Comments (59)
  1. Bruno Ribeiro disse:

    Sugiram o tombamento deste ponto de ônibus para o órgão competente da cidade. É totalmente legal que qualquer cidadão entre com um pedido de tombamento, desde que justificado. Vocês já fizeram uma boa justificativa aqui no site, basta procurar o CONDEPHAAT enquanto há tempo! Saiba mais como proceder: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/patrimonio_historico/preservacao/index.php?p=430

    1. Cecilia disse:

      concordo

      1. vangreyheart disse:

        Totalmente de acordo também. Contem comigo ao menos para a colheita de assinaturas e divulgação. Algo já foi visto a esse respeito?

  2. Sandra Paduan disse:

    Esse abrigo é muitas vezes melhor do que os novos, que aliás já nascem velhos, devido à sua efemeridade na cidade. Quando nos damos conta, já foram substituídos…

  3. Rogerio disse:

    Uma das coisas que o cidadão paulistano não consegue entender ou explicar é a contínua mudança de nomes das empresas. A CMTC por exemplo, mudou para SPTrans sem uma justificativa convincente. A gloriosa Fepasa – que foi citada até em paródia da música ‘Trem das onze’ de Adoniram Brabosa – mudou para CPTM também sem qualquer motivo imperioso. Se ainda fosse viva estaria completando 42 anos! A Light mudou para Eletropaulo graças a uma jogada de marketing de um ex-governador. Agora chama-se AES Eletropaulo. A Comgás e a Sabesp no entanto, resistem bravamente.

    É só um pequeno exemplo. Mas é uma das razões das novas gerações não saberem o que significa ‘memória afetiva’ da cidade, além de ser um dos fatores que dificultam a formação da identidade paulistana ou contribuem para sua desconstrução.

    1. lucas disse:

      A Fepasa mudou para a CPTM como uma forma de ajudar a melhorar os serviços da CBTU quando esta foi estadualizada

      A Fepasa na realidade se extinguiu quando as ferrovias paulistas foram dadas a iniciativa privada e a CPTM foi criada simplesmente para operar o serviço suburbano/metropolitano sobre trilhos

      A CMTC morreu por problemas na gestão Maluf, lembro de um dos pátios na vila leopoldina (que ainda existe mas que agora serve/servia de estacionamento da CET) com vários onibus da CMTC em estado deploravel inclusive trolebus

    2. armando moreira dalle vedove disse:

      A SABESP JÁ FOI D.A.E E SAEC

  4. Henrique Lopes disse:

    Lamentavelmente,hoje em dia não seria possivel esse tipo de abrigo,pois serviria de moradia para Nóias e Mendingos ou de banheiro para os mesmos!!! ou então estaria todo depredado,pois os orgãos publicos não têm capacidade de cuidar do Patrimonio da Cidade!!!

  5. Alberto So disse:

    Não existe o museu do transporte em São Paulo? Deveriam preservar essa construção dentro de um museu. Assim a céu aberto, simplesmente vai acabando, acabando…se deteriorando…

    1. Existe sim, fica na av cureziro do sul proximo ao shop D, é pequeno mais tem um acervo legal de onibus, e ate alguns bondes… fica a dica.

  6. Maria Clara disse:

    Discordo! Nem toda arte tem de ir para o museu. A cidade precisa tirar o véu que encobre a história viva. Manter essa construção para que todos possam admirá-la cotodianamente é algo que não tem preço.

    1. Gilmar disse:

      Também acho, preservar a história e a população continuar usando este abrigo naturalmente, prefeitura juntamente com a comunidade preservando e fiscalizando!!

    2. Plínio disse:

      É isso. A melhor maneira de preservar um bem como esse é mantê-lo em uso, e não sepultá-lo em um museu.

  7. Luciana disse:

    Esta imagem é uma tentativa de reprodução dos afrescos da Capela Sistina. Muito legal!

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Capela_Sistina

  8. valeria disse:

    Obrigada CMTC, oir ter construido algo para durar muitos anos e tambem promover a cultura artisca entre os passageiros. Hoje em dia o que se constroe nao e’ para durar decadas, principalmente se for para o povo.
    Tbem acho que esse abrigo deveria ser tombado , copiado e admirado.

  9. Quanto à obra, claro que é de Leonardo da Vinci. Ele esteve em São Paulo durante a chegada dos portugueses!

  10. Nilton Divino D'Addio disse:

    Lindo. Irei visitá-lo assim que puder.
    Sugiro uma matéria sobre o antigo ponto de bondes ainda existente na Praça João Mendes.

