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Como surgiu o nome de bairro e cemitério Chora Menino ?

Comments (26)
  1. Anderson Cesarini disse:

    se puderem assistam a este aqui também :

    1. passei os anos 80 e me sinto privilegiado eterno Bozo

  2. Gilberto disse:

    Muito bacana, Douglas. Será que vc não consegue um mapa desses onde mostrasse toda a linha dp Tramway da Cantareira? No mapa acima dá pra ver a estação na esquina da Alfredo Pujol com a Voluntários da Pátria. Seria legal ver onde eram todas as paradas do trem.

  3. edilson disse:

    Anderson, Parabéns ,muita força e continue com esse trabalho de informação que você nos fornece pois infelizmente vivemos num país no qual se dá pouca importância a preservação da memória e do patrimônio cultural de todas as formas de expressão ( teatro,cinema, arquitetura…….),
    Abraços !!!!!!

  4. Minha família paterna é de Santana e me lembro que meu avô adorava passear pelo cemitério. E ele ia andando dizendo quem era quem nos jazigos: amigos, patrões, vizinhos, professoras… com muita economia e sacrifício ele não sossegou enquanto não comprou um jazigo para acomodar todos os Pimentel, contrariando minha avó – “homem teimoso, quando ele cisma com uma coisa…” – dizia ela. Mas quando esta companheira de 65 anos partiu e desejou se juntar aos dela em outro jazigo, ele aceitou e deixou bem claro pra gente: que qdo chegasse a sua hora, que o deixassem junto dela pq para ele já não fazia mais diferença entre Pimentel ou Chemin, a saudade não fazia tanta questão de local….

  5. Wellington castilho disse:

    Muito bom esse documentario sera q vcs tem algum relato sobre a menina daniela ap. Castilho 14 anos q morreu dentro do cemiterio chora menino no ano de 1994. Eu sou o irmao caçula dela e tenho poucos relatos sobre o q aconteceu realmente

    1. Wellington, como vai ? Me dê alguns detalhes para que eu possa investigar.

      1. margarida disse:

        o que eu sei sobre a menin a e que ela fazia parte de um grupo de jovens e resolveram todos passar a noite no cemiterio . e que um deles fazia gracinhas para assustar os colegas e ela foi correr e tropecou em um dos tumulos e bateu a cabeca. a mae dela morava numa casinha onde hoje passa o onibus a mae dela fazia limpeza em minha casa nessa epoca e contou para mim e chorava e parou de trabalhar. isso se for a mesma pois as datas batem.

      2. margarida disse:

        sou do bairro la em baixo na engenheiro onde antes valia muito pouco o lote hj, esta muito valorizado quando avenida comecou a ser feita eu fazia faculdade e nao con seguia estudar ia la para o horto porque tambem eu trabalhava na prodesp a noite enfim dormia somente duas horas. quando a av. ficou pronta tenho fotos plantaram arvores mudas e la ia eu com meu fusca verde e regador e baldes de agua para regar as arvores hoje me orgulho do meu pedacinho de chao.fiz ate um mirante no sotao da casa para ficar olhando povo andar a noite com suas familias e seus animaizinhos tenho orgulho e amo meu lugar.vim do interior cidade de Taqyaritinga SP. mas nao troco por lugar nenhum ali no Lauzane Paulista e tudo lindo. e ttradicional.amo o local.

      3. margarida disse:

        a historia da mulher e verdade e ela morava onde hoje e o cemiterio e o morro que ela jogava era a rua nova dos portugueses. me contou esta estoria uma antiga senhora quando eu era crianca e editora abril iniciou ali onde e a faculdade mozarteun era uma fabrica de botoes onde crianca pregava nas cartelas para ganhar dinheiro para comprar cadernos doces coisas de crianca . sei de algumas coisas.

      4. margarida disse:

        as criancas jogadas para m orrer eram de senhoras da sociedade de bairros abastados que tin has romances secretos e naquele tempo poderiam ter castigos e nao tinham como evitar a gravidez.

      5. margarida disse:

        douglas conheco pouco de informatica mas se vc recebeu meus comentarios me de retorno.obrigada hj estudo turismo na Etec do litoral. e sempre me interessei por estorias dos bairros anttes e o de pois coisas que as pessoas contas . precisamos analisar as narrativas aqui e ali e ver os pontos de ligacoes dos fatos,

      6. margarida disse:

        lembro que na Av engenheiro CAETANO alvares bem ali onde hj e um escadao me tio tinha um grande terreno edo lado haviam muitas minas elas ain da existem mas e um pecado o condominio mattou todas as nascentes onde eu bebia agua . olocal pertencia a familia pitta de portugueses. ali onde ha outro predio eu brincava de balanco nos eucaliptos e tinha muita cobra sapos etec e nuna ninguem ficou doente. sou do tempo que o rio hj canalizado era apenas um riachinho. depois conto mais coisaas abracos a todos.

