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Construída no estilo inglês que estamos acostumados a ver no viaduto Santa Ifigênia, a passarela da rua da Móoca é um marco do estilo inglês que caracterizou as construções ferroviárias na cidade de São Paulo. Porém, como não está em um local de tanta visibilidade a bela passarela sofre com o abandono e esquecimento do poder público. Repleta de focos de ferrugem, alguns até bem grandes, a passarela agoniza e espera por dias melhores.

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Crédito das fotografias: Wilson Natale

Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
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About the author

Jornalista, fotógrafo e pesquisador independente, edita o site São Paulo Antiga e é membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP). Também edita o blog Human Street View, focado em comparações fotográficas entre a atualidade e o passado.

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Comments

  • Elizabeth Florido 29/04/2009 at 18:29

    Caro Wilson. Fico muito feliz em saber que mais pessoas estão percebendo esse grande acervo a céu aberto que existe na Mooca. Pelo que soube, há um tempo atrás, o pessoal da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária – ABPF, que tem uma unidade no Memorial do Imigrante, estaria “responsável” pela manutenção do local, e a passarela foi apontada por nós, alguns moradores com espírito de preservação, como passível de tombamento no DPH. Taí uma boa tarefa para os preservacionistas: cutucar esse pessoal que nada fez até então.
    Parabéns pelo achado.

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  • ELIAS VIEIRA 20/11/2009 at 13:22

    Essas passarelas, importadas da Escócia e da Inglaterra, foram colocadas ao longo da linha da SPR, São Paulo Railway (EFSJ e RFFSA).
    Já vinham prontas, eram montadas aqui e ainda há remanescentes delas desde Santos até Jundiai.
    São a cara das ferrovias inglesas e sobrevivem até hoje no Reino Unido e aqui.
    Vários livros contam a história dessas passarelas como o livro Arquitetura do ferro no Brasil.
    Não sabia que a ABPF havia se responsabilizado por essa passarela.

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    • JUSSARA VALENGA 09/12/2009 at 18:18

      Caro Elias. Realmente um patrimônio que merece preservação.
      Você é o ELIAS VIEIRA que conheci em 1968, na cidade de Itararé?

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      • ELIAS VIEIRA 02/04/2011 at 18:35

        Sim , sou eu mesmo e vc é aquela linda Jussara do ginasial???

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        • Jussara Valenga 29/09/2013 at 06:52

          Sim, Elias! Sou eu!

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          • Kaka Oliveira 16/08/2015 at 00:30

            Loves in the air…

  • Bruno Sanches 28/05/2010 at 15:27

    Que eu saiba essa passarela não é de responsabilidade da ABPF. A ABPF tem feito diversos trabalhos no Memoria do Imigrante com respeito a preservação ferroviária e caso a passarela seja de responsabilidade dela pode ter certeza que não foi esquecida, mas certamente ainda não se obteve os recursos necessários para uma restauração adequada.

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  • William de Queiroz “Guarubus” 03/03/2011 at 08:49

    Essa passarela da Rua da Mooca, atravessei muito ela quando morei no bairro. Na época tinha que tomar cuidado ao atravessá-la por conta de alguns “trombadinhas” que circulavam por ali. Na época a passarela junto ao muro que separava a via férrea foi apelidada de “Muro da Vergonha” por conta da sujeira dos moradores de rua deixavam justamente por onde os pedestres passavam. Realmente é uma bela arquitetura em ferro à moda inglesa, achava ela mais bonita quando era pintada na cor vermelha na época da RFFSA/SPR. Infelizmente aos poucos nossos monumentos estão sendo largados e degradados.

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  • JUSSARA VALENGA 10/07/2011 at 19:55

    Sim, sou eu…reconheci o seu estilo inconfundível de escrever que revela uma paixão pelas ferrovias… Itararé não tem mais trem, mas ainda existem Jussara, a estação em estilo inglês e a Rua Newton Prado…apareça para um cafezinho!

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