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Fontes Abandonadas em São Paulo

Comments (45)
  1. Freddy Forner disse:

    Realmente um absurdo. Um lugar com tanto potencial,com uma beleza que nem o descaso conseguiu apagar…poderia ser um local de passeio para os moradores da região. E essa rede de supermercados? Que falta de apego pela história!

    1. Pedro Penn disse:

      Moro na região há mais de 28 anos. Essa fonte realmente se encontra em condições deploráveis de abandono. Quando era criança entrava nesse terreno como aventura para explorar o local. No entanto sou obrigado a adicionar que nos anos 80 a fonte se tornou imprópria pra consumo pois se descobriu que em suas águas havia uma porção grande de radioatividade. Isso fez com que as pessoas da época não fossem mais buscar suas águas e o dono do terreno (um alemão de nome Arthur Sievers, que dá nome a rua ao lado da fonte) fechou sua visitação para o público. Parece que o terreno está em litígio judicial e inclusive, há invasores morando na casa que dá para a Av. Nova Cantareira. Ao lado há a casa dos Sievers que poderia entrar aqui pro site por ser da década de 20 e por possuir um teatro em suas dependências

  2. MARGARETE disse:

    pobres humanos, arrogantes e insensatos.

    o que deixaremos da história, para nossos filhos e netos?

    A natureza vai responder e quando isso acontecer será tarde demais pra se arrepender…

    Até quando seremos seres tão egoístas somente vivendo o presente?

    O tempo se encarregará da resposta…e quando isso acontecer será o começo do fim.

    e

  3. Mariana disse:

    Brilhante matéria! Brilhante pesquisa! Tristes descobertas. Será que é possível entrar com pedido de tombamento dessas fontes? Se bem que ser tombado não quer dizer muita coisa, né? Tem que tombar o prefeito!

  4. Ugo Barberi Gnecco disse:

    Boa tarde.
    Só discordo da parte: “Fossem de baixa renda, os tratores não iriam perdoar.”
    São vários lugares no estado de São Paulo, onde existe ocupação irregular, desmatamento, descuido, apenas p/ dizer o mínimo e ningem faz nada, sob alegação de ser baixa renda.
    O descaso e destruição ocorre todos os dias, qq q seja o governo e sob várias e diferentes desculpas.
    Vejo por exemplo, ao redor do rodoanel e Régis Bittencourt, o desmatamento e ocupação, tanto por multinacionais, como por favelas…
    Obrigado.

  5. clelia person lammardo disse:

    Há 40 anos atrás eu e eu marido iamos buscar água na Fonte Gioconda, todos os finais de semana. Era um verdadeiro passeio ir à Cantareira, região que por si só era muito bonita. E esse contato com a natureza fazia muito bem à nossa saúde. Mais alguns espaços que pertencem ao passado. Mas o lamentável é encontrá-los neste estado de destruição.

  6. Paulo Branco disse:

    Morei meus primeiros 26 anos na região, e ainda frequento amiude, ja conhecia as fontes mas não sabia da existencia de tanta coisa na fonte são pedro. parabens pela matéria.
    eu tenho um livro chamado São Paulo tramway tremembé que fala das fontes, vou pegar dados e passar pra voceis. Sei que na fonte São Pedro em seu inicio havia uma especie de Piscina, que servia ao lazer das pessoas nos finais de semana. Isso bem no começo do século xx.
    Da Gioconda me lembro de quando eu era bem pequeno que meu pai levava a familia a Mairiporã e eu criança adorava pedir que ele voltasse pela estrada da roseira para pararmos na gioconda por que a agua saia da boca de Leoes, e eu adorava aquilo.

  7. Paulo Branco disse:

    na Fontalis à pouco tempo a tras eu ia buscar agua em galao para minha mãe que fazia questao. Ali era uma empresa engarrafadora. deve ter poluido e eles perdido a licença talves.
    Agora vejam a ironia: recentemente no bairro um pouco mais afastado no “sitio dos Coqueiros” uma empresa derrubou centenas de arvores e abriu…. uma engarrafadora de agua mineral. Ali bem perto de um monte de casas da civilização etc. curioso não é?

