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Arcos do Jânio e a “gourmetização” do vandalismo

Comments (167)
  1. Enquanto permanecer esse discurso de reificação da arquitetura que aparta e afasta a população e impede que qualquer relação de identidade se estabeleça a preservação do patrimônio nesse país nunca será sustentável e eficaz.
    Viva o grafite, expressão cultural da cidade de São Paulo!

    1. Antonio Serrano disse:

      Pessoal, se gostam do grafite, façam isso aí no Vale do Paraíba, não na capital!

      1. Cristina disse:

        Concordo!

      2. Se não gosta de grafite, vá para o vale do paraíba, Antonio Serrano. O comentário da Casa do Patrimônio foi muito pertinente, trazendo a questão da conversação e apropriação da cidade pelos paulistanos, já o seu, foi infantil assim como o meu. =)

    2. Fábio Silva disse:

      E como a sua ideia da monocultura do grafite pode representar uma cidade como São Paulo?

      1. Daniel disse:

        Monocultura? Onde? Grafite é PLURALIDADE

    3. Philippe Arthur disse:

      Excelente o comentário!
      A cidade pulsa cultura, e aos poucos se apropria daquilo que lhe era negado.

    4. Marco disse:

      Grafite nos arcos? Pq não faz na sala de estar da sua casa? Existe lugar para tudo. Nunca vi tão suja e com tanto mato minha cidade. Essa prefeitura vai deteriorar ainda mais a cidade. Não existe o mínimo de respeito pelo próximo, que é obrigado aceitar essa falta de gosto alheia. Fazem o que bem entendem e o povo que aceite, calado. Imagino o gasto público e o quanto roubaram para deixar este patrimônio decadente. Restaurar que é bom nada….

      1. Cristina disse:

        É um alivio para mim ler comentários como o seu: um cerebro critico e pensante. Odeio a situação atual que SP se encontra. Eu tinha ate um pouco de esperança quando houve a implantação do “cidade limpa”, pensando que seria um passo inicial rumo à civilização, mas no Brasil parece que para cada passo a frente dá-se dois para trás e a situação esta deprimente, nunca havia visto a cidade tão imunda em 37 anos de vida.

    5. Engraçado, tem gente que acha lindo e chique grafite na Europa e nos Estados Unidos!!

      Os arcos sempre estiveram lá abandonados e ninguém sequer notavam a existência deles… nem mesmo quando o Kassab pintou com aquela cor salmon horrorosa ninguém falou nada!! Liberar o espaço para dar um pouco de cor para aquela área para os grafites foi uma ação da prefeitura que merece aplausos! Quem não gostou é porque é coxinha!! Se o prefeito fosse do PSDB certamente estariam elogiando! Hipocrisia!

      Quanto às obras de arte danificadas, se a cada restauração dois dias depois vai um marginal lá e quebra, tem que remover a mesma para outro ponto da cidade mais seguro igual acontece em alguns países da Europa, restaurar pra quebrarem depois é melhor remover!

      1. Marco disse:

        Europa preserva ou tenta preservar suas edificações antigas. Existe “grafitagem” em
        diversos paises da Europa, entretanto não costumam esquecer das outras edificações que de costume são restauradas e mantidas . O problema aqui não é ser coxinha nem achar que o governo do PSDB é superior que o governo do PT. A questão deveria ser tratada com mais responsabilidade e menos “politicagem”. A Marta (PT), quando esteve na Prefeitura de São Paulo, edificou e custumizou de forma nada social diversos viadutos em SP só faltou colocar diamante nos viadutos que ela costumava utilizar. Não existe partido de esquerda no Brasil meu caro, existe politico que rouba em nome de um assistencialismo barato e que já não funciona mais. Esse papinho de esquerda salvadora já era e se torna cada vez mais fora de moda e brega. A esquerda hoje usa iphone para partilhar suas ideologias, enquanto fotografa uma favela para postar no Instagram ou cria uma ONG para lavar dinheiro. Gostava de ver o pessoal da esquerda politizada indo pra rua limpar corregos em bolsoes de pobreza, varrendo a rua do seu bairro, criando comunidades sustentáveis e defendendo os direitos humanos, como deve. Nós somos o Estado e cada qual deve sua parte, para melhorar ao menos a região que habita. Continuo a dizer que este grafite tem um péssimo gosto e que deveria ir pra sala de quem teve essa brilhante idéia. O tempo perdido deveria sido utilizado para limpar a cidade,restaurar o que esta vandalizado e tirar o mato que pelos vistos não para de crescer. Sem falar na grana que deve ter sido alta…

        1. Marco disse:

          *customizou

      2. Cláudia disse:

        Desculpe, mas não julgue os outros, por você, Leandro Guimarães! Odeio grafite em qualquer lugar do mundo. Suja a cidade. Por que os outdoors foram tirados e o grafite, tudo bem? Odiei quando pintaram de salmão os arcos, demonstra bem a falta de cultura dos brasileiros. Então, hipócrita é você, que acha que quem não pensa como você é “coxinha” e um ser inferior a você! Faz-me rir!

      3. João disse:

        Que tal um grafite no Arco do Triunfo ???

    6. Paulo Iervolino disse:

      O patrimônio de uma cidade é vivo e sempre evolui com a história de sua sociedade. A interferência de arte urbana, como realizada, em nada deprecia, danifica ou compromete a estrutura e identidade arquitetônica dos arcos – verdadeira herança em discussão. Construções não devem ser consideradas peças de museu, mas sim continuar a contribuir para a sociedade. Vide exemplo do castelo na Escócia grafitado pela dupla Os Gemeos em 2007, arte que multiplicou o interesse turístico pela região após a intervenção.
      Viva o grafite! E viva a transformação!

      1. Jéssica disse:

        Ótimo. Pq não grafitar a estátua da Liberdade, a Torre Eiffel ou o Museu do Ipiranga? “Construções não devem ser consideradas peça de museu”, e não o são. Oq ocorre é o tombamento, q visa garantir a integridade do bem, mantendo, inclusive, suas caraterísticas ORIGINAIS. Sampa é uma cidade maravilhosa e possui espaço para todo tipo de arte. E é exatamente por isso q eu não entendo o pq de grafitar uma edificação histórica. Que se construam novos prédios, muros e espaços para esse tipo de manifestação! Mas acima de tudo, q respeitem nosso patrimônio histórico cultural!!!!

        1. José Antonio dos Santos disse:

          Bom comentário, J. Apropriar-se do espaço urbano é também reconhecer nele sua história, os processos construtivos, as marcas que os seres humanos foram deixando em suas construções e na forma de organizar o espaço comunitário. Uma pena que há pessoas que não percebam que preservar também é apropriar-se do espaço da cidade.

        2. Cristina disse:

          Falou tudo Jessica!

        3. Sabrina P. Kaça disse:

          Na Estátua da Liberdade e Torre Eiffel recebem diariamente filas gigantescas para visitação, o Museu do Ipiranga também recebe alguns visitantes, no entanto ninguém presta atenção nos Arcos do Jânio, não há como visitar um local de difícil acesso a pedestres e os motoristas ou passageiros não perdiam tempo olhando para uma construção que estava cinza e suja antes dos grafites. Será que a Prefeitura patrocinou pagando pelas tintas e pelo trabalho dos artistas ou apenas incentivou a ação dos grafiteiros? Para consertar os outros monumentos, que são destruídos em tão curto espaço de tempo pelos próprios cidadãos, a prefeitura teria que gastar muito e ainda manter um equipe de guardas para vigia-los como ocorre atualmente na Praça Julio de Mesquita. Esses arcos, com suas “características originais” ficaram por muitos anos escondidos e depois de voltarem a compor o cenário de São Paulo foram caindo no esquecimento, entristecendo e acinzentando a paisagem… Faltam educação, valorização e interesse em conservar o patrimônio público pelos cidadãos, essa sim é a raiz do problema. Talvez as manifestações artísticas tidas por pixação remetam à Nova Iorque dos anos 1970 porque os problemas e as denuncias sociais deste grupo de artistas ainda sejam os mesmos atualmente aqui no Brasil. habilidade para escrever um texto excelente é bem legal, mas usá-lo para atacar uma expressão artística, que ainda sofre muitos preconceitos, com a única finalidade de atingir o prefeito e um partido político é bem patético.

      2. Daniel disse:

        Veja se alguém reclama do grafite do Niemeyer no final da Av. Paulista ou dos grafites embaixo do Minhocão. Grafite é interessante e até bacana, sim, concordo. Mas tem seu lugar, e não é em construções históricas ou tombadas. Prédios não são peças de museu pois não dá pra colocá-los dentro de uma prateleira. Porém o tombamento serve exatamente para que se trate-os como a uma peça de museu, preservando e mantendo suas características ORIGINAIS. Precisa “tombar” a Monalisa pra entender que não se pode grafitar um óculos colorido e uma corrente de ouro por cima dela? Tenha bom senso!

