O passado industrial paulistano é repleto de fábricas que mesmo já tendo elas fechado suas portas ou simplesmente mudado de cidade, ainda estão presentes no imaginário paulistano. São empresas que marcaram o cotidiano da cidade com campanhas publicitárias marcantes, produtos inesquecíveis ou apenas porque estas fábricas deram emprego a milhares de paulistanos que foram de nossas famílias ou de amigos.

Em bairros como Pari, Brás, Mooca e Vila Prudente fábricas eram uma presença constante, com suas chaminés fumegantes e o movimento frenético de caminhões e operários. Mas em um bairro que não era tradicionalmente fabril, a Liberdade, existiu uma fábrica que mesmo tendo fechado suas portas há quase 30 anos ainda é lembrada por todos: A Chocolate Sönksen.

A fábrica da rua Vergueiro, 310 em 1959 – Clique para ampliar

A Chocolate Sönksen não nasceu exatamente na rua Vergueiro, onde ficou até encerrar suas atividades. A Sönksen surgiu não muito longe dali, na rua Líbero Badaró como uma pequena loja de doces em 1888, quando o Brasil ainda vivia sobre o regime da monarquia. Fundada pelo Sr. Alfredo Richter ela nem mesmo tinha o nome Sönksen à época. Como uma pequena casa dedicada a industrialização e comércio de produtos da “arte açucareira”,a La Bomboniére (seu primeiro nome)  foi sem dúvida uma das primeiras lojas de doces da então pequena cidade de São Paulo.

Na virada pro século XX, Richter casou-se com a senhora Alwine Sophia Sönksen, mulher de forte visão empreendedora que desde o primeiro momento da união passou a colaborar ativamente com o marido na expansão da pequena empresa em uma grande casa comercial e industrial.

O casal Alfredo Richter & Alwine Sophia Sönksen – Clique para ampliar

Infelizmente, a bela união entre Sr Richter e a Sra Sönksen não durou muitos anos. Em 1904, Alfredo Richter veio a falecer e, sozinha na liderança da companhia, Alwine Sophia Sönksen decidiu vender a empresa ao capitalista (nome que se dava aos empresários à época) João Faulhammer.

João Faulhammer, que adquiriu a empresa em 1904.

Com a empresa sob o comando de Faulhammer, teve início a construção da nova fábrica, que saia da área mais central da cidade para a área que ficaria em definitivo, à rua Vergueiro, 310. À época, o crescimento da empresa demandava um novo local, uma vez que além da loja e sede industrial na região da Sé, já havia uma segunda loja na rua XV de Novembro.

Em fotografia de 1910, a fábrica nova em construção. (clique para ampliar)

Mesmo sob direção de outro proprietário desde 1904, a Sönksen ainda iria voltar às mãos da família de Alwine. No ano de 1912, a empresa que pertencia a Faulhammer foi colocada à venda, e os três irmãos Sönksen puderam comprá-la novamente, formando para isso uma sociedade. Na aquisição, comprava-se a empresa e alugava-se o local onde estava a nova sede, à rua Vergueiro. A empresa passava a chamar-se Christian Sönksen & Cia. O prédio só seria comprado definitivamente em 1922.

Em 1920, um fato curioso. A filha do antigo proprietário João Faulhammer, Anna Sophia, casa-se com Augusto Sönksen.

No ano de 1924 a empresa muda mais uma vez a razão social, desta vez para Sönksen Irmãos & Cia. A empresa, moderna desde sua formação ainda no século XIX, sempre teve a participação ativa de mulheres na administração, agora com Anna Sophia Sönksen e Joana Helena Sönksen, esposas respectivamente de Augusto e Christian Sönksen.

A empresa seguiria seu crescimento vertiginoso, perpetuando sua marca e o sabor inigualável de seus chocolates e balas. Em 1948, tornou-se Sociedade Anônima.

Por dentro da Sönksen:

Mas como era a fábrica de chocolates por dentro ? Como era a produção de chocolates e bala ? E o cotidiano dos funcionários ?