  8. Paulo Branco disse:

    Eduardo Brito informa em seu livro: São Paulo Tramway Tremembé, que a Fonte São Pedro foi descoberta em 1922, e que se pagava 50 réis para frequentar a piscina natural existente no local. Informa também que a Fontalis tinha o nome original de Fonte são joão (no livro diz que toda fonte de água tem nome de santo)e iniciou atividade comercial em 1933 e depois fechou na decada de 60, sendo comprada em 1988, quando foi modernizada, sedo que foi fechada a pouco tempo.

  9. Eduardo Britto disse:

    O Paulo Branco acima foi na mosca: o livro São Paulo Tramway Tremembé, volumes 1 e 2, traz boas informações sobre essas fontes: GIOCONDA: linda, com afrescos e esculturas, foi desativada na década de 1970, devido à poluição gerada pelas casas que começaram a ser construídas serra acima. Está em um enorme terreno, mas de relevo tão acidentado que os incorporadores não arriscam empreender ali. SÃO PEDRO: o grande lance era a piscina natural,que está na memória de todos no Tremembé que têm mais de 70 anos. É de supor que foi fechada porque o córrego que passa na frente – conhecido como córrego Esmaga Sapo – ficou poluído e fedorento como todo córrego de bairro, e afugentou a clientela. FONTÁLIS: foi modernizada pela família Begliomini, e envazava ali, com equipamentos argentinos, água em galões que eram vendidas em caminhões e a moradores que chegavam de carro. Eu mesmo comprei muita água ali. Fechou há uns 6 anos, os Begliomini venderam o terreno para a família que é dona da FAculdade Cantareira, os Meimberg. O vereador Juscelino Gadelha tem um projeto de transformar a área em parque. Quem quiser comprar os livros São Paulo Tramway Tremembé pode contatar o email britto@znnalinha.com.br

  10. Eduardo Britto disse:

    ET.1: Parabéns ao São Paulo Antiga por mais um belíssimo registro. ET.2: continua a luta de moradores e ambientalistas contrários à passagem do Rodoanel Norte a apenas 11 km da Sé. Vai (?) passar sobre a Fazenda Santa Maria, gigantesca área verde ali na Vila Albertina, a 11 km do centro.

  11. amaury disse:

    onde exatamente fica a Fontalis?

    1. Leticia disse:

      Senão me engano fica ao lado da Garagem da Sambaíba, na Av Maria Amália… não sei se ainda está com uma placa que informa que é do Colégio Jardim São Paulo. Espero ter ajudado 😉

  12. Fico pasmo ao perceber com a naturalidade esta cidade acaba com seus próprios alicerces.

    Com a minha esposa e filho tembém nos adentramos na Gioconda (http://xupakavraz.wordpress.com/2010/08/10/tales-sunt-aquae-qualis-est-terra-per-quam-fluunt/) e tambem vemos a tristeza que virou a fonte São Pedro.

    Mas o descaso é generalizado, basta perceber como a Av. Nova Cantareira está sinalização de chão há anos. Faixas de pedestre? Pedestre não tem vez.

  13. Paulo Branco disse:

    Fico me perguntando se a grande briga contra o rodoanel não é apenas devido ao interesse pessoal das pessoas que estão sendo atingidas e não querem ser removidas. apesar de a maioria ter invadido ou comprado terrenos de lotes ilegais na serra.
    digo isso por que ha na serra todo tipo de invasores igrejas condominios etc. tudo à destruir e devastar esse nosso patrimonio. mas agora elegeram o rodoanel como o grande inimigo da nação. Estão apenas preocupados com seus proprios umbigos. Não estão nem ai com a serra. Por isso sou a favor do rodoanel.
    espero que ajude a disperçar a poluição de São paulo.
    Sou a favor da preservação da serra. desde Que se tirem os condominios de luxo, os ivasores, os loteamentos irregulares, as igrejas e deixem so a mata. agora se estes anteriores podem, por que o rodoanel não?