    7. Blablabla. Grafitagem de Hugo Chávez? Não me representa. Que o grafite tenha um espaço proporcional à sua representatividade cultural. Grafite os muros de sua casa no vale do Paraíba. Chega de lixo visual em SP.

    8. Reificação: considerar algo abstrato como coisa material.
      “Reificação da Arquitetura”? WTF?

    9. Botaram uma piroca na cara dele! Hhaushas e agora ? Os progressistas vão chorar?! É só dizer pra eles que a arte é livre, as ruas devem ser tomadas e que querer que o desenho de Chavez fique lá para sempre como eles fizeram é fetichização do objeto.Hhauhhuas Só falta Haddad mandar prender a galera que pichou por vandalismo. haushu

      1. Eu vi, colocaram uma piroca… ahahahahahahahahaha

    10. Mauro Filgueiras Filho disse:

      Não é discurso de reificação, é pura e simples preservação e conservação de um patrimônio que carrega os sentimentos paulistanos. O mito de que a população é “afastada” também carece de substância e não passa de frívola retórica. Sob a perspectiva de quem ocorre esse afastamento? Todo esse discurso vem por conta de vocês, progressistas.

  2. E pra completar, ainda pintam a cara do ditador assassino hugo chavez (em minúsculo mesmo, porque lixo é sujeito comum)? Quem será o próximo a ter rosto estampado aí: lula? che? stalin? trotski?

    1. Mano disse:

      Pesquise melhor sobre Hugo Chaves e descubra que aonde tem petróleo tem USA interferindo. Tudo o que se fala na mídia estabelecida tem interesse por trás. South of the Border Do Oliver Stone é um documentário bem didático pra começar a abrir a cabeça… boa sorte!

      1. Sabine disse:

        E isso eh argumento para se grafitar a cara de um ditador criminoso em nossos monumentos? ?

        1. Mano disse:

          Como eu disse, pesquise… criminoso é o poderio norteamericano, que interfere agressivamente em culturas que ou ameaçam suas idéias e mercados e/ou os que tem petróleo, como o nosso caso.

          1. P Carvalho disse:

            Quem precisa estudar é vc. Com essa cabeçinha totalmente adestrada e alienada da realidade.

          2. Duralex disse:

            Criminoso é quem leva seu povo a extrema miséria, à violencia absurda em todo país. Criminoso é quem prende a oposição sem critério e amordaça a oposição. Voce tem ideia de quantos manifestantes foram assassinados covardemente? Quantos presos simplesmente por fazer oposição? Agora liberou-se o uso de arma letal e forças armadas para calar qualquer manifestação. Ele acabou com o país. Caracas a cidade mais violenta do planeta de um dos países mais pobres apesar de ser o mais rico (petróleo). Não venha culpar forças externas. Não desonesto intelectualmente. Meu conselho é não pesquise, vá lá. Vá também a Cuba. Converso com o cidadão comum. Como alguem que ja passou por essa experiencia te garanto, voce irá amadurecer muito suas opiniões.

          3. Élcio disse:

            Vai estudar vai… Quem sabe assim vai entender que o governo venezuelano não admite que alguém se manifeste contra ele, lá não existe bala de borracha não, esquerdiota, lá a repressão é com chumbo, permitida por lei.

      2. molina disse:

        hugo chavez felizmente morreu, um ditadorzinho meia boca, acabou com a Venezuela e continua acabando através de seu poste maduro, acorda garoto, ou vá para lá.

        1. Bila.10 disse:

          Sem contar que o seu sucessor, nicolas maduro (minusculo mesmo) para demostrar sua força, agora autorizou o exercito a usar força letal para conter protestos da população que passa fome em um pais que exporta petroleo. Isso é o que estão querendo implantar aqui no Brasil.

        2. Mano disse:

          Não sou garoto, tenho 49 anos. Achei meu post mais maduro que o seu, pelo menos tenho argumento. O império dos EUA fez a caveira do Hugo Chaves pra assumir o controle do petróleo, que estava migrando da elite conservadora para os trabalhadores. Isso se chama bolivarianismo, que não é um palavrão como quer a mídia brasileira golpista e sim um conjunto de atitudes de natureza nobre. Meu discurso é assustador? Pesquise sobre as intervenções militares norteamericanas e a 3ª lei de Newton.

          1. Tenho certeza de que nenhum venezuelano reclama do preço da gasolina. O fato de não ter pneus para os “carros”, ou ter apenas uns 3 ou 4 itens na despensa em casa, nem deve ser levado em consideração. O que vale é que o “trabalhador” de lá pode encher o tanque com o que gastaria para comprar 1 litro de leite (quando encontra o precioso líquido).

          2. Tadeu disse:

            Eu já estive na Venezuela por três vezes e tenho grandes amigos por lá.

            Um deles era dono de empresa de ônibus, tinha uma frota de 10 veículos e fazia transporte escolar. Depois da revolução bolivariana, ele virou um motorista de táxi. Os ônibus dele hoje são sucata, estão abandonados num terreno, ao relento. Não existem peças para colocá-los para funcionar.

            A falta de comida lá não é inventada pela mídia. Faltam produtos básicos.

            Defender qualquer ideia do Hugo Chavez é, simplesmente, negar a realidade.

          3. Joao disse:

            O governo de Maduro assinou uma resolução que permite às Forças Armadas abrir fogo — atirar mesmo, pra valer — contra manifestantes. Em outras palavras: matá-los. O texto, informa a http://www1.folha.uol.com.br/…/206122-venezuela.

      3. Carlos Baptista disse:

        A situação em que se encontra a Venezuela por si só já representa a melhor resposta a comentários inoportunos como este.

        1. Mano Bap disse:

          A Venezuela foi dilacerada pela ganância. Sim, olhar para ela hoje em dia dá pena, mesmo…

      4. Anonimo disse:

        Cansa ler esses argumentos esquerdistas toscos com “pesquise melhor”, “vá estudar”. Basta ver a forma de escrever do richardbenetti para se concluir que quem deve pesquisar melhor é o tal do “Mano”.

        1. Mano Bap disse:

          Caro anônimo: esse é meu nome espiritual que carrego com muito amor desde que nasci. Foi me dado como um presente pelo meu irmão, com muito carinho. Sim, somos todos “manos”, irmãos em um universo uno, que só se dissocia perante nossa mente poluída. Um dia verá que as divisões são ilusões, Maia segundo o hinduísmo… Sim, estou sempre estudando, ampliando meus horizontes do meu campo morfogenético. Não mandei ninguém estudar, é apenas uma sugestão. Paz e amor!

          1. karin disse:

            Na paz e no amor, querido mano, sugiro que vá pesquisar quanto dinheiro o mano chaves depositou no banco Lá na suissa. 12 bilhões é pouca grana pro cê, meu fofucho?

  3. Malagoli Oj disse:

    Quanto a eventuais críticas acerca de seu editorial, compartilho do pensamento de Santo Agostinho: “Prefiro os que me criticam, porque me corrigem, aos que me elogiam, porque me corrompem.” ; grosso modo, a bem da verdade, não considero isso aí (a pintura nos arcos) como expressão de arte e sim, uma espécie de vandalismo institucionalizado. Concordo com o colega em gênero, número e caso.

    1. gabriel disse:

      Vandalismo maior talvez tenha sido a demolição dos cortiços e a expulsão da população de baixa renda que ali vivia nos fins dos anos 1980. Por que a história representada pelos arcos é mais importante que a história representada pelos cortiços?

      Viva o pixo!

      1. Tadeu disse:

        Uma coisa não justifica a outra. Tudo tem o seu lugar na história.

      2. Luiz Henrique disse:

        Então pixe a sua casa.

        1. Michel Naslavsky disse:

          Belo argumento!

  4. Andrea disse:

    É uma vergonha. Enquanto isso o MASP mais parece um favelão horroroso. Isso porque é um dos cartões postais de SP. Gestão lixo do PT.

    1. Americo F. Vieira disse:

      Gostaria de saber se entre os jovens paulistanos tem macho pra pegar um tanto de tinta preta e acabar com essa palhaçada nos arcos, nas ciclovias e onde mais essa abominação vermelha imprima sua burrice

      1. Sergio disse:

        No caso das ciclovias, R$600.000.00 isso mesmo seiscentos mil reais por kilometro foi o quanto a prefeitura pagou pela tinta vermelha de alta qualidade (risos) e agora o senhor fala em pintar de tinta preta? para a prefeitura ter que gastar mais 600.000.00 para recuperar?

