Antes & Depois

Mirante do Jaguaré – 1943 & 2012

Comments (27)
  1. Sou um leitor constante do site e parabenizo pela qualidade das informações e por deixar os leitores tão bem informados.

    Gostei em especial desta postagem sobre o Mirante do Jaguaré, pois sou morador do bairro desde que nasci. Além disso, leciono no mesmo bairro, para uma 4ª série do ensino fundamental. Por isso mesmo gostaria, se possível, que me autorizassem usar esta postagem com meus alunos, pois estou tratando exatamente da história do bairro com eles.

    Grato pela atenção e parabéns pelo trabalho.

    João César
    Jaguaré – São Paulo SP.

  2. Rafael disse:

    Parece estar conservado. O que atrapalha a visão é a árvore e um poste.
    São Paulo precisa de muitas árvores, se tem algo que deve reclamar é da fiação exposta, apenas.

    1. Rafael, não criticamos a árvore, leia: “É possível notar através da foto atual que a árvore cresceu e tampa a vista próxima do mirante. Mas a árvore não é problema.”
      Certo ?
      Abraços!

      1. Regiane disse:

        Parabéns pelas materias de ótima qualidade.

  3. Rafael Zucco disse:

    Olá, Parabéns pelo trabalho, sigo seu site pelo Facebook, sempre visito e fico admirado pelo trabalho bem feito, amo história e adoro saber mais sobre as construções antigas, muito obrigado!!!

  4. Katiúcia disse:

    Há uns 3 anos meu pai e eu fomos lá ver o farol de perto. Estava desse jeitinho mesmo. Não sei se é aberto à visitação. Creio que não. E não é sempre que está aceso.

    Lembro que há uns dez anos atrás, haviam neons verdes no topo do relógio e sempre eram acesos à noite. Também havia um grande neon vermelho da Coca-Cola na Comunidade do Relógio. Então, para quem passava na Ponte do Jaguaré via, entre as luzes bem pequenas e apagadas das casas, os dois neons grandes resplandecendo no escuro.

  5. Valdemir disse:

    Pessoal,

    Sou Leitor Costumaz do site e quero parabenizá-los pela qualidade do material postado.

    Passo diariamente pela ponte do Jaguaré. Gostaria, se me permitem, de sugerir uma matéria a respeito dessa e de outras pontes que, estranhamente, foram “semi-demolidas”.

    Fico curioso para saber…pq não demoliram tudo? Ao longo da Marginal Pinheiros temos diversos exemplos.

    Obrigado e parabéns pelo trabalho!

    1. Sandra Paduan disse:

      Valdemir! Moro no Pq Continental, Bairro vizinho do Jaguaré. Já são 36 anos ali,e me lembro da antiga ponte do Jaguaré, que era estreita e possuía aqueles arcos tópicos daquelas pontes de cidades do interior. Ela ainda está ali, no meio das duas pontes, acredita??? Somente a pé ou de bicicleta dá para avistar. Adorei a idéia das pontes!

  6. Valdemir disse:

    Oi Sandra,

    Fiz uma rápida pesquisa e existem por volta de 05 ou 06 pontes em toda a marginal pinheiros na mesma situação (demolidas pela metade).

    Para o pessoal do Blog, quem quiser ver uma ponte irmã da antiga ponte do Jaguaré ainda em pé, ela fica no bairro de Socorro, zona sul.

    É da mesma época, exatamente igual! Eu acho que vale uma matéria.

    1. Sander Rezende disse:

      Olhando pelo Google Earth encontrei 5 pontes antigas. A do Jaguaré e a do Morumbi estão abandonadas. A da João Dias, foi utilizada por muito tempo em conjunto com a ponte nova, com cada uma comportando uma mão de direção da avenida, com o aumento do fluxo foi construída uma segunda ponte nova e a ponte antiga ficou entre as duas, hoje ela é utilizada como acesso direto à pista expressa da Marginal Pinheiros no sentido bairro-centro. A do Socorro serve como passagem de tubulações, aparentemente de água. E a de Interlagos funciona como uma das mãos da Avenida Interlagos em conjunto com uma ponte nova.

  7. SOBRE ESSA HISTÓRIOS FACO APENAS UMA RESALVA.VC MENSIONARAM QUE A PONTE ANTIGA AINDA EXISTE,COMO DE FATO EXISSTE MAS, SOBRE O RIO PINHEIROS E NAO TIETE COMO FOI MENCIONADO.ANTES DA INAUGURACAO DA PONTE NOVA, A TRAVESSIA PELA PONTE VELHA ERA UM
    TORMENTO.MORAVA EU NO CAMPO BELO E TRABALHANDO EM OSASCO, NO BRADESCO,TODAS AS MANHANS ERA OBRIGADO POR ELA PASSAR,ONDE SE PERDIA ,PELO MENOS 20 MINUTOS,POIS HAVIA FLUXO DE TRANSITO NOS DOIS SENTIDOS

    1. Cristina Baía disse:

      Me lembro bem dessa ponte, quando mudei para o bairro ela funcionava a todo vapor.

