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DF Vasconcellos

Comments (63)
  1. edu disse:

    Atrás dessa fabrica,por volta de 1960, existia um terreno baldio, onde a DFV vez por outra jogava o lixo da fábrica e eu menino com 12 anos naquela época , ainda morava perto da igreja de São Judas, ia a pé até lá procurar lentes e voltava contente porque sempre achava.Que saudades!Se não me engano a DFV fabricava também carburadores de automóveis cuja fabrica ficava na Av.Interlagos, onde hoje é uma concessionaria Fiat.

    1. Daniel disse:

      Eu conhecia a DFV exatamente pelos carburadores, que não tinham uma reputação das melhores em comparação com os Weber.

      1. leonardo mazzola disse:

        Prezado Daniel, quando a Weber se instalou no Brasil, com o nome de Wecarbras, ela já tinha comprado a DF Vasconcelos, e passou a produzir o carburador Weber. Antes disso só havia no Brasil duas fábricas de Carburadores ou melhor três, a Solex, a DFV com licença americana (Stromber) se não em engano, e a Super Test que fabricava o carburador Holley com licença americana, que pouco tempo durou e acabou falindo. Mas enquanto haviam essas duas fábricas, DFV e Solex, as duas fábricas forneciam as montadoras, com equilíbrio de qualidade, por isso sua informação não corresponde, ok?

    2. Edison Roberto Morais disse:

      Eu morava lá perto e também ia com os amigos no terreno baldio pegar lentes rejeitadas. Ficávamos queimando papel ou acendendo cigarro com a luz do Sol focada através das lentes.
      Meu pai trabalhou lá de 1952 a 1955 e ele comprou a máquina Kapsa que era fabricada lá e também me deu de presente um Poliopticon, que era um kit ótico que deveria existir até hoje.
      Há uns 15 anos mais ou menos consegui comprar um para meus filhos.

      1. Prezado Edison, pesquisando pela fábrica DF Vasconcelos na internet estimulado por ter revisto o manual do Poliopticon encontrei esse blog e concordo com você acerca dos valores daquele marcante brinquedo. Tenho 48 anos e ganhei um desses quando tinha uns 13/14 anos. E foi um dos presentes mais marcantes da minha vida e guardo até hoje. Sou de Niterói-RJ. Saudades do passado como um todo. Rio e São Paulo estão muito cansados.

  2. Nossa… sempre me perguntava o que era esse prédio. Achava que se tratava de algum instituto público de astronomia o que explicaria a aparência de desdém e abandono.

    1. Dilson disse:

      Eramos dois, sempre quis saber o que era esse prédio e o que essa empresa fazia. Aqui em Osasco tem muitos prédios antigos abandonados, uma parte de uma bairro que tá abandonada, parece até a cracolândia de São Paulo.

  3. CLÊNIO FALCÃO LINS CALDAS disse:

    Residi alguns quarteirões atrás da D.F.V. e, naquele tempo (1965-1971) o edifício não possuía essas árvores frondosas que agora se vê. Todo o prédio era inteiramente visível.
    Naqueles tempos, um tio meu, de Pernambuco, que possuía uma loja de artigos fotográficos em Garanhuns-PE, desejou visitar as instalações dessa indústria e eu, adolescente, o acompanhei. Foi muito bonito conhecer por dentro a empresa. Ainda mais porque possuía o celébre “brinquedo” POLIPTICON, jogo de lentes e armações que possibilitam montar vários aparelhos ópticos (ainda possuo essa caixa, em perfeito estado de condição).

  4. Niderce Teresa disse:

    Acredito que alugaram ou venderam este prédio, pois está com uma faixa que diz CRECI.
    Espero que restaurem o prédio, conservando-o no mesmo estilo, são os meus votos.

    1. Marcus disse:

      O prédido foi vendido para o CRECI, segundo se comenta por R$# 22.000.000. Pelo que sei vai ser a sede do CRECI SP com cerca de 130 funcionários.

      1. Mauro Barbieri disse:

        Ao lado da Df Vasconcelos, tem uma escola estadual, onde o ex-presidente criador ( risos ) do tal REAL, Fernando Henrique Cardoso, vota de 2 em 2 anos…

        Eu acredito que ele olhe pra antiga sede da DF Vasconcelos e se pergunte: “O QUE QUE DEVE SER ESSE PRÉDIO, DESSE JEITO NÃO DÁ, DESSE JEITO NUM PODE SER!”

