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Largo da Memória e Obelisco do Piques

Comments (27)
  1. Eliane Vilela Antunes disse:

    Excelente pesquisa Douglas, pena que este monumento
    como tantos outros no Brasil é alvo dos pichadores…

  2. Luiz Henrique disse:

    É aquela coisa: São Paulo,há várias décadas,é vista como uma cidade para se ganhar dinheiro e nada mais.Não há um amor de retribuição para esta cidade,as pessoas,sem cliché,andam apressadas,com suas próprias preocupações, e nem notam tantas e tantas belezas,tesouros mesmo,que temos por aqui.”São Paulo não pode parar”,já disse alguém.Nós temos um amor incondicional por São Paulo,mas o seu crescimento desordenado(sem cliché!),com esse amontoado de gente,entre outras coisas,faz com que bairros,monumentos,praças e edifícios sejam total ou parcialmente ignorados pelos habitantes(não é o meu caso,com certeza!!!!).

  3. Marcus Alexandre Pires disse:

    Apenas para acrescentar uma informação. Na Ladeira da Memória, onde são hoje as escadas rolantes do metrô, haviam inúmeras oficinas de cerzideiras, Elas faziam o cerzido invisível nas meias de nylon. Hoje as meias são descartáveis e imagino que a maioria dos jovens jamais tenha ouvido fazer em cerzir.

    1. Que interessante isso Marcus!

    2. Carlos Gama disse:

      Marcus, distante de minha cidade há mais de cinqüenta anos, eu nem imaginava que ali hoje ficassem as escadarias do Metro.
      Realmente, os jovens talvez nem saibam o que é cerzir e também nem devem ter visto um ovo de cerzir a mão.

    3. Rute Canteiro disse:

      Cerzir eu conheço, só não sabia que cerziam meias de nylon mais um conhecimento!

  4. IglemariaBrincalepe.campo disse:

    Que cidade linda, tantas lembranças, pena que muitos nao respeitam , nao curtem tantas lembranças lindas

  5. Luiz Assis disse:

    Parabéns ao site e ao pesquisador Sr Douglas Nascimento, sou leitor assíduo de seu site, como citado tudo é descartável hoje em dia…, ter pressa é comum é um clichê e se vive muito na banalidade, nosso povo foi acostumado, ou melhor mau acostumado a não ter interesse pelo que é belo, o que é foi construído para ser admirado e não simplesmente funcional, não se tem interesse pela história pelo passado, pela origem, agora pensem se os Italianos, os franceses e tantos outros povos que conservam a sua história através de seus monumentos e construções tivessem a mesma concepção de nos os Brasileiros …. provavelmente no lugar do coliseu, haveria um conjunto residencial, no lugar do arco do triunfo talvez um prédio de escritórios, ou um estacionamento!!!. Parabéns mais uma vez para minoria que tenta preservar, mostrar o que é belo e uma enorme vaia para quem suja, destrói, emporcalha o nosso pouco restante, e mau cuidado patrimônio histórico

    1. Carlos Gama disse:

      Luiz Assis, bom dia!
      Gostei muito dos seus comentários, mas apreciei mais as vaias.

      1. Luiz Assis disse:

        Ola meu caro Carlos tudo bem?
        Infelizmente a nossa balança pesa mais para o lado das vaias do que para as felicitações… Nunca fui a SP mas fico profundamente indignado e triste quando um casarão é demolido, quando vejo estes belos monumentos tão mau tratados, pichados entre outras atrocidades que se faz com o patrimônio histórico, mas tenho esperança que com trabalhos como os deste site, mais e mais pessoas se interessem por esta causa, despertem que o “preservar” é importante, esperamos que um dia possamos nos orgulhar dos parabéns ao invés de abaixarmos nossas cabeças diante da vaia, mas já estamos no caminho, por exemplo este belo e importante monumento será restaurado segundo esta reportagem, a obrigação do povo envolvido é de cobrar para que seja executada a restauração, sds e grato por ler meu comentário!

  6. Pedro Reis disse:

    Simplesmente sensacional. Um marco histórico que aos trancos e barrancos resistiu. Excelente material. Parabéns!!!

  7. O Largo da Memória com seu chafariz fica hoje meio escondido ao lado da Estação Anhangabaú do Metrô. Certo?

  8. Carlos Gama disse:

    Douglas, embora sempre comente a excelência, a importância e o valor de seu trabalho de observação, pesquisa e divulgação de nosso patrimônio histórico, é sempre muito pouco, diante do muito que você tem feito por nossa já parca memória cultural.
    Gostaria de tecer os meus comentários críticos sobre o vandalismo crescente que vem tomando conta do povo brasileiro, mas as minhas soluções são muito radiciais e este local não é o mais apropriado.
    Abraços e meus cumprimentos.