  11. HP Junior disse:

    O autor dos afrescos foi Michelangelo.

  12. Valter Pires disse:

    Como cobrador de ônibus e escritor, gostei e pretendo visitar esta relíquia arquitetônica. São Paulo é mesmo um universo de arte e cultura lutando contra a miséria da destruição por humanos. E esse site… bravo.

  13. André disse:

    Existe também um ponto de ônibus antigo na Praça Oscar da Silva x Rua Maria Cândida, ao lado do posto policial, na Vila Guilherme. Lá inclusive foi colocada uma réplica de um ponto de ônibus indicando uma linha que existia nos anos 60, não sei se era de bonde ou de ônibus, ligando a Vila Guilherme ao Vale do Anhangabaú.

  14. newber disse:

    O teto da capela sistina no ponto foi uma intervenção artística dos paulestinos e do coletivo casadalapa (que fica nas proximidades do ponto) e teve intenção de chamar atenção para essa relíquia perdida na cidade. Em tempos de novos pontos hightech queremos preservar esse como parte da história da cidade.

  15. sonia disse:

    Sugiro a manutenção desta relíquia. Preservar o antigo é muito bom!

  16. Marisa Guimarães disse:

    Amei a história desse ponto. Espero que a sanha de destruição do que existe de belo em SP fique longe dele e que a população local o preserve.

  17. O ponto de onibus da Praça João Mendes faz parte do mobiliario urbano projetado e construido na gestão de Prestes Maia (1938 a 1945). Restava outro na Praça Patriarca , mas foi “desaparecido” em 2002 , qdo a Praça foi remodelada e ali foi erguido um pórtico, projeto de Paulo Mendes da Rocha. Mais uma vez se destrói para construir encima. ..

  18. Iphan, Condephat e sei lá mais o quê, não passam de cabidões de empregos, cujos diretores sobem nos palanques e se pavoneiam em festas cheias de pompa. Logo depois, ninguém mais lembra o que precisa ser preservado, fica tudo as moscas e caindo aos pedaços. Nosso rico patrimonio histórico, aqui em Jundiaí, está se acabando, por inoperancia destes órgãos.

  19. Edna Costa disse:

    Adorei o post. Voltei à infância. Concordo com a colocação da Maria Clara, é uma obra de arte que tem que ser admirada no dia a dia.

  20. nivaldo bispo luz disse:

    Quantas saudade tempos bom que não volta nunca mais e criatividade desses arquitetos .

  21. Paulo Gil disse:

    Amigos, bom dia

    PARABÉNS a equipe que descobriu esse Monumento e parabéns pelo trabalho desenvolvido pelo site.

    Conheci o trabalho de vocês pelo Blog do Ponto de ônibus, o qual é um Blog específico sobre o Buzão
    o qual é elaborado pelo Sr. Adamo Bazani reporter da CBN especializado em transporte.

    Sou um comentarista ativo do Blog do Ponto de ônibus e pelo visto vou me ativar por aqui também

    Desde já, contem com minha assinatura para promover o tombamento desse Monumento

    Att,

    Paulo Gil

  22. juvenal moraes disse:

    adoro coisas antigas de sao paulo achei mravilhoso otrabalho de voces

  23. que não toquem nesta meigura de deus! parabéns por tê-la revelado a todos os envolvidos.
    obrigada!!

  24. Dolores mãe disse:

    Saudades muita saudades…tudo mudou

  25. Roberta disse:

    O teto também foi preservado? A foto não permite ver…

  26. Ele está qui do lado, umas 5 ruas para baixo. Tenho boas historias e lembranças construídas nessa parada de ônibus. O primeiro ponto que me recordo. Minha mãe Guerreira certa vez me disse que o ponto era um ônibus quebrado, colocado ali para nós proteger da exposição do tempo, apenas para me fazer parar de chorar. Parei de chorar e fiquei a admirar o ponto que somente hoje, descubro ser uma rugosidade…

  27. Luis Cáudio disse:

    Na Vila Guilherme em São Paulo há um ponto de ônibus provavelmente dos anos 60 mas não é a cobertura mas somente o ponto que fica na Praça Oscar da Silva.