        1. SavianoMarcio disse:

          R$ 600mil sem nenhum a tabela de custo para comprovar, diga-se só de passagem.

  5. LILIAN SALDANHA disse:

    Muito, muito trista!!! Por outro lado, parabéns pelo trabalho! Que nos mobilizemos e consigamos sensibilizar as autoridades!

  6. Edson disse:

    Está na hora de dar um basta aos desvarios desse prefeito incompetente!

    1. SavianoMarcio disse:

      E nas gestões da Erundina, Maluf, Celso Pitta, Marta, Kassab, Serra? O que você fez para combater os “desvarios” deles? Só agora, aos 45 do 2° tempo quer fazer algo?

      Proponho dar um basta no população omissa, conivente, acomodada e preguiçosa, que tal?

  7. Antonio Serrano disse:

    Concordo, isso foi uma agressão aos arcos. Um monumento que ficou escondido por tantos anos, foi “redescoberto” e revitalizado na gestão do Jânio e agora recebe essa imensa demonstração de mau gosto e ignorância. Já pensaram se, em Paris, fossem grafitar a Catedral de Notre Dame, ou se em Roma fizessem o mesmo com o Coliseu? São Paulo já é carente em monumentos históricos e o prefeito esporcalha um dos poucos existentes…Vergonha!

    1. gabriel disse:

      Todo monumento é “histórico”. A prática do grafite também é “histórica”. Sem querer ser haddadista (pois considero a gestão excessivamente pró-capital): por que o grafite incomoda tanto? Quanto elitismo!

      1. Tadeu disse:

        Amigo, só existe grafite porque algum capitalista opressor decidiu abrir uma fábrica de tintas. Seu argumento é falho.

  8. Iglemaria disse:

    Nada contra o grafite, mas os arcos sao lindos por si só, agora ficaram feios, nao da para apagar?

  9. Dri disse:

    São Paulo envelheceu e abandonou sua história e seu povo. Os poucos que restam são velhos conservadores que possuem uma visão medíocre social da idade média. Jovens não foram educados pra isso ou venderam propriedades e dão nas mãos de especuladores imobiliários que com a verticalização assassinou a história de São Paulo. Basta lembrar da Veja Nº 1684 de janeiro de 2001. Enfraqueceram a história de São Paulo, pelo menos o Novaiorquino ou quem vem de fora é apaixonado por lá e aqui ? Políticos apoiaram invasões, como assistimos nossas represas invadidas, áreas ambientais que deveriam ser protegidas. Isso não é de hoje, isso vem desde os anos 60 pra cá. A Globo favoreceu para o emburrecimento popular e enfraquecer culturalmente São Paulo. Os artistas e os conservadores da época deveriam ter sido visionários e aproximar e fortalecer esse laço, que enfraqueceram tornando-se arrogantes egoístas cada um em seu mundo. Hoje são humilhados em sua própria terra. E isso vem também de muitas pessoas ricas oriundas de outras regiões que foram invadindo ou ajudaram na invasão contratando serviços e ignorando as mazelas sociais, não só da periferia como querem problematizar os conservadores. O artista não tem culpa, ele quer mesmo é ser visto. Quem não tem um feijão no prato e se parece com “cara de empregado” a galeria fica ali, a céu aberto, dentro das janelas dos ônibus lotados. O mundo é dos jovens, estes que vocês ignoraram os pais e desprezam os filhos. O mundo é deles.

  10. Iglemaria disse:

    Quando o brasileiro vai aprender respeitar nossos monumentos, civilidade minha gente

  11. Simone disse:

    Douglas, gostaria de saber a história dos Arcos do Jânio! Eu tenho 46 anos e passava com minha mãe de ônibus neste trajeto, quando tinha 6 anos de idade. Lembro-me perfeitamente de avistar, antes da descoberta dos Arcos do Jânio, um curtiço. BJS!!

    1. Flávio Simonetti disse:

      Simone, é verdade que nos anos 80 havia uma série de cortiços na rua Jandaia, em cima dos arcos. Mas esses cortiços eram formados por um grupo de casarões, degradados, que possuíam imenso valor histórico e arquitetônico para a cidade, e que foram destruídos por ordem do prefeito Jânio Quadros.

  12. Rafael disse:

    Concordo inteiramente com você sobre preservar, restaurar e respeitar os monumentos históricos, também acredito que existem lugares certos para se fazer grafite, mas vc precisa ser mais respeitoso com o grafite e seus artista ao falar dele , inumeras vzs vc foi desrespeitoso com os pintores que fazem o grafite, cada pessoa tem sua opinião e seu gosto pessoal e não é porque vc não gosta que precisa desrespeitar!

    1. Diego disse:

      “Artistas”??? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
      Triste o mundo onde grafiteiros (ou pichadores gourmet) são considerados artistas.

      1. SavianoMarcio disse:

        Vários deles são sim bem conceituados e até expõem em galerias no exterior, o caso nais conhecidos são dos Gemeos.

  13. João Guimarães filho disse:

    Um Pais onde sua maioria e de ignorantes…antes esses grafites do que pixa¢ao…apesar que não tem muita diferença…O Pais esta falido..a sociedade esta falida…muito ..mas muito difícil reverter tudo isso…a tendência e piorar..o caos esta próximo demais.

  14. Rachel Ciparullo disse:

    Douglas,parabéns pela reportagem eu particularmente não sou fã de grafite, mesmo porque são umas figuras grotescas e se não bastasse, os vândalos de plantão picham por cima, ai o que já é uma lastima, fica simplesmente um horror. Pior e saber que o nosso prefeito aplaude e incentiva essa cultura sem pé nem cabeça, que polui nossos parcos monumentos e agridem nossos olhos.

  15. Luis disse:

    Parabéns pela matéria. Você foi ao cerne da questão, apontou os problemas e os culpados. SP está na mão de aventureiros incompetentes e ideólogos do atraso. E entregue aos mendigos, achacadores, ladrões, nóias, ocupadores e pixadores. Quem trabalha e paga impostos não tem lazer nem direitos. E ainda por cima há pessoas que questionam o porque muitas pessoas evitam o centro de SP e outras querem se mudar da cidade. É nauseante e revoltante.

    1. gabriel disse:

      Eu moro no Centro de São Paulo. O que me atrai nele é a disputa, a diversidade, a heterogeneidade. O grafite, o pixo, a apropriação popular de espaços privilegiados.

      Aliás: quem mantém o centro vivo são justamente as ocupações de edifícios, as manifestações culturais como o grafite.

      Quanto elitismo da parte de vocês!

      1. Tadeu disse:

        Se não fosse a elite opressora, não existiria edifício para invadir. Não existiria centro, muito menos tinta para grafitar.

        1. Luis disse:

          Não seja mané. O centro existe antes da tinta spray… E não confunda pixação medíocre com grafite. Se não fosse os sindicalistas aproveitadores e chupins existiria aqui, o que existiu na Europa, squatters, que invadiam pra transformar,não pra destruir, usufruir e parasitar. Esses movimentos são massa de manobra de gente partidária e de ideologia anacrônica.

        2. fernandojose456535636 disse:

          Elite Opressora. Que infantilidade. O Mundo não é fácil pra ninguém, amigo. Desde para os seres humanos, passando por animais , bacterias etc. Acreditar em elite opressora é acreditar que um ser superior, vá cuidar de tudos e todos na perfeita harmonia. O Universo não é assim. Aceite como o Universo é e corra atras do seu espaço. Por que ninguem vai correr or você.

      2. Luis disse:

        E daí que vc mora no Centro? Eu morei e trabalhei por mais de 10 anos na Santa Cecília. O centro não está vivo, está agonizando. Está como disse tomado pelos nóias e etc, por causa de pessoas como vc que acham que isso é justo e legal. Não há nenhuma beleza nas fontes depredadas, no coreto invadido e etc… Vocês da esquerda juvenil e os padrecos amam as camas na rua, as fogueira de mendigo e tudo o mais. Amam os assitentes sociais que só enxugam gelo. O grafite nada tem a ver com a emporcalhação e fazer bem não é permitir a destruição da Largo General Osório que foi transformado em cracolândia. Por gente que pensa como você e que apóia essa destruição que idosos não podem jogar nas praças imundas, crianças não podem brincar nos playgrounds destruídos e eu passei a evita o centro em que morei e tanto amei.

        1. Louis Godrich disse:

          Sr. Rodolpho os anti paulistas antes de tudo são pessoas anti dignidade, se perdemos algo realmente importante nestes últimos anos foi nossa dignidade. Hoje um trabalhador sai de casa e não sabe mais se volta vivo ou pelo menos com o sustento para sua casa não podemos mais andar à noite nem mesmo numa emergência pois hoje em qualquer lugar o crime e o tráfico de drogas dominou tudo, gostaria que tivéssemos perdido somente os monumentos e a beleza da cidade, mas o que perdemos foi algo muito mais importante.