  6. Minha vó e meus tios que moravam lá quando nasci em 1953, contavam que as pessoas que vinham de mairiporã e cantareira pra sp passavam por lá próximo ao cemitério e muitos ouviam os choros e bebes á noite e claro que eram gatos no cio, mas a noite num lugar ermo com muito mato e vegetação dava medo. Passavam pela rua hoje Nova dos Portugueses e minha família morava no Rua do Caminho do Chora Menino hoje Alameda Afonso Schmidt, nome dado na década de 1960. abraços.

  7. Marileide disse:

    Sempre ouvi dizer que o nome era devido ao miado dos gatos, parecem crianças chorando, principalmente à notei

  8. Vandira Bernardo Cunha disse:

    Parabéns, e continue descobrindo histórias assim tão importantes para nossas vidas.Nossa, me deu até arrepio essa história das crianças, fiquei curiosa..

  9. Maria Aarecida disse:

    Nossa nasci na rua do cemitério, em 1953 meu avo Benedito e meu tio Osvaldo era construtores de tumulo no cemitério a anos quando nasci fomos donos da casa na rua do cemiterio até ela ser desaproriada e nunca ouvi,nenhuma dessas estórias,estou impressionada!!!!

  10. Sérgio Paoli disse:

    Será que seria interessante que, colocássemos um link de compartilhamento em cada post?
    Gostaria de compártilhar com amigos aquilo que recebo!
    Obrigado.
    SPaoli
    spaoli@sapo.pt

    1. Olá Sérgio, no final de cada artigo existem as opções de compartilhamento. Abraços

  11. Daniel Pardo disse:

    Já imagino a “crássica” cena do cemitério a noite com os miados dos gatos ao fundo.

  12. oswaldo luiz fuzaro disse:

    A história dos gatos a noite serem confundidos com choros de bebês, foram contados por meus tios e avós que se mudaram para Santana no começo do século XX por volta do ano de 1912, ;meus avós paternos foram para a Cantareira próximo da antiga estação do Tremembé, do trenzinho por volta de 1910 e meus avós maternos moravam na rua Olavo Egídio em Santana e se mudaram na década d e 1940 para o Chora Menino, se a história é verdadeira oou ficção, não sei; é o que eles contavam.

  13. Gonçalves disse:

    Uma lição que a vida me ensinou é a seguinte : Toda história tem um fundo de verdade, pode ser 1%, mas tem ! Talvez não fosse a velha senhora, talvez o local fosse frequentado por pessoas para “descartar” filhos indesejados.

  14. Bianca Martins disse:

    Oi Douglas….estou procurando histórias sobre uma vila de tijolos aparentes que tem na rua marechal Hermes da Fonseca e acabei caindo nesse site…será que voce conhece alguma coisa sobre essa vila ou algum morador que leia meu comentário ?

  15. Celso P disse:

    Por alguma desconhecida razão, a população paulistana tem mania de subdividir os bairros criando novos nomes. Qualquer conjunto de meia dúzia de ruas já forma um novo bairro destacado do original. A quantidade de ‘vilas’, ‘jardins’ e ‘parques’ é tamanha que chegavam a sobrepor-se no antigo e célebre Guia de Ruas Mapograf.

    Chora Menino, Jaçanã, Caxingui, Veleiros, Eldorado, Mandaqui, Peruche, Morumbi e Carandiru, são alguns nomes que estão caminhando para a extinção. Deverão ser substituídos pelas genéricas ‘vilas’ ou ‘jardim’.

    O ‘Eldorado’ por exemplo era um bairro formado por grandes chácaras nas margens da represa Billings. Com a favelização, os novos moradores que foram chegando a partir dos anos 60 criaram novos nomes, subdividindo o bairro. O nome ‘Eldorado’ hoje designa muito mais seu irmão siamês na vizinha Diadema.

    Já o ‘Carandiru’ foi apagado da memória com a demolição do presídio e a construção do parque. Na hora de batizá-lo, o que seria naturalmente o ‘Parque do Carandiru’ virou um tal ‘Parque da Juventude’, nome que não traz qualquer referência histórica do lugar. Talvez a intenção tenha sido deliberadamente apagar o passado tenebroso do presídio.

    É assim que a memória urbana vai sendo esquecida.

  16. Renata disse:

    Achava que chora menino era por outro motivo. Achava que fosse um bairro muito violento e quem fosse parar por lá, o pessoal falava: chora menino…rs…Doidêra.

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