Através de fotografias inéditas, a galeria abaixo mostra ao leitor como era o dia a dia da Sönksen. Uma viagem no tempo, através de 22 fotografias (clique para ampliar)!

Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento

Lojas Sönksen, um costume que vem do século XIX:

Quando iniciou suas atividades ainda no final do século XIX, a empresa começou com uma pequena loja onde vendia os produtos que produzia na Libero Badaró. Com o tempo, a empresa expandiu-se e mudou sua sede para a rua Direita, 43 na Sé. Até que para atender a demanda, abriu sua segunda loja já mencionada acima, na rua XV de novembro.

Garoto diante de produtos da Sönksen (clique para ampliar).

E a medida que o tempo ia se passando, a Sönksen foi abrindo outras lojas da marca por São Paulo e outras cidades que eram verdadeiros pontos de peregrinação para os amantes do bom chocolate. Suas lojas mais concorridas e que estavam sempre abarrotadas de produtos e clientes eram as da rua Augusta 2310 (Jardim América), avenida São João 223, rua 24 Maio, 29 (no Edifício Palácio do Comércio) e a concorrida loja de Santo André na rua Coronel Oliveira Lima, 433.

Esse conceito de sucesso de lojas próprias é seguido à risca até hoje por outros fabricantes de chocolate, como Ofner, Kopenhagen e Cacau Show entre tantos outros.

Na galeria abaixo, veja como eram algumas das lojas da Sönksen (clique para ampliar):

Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento

Chocolates e doces inesquecíveis:

A qualidade dos chocolates e dos demais produtos fabricados pela Sönksen eram inesquecíveis. Até hoje costumamos ver pessoas lembrarem-se dos famosos chocolates produzidos pela marca com um misto de saudade e nostalgia. Desde as barras de chocolate simples, aos famosos bombons finos vendidos em embalagens luxuosas, com imagens de monumentos históricos paulistas ou de belos locais do Brasil, aos famosos bombons Alpino, de sabor único. Confeitos de conhaque, dragés, lingua de gato e os famosos Urso Branco e Urso Marron.

As balas vendidas em latinhas também eram muito saborosas. Até hoje as latinhas são vendidas em antiquários e feiras de antiguidades.

Lembra-se de toda a linha de produtos da Sönksen ? Abaixo, uma série de imagens dos produtos mais conhecidos da fábrica (clique para ampliar):

Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento
Foto: Douglas Nascimento

O fim da linha:

Os anos 1970 foram decisivos para muitas fábricas estabelecidas na cidade de São Paulo. Nesta época muitas empresas começaram a mudar da cidade rumo a outras com incentivos fiscais mais favoráveis. Já outras iniciaram um período de declínio a qual não conseguiriam se recuperar. E a Sönksen foi uma das que entraram em dificuldades.

As razões para a decadência e fim da Sönksen são várias. Há relatos de que herdeiros não tinham interesse em prosseguir no mercado, outros relatos indicam que a compra em plena década de 1970 de um moderno sistema de computadores para a informatização da fábrica teria causados danos irreversíveis na contabilidade da companhia. No final da mesma década, quando a empresa já estava muito mal, alegava-se que o sistema de vendas da empresa pelo país era muito deficitário,  com apenas três vendedores em todo o estado de São Paulo e uma distribuidora no Rio de Janeiro para colocar no mercado uma enorme produção de 25 toneladas de produtos. O mais provável é que a soma de todos estes fatores tenham em conjunto contribuido para o fim da empresa.

Em 1977, no auge da crise,  já não havia um Sönksen no comando. Convencido por um dos diretores da empresa que era seu amigo, o dono de uma das maiores concorrentes da Sönksen, a Casa Falchi,  decidiu assumir o passivo da empresa, cujos bens estavam prestes a ir a leilão.

