Imóveis Antigos

Edifício “cortado” da rua Castro Alves

Comments (14)
  1. Danilo disse:

    Realmente lamentável fazer isso com o prédio e deixa-lo se arremate algum.

  2. William Lima disse:

    olha um vw zé do caixão ali do lado,é seu, Douglas?

    1. O William achou easter egg do artigo. É meu sim… rs

      1. Eduardo Britto disse:

        Easter egg?

  3. Fátima disse:

    Eu nunca havia reparado. Na infancia, passava em frente todos os domingos para ir as aulas de catecismo. E ainda lembro de ter entrada ali com a minha mãe para visitar alguém, mas são lembranças vagas, não recordo de muita coisa, apenas de uma imensa escada de madeira logo após a entrada. Acredito que assim como eu, inúmeras pessoas nunca repararam.

  4. O predio continua muito bonito.

  5. Alan disse:

    Olá Douglas, mais uma vez parabéns pelo site.
    Moro ao lado desta residência e posso te dizer que somente a pintura a torna tão bela… Em seu interior está infestada de lixo, mato (antes do prédio em que moro, ao lado, ser construído, o local era uma espécie de praça) onde residem pessoas de caráter bastante duvidoso envolvidas em crimes e com diversas ocorrências policiais. Empreendimentos comerciais como laboratórios e mini-mercados já tentaram adquirir o imóvel mas não conseguiram não se sabe porquê… infelizmente… As vezes, mesmo com toda beleza e história do local, faz-se necessário a venda e demolição para que as pessoas que residem ao redor possam ter mais segurança e paz.

    Em tempo: Tenho uma foto do local em 1916, a casa ainda não era cortada pelo outro mini-prédio e pelo condomínio (onde moro). Na foto ainda, pode-se ver a primeira construção da Rua Vergueirinho com os arcos, que vão até o inicio da 23 de maio (naquela parte, RE-descobertos em 1988 — nessa parte, demolidos em 1970). Aliás, na Vergueirinho ainda tem algumas residências antigas e curiosas com arquitetura clássica (anos 10). Um abraço!

    1. sheila disse:

      Olá Alan… mande suas fotos antigas para que o Douglas possa compartilhar com agente. Obrigada. Abraço.

  6. Adriano disse:

    Caramba! Eu sou vizinho dessa rua, passo quase sempre, e nunca reparei nisso! OBRIGADO DOUGLAS! Detalhe curioso! Vou contar pra todo mundo aqui do bairro desse detalhe! Hehehe.

  7. Raphael disse:

    Desse jeito, lembra o Hospital Heimlich, do oitavo livro de “Desventuras em série”, de Lemony Snicket, um hospital que foi concluído pela metade.

  8. Irineu de Freitas Martins disse:

    Olá Douglas, eu morei próximo desse prédio, nos anos de 1.962 à 1.967, aliás, no prédio do Cine Teatro Paulistano na R.Vergueiro, e nesse prédio tinha uma barbearia, que meu pai me levava para cortar o cabelo, a mim e meus irmãos, aquele corte americano (da época). E logo fiz amizade com o filho do barbeiro que moravam em cima da barbearia, e estudavamos juntos no Colégio Campos Sales, na Rua São Joaquim. Nessa época passava bonde na Rua Vergueiro, e tinha a fabrica de chocolate Sonksen, que ia lá tocar a campanhia para ganhar chocolates. Nessa época ainda não exisitia a Av. 23 de Maio, exisitia um córrego chamado Itororó, e nele corria lixo do Hospital Beneficiência Portuguesa, e eu cai nesse corrego, quase me afoguei, meu irmão me salvou, eu tinha uns 6 anos de idade. Eu fui o primeiro pacientes do Hospital do Servidor, o hospital nem tinha sido inaugurado, e tinha uma rampa, e eu cai com meu patinete, e me ralei todo, e levaram para dentro do hospital e fizeram o primeiro curativo. É gostoso lembrar, pena que não tenho fotos. Sempre que passo em frente a esse prédio me lembro do meu amigo, e do meu corte de cabelo, que eu não gostava nada. Belo trabalho. Um abraço.

  9. Eduardo Britto disse:

    Nossa, nunca tinha reparado nesse tesouro! parabéns. ET.: Um dia, quando puderem façam uma pesquisa sobre o prédio Alice, na r. 25 de Março 171. Nasci ali há 51 anos. Naquela época habitado por famílias árabes, armênias e japonesas, creio que de gerações intermediárias de imigrantes, e hoje com moradores mais humildes… Acho que vale uma matéria.

    1. znnalinha disse:

      ET.\; a julgar pela simetria de portas e janelas, o prédio parecia ter esse tamanho mesmo. Ou será que ele tinha o dobro de tamanho, e metade foi ceifada?

  10. jhonatan disse:

    Manter os estabelecimentos pintados na cor do prédio deveria ser obrigação. Contudo, aqui no Brasil, manter o padrão da arquitetura com certeza seria chamado de ‘burocracia’. Só no EUA, ou na França que é lindo.

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