        Mas quem se acostuma com a cracolândia se acostuma tb com um prédio quase histórico nessas condições não é mesmo!?

  5. Mª Norma C. Colares disse:

    Tenho 46 anos de formada e nunca encontrei um Colposcópio melhor que o D F Vasconcelos. O que uso já tem 30 anos e é o segundo que comprei. Continuo trabalhando e agora estou necessitando de outro aparelho. Como o preço está muito elevado gostaria de saber se é possível recuperar as lentes.

    1. Pode acessar o dite da empresa Dra, http://www.dfv.com.br
      sou vendedor DFV, e posso tentar lhe ajudar.
      Isaias.

    2. eduardo disse:

      Trabalho na DFV desde 1976, estou agora em Valença , seu aparelho pode sim ser recuperado , teria que ser analisado, favor entrar em contato com nosso setor de assistência técnica. A parte optica principalmente.

      1. mauro disse:

        Eduardo, trabalhei nos anos 80 com o Seu Garcia no depósito, ( Garcia, Paulo, Júlio, Evanildo, Maurício e Mauro ) por um acaso vc era o Eduardo magra, branco e que usava óculos? Vc dizia uma frase que aprendi e utilizo hoje: ” EU NUNCA ERRO! QUANDO ERRO, SÓ EU PERCEBO O ERRO!” Risos! Se for vc, vc deve estar com uns 200 anos e o Brunelli uns 276 anos, kkkkkkkk! dr.maurobarbieri@uol.com.br

      2. Eduardo disse:

        GOSTARIA DE SABER SE VOCÊ TRABALHOU NA DF DE VASCONCELLOS DA AVENIDA INDIANÓPOLIS QUE EXPOE O SITE SÃO PAULO ANTIGA.pOIS PROCURO UMA PESSOA QUE TRABALHOU LÁ TAMBÉM COMO INSPETOR DE QUALIDADE.E gostaria saber mais informações como faço para buscar registros da empresa.

        1. ola Eduardo eu trabalhei, por 11 anos ,1975 a 1986, afiação e ferramentaria

          1. Robson Almir Guimarães disse:

            Trabalhei lá de 1971 até 1978 – na engenharia.Robson.

          2. Mauro disse:

            Trabalhei lá, de 84 a 87 no Almoxerifado final, com o Seu Garcia, no 2º andar, ao lado da Pintura e das criações das Lentes.

          3. Edgar disse:

            Olá Paulo tmb trabalhei na ferramentaria de 80/84 com o Roberto seção de dispositivos, da afiação só lembro do João vermelho, hoje estou correndo atras do ppp pra me aposentar
            abrç

  6. Luiz Vieira disse:

    O observatório era funcional sim… um amigo meu trabalhava lá e me contou, ele trabalhava lá com lentes pra armamentos.

    1. roberto disse:

      Trabalhei lá e nunca ví aquilo funcionar!
      O restaurante e a enfermaria e o berçário era ao lado, me parece que era só estética arquitetônica.
      Roberto Stefanuto

  7. Mauro Barbieri disse:

    Trabalhei na DF Vasconcelos por 3 anos, me formei como homem profissional que sou hoje lá.

    Deveo a DF Vasconcelos a minha formação profissional, e se tenho foco nas coisas a um dos grandes homens que passaram por essa empresa, seu Décio Vasconcelos, um senhor aparentemente muito rico e já com a saúde comprometida e ao senhor “Garcia”, um espanhol que entendia tudo de estoque, de contar centenas de parafusos do tamanho da cabeça de um alfinete a megas auditorias internacionais, ufa! Tempos loucos akeles…

    Trabalhei na DF Vasconcelos entre 83 e 86, lá brinquei de perto com duas coisas que me deixaram louco pra um garoto de 13 anos, um foi a “grande cúpula” onde ficava o maior telescópio urbano do pais, “vi estrelas cadentes passando por meus olhos iguais eu via nos filmes do guerra nas estrelas, e a outra coisa foi, eu segurando um cigarro a uns 20 metros e a barbatana do foguete AMX do avião Tucano da Embraer me seguindo, parece que estava vivo, pronto pra correr atrás de mim igual nos desenhos animados do Pica-Pau, o foguete fazia isso por causa de um sensor óptico que tinha numa espécie de olho, “parecia um filme do exterminador do futuro.