Os problemas que todos pensavam que poderiam estar acabando, na verdade continuariam. À frente da Falchi, ele não conseguia tocar a empresa que se propunha salvar e optou então por nomear se filho, chamado José Clibas de Oliveira e Silva Filho para assumir a presidência da Sönksen. Como não era do ramo de chocolates, inicialmente Clibas Filho veio como uma espécie de interventor, seguindo sugestões de seu pai. Aos poucos, foi tomando conta do negócio.

José Clibas de Oliveira & Silva Filho

Uma curiosidade: os donos da Doceria Ofner chegaram ser acionistas e membros da diretoria da Sönksen até pouco antes de Clibas Filho assumir.

A vasta linha de produtos da Sönksen foi reduzida. Mesmo assim, permanecia com cerca de 150 produtos e detendo cerca de 30% do mercado brasileiro de chocolates.

No entanto, nem isso foi suficiente para salvar a empresa. Juntas, Falchi & Sönksen, caminharam juntas para o fim. Em setembro de 1983, a primeira fábrica de chocolates de São Paulo de tanta história e tradição requeria sua falência. Segundo seu acionista majoritário (60% das ações), Peter Schone, a má situação financeira da empresa era resultado das altas taxas de juros e da impossibilidade de repassar seus custos, em especial matérias-prima.

Era o fim da linha para a Chocolates Sönsken.

Agradecimentos: Christiano Sonksen

About the author

Jornalista, fotógrafo e pesquisador independente, edita o site São Paulo Antiga e é membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP). Também edita o blog Human Street View, focado em comparações fotográficas entre a atualidade e o passado.

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Comments

  • Renata 24/04/2011 at 22:21

    Bem que as empresas poderiam voltar com essas embalagens antigas de chocolate. Acho tão lindas.

    Reply
  • Paulo Rezzutti 24/04/2011 at 22:27

    Douglas, parabéns pela matéria, me fez voltar ao tempo em que eu era criança. Meu avô materno tinha uma oficina mecânica na rua Maestro Cardim, atrás da Sears, onde hoje está o Shopping Paulista. Os ovos de páscoa que ele comprava para mim e para meus primos sempre eram da Sönksen, da Vergueiro. Lembro até hoje do cartaz, da moça com o bandeja, que dava para ver quando passávamos de carro pela 23 de maio em direção ao centro. Parabéns novamente pela matéria, me fez voltar à infância, lembrei até de um chocolate deles que tinha um urso polar na embalagem azul e branca.

    Reply
    • Prof.Jorge 23/12/2011 at 22:43

      O chocolate que vc fala era o Urso Branco, blend de chocolate meio amargo e chocolate branco, com nuances de canela. Era o melhor chocolate do mundo, uma delícia. Até hoje me lembro, com água na boca.

      Reply
      • Luiz Fernando 29/03/2012 at 13:13

        Prof. Jorge,estava pesquisando no google justamente sobre esse chocolate que fez a minha infância mais feliz,com certeza.Hoje ,no mercado nacional,considero o LAKA o melhor chocolate branco,mas não chega aos pés do URSO BRANCO.Caso você tenha alguma coisa a mais sobre o URSO BRANCO,como imagens ou textos,por favor encaminhe para meu e-mail.Saudações.

        Reply
        • Sonia 04/07/2012 at 21:56

          Nunca mais na minha vida comi um chocolate tão bom quanto o Urso Polar…

          Reply
          • Vicente 24/09/2013 at 17:13

            Nem eu! Era bom demais!!!

        • Humberto Costa 22/10/2012 at 17:39

          Achei a embalagem do urso branco no site http://www.memorychips.com.br/Lembra52.htm

          Reply
      • Rafaella 10/10/2012 at 17:35

        Nossa nem me fale… sou nascida em 1977 e pude comer essas delicias por pouco tempo, mas este pouco já foi muito e até hoje me lembro do gosto do Urso Branco, minha mãe comprava eles pequeninhos em formatinhos divertidos, próprio para crianças. Podiam reabrir ou vender a receita. Eu com certeza seria consumidora. Obrigada por me fazer relembrar dessas delicias.

