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Sinagoga Israelita Brasileira (Mooca)

Comments (26)
  1. J.C.Cardoso disse:

    Curioso o nome “sinagoga israelita”. Até onde sei, toda sinagoga é israelita (não confundir com israelense, que é o gentílico).

  2. Clelia Person Lammardo disse:

    Interessante a história. O prédio está desativado? Vc conheceu a Sinagoga Israelita do Brás, Rua Bresser 51A? O prédio ainda é o mesmo de anos atrás, porém na frente existem lojas. Pela lateral ainda se vê o nome da igreja. Acredito que não funcione mais, uma vez que a região é predominantemente árabe e os judeus se foram para o Bom Retiro.,

  3. As duas sinagogas da Mooca foram estudadas em trabalho de pós graduação ao Departamento de História da USP sob o título “Imigrantes Judeus do Oriente Médio – São Paulo e Rio de Janeiro. Editado pela Ateliê Editorial, São Paulo: 2003,

  4. Emerson de Faria disse:

    Sefarditas são como os judeus oriundos da Península Ibérica são conhecidos, tendo Senor Abravanel, mais conhecido como Silvio Santos, seu maior representante no Brasil, que inclusive descende de Don Isaac Abravanel, financista judeu que exerceu o cargo de ministro das finanças em Portugal e na Espanha na época dos descobrimentos, tendo inclusive financiado as esquadras de Colombo.

    1. J.C.Cardoso disse:

      Amigo, até onde sei, sefaraditas (ou sefaradi) são os judeus árabes, não obrigatoriamente da Península Ibérica (como a Wikipedia posta como regra).
      Sobre Senor “Silvio Santos” Abravanel, é judeu de origem grega (ou turca, como alguns preferem, pois a cidade de seus ascendência já mudou de fronteira).

      1. Flavio disse:

        O Emerson esta correto. Veja o termo Sefaradi no wikpedia: Sefarditas (em hebraico ספרדים, sefardi; no plural, sefardim) é o termo usado para referir aos descendentes de judeus originários de Portugal e Espanha. A palavra tem origem na denominação hebraica para designar a Península Ibérica (Sefarad ספרד ). Utilizam a língua sefardi, também chamada “judeu-espanhol” e “ladino”, como língua litúrgica

        1. J.C.Cardoso disse:

          Eu li lá também, Flávio, mas chequei com amigos judeus (mais de uma pessoa e com gente que nem se conhece entre si) e a definição não é exatamente a da Wikipedia. Melhor ver em outras fontes, menos passíveis de serem “mexidas”.

          1. J.C. Cardoso.

            Realmente o nome Sefarad é Espanha em hebraico. Mas a própria frequentadora da sinagoga da Mooca, Profa. Dra. Rachel Mizrahi, em sua tese, nos traz uma nova luz, dividindo o mundo sefaradita em dois: sefaradim (os originários na Península Ibérica) e os mizrachim (orientais).

            O que acontece, é que, os judeus sefaradim se encontraram com os judeus do Egito, na época de Maimônides e os mizrachim adotaram o ritual litúrgico dos sefaradim, passando assim a rezar igual.

            O que é bem interessante que na minha sinagoga tinha os dois tipos de judeus, onde meu avô cantava várias músicas em ladino, por ser turco e os outros senhores, libaneses, não sabiam nenhuma, só cantavam músicas em árabe.

            Isso é muito interessante.

          2. J.C.Cardoso disse:

            Obrigado pelas informações. Não sabia dessa… digamos… “subdivisão” (na falta de um termo melhor) entre os sefaradis. Acredito que os nem mesmo os amigos que consultei sobre o assunto o saibam.

        2. Marcelo disse:

          Apenas para esclarecimentos complementares, sefarad quer dizer ocidente ou oeste, daí se referir aos judeus considerados ocidentais; os que são ashkenazitas (ou ashkenazin) são em contrapartida os orientais, já que ashkenaz quer dizer oriente ou leste (aí são os que ficaram, quando ocuparam a Europa, na porção centro-oriental do continente). Não sou linguista nem filólogo, mas filho de linguistas; minha formação acadêmica é apenas em música, mas gosto muito de saber sobre as origens e culturas dos vários povos, até mesmo os indígenas não só brasileiros (tenho, por exemplo, em casa uma reprodução fac-similar dum livro publicado no início do século XVII em Cuzco (Peru), o qual contém o exemplo mais antigo conhecido de polifonia sacra feita naquele país (um hino a 4 vozes, bem nos moldes dos compositores europeus da época e que tem o texto — com 20 estrofes — em quéchua, uma das principais línguas indígenas do Peru e também da Bolívia).