  16. thiago disse:

    que texto triste.

  17. Dr. Who disse:

    Até ontem era um “monumento” abandonado, pichado, ponto de uso de drogas e moradores de rua. Agora que revitalizaram com uma baita arte contemporânea que é o grafite, que inibe as pichações, aparece a velha guarda com esse discursinho inconformado. Ficou espetacular!

    Sobre o vídeo da matéria… a urina nos monumentos é culpa da má educação das pessoas, mas a pichação e depredação é culpa da prefeitura? Concordo que deve ter uma manutenção, mas ficou bem imparcial a posição política neste vídeo vindo de um jornalista.

    Faltou o gran finale comendo uma coxinha no Arouche.

    1. Dr Who, adoro seu seriado!
      Sobre a coxinha, prefiro empada… abraços!

    2. Sergio disse:

      Não entendi sua colocação, quer dizer então que agora com os grafites não haverão mais usuários de drogas e moradores de rua na região? Se assim for acredito que o senhor e o ilustríssimo prefeito descobriram a solução para problemas que ocorrem no mundo inteiro é uma solução muito simples e barata apenas com tinta e o trabalho dos grafiteiros teremos o fim de algumas das piores mazelas sociais de uma cidade, parabéns pela iniciativa merece até mesmo o prêmio nobel!

      1. Conrado Secassi disse:

        Para a questão das drogas, podemos citar o programa “Braços Abertos”, que, ao contrário de prezar pela repressão, pensa em planejamento, emprego, tratamento médico e psicológico. Não misture alhos com bugalhos, senhor. Aliás, não me parece que o Dr. Who relacionou grafite e ausência de pessoas usando drogas. É bom lembrar que uma batalha tem várias frentes, vários flancos.

        1. Fagundes disse:

          Meu caro, se alguém misturou assuntos não foi o Senhor Sergio, veja que o texto do senhor Who diz: “Até ontem… era ponto de uso de drogas etc.” e “agora” ou seja ele mesmo emitiu a sentença indicando que após a revitalização tais coisas não acontecem mais ali. Da forma como ele se expressou dá muito à entender que o problema foi resolvido, pelo menos foi assim que eu entendi também. Concordo plenamente com o Senhor no sentido de que é uma obrigação do Estado transferir renda para os viciados, é uma obrigação da sociedade tratar dos seus enfermos e sustenta-los inclusive. Sou à favor do Estado pagar uma renda mensal para todo usuário de droga e seu tratamento caso ele queira se não quiser tratar-se o governo teria a obrigação de sustenta-lo para o resto da vida, poderia inclusive ser criado um novo imposto para isso, acho muito justo e humano, contribuindo para a segurança, e saúde já que estas pessoas não mais iriam arriscar suas vidas nas ruas

          1. Conrado Secassi disse:

            A ironia é tão infame e infantil que responder é pesado, improdutivo, Fagundes, faça o seguinte, imagino que você aprecie a sugestão que cá exponho: retirem todos estes ‘nóias’ da rua (menos aqueles/as que são ex-modelos, e brancos/as de preferência – neste caso, a revista Veja e seus co-similares farão o serviço de forma digna), coloquem em fazendas, sítios, num interior bem às escondidas da população em geral (se quiserem podem chamar de ‘campos de trabalho’), e em seguida criem maneiras ‘limpas’ para matá-los, em grandes volumes.

            Qualquer semelhança com outros fatos históricos será (?) uma mera coincidência.

          2. Fagundes disse:

            Caro senhor Conrado, ironia é uma palavra que não se encaixa ao meu comentário, disse que sou à favor de o Estado tratar seus doentes pagando-lhes o tratamento devido ou lhes sustentando dignamente e não os tirando das ruas e os escondendo onde que que seja.
            Quando falo em tirar das ruas não seria por coerção mas sim por lhes oferecer um lugar digno para residir, alimentação, vestimenta e drogas para consumo caso não queiram tratamento será que isto é ser indigno com alguém? Melhor deixa-los abandonados nas ruas passando frio e fome? ou melhor ainda fechar os olhos e deixar continuar tudo como está não é mesmo?

        2. Luis disse:

          O programa braços abertos é uma imbecilidade sem tamanho que não mostrou absolutamente nenhum resultado.

          1. Conrado Secassi disse:

            O poder público está aberto à sugestões de estudiosos competentes do assunto, que tal? Mas, digamos assim, sem colocar a repressão da PM no meio, OK?

    3. Diego disse:

      Meu deus!! os valores estào todos invertidos… Grafiteiro agora é arte!!! meu deus!!!

      Esquerdinha caviar de ipad detected!!!

  18. Rodrigo Amaral disse:

    Sou a favor do graffiti, não se pode coloca-lo na mesma categoria da pixação, inclusive o graffiti inibe a pixação.
    O graffiti é arte, reconhecida internacionalmente e tem q ser pensado de maneira positiva para a cidade. O Brasil, principalmente São Paulo, tem artistas de renome mundial. O que falta é gestão e inteligência da prefeitura.
    A metéria e o video são precisos e mostrarm isso claramente.
    É triste ver o descaso com locais que poderiam ser muito bem explorados cultural e comercialmente, pela própria prefeitura. Está aí a onda do street food, as diversas opções de shows musicais, feiras de artesanato, feiras de trocas, brecho, saral, leitura, etc… Falta gestão.
    Sugiro ao Douglas (pode ser loucura ou utopia de minha parte ou mesmo desespero de ver a cidade asdim) que promova um crowdfunding, para recuperar alguns dos monumentos. Exemplo, os paineis de Clovis Graciano. Será q com o apoio de uma Universidade como a Belas Arte (próxima ao painel) não seria possível pesquisar como eram as partes q faltam e recuperar os azuleijos? Recoloca-los, limpar o painel, aplicar produto q proteja etc etc… Sim, deve ser caro… Aí entra o crowdfunding… Eu ajudaria a pagar… Enfim… Douglas parabéns… Pra mim vc concorre como Paulistano do ano! Viva São Paulo!

  19. Tadeu disse:

    Lugar de grafite é, no máximo, em tapume de construção. E olhe lá…

    É poluição visual da mesma forma que o funkeiro, que escuta música em volume alto no transporte coletivo, é poluição sonora.

    1. gabriel disse:

      A manifestação cultural do outro é sempre poluição, né? Bom mesmo é o nosso bom-gosto…

      1. Tadeu disse:

        Sob esse ponto de vista, ouvir funk em alto volume no transporte coletivo também está liberado, né? Também é manifestação cultural.

  20. João disse:

    Parabéns pelo texto, Douglas. Expressa exatamente o que penso sobre os grafites: são manifestações de arte interessantes, mas não são convenientes em qualquer lugar, ainda mais sobre uma construção de grande valor arquitetônico e histórico. Não se trata de uma tentativa de velar ou impedir esta manifestação artística, mas qual o sentido de ‘decorar’ uma construção que já é bela por si própria? O que os grafites têm a ver com a história e com a intuito da construção? Acho que faltou bom senso por parte da prefeitura. Neste caso o grafite descaracteriza a construção e atrai a ação de vândalos.

    1. gabriel disse:

      Os tais “valores arquitetônico e artístico” são sempre uma invenção de alguém. Eles não estão geneticamente imbricados nos tijolos dos arcos: tais valores foram atribuídos por alguém. Esta atribuição sempre responde a condicionamentos de ordem ideológica (normalmente se excluem algumas vozes e privilegiam-se outras — e não raro as vozes desprezadas são sempre a dos explorados).

      Achar que os tijolos dos arcos são naturalmente valiosos é fetichizá-los.

      Então por que os “valores” do grafite são menos importantes que os “valores” dos arcos?

      1. Fabio disse:

        Não precisamos grafitar o patrimônio histórico, existe lugar oficial para isso.
        Existe um Museu Aberto para Arte Urbana criado pela prefeitura desde 2011 nas pilastras da linha azul do metrô. Esse museu deveria ter os grafites trocados anualmente, dando oportunidade a todos os artistas de se expressarem. Desde sua inauguração que nada ali é trocado. Assim, nem mesmo a Prefeitura respeita o que cria, apenas faz populismo do mais barato para ver se os índices de aprovação nas pesquisas sobem, mas pelo jeito nem isso esta funcionando ultimamente.