    Foi onde eu ganhei meu primeiro salário, “lembranças com lágrimas”, como deixaram um prédio inteiro branquinho, branquinho apodrecer, como deixaram a DV Vasconcelos com mais de 60 anos de São Paulo ir pro estado do Rio,he São Paulo, he São Paulo.

    1. bruce disse:

      amigos como tanta coisa pode se esconder atras de uma marca, pelo visto uma grande marca. ganhei recentemente um binoculos e como gosto de equipamentos opticos, tratei de limpar e restaura-lo, e como esta em bom estado logo procurei pela marca na web e eis q a surpresa, ainda mais dpois de ler o post do amigo Mauro Barbieri, q ha uma historia de vida por tras de um produto. compartilho com tudo o q disseram e tb mesmo nao tendo conhecido tao bem assim a empresa, vejo como uma perda para SP um empresa importante como esta, ainda mais nos tempos que vivemos de produtos descartaveis, improvaveis, inuteis, e nada, nada duraveis (falo do q ja sabem, taiwan, ching ling,etc). uma perda mesmo.

      abs a todos.

      1. Mauro Barbieri disse:

        Caro amigo Bruce.

        Uma outra histórinha da DF Vasconcelos pra vc meu amigo…

        Um dia, eu, levando peças de um setor para outro, me deparei com um técnico, “tatuado e com cabelo moicano”, hoje já choca, imagine naquela época, outro detalhe, ele trabalhava no setor militar da empresa…

        Eu menino de tudo, não me aguentei e acabei me aproximando dele, fizemos amizade e ao longo do tempo e me permitiu perguntar: “cara como um punk consegue trabalhar aqui e ainda por cima no setor militar?”

        RESPOSTA: Eu sou especialista em binóculos! De qualquer marca, de qualquer nacionalidade, de qualquer alcance…

        Não entendi bem a palavra “alcance” e perguntei, alcance?

        Ele perguntou com um ar de sacanagem, “garoto, vc saber ler?”

        Respondi, sei sim…

        Aí ele me deu um binóculo cívil, mas pesado pra caramba, desfocado e disse: mira no cantinho do alto dakele edifício e me diz o que está escrito…

        Tem um edifício atrás, de quina, com a DF Vasconcelos,
        tentei mirar na quina do edifício, alto pra caramba…

        Pensei comigo, deve ser a assinatura da pintura do edifício…

        Estava escrito assim:

        PARA DE OLHAR E VOLTE A TRABALHAR

        Eu ri na hora, pensei como essa placa foi colocada lá tão longe e tão alto…

        TODA VEZ QUE VIA OUTRA PESSOA SEM SER ELE MIRANDO NO ALTO DO EDIFÍCIO EU JÁ COMEÇAVA A RIR, “MAIS UM DESOCUPADO”.

        Bom lembrar a letra tinha era do tamanho de um dedão do pé.

        Além de excelentes equipamentos, existiam pessoas diferenciadas na criação do produto.

        Ele se chamava Alex, deve ter uns 55 anos hoje e trabalhava no setor de reparos e garantias da DF Vasconcelos.

        AH! ATE HOJE A PLACA DEVE ESTAR PARAFUSADA NO ALTO DO EDIFICIO. GARGALHADAS!

  8. claudia disse:

    Trabalhei na DF Vasconcellos, tenho várias lembranças lindas, mas vou relatar a mais triste. A DFVasconcellos, foi vendida para DFV COMERCIAL E INDUSTRIAL que transferiu o pátio fabril para cidade de Valença/RJ com o incentivo fiscal do governo do estado do RJ. Muitos funcionários de São Paulo foram treinar e passar toda a experiência e conhecimento adquirida na DFVASCONCELLOS. Mas a realidade hoje é outra eles não deram continuidade aos valores,compromisos e respeito que DFV conquistou nos seus 70 anos. A fabrica em valença é de primeira geração mas está afundada em processos e não respeitam seus funcionários e fornecedores. Responsavel por isso Sr Nelson Cortes da Silveira, Parabéns você acabou com a história.