  14. amaury disse:

    a Fontalis fica em algum lugar secreto?

    1. valdeci alves costa disse:

      SE NAO ME ENGANO FICA AO LADO DA EMPRESA DE ONIBUS SAMBAIBA NA AV. MARIA AMALIA LOPES DE ZEVEDO

  15. Paulo Branco disse:

    Amaury, a fontalis fica na Av. Maria Amalia Lopes de Azevedo do lado da garagem da Sambaiba, que ja foi deposito da telhanorte, em frente ao totem que aparece na segunda foto.
    Agora o numero eu nao sei.

    1. amaury disse:

      obrigado!

  16. Rolando disse:

    “Tales Sunt Aquae Qualis Est Terra Per Quam Fluunt” perfeito! hoje poluída tal qual a terra por onde corre!

  17. Marcelo D'Auria disse:

    O terreno da fontális já apresenta uma plca de uma fonstrutora, parece que a Faculdade Cantareira irá mesmo se instalar por lá!

  18. Diego Mondevaim disse:

    Acabei de ir lá confirmar, e os Srs. que ali trabalham, vendendo frutas, disseram que será construída uma Faculdade Cantareira. A construtora é a Inovalli.

  19. Diego Mondevaim disse:

    Observei comentários do Rodoanel Norte, trabalhei no Rodoanel Sul e acabo de Voltar da Construção da Usina de Belo Monte no Pará e já aviso que “a destruíção é feia”, a nossa Serra irá sofrer e iremos ver de perto. Apesar de ser, em boa parte de sua extensão, em Túnel por de baixo da Serra da Cantareira existirão Pontes e Viadutos que fazem um belo estrago e não acreditem nessa “balela” de que tudo é feito dentro dos procedimentos corretos de desmatamento e meio ambiente, porque não é !
    Estou preocupado com a Clube da Sabesp e seus maravilhosos tanques e cachoeiras, existe um ponte exatamente em cima do lago da esquerda.
    Na hora que o prazo aperta, que os políticos precisam do negócio pronto, sai da frente pois passam por cima e dão um jeito.
    É triste, mas é o país que vivemos e ninguém faz nada. Nem se quer tem coragem de vir aqui e contar essas coisas. Trabalho com construção, porém estudo engenharia (Civil) e a palavra Engenharia não é e nunca foi honrada pela maioria dos engenheiros desse país. “Nego quer se formar engenheiro pra ganhar dinheiro”.

  20. Suely Moraes Ceravolo disse:

    Comentário: Conheci a Fonte Fontalis. Aliás, meu avô – José Moraes, nos levava lá em um Chevrolet, 1931, que chamávamos de “Violeta”. Sentados num banquinho que ele mandou fazer para ficar no banco de trás, eu e meu irmão Gerson Mario Ceravolo, vinhamos em meio a garrafões de vidro, grandes, forrados por um trançando de palha rustica.

    Hoje tenho 66 anos. Ir à fonte era um momento gostoso. Foi assim que, saindo do Belém, aprendi a construir referencias dessa cidade – “desvaraida” a que se referiu Mario de Andrade -, e localizar, por exemplo, o bairro de Santana e o do Tremembé.

    Em Tremembé, quando eu era bem pequena, uns 4 anos – morava numa casa ‘mágica’ que tinha adega no sub-solo, uma tia de minha mãe; a tia Isabel. Uma casa com corredores, pés de pitanga, um banheiro gigante – se me lembro – de azulejos verdes. Tinha uma torre arredondada.

    Lembro também – e, principalmente – do cheiro da Fonte Fontalis. Até hoje. Gostaria de sentí-lo novamente. É, para mim, cheiro de infância. Um odor de mato, gruta, de humidade. Havia, dentro da fonte, entre as pedras dois fios de água, cobertos em parte por um vidro grosso que ficava coalhado de gotinhas d’agua que impedia de ver com nitidez aquela água cristalina.