    1. Olá Luis,como vai ?
      Vá em “Imóveis Antigos” e “Vila Guilherme” e verá o ponto, que já abordamos aqui. Abraços.

  28. George André Savy disse:

    Excelente atitude do poder público em preservar mais um detalhe da história da capital. Quanto algumas questões levantadas sobre o fim da CMTC, todas ou quase todas as empresas públicas de transporte (geridas por prefeituras) acabaram por virar “cabide de emprego”, cheias de pessoas que nada entendem da área. Os mais antigos (que entendem) vão aposentando e deixando lugar para os mais novos, nem sempre devidamente capacitados, e que só querem grana. Coisa do Brasil, porque em Montevideo no Uruguai ainda existe uma empresa pública do porte da CMTC, chamada CUTCSA. Prova de que quando uma estatal é bem gerida, ela continua, atravessa anos.Outra curiosidade, a CMTC não ostentava em seus ônibus a inscrição “Prefeitura de São Paulo”, e poderia ter essa inscrição por ser gerida pela prefeitura. Hoje são empresas privadas que fazem o serviço na capital mas poucas pessoas sabem quais são, pois os nomes delas não aparecem nas laterais, ou se aparecem é em tamanho minúsculo ou nome de consórcio. O que aparece em tamanho gigante é “Prefeitura de São Paulo”, e isso leva a população a associar erroneamente como se fosse tudo estatal. Já existe o nome SP Trans nos veículos, que fiscaliza o transporte. Não é necessário nada além disso. Mas como sabemos, tudo aqui no país tem virado marketing político.

  29. Eliana disse:

    Não entendi, o por que do telhado ser pintado de vermelho?!!!!! Bem estranho!!

    1. Eliana, o bege e vermelho era a cor padrão da CMTC e dos postes na época em foi inaugurado.
      A pintura segue os padrões corretos de restauração.

    2. Beatriz Rivadavia disse:

      Talvez pq se usasse muito o vermelho como cor simbolo da Bandeira de SP

  30. Helio Pavan disse:

    O original tb era vermelho ou foi um detalhe escolhido “por acaso” pela prefeitura?

    1. Oi Helio!
      Esta cor bege e vermelho era o padrão da CMTC na época em que o poste foi inaugurado. Está certinho…

  31. Carlos disse:

    Eu morei por 25 anos em frente a esse ponto

  32. Mariusa disse:

    Moro quase em frente a esse ponto de ônibus e qdo vi o pessoal da prefeitura reformando, achei besteira. Agora, lendo a matéria e sabendo que ele é o último sobrevivente da década de 60, me emocionei pois, meu pai (já falecido) foi aposentado na CMTC por tempo de serviço, e isso, trouxe-me boas lembranças. Ele ficou muito mais bonito do que esses novos que a prefeitura fez, e toda vez que olhar para ele, lembrarei da minha infância e de meu pai. Saudades.

  33. marcia gilardino disse:

    muito bom…coisas assim devem ser preservadas

  34. Maria zuleica c barros Mordini disse:

    Nasci no bairro e assim que vi a foto e a matéria ja sabia onde era. Sempre que alí passo fico admirando a sua beleza e imponência.

  35. Sergio Massaro disse:

    Caro Douglas
    Adorei saber sobre tal ponto de ônibus !!!
    Na Cidade Universitária, entre os prédios da Escola Politécnica e do IPT, há dois pontos antigos (conheço-os desde os anos 1960 !!!), cada um de um lado da Av.Prof. Almeida Prado. Eles estão conservados, mas seu estado atual não é muito bom… Eu pensava que eles eram os mais antigos …Na vista de rua do Google dá para vê-los ! Parabens pelo site …

  36. Beto disse:

    Este ponto de onibus nao parece fazer parte do conjunto de pontos que foram instalados e que existiam nas decadas de 50/60/70, a que se faz mencao neste artigo. Eu conheci aqueles pontos antigos de onibus que aparecem na foto do vale do Anhangabau acima e que existiam por toda a cidade naquela epoca. Eles eram todos iguais em formato, possuiam o mesmo estilo e usavam os mesmos materiais. As colunas em V nao eram retangulares mas cilindricas e feitas de ferro fundido formando uma camada externa bem grossa e forte, e eram ocas por dentro. Lembro-me muito bem pois eu vivia batendo minhas maos nestas colunas para testar sua resistencia e ouvir o som que vinha de dentro destes tubos de ferro. Tenho um pouco de duvidas sobre este ponto que se parece com aqueles e nao sei se ele realmente eh daquela mesma epoca…

  37. Juliano disse:

    E uma honra meu Avó, quando chegou em São Paulo, vindo interior de sp, começou a trabalhar na antiga CMTC, em anos 60, entrou com cobrador, passou para motorista e se aposentou como Inspetor, 35 Anos de dedicação e honra, a qual sustentou 8 filhos em netos.Sr. João Ribeiro meu Avó grande guerreiro.