    1. Osmar disse:

      Claudia,
      Você trabalhava no Depto.Pessoal nos anos de 1967/68?

    2. eduardo disse:

      Claudia, graças a mudança da DFV de SP para o RJ, nós hoje continuamos com ela em funcionamento e voltando a montar no mesmo ritmo de SP, A fabrica de Valença, de forma alguma peca por esse comentário seu, pois os direitos de trabalho e de cidadão são dados a todos, quem duvidar pergunte a qualquer um deles, com relação a processos, todas empresas sofrem, mas no final deles poucos ganham, pois a DFV sempre foi correta com seus funcionários.
      Com relação a fornecedores, as dificuldades na nessa mudança, com investimento e perda de produção fez com que tivéssemos alguns imprevistos, mas não devemos a ninguém não demos calote em nenhum fornecedor tivemos que fazer um trabalho de casa árduo para honrar com nossos compromissos e estamos colocando nos trilhos essa bela empresa.

  9. José Martins Correa disse:

    Que saudade!!! Trabalhei nessa empresa e tenho orgulho até hoje de falar sobre a DFV. Foi uma época que me marcou muito, pelas amizades que conquistei lá dentro.
    Lembro-me do meu chefe no departamento de Custos Sr.Hermes, Osvaldo Dominicis,Dr.Tarcisio, Dra.elisa, enfim muitos amigos que la conheci.
    Lembro-me até agora do Sr.João Ribeiro, que trabalhava no setor de gravação e escreveu a oração da Ave Maria em Latin em um circulo de 2mm de diametro em uma lente. Uma verdadeira façanha.!!!
    QUE SAUDADE !!!

    1. eduardo disse:

      Martins, esse Sr que escreveu é o Sr Mario Ribeiro, já falecido.

  10. iolanda ianni disse:

    trabalhei na df vasconcelos e, 61 ate 63 muiiiiitos anos atraz mas estou precisando da ficha de registro de empregado, como conseguir, poderia me ajudar algum contato de um sindico que esta com os livros/fichas, para que eu possa me aposentar.
    obrigado

    1. eduardo disse:

      Todos os arquivos dessa época foram transferidos para a empresa CBC, que faz parte do grupo DFV, esta empresa fica em Ribeirão Pires

    2. En las mismas fechas estuve yo en D.F.V. trabaje en optica de precision conoci a Juracy Lino Dias a Aristides Drobetto , Roberto Caldas era el encargado de la seccion y muchos mas cuyo nombre no recuerdo, Si conoces aalguien ponerse en contacto en mi i-mail Saludos

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  12. Sandra Aparecida de Almeida disse:

    Gostaria de saber se alguém conheceu um funcionário de nome Antonio Carlos (apelido grandão), e se tem o contacto dele?
    Agradeço.

  13. Robson dos reis disse:

    Lembro-me de ter visto, há cerca de 20 anos, numa exposição pública do Dia do Soldado, um binóculo prismático, fabricado pela DF Vasconcelos; salvo engano, 7×50. O ajuste de foco não se dava por anel central e sim por anéis em ambas as oculares, além de contar com a inserção de “cruzetas” com marcações. Embora fosse relativamente compacto, tratava-se de peça extremamente robusta. Ao ajustar-se o foco percebia-se a firmeza nas partes móveis (sem quaisquer folgas). Embora, certamente submetido a condições bem árduas, as lentes estavam perfeitas. O único sinal de desgaste era o surgimento de pontos cor de bronze, onde o latão usado em sua construção, ficava exposto devido ao intenso manuseio. Na base de fixação da ocular aparecia, em baixo relevo, o nome do fabricante.
    Uma fantástica peça de engenharia de precisão.

  14. Antonio Bastos disse:

    Trabalhei nesta inesquecivel empresa ,na área de ferramentaria inicio de 1975 ( 12 anos) , muita saudades .