  21. claudia disse:

    Não penso no prefeito Haddad como incompetente ou despreparado e tenho uma visão positiva sobre as ciclovias. Gosto de grafite e creio que foi uma saída interessante para conter o vandalismo ( pixação é vandalismo) que maltrata a cidade, porém, o grafite nos arcos do Jânio foi uma péssima ideia. Não tem nada a ver, não ficou bonito, não enaltece o grafite como arte, nada! Penso que uma iluminação diferente, moderna e um pouco de limpeza seria muito mais eficiente e bonito do que essa grafitagem. Simples e de acordo com a paisagem. A cidade tem uma identidade, uma história que precisa ser preservada. Há lugares onde o grafite é a ideia perfeita mas há lugares que não combinam, não aceitam. Os arcos se perderam, ficaram no passado. Triste qdo se começa a desconhecer a própria cidade.

    1. gabriel disse:

      História não se preserva: história é sempre uma narrativa construída por alguém! Naturalizar a história é fetichizá-la! Por que os arcos são mais identitários que o grafite?! A impressão que eu tenho é justamente contrária: provavelmente o grafite é muito mais presente como elemento identitário em sp do que aqueles arcos.

  22. victoria helena disse:

    Primeiro, sou totalmente contra a elitização de alguma arte e desmerecimento de outra. Arte é manifestação humana, não deve existir alguem dizendo o que é bonito ou não. (Só pontuando)
    Segundo, o que o Haddad faz não é apoiar o graffiti, porque enquanto uma minoria dos grafiteiros é privilegiado por pintar muros com grande visibilidade, outros são simplesmente marginalizados. Não é porque não tem autorização que deixa de ser graffiti.
    Terceiro, ao menos, nisso tudo, o graffiti está ganhando um maior reconhecimento, a arte que tem a raiz na periferia, e não nas grandes academias, está sendo um pouco, mesmo que miseravelmente, mais valorizada.
    Quarto, o fato de se apoiar o graffiti, não implica necessariamente, na desvalorização das demais obras de arte da cidade. É possível apoiar o graffiti e também ter um olhar de restauração para as que já existem.
    Ou seja, a incoerência não está em exatamente apoiar ( de um jeito meio elitista) o graffiti, o problema em questão não é esse, e sim o abandono das demais artes. Uma coisa não tem a ver com a outra.
    O graffiti tem o perfil de se encaixar na paisagem, esses arcos já estavam grafitados antes, porem ilegalmente, e foram cobertos por esses painéis, se é que podem ser chamados de graffiti.

  23. Luiz Santos disse:

    Meu, o paulistano e o brasileiro médio em geral são uns sujeitos mais reaças e incompreendidos que existem na face da terra. Pra começar, com perdão da palavra, São Paulo “cagava” para esses arcos, tanto é, que construiu coisas na frente deles, Jânio Quadros “descobriu” os arcos por acidente. Pois bem, resolveu restaurá-los.
    Anos se passaram e os arcos ficaram TOTALMENTE ABANDONADOS, a coisa tava feia mesmo. Aí Kassab teve a “brilhante ideia” de pintá-los com uma tinta totalmente inapropriada. O que o paulistano disse? NADA! Detalhe, os arcos continuaram horrorosos!
    Aí vem o Haddad e autoriza uma invervenção artística nos arcos com tintas NÃO PERMANENTES, aí pronto, fu…deu! Do nada os arcos passam ser a obra arquitetônica mais “importante” de São Paulo. Enquanto isso, se pixa o prédio do Teatro Municipal, a Sede dos Correios no Anhamgabaú (desde que cheguei em 2009 está passando pela sua segunda restauração, devido as pixações).

    O museu do Ipiranga está fechado desde 2013 e ficará assim por 6 ou 9 anos, devido a uma pintura inadequada que fizeram no palácio, os prédios históricos do centro estão abandonados, se demoliu uma grande printura dos gêmeos que havia no Anhangabaú, o centro está todo emporcalhado de pixações, prédios abandonados, mendingos “everywhere” e o paulistano… Num silêncio sepulcral! Motivo? O que realmente importa é que o Haddad pediu que se fizesse uma intervenção artística não permanente nos “Arcos de Jânio”, a obra arquitetônica mais “importante” de SP! Erro “mortal”   Oooohhh povinho reaça, pqp!!!

    Sabe o mais engraçado de tudo? É que algo semelhante foi feito em castelos na Escócia e até o GloboNews foi lá para fazer uma reportagem. Como era na Europa, a “elipe artística e financeira” paulistana bateu palmas e achou tudo muito lindo!!! :3

    1. Luiz Santos disse:

      Outra, o senhor da coluna poderia me dizer o que é uma “manifestação artística”? Meus caros, eu odeio pixações, porém em arte não se pode dizer que elas (que as odeio) não são manifestações artísticas e culturais. Porque a arte está no olho de quem a vê e não se limita a um olhar de um grupo de pessoas apenas e ainda bem, que é assim! Caso contrários os Van Gogh da vida nunca teriam saído da escuridão, já que na época em que foram pintados, eram considerados “aberrações”.

      Quanto aos monumentos danificados, cabe sim a crítica a prefeitura. Porém, uma crítica ainda maior, ao próprio paulistano, que parece que não gosta da cidade onde vive e a vandaliza constantemente. E não são os grafiteiros que fazem isso (arrancar orelha e bustos), o grupinho que faz isso, são filinhos de vereadores, deputados e até juízes… e por incrível que pareça, muitos deles são os higienistas da direita reacionária paulistana!

      Mas uma coisa foi boa essa “polêmica”, do nada o paulistano médio entendeu que tem patrimônios históricos a serem conservados, algo que estava passando totalmente batido ultimamente. Basta dar uma olhada no centro e na barbaridade que fizeram com o museu do Ipiranga que terá que ficar fechado por 6 ou 9 anos para ser restaurado devido a uma barbeiragem! O estranho é que o museu está fechado desde 2013 e não vi nenhum paulistano se manifestar! Ou seja, é ideologia reacionária mesmo, estão literalmente CAGANDO para a cidade!
      http://advivo.com.br/comentario/re-museu-do-ipiranga-ficara-fechado-por-9-anos-6

      1. Guilherme disse:

        Fale por você, seu coitado.

        Se você procurar enxergar as coisas de maneira menos alienada e com menos pre conceitos formados sobre os paulistanos ou aqueles que amam essa cidade, você seria capaz de enxergar as coisas de maneira menos política, que é o grande mal deste país.

        Outra coisa, pagamos muitos impostos para que nossos monumentos sejam mantidos em ordem. Entenda que isso não é um favor da prefeitura ou governo do estado, seja nos arcos do Jânio ou Museu do Ipiranga.

        Nada, absolutamente nada contra o grafite, mas cada coisa em seu lugar e com seu respectivo valor, se não é mantido em ordem aí a questão é outra.

    2. Fernando disse:

      Parabéns, é exatamente assim mesmo: vale tudo pra criticar o governo. Para quem quer conhecer mais sobre o castelo medieval grafitado: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,castelo-medieval-grafitado-quer-manter-obras-de-brasileiros,766065

      Vale lembrar que valem as críticas aos monumentos que estão abandonados, também acho que deveriam ter mais atenção do governo, mais esmero. Mas partir dai a criticar esses grafites é exagero. Acho melhor o grafite lá, que é algo que pode ser removido, do que o total abandono como estava.

    3. Luis disse:

      Meu, essa molecada esquerdofrênica doutrinada paulista e brasileira não fala nada com nada… Os arcos não estavam horrorosos, estão agora porque uma dúzia de grafiterios medíocres emporcalharam eles. O fato de um monte de imbecis pixarem, cagaram (com o perdão da palavra) não quer dizer nada, além de que os mendigos e pixadores fazem o que querem pois tem uma parte que os defende e aplaude a imundice que eles produzem. ô molecada comunistinha bancada pelo papai e pela socidade! pqp! E pra terminar, o que foi feito na Escócia foi feito por gente que tem reconhecimento artístico internacional, e não o lixo deletério que foi feito no arcos do bexiga, que aliás eu achei horrível. Ao contrário do grafite quando feito no local adequanto, em muros próximos do high line em NYC, do artista Cobra, que ficou sensacional. E outros feitos na cidade de SP do artista citado e dos Gemeos. Vc não sabe de nada maluco, e é gente como vc que respalda esse prefeito alucinado.

  24. Luis disse:

    Finalmente descobrimos do que se tratava o ‘Arco do Futuro’, tão citado pelo prefeito enquanto candidato ao cargo. Destruir os ‘Arcos do Jânio’ foi a mais recente presepada de um administrador desastroso que dirige uma cidade imaginária, sem problemas de transporte, educação, saúde, limpeza e organização. Uma cidade que só funciona em sua mente confusa, onde os valores são trocados e as prioridades invertidas. Não existe zelo, não existe cuidado, não existe liderança. Não coloca-se a frente de temas polêmicos como Parque Augusta, Cracolândia e o visível desrespeito a lei Cidade-Limpa. A São Paulo real, que o prefeito desconhece, está abandonada e parada no tempo, vivendo de um marketing burro e eleitoreiro onde o maior prejudicado será sempre o paulistano.