  8. Cristina Baía disse:

    Gostei muito da reportagem, e concordo plenamente com voces no que diz respeito a memoria dos bairros. Sou moradora do Jaguaré e por ser um bairro novo as antigas casas quase não existem, imagina no restante da cidade. Outra construção antiga do bairro e que se deteriora a cada dia é o antigo prédio da Cooperativa Agrícola de Cotia na esquina da Avenida jaguaré com Avenida Kenkiti Simomoto. Quem sabe um dia voces contam a historia desde imóvel.

  9. Matheus Bortowski disse:

    Reparem que ao topo do morro na foto do jaguaré há duas casas que estão de pé até hoje. E há uma reportagem sobre elas aqui no sp antiga

  10. Wellington Lira disse:

    Pessoal, ótima matéria.
    Aos moradores do Jaguaré, assim como eu, o que dificulta nossa rotina é o trânsito caótico ao qual somos submetidos para atravessar a ponte e seguir para o centro. Só para descer a Kenkiti, contornar a Av. Jaguaré e pegá-la novamente sentido centro, levo em média 30 minutos, além do restante do percurso.
    Para os mais antenados, será que não teríamos como fazer alguma espécie de petição a subprefeitura quanto a melhoria no tráfego de nossa região?!

  11. Reinaldo Gimenes disse:

    Eu nasci no Jaguaré em 1957 e passei toda a minha infäncia e adolescência no bairro. A ponte antiga era o único meio de integração com os bairros vizinhos e o Centro de São Paulo. Evidentemente, com o advento do progresso, ela foi se tornando insuficiente e outra teve que ser construída. Apenas uma ressalva na matéria porque o ano de inauguração da ponte nova não foi 1991, foi bem antes – não tenho certeza da data exata mas em 1975 ela já existia (lembro-me bem disso porque eu a usava para ir ao colégio, na Lapa.

    1. Rick disse:

      O Reinaldo tem razão, eu sei que em 1981, pelo menos, a ponte nova já existia!!!

    2. Meu pai cruzava esta ponte antiga no final dos anos 40 e comecinho de 50 ate 60.

  12. Chicão disse:

    Jaguaré fantástico

  13. Lilian disse:

    Ola Douglas, tenho um trabalho de escola sobre o bairro Jaguare e preciso da sua ajuda em 4 perguntas.
    Vc pode me ajudar?

    Lilian

    1. Oi Lilian, pode mandar as perguntas.
      No alto do site tem o link contato. Envie suas perguntas preenchendo o formulário por lá.

  14. Daniel Justino Terra disse:

    Muito legal essa reportagem sobre o bairro Jaguaré, tenho familiares que moram neste bairro desde os idos de 1960 + ou – Não imaginava que foi loteado por um sobrinho de Santos Dumont. Quando ao Mirante só uma observação ele é mais conhecido no bairro por RELÓGIO e não pro farol. Geralmente falamos no relógio do Jaguaré. Aproveito pra solicitar que vocês façam também uma reportagem sobre os bairros de Vila Pompéia e Lapa.

    Abraços!

  15. Alexandre disse:

    Matéria muito bacana. Minha filha precisou fazer um trabalho sobre o bairro e as informações postadas ajudaram. Obrigado.

  16. Meu pai trabalhou na RCA VICTOR. Como a mesma nao foi mencionada,acredito nao fazer parte do Jaguare e sim dePresidente Altino.Mas, moravamos no Alto da Lapa existia a CMTC cujo onibus descia a Av.Jaguare,naquela altura sem asfalto. Na chuva era um zig zag perfeito. Mas, a ponte era aquela antiga. O mirante era um local conhecido especialmente aos finais de semana, aonde existia um casarao para festas.De la podia-se ver tudo. Tenho fotos e se acha-las mandarei. Quanto aquela duas casinhas, a da direita minha tia avo morou e iamos la frequentemente. Nao havia nada de interessante, a nao ser a vista para a RCA e adjacencias. Bons tempos.

  17. Vera B, Sena disse:

    Nasci no Jaguaré, em 1955, mas minha família veio de Bauru para o Jaguaré, e foram os primeiros moradores. Tem algumas coisas pitorescas, minha avó era parteira, espanhola, e tinha vindo para o Brasil no fim da escravidão, era alfabetizada, e além de de parteira lia e escrevia cartas para quem não soubesse ler, seu nome era Carmen Fuentes, nos anos 40 junto com o único farmacêutico da região o Edgard, eram as únicas pessoas a cuidar da saúde da população, que teria que recorrer ao Hospital das Clínicas, que era longe demais. Tem histórias muito lindas desse pedaço, como o cassino que foi construído, mas teve que mudar de ramo por conta do ex presidente Janio Quadros, ali foi “mercado do Sesi”, foi convento, asilo e hoje já não sei mais o que é. Fico contente em ver que você está levantando a história desse lugar tão amado, e fantástico.

  18. BEATRIZ NOGUEIRA CALAÇA disse:

    Obrigado menino pela suas matérias, adoro e sempre estou compartilhando.

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