  38. JOSE CARLOS DE LIMA disse:

    Gente , a emoção de rever este ponto de onibus quase me fez chorar, a banca de jornais localizada na mesma praça ( ao lado do ponto ) foi meu segundo ” trabalho ” aos onze anos de idade ( 1961 ).Lembrar de quando , no trabalho , o onibus da CMTC parava no ponto e os passageiros , da janela do mesmo solicitavam um exemplar do ” Diario da Noite , da Gazeta Esportiva ou do Noticias Populares me fez viajar no tempo . Doces lembranças de um tempo que infelizmente nao voltará mais
    Jose Carlos de Lima hoje com 65 , na época morando na Vila Ida . Bom demais !!!!!

  39. Infelizmente ele não é da década de 1960, essa é mais uma daquelas informações equivocadas que dominam a internet. Esse é um abrigo moderno, que apenas copia aproximadamente o estilo dos antigos abrigos dos pontos de ônibus e de bondes da São Paulo de antigamente. Trata-se apenas de uma estilização, quase um “mockup”. Note que ele é de concreto armado, com colunas não redondas, com a cobertura extremamente grossa e feita com um material que não tem nada a ver com os antigos, além dos blocos de apoio, que também são de concreto armado e muito maiores do que os originais. Basta pegar uma foto antiga, aonde aparece um abrigo daqueles temos, e comparar.

    1. Você está redondamente enganada Helena. O ponto é da época e é de ferro. Talvez a pintura nova dê esta sensação, mas é de ferro.
      Foram feitos vários estudos tanto de nossa parte como da própria prefeitura. Não colocaríamos uma pauta sem checar tudo.
      Acho que você é que precisa verifica suas informações equivocadas.

      1. newber disse:

        Realmente enganada, Helena. Ele provavelmente sofreu reformas, durante esse tempo,
        mas basta conversar com os moradores mais antigos da região para confirmar a época que o ponto foi construído.

  40. Beatriz Rivadavia disse:

    Não tenho como pesquisar agora, mas vejo que ha muitos idosos comentando e que devem lembrar dos pontos de onibus da Pca da Sé, João Mendes, Clovis Bevilaqua da decada de 50.Até ja vi há uns tempos, uma matéria sobre os da Pca da Sé, talvez no blog Quando a cidade era mais gentil, muito interessante para os saudosistas.
    Também lembro do Cemitério dos ônibus no Jabaquara.Fui até me certificar e tenho uma mini foto ( como eram na época) com meu irmao la.Meu avô paterno gostava de nos levar la.Pena que nao vejo como anexar aqui.
    Para os mais jovens: Creio que ate 55, as linhas de ônibus iam de um bairro para o ponto final no centro , ou “na cidade” como dizíamos.Entao surgiu o Grande Circular , acho q numero 305/307.Era um onibus muito maior do q os usuais, e creio q nao da CMTC.

  41. C arlos disse:

    Muito bacana realmente uma relíquia visto cada prefeito que entra tem a mania de trocar os abrigos para marcar a sua gestão

  42. Elsa disse:

    Parabens a todos que participaram dessa jornada, temos só que agradecer!!!

  43. Em 2013 a empresa “Ótima” recebeu uma “ótima incumbência” de substituir antigos abrigos de concreto (não tão bonito quanto este da Lapa que não sei com escapou!) feitos por um prefeito que mandou fazer até “casamata” de telefone e base de lixeira em concreto por 6500 novos pontos, uns até com nome de coisa bruta “brutalista”, outros com lateral e cobertura de vidro que sem dúvida requererá manutenção constante pela fragilidade da estrutura. Além disso, serão instalados 12500 totens espalhados por São Paulo, onde os já instalados demonstram sinais de fragilidade e estão tortos só de encostar-se a eles. A concessão do uso desse espaço (uns possuem outdoor bonito, brilhante, mas não tem o itinerário dos ônibus, algo de suma importância para se locomover na cidade) terá durabilidade de 25 anos, sem contar que não sabemos o custo dessa implantação, que pelo jeito não deve ser barato e é uma “ótima” para quem detém empreitada!

  44. Rodinei Campos da Silveira disse:

    Lembro-me de ter visto, de pequeno, estes abrigos de ônibus na Praça da Sé e na Praça Clóvis na virada dos anos 60 pra 70, quando passava por ali com a minha saudosa mãe.
    Ela me contou, anos mais tarde, que esses abrigos eram conhecidos como “os abrigos do Jânio”, que foram implantados na década de 50 pelo então prefeito Jânio Quadros.
    .

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