    Meu avô – ou meu pai – Mario Ceravolo, lavavam os garrafões e ficávamos esperando enchê-los. Parecia um tempão. Meu irmão, lembra que era um terreno grande e no fundo o galpão entre pedras e a mina d’água, acumulada num reservatório com as torneiras para encher os garrafões.

    Eu e meu irmão brincávamos por ali. Subindo as pedras ou na terra. A Fonte Fontalis fez parte de nossas aventuras infantis.

    Há uma contemporênea, Heloisa Figueiredo, cujo o avô – o sr. Paulo Figueiredo – que até aonde sabemos, foi um dos proprietários dessa fonte, talvez lhe possa contar mais.

    Minha familia até hoje tem ‘mania’ de água. Até a alguns anos atrás, meu pai, hoje com 95 anos, tinha no carro um recipiente térmico para – no caso de aparecer uma fonte no caminho – enchê-lo.

    Pensei que fosse ‘mania’. Até que li um artigo acadêmico explicando como chegaram os filtros nas casas. São Paulo sofreu problemas de contaminação – especialmente nas áreas baixas, as várzeas – nas quais estavam os bairros dos imigrantes – italianos e portugueses em particular – aonde deixaram suas raízes. Assim, o que meu avô fazia – e nos ensinou – foi prover a familia com água potável e boa.

    Assim ficou.
    Uma pena a Fonte Fontalis estar destruida…

    1. Andrea disse:

      Sra. Suely, estou emocionada com seu relato.
      Fora a sua escrita, que perfeição .

    2. Suely, tenho 61 anos e conheci muito bem a Fonte Gioconda. Íamos todo domingo buscar água para a família. Morei na região do Horto Florestal, Tremembé e Palmas do Tremembé, durante 40 anos e ainda tenho família e amigos em Tremembé, sinto muitas saudades e também sofro muito com a degradação do bairro e a falta de educação ambiental das pessoas.
      Obrigada pela suamensagem, me trouxe belas lembranças. Tenho fotos da Fonte, vou mandá-las para publicação. Grande abraço a todos.

  21. joao roque disse:

    Me lembro com saudades da fonte gioconda, onde por muitas vezes, matei minha sede, no entanto muitos falam de presevação como os donos da mansoes na serra da cantareira, mas são tão ipócritas, pois reclamam do rodonel por exemplo, mas já poluem a muito tempo, são a fazor da preservação da natureza, desde que não mecham com o seu conforto, nem com seu patrimonio.

  22. Antonio Carlos disse:

    Muitos culpam políticos, como prefeito, governador, mas a grande verdade é que os maiores culpados por muitas coisas como essa que acontecem, como perda de alguns lugares importantes e históricos, rios e fontes que ficam poluídas, em sua maior parte a culpa maior é do povo.

  23. Jade Windsor disse:

    Parabéns pela matéria! Fico triste quando leio uma coisa dessas… ainda não me acostumei que vivo num país que não valoriza seu patrimônio histórico e natural.

  24. Luis Carlos disse:

    O terreno onde fica a fonte fontalis foi vendido a algumas semanas à construtora Inovalli, passei ontem por ali e tambem tive lembrancas de subir naquele lugar para pegar agua em galões. Os muros foram revestidos e é provavel que em alguns dias comece o desmatamento para o loteamento do local. Muito triste.

  25. znnalinha disse:

    O terreno da Fonte Gioconda está listado no Plano Diretor para se transformar em um parque municipal. Confiram em http://www.znnalinha.com.br/portalnovo/index.php/parque-fonte-gioconda-em-gestacao

    1. Que boa notícia Britto! Abraços

  26. Artigo atualizado com novas informações, novas fotografias e com um vídeo produzido no local pelo UOL com a colaboração do São Paulo Antiga

  27. Suzi Silva disse:

    Incrivel a capacidade de destruição do ser humano, fontes lindas, locais maravilhosos destruidos por causa da ganância. Mas o resultado está ai com as represas secas e a população agindo com descaso pensando que com uma simples chuva as represas ficarão cheias novamente.