  15. Soy español trabaje en DFV Vasconcellos entre 1961 a 1964 en optica de precision tenia muy buenos amigos brasileiros . Los años que pasé alli no los olvidare nunca. si alguien me conoce por favor escriban a mi e-mail

  16. Eduardo disse:

    gostaria de saber se alguem conheceu valdomiro ferreira que trabalhava no controle de qualidade .ELE é mineiro de governador valadares trabalhou em 1974 75.

  17. Helena Rocha Compagno disse:

    Ai que saudades… a DFVasconcellos foi meu primeiro emprego. Eu tinha apenas 14 anos! Naquela ocasião muitos jovens (crianças ainda) trabalhavam naquela empresa – a maioria morava na região. Íamos a pé, rindo, conversando. Hoje, certamente, os tais direitos humanos, diriam que lugar de criança não era trabalhando em fábrica. Mas foi lá que adquiri valores e responsabilidade que estão comigo até hoje.

    1. Edison Roberto Morais disse:

      Como era mesmo o nome do campo de futebol que tinha em frente à DFVasconcellos do outro lado da Av. Indianópolis? Planalto ou Palmeirinha?
      Foi nesse campo que aprendi a andar de bicicleta.
      Um era aí e o outro umas 5 quadras mais à frente em direção ao Jabaquara.

    2. Edison Roberto Morais disse:

      Mauro, concordo com ambos. Comecei a trabalhar (registrado) como Office Boy, pois já trabalhava desde os 12 sem registro.
      Aprendi muito e isso foi bastante importante em minha vida e me orgulho disso.
      Percebi, ao longo dos anos, que colegas e amigos que só começaram a trabalhar depois de formados tinham uma espécie de lacuna em sua formação profissional e sua visão geralmente abrangia sua área de formação profissional, com pouca percepção (ou até interesse) sobre outras áreas das empresas.

    3. Robson Almir Guimarães disse:

      Helena, desculpe mas você tinha o nome de solteiro Helena Fernandes Rocha ??

  18. MAURO disse:

    Concordo com a Helena Rocha Compagno. Comecei a trabalhar quase com a mesma idade, “DF Vasconcelos, depósito, Seu GARCIA”, o que sou, meus valores morais no trabalho, devo as “entre aspas” lidas agora atrás! Hoje não formamos homens, formamos ostentações! ( Sempre terá um momento para falarmos, é o fim dos tempos )

  19. leonardo mazzola disse:

    Meu pai trabalhou na DFV, mas na área de carburadores. Lá obteve reconhecimento profissional, principalmente pelo Sr. Décio Vasconcelos, que o enviou várias vezes aos EE.UU. para desenvolver trabalhos. Como engenheiro mecânico meu pai Waldemar, desenvolveu um carburador nacional, cujo nome dado foi “mazzolinha”, e servia entre outros veículos, para o fusca. Construiu na DFV Máquinas para fundir peças em injeção sob pressão, dos carburadores, e sempre foi reconhecido pelos diretores e pelo proprietário, Sr. Décio. Não me esqueço da Sra. Anna, secretária do Sr. Décio, sua esposa. Sra. Helena, que sempre trataram todos nós com muito carinho. Tudo isso aconteceu entre os anos 50 e 60. Inclusive, se alguém tiver alguma notícia das Sras. Anna e Helena, telefone, e-mail, endereço, gostaria muito de saber para manter contato.
    Saudade daqueles tempos de DFV, que fez história em São Paulo, depois vendida a parte de carburação para Weber, Hoje, Magnetti Marelli, onde também meu pai e meu irmão trabalharam.
    Abraço a todos
    Leonardo

  20. Carlos H. A. Andrade disse:

    Voltei quase 30 anos no tempo, ao ler esses relatos e a matéria!
    Que época boa era aquela, meu Deus…
    Não trabalhei na DFV, mas conhecia bastante alguns produtos da empresa. Por volta de 1984/85 (até antes disso) começou-se a falar do Cometa de Halley, que apareceria em 1985/86. Na época, jovem ainda, era um amante de Astronomia… e fazia uns cursos bem perto dali, no Planetário do Parque Ibirapuera. Como estávamos frequentemente em meio à lentes, telescópios e lunetas, por algumas vezes tive de ir até a DFV, e era prontamente atendido pelo André, que trabalhava na área de marketing.
    Não tínhamos acesso à importação de instrumentos ópticos como temos hoje, óbvio… e por isso mesmo, a DFV era nossa referência na época em lunetas e telescópios de pequeno porte.
    Que lugar mágico era aquele, com aquela cúpula que chamava a atenção de longe!!!
    Segui carreira nessa área e hoje sou coordenador do Observatório Municipal de Americana/SP.
    Um abraço a todos os saudosistas!