    1. Luiz Assis disse:

      Ola Carlos, gostei do croniquetas!!

      1. Carlos Gama disse:

        Boa tarde, Luiz! Eu costumava manter o sítio croniquetas com atualizações diárias, mas as obrigações vão mais tomando tempo e os prazeres acabam relegados a segundo plano. Agradeço a visita e o comentário. Abraços!

        1. Luiz Assis disse:

          Boa tarde Carlos, seu sítio já esta nos meus favoritos, quando postar mais novidades vou ler!! Abraço amigo!!

  9. Gostei muito de ler essa matéria. Amei as fotos e a história!
    Sempre pedalando pela cidade, já fui nesse Obelisco de bicicleta… a prefeitura estava lavando o local o dia que fui pessoalmente (22-10-2014), notei as pichações…

    Tem produtos que conseguem remover aquelas pichações, sem tirar os desenhos dos azulejos?

    Existe ligação entre esses azulejos do obelisco de São Paulo (http://www.joaozinhomenininho.blogspot.com.br/2014/10/brasil-sao-paulo-22km.html)
    com os azulejos que vi na Estrada Velha de Santos
    (http://joaozinhomenininho.blogspot.com.br/2014/04/brasil-estrada-velha-de-santos-caminho.html)?

    Interessante, por que quando há passeios guiados “city tour” no centro histórico, nenhum guia turístico
    cita esse importante monumento?

    Com admiração pelo ótimo resultado do seu trabalho jornalístico,
    Cicloabraços
    Joãozinho

  10. Kemie Guerra disse:

    Além do vandalismo, que acontece em diversos locais pela cidade, o problema do Largo da Memória é o estado geral do Centro. Hoje esse monumento (assim como outros) vai ser reformado, mas do jeito que está o seu uso, o local vai muito provavelmente voltar a ser desqualificado.
    Vejamos: o Largo está voltado para um “fundo”, uma “quina” do Vale do Anhangabaú. Nada relevante, em termos de usufruto público. Tem até uma nesga de terreno não edificado, em frente. Depois, a escada rolante do metrô ganha em conforto e velocidade da escada em degraus do Largo. O Largo está “esmagado”, de costas para onde circula a maioria dos pedestres, que é na Xavier de Toledo. Aí, as condições não ajudam…
    Como o Largo da Memória, há diversos locais “da nossa memória” q estão em desuso, ou esmagados, ou escondidos, etc., precisando de requalificação.
    E, por outro lado, há locais reformados, com uso intenso, que estão “desmemoriados”, perdidos no tempo e no espaço, como o Largo da Batata. Lá não se vê batata…
    Enfim, as cidades são desafios enormes.
    Parabéns à reforma. É um passo.
    E meus votos para a requalificação e para a recuperação da memória da cidade.

  11. Emerson de Faria disse:

    Olha, sou paulistano e tenho quase 40 anos nos costados, e já vi muitos projetos de revitalização do Largo da Memória, que não saíram do papel. Revitalizá-lo sem revitalizar o seu entorno, e o centro como um todo, é dinheiro jogado fora e trampolim para político picareta se eleger depois.

  12. Alex disse:

    Esse monumento é lindo e cheio de história mas o que mais me encanta (e mostra o quão antigo ele é) é a árvore que fica a sua direita (esquerda de quem olha de frente)… a um tempo atrás ela estava presa por uma corrente chumbada no muro atrás (acredito que para não tombar) e ficou tanto tempo acorrentada que tratou de “engolir” a corrente. Nos dias de hoje, essa corrente foi cortada, mas a parte “engolida” pela árvore, ainda esta lá.

  13. Fernando Rodrigues disse:

    E esta estrada citada? Qual seria e onde estaria hoje?

  14. Tiago disse:

    Passei por la semana passada e resolvi pesquisar sobre o local, mega interessante a historia, e triste ver q estar abandonado! mas parabens aos que tem iniciativa e esperança de salvar os nossos monumentos que agonizam!

  15. Alice Galdino disse:

    Parabéns!
    Excelente matéria e comentários.

  16. Emerson de Faria disse:

    Creio que seja a Rua da Consolação, Fernando, que juntamente com a Avenida Rebouças faziam a trilha de quem iria montado em burros rumo ao oeste do estado.

  17. reinaldo policarpo disse:

    Trabalhei próximo dali, lembro que a Ladeira foi usada pra um filme nacional, só nao sei o nome , década de 60.

  18. ricardo disse:

    Excelente matéria! Somos todos gratos pela pesquisa e apresentação da história de um pedaço de S.Paulo.

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