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Roubos na Consolação comprometem a compreensão de nossa história

Comments (6)
  1. Adalberto disse:

    Nossa cidade já era. São Paulo hoje pertence aos ladrões, pichadores, traficantes e drogados.
    O pouco que resta, dentro de pouco tempo, já terá desaparecido também…

  2. ofelia disse:

    Nos seres humanos (?) q pisam este chão abençoado por Deus – inexiste o RESPEITO a absolutamente nada ou a ninguém,,,,,

  3. Paulo Clístenes Vieira da Silva disse:

    É o crescimento da miséria humana, principalmente na falta de respeito aos antepassados.

  4. Luiz Henrique disse:

    É INTERESSANTE, PARA NÃO DIZER TRÁGICO, QUE UM CEMITÉRIO FAMOSO E BEM LOCALIZADO, SOFRA TANTOS ATOS DE VANDALISMO E NINGUÉM- OS FUNCIONÁRIOS, A POLÍCIA- PERCEBA NADA NO ATO, NA HORA, PARA TENTAR IMPEDIR. PODERIAM, SEI LÁ, PROVIDENCIAR GUARITAS…OU ENTÃO VIGIAS PARTICULARES À POSTOS, 24 HORAS. É UMA IDEIA. POR QUE AINDA NÃO FOI FEITA UMA PREVENÇÃO, VISTO QUE A BANDIDAGEM FAZ “GATO – E – SAPATO” DOS MAIS FAMOSOS E INTERESSANTES JAZIGOS DA CAPITAL? PARECE, SABE O QUE? A CHAMADA “FITA DADA”…

  5. Daniel Pardo disse:

    A situação está ruim, mas podia ser pior, vejam como estão o Rio de Janeiro e Porto Alegre, totalmente quebrados, só resta pedir a Deus que essa quebradeira não chegue aqui, pois do contrário ai sim nos “tamu fu”.

  6. Valdemar Christo disse:

    Eu visitei o Cemitério da Consolação este ano de 2017 e fiquei até com medo, vi túmulos abertos sabe com as portinholas quebradas, sei que a administração não tem nada com isso, pois seriam os familiares os responsáveis, mas é claro que certas famílias nem existem mais ou que os descendentes não querem nem saber de túmulos, isso é compreensível. Acho que no mínimo deveria haver uns guardas não de carro (nas minhas 2 visitas me deparei com guardas municipais patrulhando de carro) acho que os policiais deveriam patrulhar à pé ou de bicicleta, estar mais presentes ali. Fica um ambiente muito vazio em que a gente se assusta com algumas aparições. Aparições por exemplo, vi um homem muito bem vestido caminhando e em seguida ele desapareceu. Só estávamos eu e ele, num ambiente muito solitário, não acredito em fantasmas mas confesso que fiquei um pouco arrepiado. Se eu avistasse policiais ou funcionários ou visitantes eu não sentiria medo. Visitei também o túmulo dos Guimaraes Reis (crime da rua Apa – castelinho) neste ano de 2017 em que completou 80 anos da tragédia dos dois irmãos e da mãe deles.

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