  28. Lembro dessas fontes, lembro também de uma que ficava em uma travessa da Av Mazzei, se não me engano na Rua Guarajá.

  29. Margot Paes disse:

    A fonte Gioconda será um PARQUE MUNICIPAL !!!!!
    SERÁ ??????
    Torço muito para que isso aconteça!

  30. Flávia Lima disse:

    Imagino a decepção que os responsáveis pela construção das fontes não teriam se fossem vivos ainda hoje…Engraçado que no passado as pessoas viam o século 20 como uma era promissora em termos de progresso, modernidade.. Só , creio, ninguém imaginava que a conscientização do homem não acompanharia essa evolução. Hoje, apesar de todo o avanço científico que tivemos, somos mais ignorantes e atrasados do que esses ilustres empresários e homens de visão do passado. Infelizmente, essa esperança que a gloriosa sociedade dos séculos passados tinha para com o futuro, é impossível ter nos dias de hoje.

  31. Pardo disse:

    Isso só demonstra que São Paulo atualmente está nas mãos dos bandidos, dos “nóias” e dos especuladores imobiliários que estão agindo em parceria com “nossas otoridades locais” (que também não deixam de ser bandidos), logo, construir prédios e transformar a cidade num conjunto de “pombais de luxo” é bem mai$ importante do que preservar fontes de água para o povo, a propósito… qual é a cidade que está enfrentando a “crise da água” mesmo???

  32. Denis disse:

    É muito importante lembrar dos erros da nossa urbanização. Mas discordo em destacar culpa dos “bacanas”, se a destruição também foi causada por miseráveis. Aliás, foram os bacanas que construíram e mantiveram essas lindas fontes enquanto funcionaram.
    É um absurdo essa generalização do ser humano destruidor. Eu não sou e não visto essa carapuça. Assim como eu, conheço muitos outros que fazem de tudo para progredir em equilíbrio.

  33. Parabéns ao Douglas Nascimento por mais esse resgate da memória da “água” e de São Paulo. Como ideia, o pessoal do Supermercado Sonda poderia adotar efetivamente a restauração da Fonte São Pedro como responsabilidade socioambiental. Seria uma excelente ação de educação ambiental e resgate histórico. Bom para água, bom para a comunidade e bom para o Sonda.

  34. PAULO RESENDE disse:

    Ao lado da fonte Gioconda bem perto da entrada da rua Artur Sievers, estão fazendo nova construção irregular, mas dessa vez com classe, os pedreiros só trabalham aos fins de semana e constantemente o “proprietario’ da invasão, visita a obra com SUA VIATURA POLICIAL .

  35. Maria Cristina da Silva disse:

    Conheci as três fontes, buscava água quando era criança, a Gioconda era belíssima, a Fontalis,na frente havia dois pequenos lagos, com cisnes, patos, eu passava enfrente e parava para olhar. A São Pedro também. Isso fora outras duas, que foi murada , mas que servia para os moradores servirem-se de suas águas,para lavar roupas, banhos, e para fazer comida e saciar sua sede. Boas lembranças de minha infância.

  36. Faço uma correção. O trecho “(…)E isso vem das casas que ocuparam a parte superior, na serra. Mas como em boa parte são casas de “bacana”, elas permanecem lá até hoje. Fossem de baixa renda, os tratores não perdoariam.(…)” mereceria ser alterado, primeiro, para corrigir equívocos, depois, para informar melhor.
    O córrego ao lado da fonte se chama “Córrego do Esmaga-Sapo”, e ele nasce no sopé da serra, percorre a Vila Albertina, passa ao lado da Fonte S. Pedro e deságua no Córrego do Tremembé. Não há coleta de esgotos no entorno do córrego por culpa da SABESP, que não fez a rede necessária. Por conta disso, além da contaminação do lençol freático, há o despejo clandestino de esgoto in natura no córrego. A Vila Albertina está longe de ser um local de “casas de bacana”, como o autor escreveu. É, ao contrário, local de moradias humildes.

  37. Parabéns pela matéria!

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