  21. ola a tds , tbm sou um ex funcíonario da DFV, trabalhei na afiação e depois na ferramentaria, , gostaria de saber se alguem tm notícias de um ex funcionario , Roberto Exmael, gostei de saber q tm gente daquela época se comunicando

  22. ola foi bom saber q tm pessoas q trabalharam e conheceram a dfv ,pois trab por 11 anos ,lá e hoje estou apsentado mas me lembro do primeiro dia q entrei na dfv

  23. ola a tds eu tbm trab na dfv por 11 anos e gostei de saber q tm gente q lembra dos bons tempos

  24. edson disse:

    olha rapaziada eu também trabalhei na dfc no periodo de 93a96 na parte optica meu chefe era o atilio os meus
    amigo era paulo,joão, foi muito bom ter trabalhado pena que foi embora

  25. Robson Almir Guimarães disse:

    Procuro contato com uma ex funcionária Helena Fernandes Rocha.

    1. Hei, Robson!!!! saudades…. por onde andas, rapaz? Saudades da nossa adolescência, trabalhando na DFVasconcellos – sempre voltávamos juntos, lembra? Essas lembranças estão sempre comigo. Entre em contato: helenacompagno@hotmail.com

      1. Robson Almir Guimarães disse:

        Estou sem acreditar que seja você Helena.

  26. Robson Almir Guimarães disse:

    Cadê o pessoal da engenharia, Alziro , Sonia , Ulrich , Herfritz , Lauro , Hildebrando , Mestre nos idos de 1978.

    1. carlos roberto disse:

      Carlos Roberto desenhista trabalhei la de 81/90 veja no Facebook – Sonia Regina Giglio, Hildebrando Andrade Pimentel

  27. Elcier Guedes disse:

    Parabenizo a todos por terem sido bons profissionais, responsaveis, que acredito, sabiam se valorizar e valorizavam a Empresa e mantinham bom relacionamento profissional e humano, o que faltam nas Empresas e pessoas que hoje trabalham. Trabalhei 28 anos em uma Empresa ( BB) e dava valor à Empresa e provurava ter bom relacionamento com todos. Alguns acham que saudosismo é atraso. Para mim é lembrar coisas boas que passaram.

    1. Osmar Di Francesco disse:

      Olá Francisco,
      De janeiro de 1967 até maio de 1968, eu era o chefe do Departamento de Fabricação Òptica (DFO). Meu chefe direto era o Décinho (sobrinho do DR, Décio) e o diretor era o Sr, Werner Linderman. Nessa época os Juraci, Aristides, Wilson Sorbo e outros eram meu funcionários.
      Tenho uma vaga lembrança do seu nome, mas não lembro a fisionomia.
      Pode mandar mais notícia no meu e-mail: odifrancesco2@uol.com.br
      Osmar Di Francesco

  28. Antonio Cardoso disse:

    Quando era criança,eu me lembro que havia duas amigas, inquilinas de meus pais,que trabalhavam na DFV.Me lembro que a chamávamos de Dedé e Irene.Pelo que elas comentavam,tratava-se de uma ótima empresa.Isso foi entre 80 e 82.

  29. Edson Silva disse:

    Trabalhei nessa empresa de 2005 a 2010 ou seja fiquei ate o fim das atividades dela aqui em são paulo,
    e tenho muita saudades das amizades q fiz lá, tive um grande amigo que mim ensinou muitas coisa Efigênio q acho q ainda trabalha lá .
    Bons tempos !

  30. luis enrique rojas beltran disse:

    Alziro , Sonia , Ulrich , Herfritz , Lauro , Hildebrando, trabalhe com todos mas infelizmente não tenho contato com eles, carlos roberto por um acaso vc é o biro-biro eu sou filho do Sr mamerto do prototipo e um exfuncionario com muita saudades espero alguma resposta.

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