestantes 3577-6073.

  7. Paulo Jubilut disse:

    També
    m tenho ineresse nos registros dos óbitos, na tetativa de localizar meus antepassados.
    Peço quem souber, me avisem.
    Grato
    pjubilut@terra.com.br

  8. leonardo roberto disse:

    eu quero saber onde meus parentes estão mais muito dificiu….
    pois estão divididos em varios cemitérios…
    se alguem quiser me ajudar me add no msn leonardo-201199@hotmail.com
    obrigado!!!

  9. ALDEMIR REIS disse:

    Parabéns pela narrativa dessa história deste belo patrimônio desconhecido por muitos paulistanos.
    Eu conheço bem este cemitério e principalmente o distrito.
    Atualmente estou captando imagens com apoio da subprefeitura de Parelheiros para produção de um documentário sobre a região, destacando seus fatos históricos, biodiversidade natural e cultural e seu grande potencial turistico sustentavel.
    Moro em Interlagos, mas é mais fácil me encontrar em Parelheiros, pois quando não estou filmando a região, estou com amigos percorrendo as trilhas e cachoeiras do lugar, de moto e jeep.
    Ou então passando o dia em uma das Aldeia Indigenas na Vila da Barragem, as margens da Represa Billings.
    Particularmente, Parelheiros é incrível, muita natureza, história e cultura, falta apenas mais carinho e dedicação de nossos políticos para alavancar de vez o turismo na região e oferecer a seus moradores uma fonte de renda sustentável e justa, onde o foco principal é a preservação de toda biodiversidade do distrito e suas histórias.

  10. camila disse:

    O menino ali na 2ª foto, quem é ?

  11. Eloise disse:

    Esse cemitério não tem nada demais, já deram uma voltinha no cemitério aqui de Itu? A cidade tem mais de 400 anos, desde então os túmulos da cidade estão por aqui…

    1. Glaucia disse:

      Todos os cemitérios tem sua importância no desenvolvimento das cidades. O caso deste cemitério é peculiar pois antecedeu em 30 anos o então considerado o cemitério mais antigo da cidade, o Consolação. A atual administração conserva as características dos túmulos que possui uma arquitetura peculiar e a história da migração alemã passa por ele.
      O Cemitério da Saudade de Itu é lindo. A entrada é em taipa de pilão possiu vários jazigos da família Pacheco. Uma das celebridades sepultadas é o humorista Francisco Flaviano de Almeida conhecido como Simplício. Quem for visitar Itu, não deixem de dar uma passadinha!!!

    2. Neto disse:

      Um monte de ossos.

    3. roseny disse:

      vc se engana bastante Eloise, este é o primeiro cemiterio protestante da cidade de São Paulo e, ele tem muito demais, porque foi construido em terreno particular pelos alemaes q aki foram abandonados à propria sorte. Esta é a historia da minha familia, e é muito importante.

    4. Jaqueline disse:

      Não tem nada de mais pra você que não o conhece e não conhece a hist´ria da região ! Eu moro no Colônia desde que nasci, e só quem é daqui (e quem tem interesse entende), além de ser um dos primeiro Cemitério Protestantes e particular do Brasil, você provavelmente não deve ter noção do quanto esse pequeno bairro histórico significa para nós.
      Ele pode não ser lindo ou tão bem cuidado como o de Itu, mas pode ter certeza que é suma importância não só para nós, mas para a Sociedade Histórica do Brasil !

      1. Elielmeteouro disse:

        Show de bola!!!

  12. estou aprocura deste cemiterio porque em 1973 a minha irma foi enterrada ai com 4meses de idade como indigente, ela saiu do hospital matarazzo a equipe do hospital fez o enterro sem avisar os meus pais.e não deixou eles ver a minha irma morta e nem fazer o enterro por isso eu procuro este cemiterio pra mim ter sertza de que ela foi enterrada mesmo.Onome dela eSIMONE DOMICIANO,eos pais dela chama se ANTONIO TEODORO DOMICIANO E GERALDA FERNANDES DOMICIANO . Depois de 21 anos que eu peguei o certidão de obito dela que foi 17 cartorio do registro civil das pessoas naturais da comarca da capital do estado de são paulo
    (subdistrito da bela vista.gostaria muito que vces me ajudacem a encontrar para tirar as minhas duvidas e da minha mae porque ela acha que ela não morreu,e minha mae fala que tem vontade de ter essa certeza antes dela morrer.

    1. Roseny disse:

      Ola Maria, VC teria q vir ate o cemitério aqui constam os registros mas dificilmente sua irma estaria enterrada aqui pois não temos conhecimentos de pessoas indigentes enterradas no local

  13. observação meu telefone e 035 3291 5163

  14. Fico contente com a iniciativa de recuperar este patrimônio histórico. Há alguns anos conversei com uma senhora descendente de alemães e ela estava triste pelo estado de abandono do cemitério. Para alguns pode parecer algo sem importância, um “monte de ossos”, mas é parte de nossa história.

  15. Rosa Zillig Conrado disse:

    Oi Gláucia
    Esse túmulo grande que aparece no cemitério da Colônia é da família Zillig, meus antepassados que chegaram ao Brasil em 1829. Estive lá alguns atrás.
    Vc tem informações a respeito?
    Rosa Zillig Conrado

  16. helena santo disse:

    bonito cemiterio ,organizado

  17. Sueli A.Lopes disse:

    OI José Luiz Ablas você pode também procurar por seus antepassados ,aqui no bairro do Cipó que é um subdistrito da cidade de Embu Guaçu o qual foi fundado pelos Schunck, eu inclusive moro próximo à praça Henrique Schunck, detalhe o Cipo fica a 15 minutos de Parelheiros e também trabalho em uma escola municipal que tem o nome de Pedro G. Schunck e fica na Estrada da Colônia, e ainda trabalho com duas irmãs que tem o sobrenome Schunck. Ah talvez esse comentário sirva também para o Rodrigo também.

  18. Essa “organizaçao invisivel” que Julius Frank participava era uma sociedade secreta aos moldes da maçonaria, aportuguesada para Bucha, que sempre perseguiu a Igreja Catolica, basta ver nesta epoca a maçonaria atacou tanto a Igreja, que dois bispos acabaram encarcerados por serem fieis ao papa Pio IX, eram o bispo dom Vital e o dom Macedo. Alias, dom Pedro I tambem era maçom, justamente por isso resolveu extinguir o direito da Igreja Catolica das administraçoes funebres. Posteriormente, dom Pedro I, chamado Guatimozin entre os maçons, saiu da maçonaria e, supostamente, passou a dificultar as coisas para os maçons, desde entao os maçons o chamam de traidor.

  19. Robson Silva disse:

    O Cemitério de Colônia se tornou ao longo dos anos um marco na história da colonização alemã na região (e em São Paulo) e, mais recentemente, um destacado atrativo turístico, pelo seu potencial histórico.

    Ali nasceram entidades como a Associação Cívica Colônia Alemã, que tenta resgatar a cultura e desenvolver atividades sócio-culturais e ambientais para a região, a Associação Cristã de Ensino, mantenedora da Escola Céu Azul, que atende crianças e adolescentes da Educação Infantil ao Ensino Fundamental e a Biblioteca comunitária Caminho das Letras, instalada aos fundos do cemitério.

    Anualmente as crianças da Escola Céu Azul realizam visitação ao cemitério e atividades ambientais como o plantio de árvores nativas nas áreas verdes do cemitério.

    Contatos: (11)5921-9808 (Cemitério de Colônia) / (11)5921-3687 (Associação Cristã de Ensino)

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