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Recanto Monteiro Lobato

Comments (10)
  1. Pedro Reis disse:

    Eu comecei minha vida profissional aí perto na Barão de Itapetininga em 1974. Vi construir o calçadão, vi esse casarão desocupado mas ainda vigiado pelo E.B. e vi ser demolido. Pena que o casarão tenha “rodado” mas esse espaço também ficou muito bom. Já a Praça das Artes eu não conheço, saí de São Paulo em 1999. Muito bom o material publicado.

  2. ernani disse:

    A cidade de São Paulo, não é mais nem sombra daquilo que foi nos anos 50 e finais de 60.
    O centro da cidade virou uma cidade abandonada! Isto é a cidade em geral está se tornando cada dia mais feia. Parece que querem destruir os patrimônios antigos. Coisas belas e de arte criadas em seculos passados e lindíssimas mansões vindo abaixo, para dar lugar aos prédios com mais de trinta andares sem nenhuma arte.
    Vários prédios que deveriam ser restaurados e ocupados por órgãos do governo estão invadidos e a aparência é de uma cidade com uma enormidade de cortiços abandonados e muito mal conservados.
    Esses prédios parecem ter sido detonados por uma guerra e as ruas, praças e certos lugares onde podíamos andar tranquilamente somos molestados por drogados e assaltantes.

  3. ernani disse:

    Talvez se as ruas do centro da cidade voltassem ser o que era antes dos calçadões seria melhor.
    O prefeito Olavo Setúbal, criou os calçadões nas ruas centrais como nas ruas: Direita, São Bento, XV de Novembro, e outras. O problema é que esses calçadões estão muito mal conservados. Quando chove ficam lisos e perigosos pra fazer o pedestre cair. Sem contar as poças de água que se acumulam.
    Antes eram ruas com sarjetas e bueiros para escoar as águas das chuvas.

  4. ralphgiesbrecht disse:

    Não era necessaria a demolição. O espago deveria ter sido feito atras´da praça incorporando o casarão, muito bonito. Haveria n usos para ele ali.

  5. Vinicius Campoi disse:

    Na minha visão esse espaço coleciona uma história de equívocos. Primeiro demolem o casarão, um dos últimos remanescentes de sua espécie no gênero. Então fazem uma praça estranha, confinada, árida; uma área verde generosa poderia ao menos compensar um pouco a perda do casarão. Por fim, o poder público gasta os tubos para fazer a tal praça das artes, que consegue ser ainda mais cheia de concreto e, por tabela, ainda despejou uma das mais antigas instituições paulistanas, o Conservatório, de seu prédio original. Enquanto isso o centro novo virou uma espécie de cohab de prédios invadidos, quase que um ao lado do outro. Não é assim que o centro vai voltar a ter algum brilho novamente.

    1. Emerson de Faria disse:

      Concordo parcialmente com o seu comentário. As intervenções urbanas feitas no centro da cidade desde meados dos anos 50 para cá em geral apenas contribuíram para acentuar a degradação da região. Quanto aos prédios invadidos, a Prefeitura deveria procurar os seus proprietários, negociar a compra dos mesmos e revendê-los à população em geral. Há prédios desocupados para todos os gostos e bolsos, do pessoal da varanda gourmet aos mais humildes, como aquele esqueleto de espigão na Rua do Carmo. E precisa acabar com esse preconceito de que todo pobre é baderneiro e vive num chiqueiro que a realidade não é essa. O centro somente se reerguerá se for ocupado por todas as camadas sociais.

      1. Geraldo Silva disse:

        Ótimo comentário Emerson, concordo que falta disposição política para que o centro renasça… Desde pequeno, ando por lá e fico imaginando como seriam os casarões no seu auge, mas também sinto que muitos prédios podiam ser reformados e transformados em moradia.

  6. Claudio Bassi Elias disse:

    No lado oposto da Conselheiro, onde é o Vale do Anhangabaú e como parte integrante da Praça das Artes, foi preservada a fachada do Antigo Cine Cairo.

  7. gualberto cappi disse:

    Sò um breve comentario sobre a “nova” arquitetura da recem inaugurada praça das artes (que ainda nao visitei): trata-se, pelo visto, de dois paralelepipedos encaixaods em forma de “T” de concreto aparente, ambos suspensos e com aberturas variadas. Nada de novo, quase um “clasico” da arquitetura paulistana modernista dos ultimos sessenta anos; quantas obras deste tipo espalhadas pela cidade! As novas fronteiras da arquitetura nao estao neste modernismo/brutalismo de maneira, que nada mais tem de “moderno”, mas na procura de mais sustentabilidade e vivibilidade da obra que vai ser realizada. Alias, neste sentido, a arquitetura “pre-moderna” era muito mais sustentavel e confortavel. Entao, para poder falar de uma nova arquitetura paulistana seria essencial ela encarar os dois verdadeiros desafios do contemporaneo: a conservaçao do antigo (que è memoria e alma da cidade) e a sustentabilidade do novo.
    Mas, ainda assim, o que falta na cidade de Sao Paulo è “simplismente” politica urbanistica …

  8. Eu JAMAIS iria imaginar que no meio da loucura do centrão tinha existido um espaço para crianças brincarem, como vocês conseguem descobrir essas coisas???

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