  25. Mano disse:

    Discordo plenamente do artigo. Acho grafite uma forma de expressão contemporânea, livre, intensa, vibrante e mutante. Os arcos ficaram lindos! Eram monótonos e agora tem vida! SP é uma das capitais mundiais dessa arte que é reconhecida no mundo todo, menos pelo paulistano médio…Quanto aos outros tantos monumentos abandonados merecem sem dúvida sua devida atenção, mas uma coisa não tem absolutamente nada a ver com a outra. Tem que investir nas duas frentes, é óbvio, incentivando o pichador a se tornar um artista valorizado internacionalmente e preservar nossa história, sem excluir nenhuma forma de expressão.

  26. Ednea Espindola disse:

    Infelizmente neste nosso Brasil, a falta de cultura e bom gosto estão presentes nos nossos políticos.

  27. Sergio disse:

    Depois de regulamentar e espalhar a cracolândia pelo centro de SP os governantes deveriam propor a alteração do nome da cidade de São Paulo para “São Crack”, quantos prédios já foram desapropriados e demolidos para dar lugar aos usuários e traficantes? e quantos moradores e comerciantes foram assassinados ou foram obrigados a abandonar seus lares e comércios por causa do avanço do crime e das drogas? Vivemos numa época de total inversão de valores e numa ditadura tão ou mais perigosa quanto a militar apenas mudaram os soldados, os governos terceirizaram a tortura dos cidadãos, hoje esta tortura e cerceamento de liberdades está nas mãos do crime. Resta a nós apenas lamentar e nos conformar, assim como fazíamos no tempo da ditadura.

    1. Tadeu disse:

      Essa cidade do crack é fruto da desindustrialização de São Paulo, estimulada por esses que hoje dizem promover a “justiça social”.

  28. ingo krub disse:

    eu sempre me pergunto uma única coisa: o que, afinal, os conservadores estão conservando? gestores capacitados pra vc são o povo tucano? aqueles que “geriram” a água, e “geriram” o metrô? sei lá, cara, acho que a questão aqui não é de conservação, mas de birra. vc parece um jesuíta, com um discurso moralista. vc pode gostar de “empada”, mas é um grandessíssemo coxinha. sem mais, um beijo gourmet pra vc.

    1. Guilherme disse:

      O trabalho do cara é brilhante pela memória de São Paulo, e o seu qual é?

  29. Mario disse:

    Advogando O diabo.

    Poucos prefeitos contemporâneos fizeram algo pelas obras espalhadas por SP, fontes sempre abandonas (quiçá ameaçadas de remoção), estátuas sendo movidas de seu local (perdendo assim seu contexto histórico).

    Concordo da necessidade de preservação do nosso patrimônio. Concordo também que na 23/05 poderiam ter poupados tais arcos. Porém o grafite de todo não é mal, onde antes havia cinzas.

    Em tempo, apenas neste post-desabafo há a citação dos arcos? Gostaria de saber um pouco da história deles.

  30. D'Angelo disse:

    Tivemos três prefeitos PTralhas: Marta Suplício, Luiza Redondida e Fernando Malddadh… Todos destruíram a Capital, tanto que não se reelegeram e espero que nosso atual “destruidor prefeito” tenha o mesmo destino.

    1. Conrado Secassi disse:

      Boa construção argumentativa, D´Angelo! Assim, vai longe!

      Não se reelegeram muito em parte porque tiveram e têm suas caveiras feitas por nossas mídias. Qualquer olhar mais acurado para questões sociais, estruturais e que de certa forma invertam a lógica desigual desta cidade são execrados pelos amigos do poder, leia-se jornais e mídia em geral.

      Voltaire é necessário para que respeitemos opiniões diversas e/ou contrárias, mas aqui em São Paulo é complicado. Pessoas com a mentalidade do século XIX em pleno século XXI proliferam como ratos. Gente retrógada, elitista, “meritocrática”, xenófoba, racista, homofóbica, ainda temos de monte. É hora de destruir velhos valores morais sem serventia para o mundo de hoje; já a cidade, ah, essa sim, continuará, firme e forte.

      1. Tadeu disse:

        Quem sustenta a cidade é quem produz, meu amigo. Quem injeta a grana é quem dita as regras. Esses maravilhosos governos que você defende acabaram com milhares de empregos industriais nessa cidade, obrigando as indústrias a irem para o interior. Bela justiça social, hein?

        1. gabriel disse:

          De fato, quem efetivamente produz (os trabalhadores) sustenta a minoria da população (composta de empresários e de patrões vagabundos).

          Capitalismo é o sistema em que a maioria sustenta a vagabundagem da minoria, composta por patrões.

          Viva o pixo!

          1. Tadeu disse:

            Então, nos países socialistas os trabalhadores tem ótimas condições de vida?

            Por que o maior país socialista do mundo (China) prostitui a mão de obra de sua população para as multinacionais de países capitalistas?

            A conta não fecha.

          2. gabriel disse:

            Tadeu, em nenhum momento eu falei em socialismo.

        2. Conrado Secassi disse:

          É só pensar com um mínimo de lógica e coerência. Indústrias sempre vão privilegiar, seja por força de leis ambientais, seja pelo preço dos terrenos, etc, seja por subsídios de governos estaduais e/ou municipais, locais com menor adensamento populacional. É uma tendência. Outra coisa: os preços pagos à mão-de-obra também devem ser levados em conta. Na cidade mais rica do país talvez você não possa obter o melhor custo/benefício (e isso, do ponto de vista do patrão), senão em cidades e rincões com gente menos qualificada, etc.

          Por outro lado, a cidade de São Paulo, e isso é tendência desde os anos 80, tem como atrativo econômico o seu variado leque de serviços (que geram, hoje, muito mais empregos do que as indústrias). Assim posto, é de se pensar que, com certa dose de lógica, que a cidade não abandonou as indústrias; mas as indústrias abandonaram São Paulo. É meramente, uma questão de perspectiva.

  31. Azilde Andreotti disse:

    Este texto é lamentável, tanto que provocou comentários carregados de preconceitos.

  32. Mauricio de Araujo disse:

    Lamentável ver nossos monumentos deteriorados, e a Praça da Sé sendo ocupada por milhares de moradores
    de rua. A anos que as escadas rolantes da Galeria Prestes Maia não funcionam.
    Aonde está a S. Paulo da garoa, ACORDA HADDAD.

    1. gabriel disse:

      População de rua só existe porque há déficit de moradias (e as únicas populares que ainda restam estão localizadas a dezenas de quilômetros da urbanidade). A população de rua não é réu: ela é vítima de uma cidade excludente e elitista.

  33. Wagner Boemer disse:

    Realmente não é de bom gosto esta pintura nos arcos do Jânio.Mas as pessoas esquecem com muita facilidade qual é o verdadeiro motivo ao estimulo dessa pseudo arte na cidade.Existem gangues que saem nas madrugadas paulistanas pichando todos os monumentos prédios e construções novas só para deixar as suas marcas de péssimo gosto, enfeiando a cidade.Isso foi uma tentativa de desestimular esses bandidos.Mas a outra parte da população sempre gosta de acusar, entende que a culpa do lixo nas ruas são dos coletores e não de quem gera ou joga na rua.A culpa do abandono das praças públicas, jardins e de seus monumentos se deve mais a falta de cultura de um povo brasileiro, sem tradição que em geral não sabe de onde veio e nem para onde vai.

  34. Carlos Gama disse:

    Não parece muito difícil entender o que está acontecendo neste caso.
    Há frase em um livro publicado em 2011, que diz o seguinte: grafiteiro é artista e pichador é porco.
    Todavia, a grafitagem sobre outras obras ou em marcos de uma cidade, pode muito bem ser considerada “arte marginal”, na mais pura acepção do termo e, talvez aí, esteja o fundamento, a sintonia, o vínculo e o apoio da prefeitura de São Paulo.

  35. Flávio Simonetti disse:

    Prezado Douglas,

    tenho o maior respeito por esse website, que na minha opinião faz um importante trabalho do resgate e tentativa de preservação da memória histórica de São Paulo.

    Mas me permita discordar de alguns pontos levantados aqui. Não sei se você conhece a real história dos chamados Arcos do Jânio. No final dos anos 80, a rua Jandaia possuía um enorme grupo de casarões, que na época tinham se transforado em cortiços. O Jânio, na sanha de higienizar o local e criar uma nova ligação para a 23 de maio, mandou derrubar todo esse importante complexo, o que acabou revelando os arcos.