  5. Eu frequentei essa sinagoga muito tempo, se quiser tenho fotos de dentro.

    1. Olá, se possível mande sim! Seria excelente para complementar o artigo.
      douglas@saopauloantiga.com.br

  6. SavianoMarcio disse:

    Tem uma se não me engano na Rua Teixeira Mendes quase de esquina com a Rua Lavapés no Cambuci, infelizmente não posso por o link do GSV pois um bug do Google trocou as imagens do lugar.

  7. Vinícius disse:

    São Paulo é mesmo uma caixinha de surpresas… Não poderia imaginar a existência desta sinagoga para judeus sefarad.

    Alguém sabe se ela ainda está em atividade? Reúne adeptos para cerimônias religiosas ou foi desativada e permanece apenas como memorial?

  8. Judeus falando árabe???

    Agora eu estou confuso???

    1. Daniel. Nesta sinagoga, quase ninguém falava hebraico e sim, árabe. A sinagoga foi fundada por judeus oriundos da Síria e Líbano. Por isso falavam árabe.

    2. Marcelo disse:

      Olá, Daniel, quero fazer um esclarecimento: linguisticamente o árabe e o hebraico são línguas irmãs, pertencem à mesma família. Eu tenho um amigo em Itapecerica da Serra que me contou que também há, para quem não sabe, os judeus negros ou afros, estes presentes notadamente na Abissínia. Tenho uma amiga em Campinas que é egípcia, filha de turcos (da Turquia, não da Síria, Líbano e outros países que foram dominados no início do século XX pela Turquia) e que segue a tradição do judaísmo.

  9. maracpac disse:

    Por favor, onde posso encontrar o livro citado. Sou neta de Benjamin Nissin Cohen, segundo dizem, um dos fundadores da Sinagoga da Móoca e essa informação (a confirmar) consta de um estudo da USP. Agradeço. Mara Jacota Cohen

    1. Beni Sutiak disse:

      Oi, Mara, tudo bem ? Você é minha prima 🙂

      1. Oooooi. Acredito que sim 🙂 Meus avós paternos são Benjamin Nissin Cohen e Tamman Cohen. Meu pai (falecido) Jacob Cohen. irmão de Nissin, Moisés, Maria, Raquel. Ester. Me acha no face como Mara Pacheco (nome de casada, hoje divorciada).E se eu não estiver enganada você é filho do tio Gerson e tia Maria.

  10. Andreza Ruiz disse:

    Como posso descobrir minhas reais origens, sou neto de espanhois que migraram para o
    Brasil na primeira década do século XX, vindos da Andaluzia, foram morar no interior
    de São Paulo?

  11. renan silva disse:

    como faço pra fazer um visita

  12. A maioria dos judeus que emigraram ao Brasil são asquenazis, oriundos da Europa Central e Oriental e idioma idish.
    Os sefaradis são judeus da Peninsula Ibérica. Foram expulsos da Espanha e em Portugal, convertidos a força ao catolicismo – originando o Cristão Novo,

    Discriminados, muitos judeus e cristaos novos (tornados ao judaímo) instalaram-se em terras européiias, principalmente as do Mediterraneo..

    O antissemitismo e a II Guerra os levou novamente a buscar terras da América particularmente no Brasil e surpreendidos pela semelhança do ladino e o português. .

    Os judeus do Oriente Médio, falavam o árabe.

    O Shabat, a Torá e as tradições judaicas – Purim, Pessach, Rosh Hashaná, Quipur e outras festas tradicionais identificam o povo judeu no tempo e no espaço.

  13. Simão Amar. disse:

    Na verdade a outra Sinagoga União Israelita, na Odorico Mendes 380 foi fundada pela comunidade Mizrachi de Tzfat, e meu pai foi presidente por muitos anos. Foi ali que tive meus ensinamentos religiosos, que me acompanharam até então.

    1. Marcio disse:

      Olá, estou a um ano morando na Vila Prudente. Soube que o bairro vizinho parque São Lucas é a terceira maior comunidade judaica depois de Higienópolis e bom retiro. Gostaria muito de saber qual seria uma.sinagoga ativa.na.região para ir no Shabat. Está.da.Mooca está desativada? E a do.Cambuci também?

  14. danilo carvalho de oliveira disse:

    Olá, Adorei a História dessa sinagoga.
    Gostaria muito de uma dia fazer fazer uma visita. Eu posso?

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