Imóveis Antigos

Sobrado do Coronel Carlos Teixeira de Carvalho (1884)

Comments (11)
  1. Renata disse:

    Lindo casarão. Espero que o mesmo seja totalmente restaurado em pouco tempo.

  2. Marcelo disse:

    Conheci o casarão, pois estudei eletronica na rua Florêncio de Abreu, 145, na saudosa Escola Aladim de Eletronica, que tbm tinha curso de enfermagem Humaita, no mesmo prédio. Isso foi em 1984, depois disto sei que até 1990 eles ainda estavam trabalhando lá, pois enviei uma carta e eles me responderam(na época ainda e-mail e celular era só um sonho). Fico feliz qdo se fala do Mosteiro de São Bento, Viaduto Santa Efigenia, Rua Florêncio de Abreu, tinha uma lanchonete bem na entrada da rua Florêncio, onde tinha uma vitrina de salgados que a gente parava pra tomar lanche, tinha esfiha fechada, esfiha aberta, kibe, coxinha… Era bom demais, eu era feliz e não sabia, apesar de ter so a grana do ônibus e do lanche.
    Pelo menos sei que um dia se eu voltar lá, vai ter algo daquele tempo preservado, pra poder matar a saudade.

  3. Cristiane Carbone disse:

    Parabéns, conhecia o casarão mas não sua história, fiquei encantada.
    Abs

    Cristiane

  4. Claudio disse:

    Fantástico !

    Um dos imóveis que não consigo passar na frente e não admirar por uns intantes. A rua Florêncio de Abreu tem vários deles.
    Muito boa esta reportagem. Parabéns !

  5. wilson disse:

    Não sei se neste caso é assim. Mas, no século XIX e início di século XX, a data de uma casa era a última coisa a ser fixada na fachada de uma casa como marco do témino de uma construção.
    Pode ser também que a data anterior faça referência ao projeto ou licença de construção. Ou então, refere-se á casa que existia no lugar, comprada pelo senador.
    Abração,

  6. Eri disse:

    O espólio de Dona Marieta Teixeira de Carvalho foi leiloado e continha valiosas peças de prataria, louças, cristais, jóias, mobiliário, etc. além de coleção de leques comemorativos com efígie de Dom Pedro. A casa de leilões se chamava “Páteo Leilões” e se situava na Avenida Angélica.

  7. Tenho um Vintage/antiquario na Vila Leopoldina,Zona Oeste de SP.
    Gostaria de mudar par ao centro de SP.Pode ser num casarão alugado ou galpão ( salão comercial ) alugado.
    Como fazer para encontrar esse genero de imovel ?Achoo centro charmoso e dependente tb da iniciativa privada.
    Aguardo resposta
    gratao
    Léo Victor

  8. Christian disse:

    Pretendo visitar em breve o Mosteiro e descobri a existência desse casarão olhando num mapa. Não poderei deixar de passar em frente. Seria maravilhoso esse prédio restaurado e poder entrar nos espaços internos.

  9. Rogerio disse:

    Eu passei ontem em frente a esse casarão.
    O que me chamou atenção não foi necessariamente ele. Mas o tanto de lixo que havia na frente.
    Após investir alguns segundos ali, tentando entender aquela bagunça e sujeira, pude então perceber essa majestosa construção.
    Pela lateral onde funciona o estacionamento é possível desfrutar da tamanha beleza do imóvel.
    Na entrada do estacionamento existe uma pedra no chão, que possui dois espaços cavados para ajuda no alimentamento das carruagens ou carroças que ali entravam ou saiam.
    Tem a parte triste do imóvel, que possuí na parte de baixo uma senzala de escravos. Que pela data de 1878 deve ter tido ao menos 10 anos ali escravos vivendo em um espaço diminuto (Lei Áurea 1888). Uma época a não ser esquecida, pois não queremos cair em erros estúpidos como esse novamente. O impossível hoje em dia virou moda, até para o que não presta.
    Na parte externa também, existem postes que deveriam sustentar uma estrutura que já não está mais ali. Um tipo de jardim inglês, aqueles que são feitos com estrutura com ferro e vidro. No fundo possuí também uma laje, que está em péssimas condições.
    Com um jeitinho (trocando uma ideia com os funcionários do estacionamento) é possível entrar na parte de baixo onde fica essa senzala (não recomendo para quem tem problemas respiratórios). Existe muito entulho ali em baixo.
    Mas eu recomendo atenção a construção da fundação, toda feita em tijolos e fixados com barro.
    E o ponto principal, o assoalho do piso superior. Obviamente nessa época não se tinham ferramentas elétricas, então é possível ver toda a imperfeição da preparação das travessas que sustentam o piso. Ou das partes que a compõem. Até mesmo o uso de pequena chapas de madeira para nivelar o piso superior, ainda estão lá. Percebe-se o trabalho artesão de quem o fez a mais de 137 anos.
    Tudo ali, a alguns centímetros da nossa vista (Iluminar com o celular os detalhes aparecem mais).
    Eu me pego indo longe ao imaginar quem poderiam ser tais pessoas, e se elas imaginavam que seu trabalho pudesse ser apreciado tanto tempo depois.
    Levando em consideração a cultura do Brasil para o que é velho, isso nem chega a ser um privilégio e sim sorte por ainda estar lá.
    Recomendo a visita para quem gosta, e que se atem aos detalhes. Leve no celular ou no tablet as fotos que esse site tão maravilho disponibilizou acima. Para comparar, pois é o mais perto que temos disponível de recursos para viajar no tempo.
    Inclusive a atenção ao trabalho feito em madeira no assoalho. Vou voltar lá, com mais tempo, pois 5 minutos foram muito pouco devido a pressa já que era durante a semana quando fui.
    Tudo parece ainda estar no lugar, indiferente ao tempo…

    1. Marcelo disse:

      Concordo com você, Rogério, as “grandes” empresas, como Petrobras, são muito duvidosas no que diz em termos de consideração própria sobre possíveis bens culturais. Sinto dizer que o Bradesco, quase sempre, pulveriza os monumentos históricos para fazer suas agências. Tenho a foto duma agência onde não puderam fazer intervenção por se tratar dum sobrado colonial numa das cidades históricas de Minas Gerais (esta foto tenho no livro “The history of the car”).

  10. E a Petrobrás, o que disse ao site?

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