    Me lembro que na época o então prefeito comemorou o fato dizendo algo na linha “reclamaram da derrubada dos cortiços, mas vejam que bela estrutura encontramos”, ou algo assim.

    O problema aqui é que trocou-se uma série de edificações que tinham importância histórica para a cidade, por um grupamento de arcos que possuem função meramente estrutural, pois estavam lá exatamente para dar suporte ao que havia em cima, mas que nunca foram representativos da arquitetura da época.

    Seria o mesmo que derrubar o Museu do Ipiranga e preservar as fundações..

    Além do mais, os grafiteiros se limitaram a pintar a parede de concreto entre os arcos (que não faz parte da estrutura original), preservando os tijolos originais.

    Abs.

  36. gabriel disse:

    Muita gente alega que o grafite supostamente “descaracteriza” os arcos. Poderíamos dizer que os arcos “descaracterizam” o casario dos anos 30 que Jânio demoliu (em sua política higienista de expulsão dos pobres das áreas centrais).

    Sinceramente: que venham mais pixo e mais grafite para protestar contra esse monumento ao higienismo que são os arcos do jânio!

    1. Flávio Simonetti disse:

      Exatamente o meu ponto. Jânio destruiu o patrimônio histórico de SP e os arcos não tem absolutamente nenhum significado histórico para a cidade.

  37. Markhal disse:

    Não é de hoje que os monumentos da cidade estão abandonados, povo totalmente sem educação, sem identificação, sem respeito, sei lá… Cidade abandonada, não se preserva nada, tudo se destrói, uma pena… Só lamento que muitos paulistanos não respeitem o chão que pisam… Não sou contra as expressão dos grafismos acho até bonito, mas acho que deve haver uma coerência nisso…

  38. Renato disse:

    Só não entendi por que “ditador da Venezuela” na legenda de uma das fotos. Goste ou não, Chavez foi eleito pelo povo venezuelano. Ainda que divirja de sua orientação ideológica, é leviano o autor do texto chamá-lo de ditador.

    1. Tadeu disse:

      Democraticamente, Chavez e sua trupe perseguiram, ameaçaram e expulsaram vários oposicionistas do país, sob o pretexto que eles defendiam “o mal norte americano”.

      1. MaGioZal disse:

        “Venezuela is not an electoral democracy. While the act of voting is relatively free and the count has become fairer since 2006, the political playing field favors government-backed candidates, and the separation of powers is virtually nonexistent.”

        https://freedomhouse.org/report/freedom-world/2013/venezuela

        1. Conrado Secassi disse:

          http://www.fraudfactor.com/fffl2kpreselection.html

          Sobre as eleições da suposta “maior defensora da democracia da História”, no ano 2000. Uma fraude que levou Mr. Bush à presidência.

          Ou seja, quem tem telhado de vidro…

  39. Marcio Bovary disse:

    Por mais que se seja irracionalmente tradicional o novo sempre vem

  40. Tadeu disse:

    Nunca vi um grafiteiro de direita. Talvez isso explique o alinhamento do governo municipal com esse tipo de arte.

  41. SavianoMarcio disse:

    Gosto do trabalho do grafite paulistano apesar de achar que alí não foi uma boa ideia pintarem.

    Uma coisa que me chocou bem mais foi nível dos comentário do pessoal, cheio de discursos raivosos, frases de efeito, ataques pessoais, politicagem, tudo fora do contexto da matéria, petralha, Hugo Chaves e etc entraram mo meio da discussão. O que poderia ser um debate interessante virou um imenso Orkut, poucos comentários se salvem.

    Te pergunto Douglas, como essa pequena amostra dá para esperar o que da recuperação de monumentos históricos se as pessoas tratam qualquer assunto importantes com se fosse briga de futebol? Dá para esperar esse pessoal discutindo ideias com a prefeitura?

  42. MaGioZal disse:

    Berlim, por exemplo, é cheia de grafites. Mas vai alguém, seja ente governamental ou não, querer grafitar Portão de Brandemburgo ou a Coluna da Vitória para ver o que acontece…

    1. Conrado Secassi disse:

      Colocadas as devidas proporções entre o Portão de Brandemburgo e os Arcos do Jânio (que sustentam a rua acima), não é?

      1. Carlos Boni disse:

        Menos ou mais importante… Pouco importa! O ponto é até que ponto a arte é arte em sendo criada na violação de outra? Uns chamam de novo, liberdade de expressão, modernidade, Meu nome pra isso é vandalismo. E não é por se tratar de grafites!

  43. Maurício Taglianetti disse:

    Nada contra o grafite, mas que seja feito com critérios… Qual a mensagem que aquele espaço deseja formar? Isso partir para uma avaliação, que poderia até ser popular com a Futura Obra comentada pelo artista, e após votação, ser efetivamente implantada… Vale lembrar o conceito básico da liberdade: Ela termina quando afeta a outra pessoa #respeitoaoproximo.

  44. Carlos Boni disse:

    A arte pela arte, se anula, se for aplicada em detrimento de outra… Vira vandalismo mesmo!!
    Aos que acham que na Europa, EUA e blablabla isso seria apreciado, gostaria que apresentassem aqui um link ou foto de um monumento público tombado e grafitado num desses países.
    Um povo que não respeita sua história merece ser esquecido!

  45. Carolina Santos disse:

    Triste…

    Tudo tem sua hora e lugar….

    Grafitar os arcos do Bixiga soa como uma ofensa à arte italiana, bem como à memória de Jânio Quadros. De fato, Jânio foi o único Prefeito que conseguiu colocar um pouco de ordem em São Paulo, atualmente, nossa cidade está suja, perigosa, degradada e caótica…

    A atual Administração gastou dinheiro para desfigurar uma obra de arte. Poderia ter restaurado o viaduto Sta. Ifigênia que está depredado e com isso resgatar um pouco da memória de São Paulo nos tempos de glória.

    Desfigurar a arte e a cultura é um traço típico de regimes totalitários… É o que estamos prestes a viver…

  46. Rodrigo Nunes Ricardo disse:

    Esquerdistas são o lixo da Humanidade.

  47. JORGE ROBERTO COELHO FERREIRA disse:

    O pintor de faixas, desta vez superou todas as espectativas. A sensibilidade artística dele, me parece, é a mesma de uma vaca espanhoa num campo de milho. Sugiro que na próxima besteira dessas, ao menos escolha alguèm com um pouco mais de talento, coisa que falta muito aos autores daqueles borrões.

  48. ernani disse:

    Se o Monumento da Independência no bairro do Ipiranga está abandonado e virou pista de patinação, skate, eventos que destroem ainda mais aquele patrimônio, imaginem outros. A cidade está acabada! Todo o centro de São Paulo, está deteriorado.
    Concordo com tudo o que escreveu a Carolina Santos, e acrescento: Se tivéssemos nos dias atuais um prefeito igual ao Jânio Quadros, a cidade estaria melhor e nos eixos. Garanto que ele de maneira alguma iria deixar invasores se apoderarem de edifícios e criminosos tomarem conta da cidade depredando-a como andam fazendo certos vândalos.

  49. Carolina disse:

    Esse texto foi o pior vandalismo que já vi. Grafite é arte, é vida e é cor para SP.

    1. Emerson de Faria disse:

      Menos quando se grafita um monumento histórico como os Arcos do Bexiga, uma aberração tão grande quanto picharem o Arco do Triunfo em Paris.

    2. Carlos Boni disse:

      Acho que a grande maioria aqui não é contra o grafite, e sim o local onde foi feito. Grafite da cor sim, a 23 de maio está completamente tomada de grafites e ninguém aqui se manisfestou contra.
      Mas essa arte não deve ser aplicado sobre outra obra. Nunca vi uma arte aplicada sobre outra ser admirada. É uma tremenda falta de respeito. É puro vandalismo!

  50. Emerson de Faria disse:

    Grafitar monumentos históricos é um crime tão grave quanto pichá-los. Grafite é arte, eu sei, mas grafitar monumentos históricos não.

  51. Sabia disse:

    Rodeios para ser dito que o autor sente no <3 "raivinha do prefeito, do partido, do governo… do PT." Chora até 2018, rs.

