Antes & Depois

Gráfica do Estadão – 1917 & 2010

Comments (13)
  1. Sobre a curiosidade, sim, já tinha notado, e, inclusive, isso foi objeto de uma disputa animada na Wikipédia, em relação a como nomear o verbete sobre o jornal. Venceu o bom senso: “S.”

  2. MaGioZal disse:

    Interessante! E graças ao Cidade Limpa, a fachada está bem visível… anyway, o curios é notar que se eu olhasse este prédiop agora pela primeira vez e não soubesse de sua história, eu chutaria que ele ele seria dos anos 1930…

  3. Renata disse:

    Excelente trabalho o de vocês. Mais uma bela lembrança que está muito viva e tomara que continue assim.

  4. Daniel Lorzsche disse:

    É “O Estado de S. Paulo” para não confundir com o “Estado de São Paulo”, um é um jornal, outro um estado federativo do Brasil.

  5. pery disse:

    A fachada antiga era bem mais bonita. Lamentável…

  6. Felipe Herculano disse:

    Hoje estive na 25 de março…
    A multidão de gente não ajuda, mas como ainda tem casarão lindo naquela rua hein?
    A SPA chegou a catalogar todos? Só no entorno da 25 de março com a Barão de Duprat tem uns 5 ou mais!

    É certo que muitas construções estão desfiguradas ou abandonados, além de muito lixo, mendigos, cheiro de urina e o pior de tudo: falta de memória e educação…
    Essa é a revitalização do Centro Velho, prometida pelo pode público?

  7. Carla Battistella disse:

    Como a fachada antiga era charmosa!
    Ollhando as duas fotos eu sinto voltar no tempo.
    Sensacional.

  8. claudia disse:

    adoro saber histórias sobres prédios antigos.As vezes gostaria de fazer arquitetura de tanto gostar desse assunto.

  9. Lúcia Maria disse:

    Sou apaixonada por minha São Paulo. Com repúdio e tristeza vi prédios históricos irem pelos ares. Entretanto sabia que o Estadão jamais permitiria detonar com sua história. Sou fã número um e leitora assídua deste grande jornal.

  10. Saulo Adriano disse:

    Obrigado pelas informações. As fotografias indicam que o prédio ganhou mais andares: hoje tem 10. Há, inclusive, uma café no 9o. andar (rua 25 de Março, 607), com uma sacada agradável e uma boa vista para a rua. De lá se avista também parte do Mercadão e o Terminal Dom Predro. Fiquei curioso para saber quando foram feitas as modificações, digo, acrescentaram andares a este edifício que abrigou parte do jornal. O edifício Guinle, na rua Direita, de 1916, é nosso proto-arranha-céu com seus 7 andares, e foi o primeiro a ser construído com concreto armado. O Sampaio Moreira, o segundo “prédio alto” da cidade, só foi feito em 1924, e foi o nosso primeiro com elevadores. Com certeza um prédio típico de 1917 deveria ter 4 ou 5 andares, no máximo, como mostra a foto antida do “Estadão”, na rua 25 de Março, Aparentemente, foi feito com alvenaria de tijolos, e não com concreto armado. Bem, de novo, um muito obrigado pelas informações.

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