    1. Carlos Boni disse:

      Bons argumentos os seus…

  52. Ridículo a forma de manifestação desse blog. Que nossos monumentos estão em péssimo estado e precisam ser cuidados, ok! Tem todo o meu apoio. Agora colocar essa questão em contraposição ao grafite – é palhaçada! A cidade é muito grande. Nossa maior riqueza está na diversidade. Há espaço pra quase tudo. Eu disse quase tudo porque intolerância, revanchismo sem fundamento, preconceitos dissimulados não devem caber na cidade que amamos. O autor do vídeo está indignado pelo apoio dado ao grafite…saiba que esses artistas viveram marginalizados por décadas no Brasil, mas são reconhecidos internacionalmente. Mas a cabeça de colonizado de alguns só enxergam beleza e importância numa arte advinda de uma elite. Grafite é arte sim! Tanto quanto as outras, só que não tinha espaço…e eu sei que quem teve todo espaço na vida se incomoda quando os excluídos se levantam. Estamos juntos na defesa de nossa memória e monumentos – é uma luta válida. Mas querer utilizar de uma causa nobre para denigrir algo de forma dissimulada é demais. Sem preconceitos, com respeito a diversidade – e principalmente – aos outros que pensam diferente, vamos chegar em algum lugar. Não venham querer utilizar motivos nobres como ferramenta para difundir preconceitos. São Paulo não aceita mais isso! Pelos monumentos e memória e também por uma cidade mais colorida, com respeito a diversidade e inclusão cultural.

  53. Estamos sitiados, governados por uma gangue, se é que é possível chamar esse saque de governo. De pessoas que se ocupam apenas em vociferar contra a cidade e seus habitantes não se poderia esperar estratégia diferente. sabemos que o Ministério Público está sobrecarregado, mas é única maneira de nos defendermos dessa quadrilha.

  54. William Lima disse:

    Acho que os arcos já são bonitos por si só, não combinou o grafite, bastaria mante-los bem conservados..

  55. Rodolpho Neto disse:

    Infelizmente vejo Conterraneos Justificando o Vandalismo e dizendo que o Grafite e “Cultura” e dando Vivas e que os Tempos mudam tsc tsc Nasceram no Lugar errado NUNCA deviam ter sido Paulistas Muito menos Paulistanos ,Porque Paulistas Paulistanos tem Tradição amam sua Cidade sua História Se acham plausivel destruir viadutos e Monumentos Antigos com Grafites e muita Tinta Gritante com a Figura de um Bestial Ditador Assassino e Repugnante como Hugo Chaves Não me espantaria se quisesem Desenhar Adolf Hitler,Stalin,Kaddaf,Bim Ladem etc…. uma Cidade que basta Petistas virarem Prefeitos para Destruirem como a PIOR prefeita que essa cidade Teve PIOR até mesmo que Pita e Maluf juntos que Martaxa Marta Suplicy que transformou São Paulo quase em uma Favela Fora a Gestão Erundina que fazia vista Grossa vendo Antigos Casarões Virarem Prostibulos e antigos Cinemas serem abocanhados por Igrejas Evangélicas e o Inutil do Hadad pregando a Famigerada Poluição Visual Nenhum destes Esquerdinhas Palhaços Ficou revoltado com a Medida Autoritaria De Gilberto Kassab de proibir Luminosos e Publicidades Externas levando varias fabricas de Banners a Falencia e amordaçando o Comercio da Forma mais Violenta Possivel Na Times Square em NY ha varios Luminósos e embeleza a Cidade assim como em Toquio no Japão isto sim é Cultura. Mais aqui Pichar é cultura e Pichador é tratado de senhor fazer o que quem se Importa para os esquerdinhas ordinarios isso não é Poluição Visual Se deixar Logo Logo irão querer Fazer isso na Catedral da Sé no Mosteiro de São Bento No Patio do Colégio etc…. Da até vontade de mandar essa Gente Nojenta Anti Paulista pra um Lugar que para bom entendedor o começo da frase ja Basta

  56. Sebastião Ferreria Costa disse:

    Muito triste ver que o Brasil está ficando sem a historia contada a seu tempo cronológico. Falta de cultura é o que o PT ensina….

  57. Lean disse:

    E grafiti é diferente de pichação porque mesmo? Por que é coloridinho? Pra mim é lixo e ponto, ou sou obrigado a gostar disso, é obrigatório?. Esquerdalha, vai doutrinar pra lá vai…

    1. Magno Benicio disse:

      vê se estuda um pouco e deixa de ser ignorante! Você não precisa gostar,mas deve respeitar a manifestação cultural artística que está presente em todo o mundo,principalmente em São Paulo,que é o GRAFITE!

  58. Omar disse:

    Nossa, mas q pensamento errado. São Paulo é uma cidade tão cinza. O graffite é uma arte super acessível para a população, tanto para produzir, quanto para apreciar. Reconhecida internacionalmente. Tanta gente precisando de arte no dia dia.
    É super fácil encontrar pelas ruas de SP projetos, de diversas formas de expressão, apoiados pela Prefeitura e pelo Estado.
    Sem falar que esses monumentos, tanto o Arcos de Jânio, já estão abandonados há muitos anos pela cidade.

  59. Ao meu ver a única coisa ruim ai é o grafite do Hugo Chavez, de resto nada contra, aliás, grafite é grafite e pichação é pichação, entendam…

  60. Apu Lhad disse:

    Grafite como “pichação gourmet”, essa gostei. Não sou tão crítico a ela, mas concordo que a cidade tá muito mal cuidada com sujeira e degradação. O prefeito quer dar a imagem de um lugar “descolado”, junto com as ciclovias, mas na verdade é só distração pra não reparem na bagunça que tá.

  61. Rafael disse:

    Tão triste essa cidade, tão carente do que se gostar, que até um mero muro de arrimo vira patrimônio cultural da humanidade. Jânio derrubou casas pra que a cidade idolatrasse uma parede de dentro de seus automóveis. Nada mais sintomático, representa muito do que é essa cidade. Antes estivessem lá os cortiços, a criançada correndo, as mães cantarolando enquanto cuidam das crianças. O que sobrou, com tinta ou não, é lixo, é a não-cidade.

    1. Marcelo dos Santos disse:

      Melhor comentário que li até agora.

  62. junior caldas disse:

    também sou contra os grafites nos arcos do janio mas gosto dos grafites em alguns lugares da cidade, so acho que não podem deixar qualquer um que fala que e grafiteiro sair rabiscando umas coisas que não da pra entender nada e muito feias, tem que ter critério esses grafites e so liberar pra quem for artista de verdade

  63. Michel Naslavsky disse:

    Douglas,
    Em primeiro lugar gostaria de parabenizar o seu trabalho. É muito gratificante conhecer a história da cidade e de cada local, prédio e rua que pisamos.

    Acho relevante comentar a questão dos grafites: a decisão sobre o destino e manutenção de áreas públicas deveria ser da população e não de um governante ou um governo. No entanto, o seu posicionamento opinativo é criticável.

    Dizer que é vandalismo é uma crítica rasa e pode ser extrapolada na seguinte lógica: os Palacetes Prates (1912) foram demolidos para construção de prédios mais modernos nos anos 1970. E o que havia lá antes deles? E o vandalismo dos missionários em relação às tribos que viviam nesta mesma região do Anhangabaú? Antes do Copan existia a Vila Germânica: e antes dela?

    Em outras palavras, a história também é movimento. Os arcos foram construídos em cima de história e os grafites foram uma das formas encontradas de integrar isso com a cidade dinâmica que vivemos. Poderia ser outra forma de arte? Claro que sim. Poderiam ter demolido tudo para fazer uma nova linha do metrô? Talvez seria um erro. Mas não podemos deixar de aplaudir o fato de: 1) se preocuparam em manter a área para exposição de uma expressão artística; 2) valorizaram uma forma de arte que é tradicionalmente marginalizada (bem como foi o modernismo e o renascentismo).

    Quem somos nós para determinar o que é arte ou não? E como isso pode se tornar histórico/épico/referencial no futuro?

    Ademais, gosto muito de suas publicações e conteúdo pesquisado.

    1. Rodolpho Neto disse:

      O Iraque seria um Paraiso para essa gentinha de Esquerda Hidrofóbica sem amor no coração e apego por nada talvez nem pelos proprios pais adoram destruir destruir destruir em nome de um Progresso Futil e asqueroso vão para la vocês iriam adorar bombardear templos mesquitas milenares em nome da TARA modernistas que vocês possuem seus Ingratos

      1. Michel Naslavsky disse:

        Rodolpho, não entendi muito do seu texto. Você destruiu a língua portuguesa e nem teve a gentileza de grafitar em cima.

  64. Nathalia disse:

    Ficou lindo ! Parabéns grafiteiros verdadeiros artistas

  65. Mauro Filgueiras Filho disse:

    O grafite nessa situação não quer dialogar porcaria nenhuma, quer fazer sucumbir o sentimento paulistano tradicional. É revolução em busca de nada e para lugar nenhum. A “arte” do grafite representa o pensamento progressista de um grupo específico, mas um patrimônio histórico representa toda a cidade. Um grupo de minoria não tem o direito (não deveria, pelo menos), de agredir ou subverter todos os paulistas dessa maneira. Dória está restaurando o sentimento clássico.

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