        Reply
    • Fernanda 11/10/2012 at 14:25

      Urso Branco .. tambem fez parte da minha infância, juntamente com aquelas balas de cevada .. nossa que saudades!!!

      Reply
    • Silvana Paternostro 18/04/2018 at 20:21

      Acabei de comentar com os meus filhos sobre o chocolate Urso Branco, sem dúvida o melhor chocolate que já comi em toda a minha vida!
      E as balinhas de cevada, naquela latinha vermelha? Meu Deus, que delícia!
      Saudades daqueles tempos..
      A Sönksen fez parte, sem dúvida, de toda uma geração.

      Reply
  • Selma Cristina 25/04/2011 at 21:14

    Nossa a matéria está sensacional. Parabéns Douglas. Adorei!!!! Muitas lembranças da empresa, posso falar que comia chocolate o dia interio, era só dar fome rsrsrsr. Muito bom

    Reply
  • amaury 25/04/2011 at 23:14

    olá.
    alguém sabe exatamente o local onde a fábrica ficava na Vergueiro?

    Reply
    • Monika s6onksen 03/05/2011 at 11:45

      Rua Vergueiro, 310 – Bela Vista, São Paulo – SP

      endereço da fábrica de chocolates Sönksen.

      Reply
      • Martina Sönksen 18/11/2011 at 02:45

        Pena que eu não conheci, né? 🙁

        Reply
        • Dea Conti 01/07/2012 at 21:56

          Meninas da Sönksen, porque não trazem de volta aquela maravilha?! Desconfio que o mercado de hoje teria um espaço imenso para o melhor chocolate e doces que já se fez no Brasil!

          Reply
          • Rafaella 10/10/2012 at 17:37

            Concordo.

          • roberio rodrigues 29/07/2013 at 21:54

            o melhor chocolate do mundo não tenho duvidas.

          • Marcia 09/06/2015 at 14:43

            Nossa! Sem duvida alguma! Voltar a fabricar os Chocolates da Sonksen seria divino, sempre falo sobre eles para muitas pessoas. Na minha casa sempre tinham muuitos chocolates Sonksen. Eu nunca comi nenhum chocolate tão delicioso quanto. Nem o Lindt é tão bom!

      • antoniogiampietro 24/11/2016 at 22:32

        entre as Ruas Pedroso e Santana do Paraiso

        Reply
    • Weimor Jesus da Silva 17/08/2011 at 22:09

      eu trabalhei la, hoje é um predio, tenho a maior saudade de daquela epoca meu amigo

      Reply
    • Tidy 25/06/2012 at 15:08

      Ficava perto ou enfrete o pronto socsrro municipal um pouco antes de chegar no viaduto pedroso.faz tanto tempo que não passo por ali que nem sei se existe esse pronto socorro ainda.Só sei que quando eu era criança minha mãe nos levava latinhas de bala de cevada era maravilhosa. dsa saudades.

      Reply
      • Marcia Peixoto Gonçalves 07/10/2014 at 00:56

        Eu ainda tenho uma latinha da bala de cevada, uma das mais gostosas balas que ja provdi. A bala da latinha vermelha.

        Reply
        • Imara Reis 01/04/2015 at 11:52

          Inesquecível

          Reply
    • Augusto Cesar Ramasco Pessoa 31/03/2015 at 16:00

      Se não estou enganado,era aonde está o Centro Cultural SP.
      Lembro das balas de cevada em latinhas e de umas balas coloridas no formato de”sarcófagos”ou homenzinhos,se preferir.

      Reply
      • Douglas Nascimento 01/04/2015 at 10:44

        É um pouco mais para baixo Augusto, o CCSP e a fábrica coexistiram. A Sönksen era onde hoje está um conjunto de edifícios.

        Reply
  • MaGioZal 26/04/2011 at 02:59

    Lembro aqui que no ápice da inflação e da crise no Brasil nos anos 70, 80 e 90, várias empresas faliram por não aguentarem o tranco. Mas por outro lado houveram vária outras que prosperavam justamente por causa da inflação, como lojas de departamentos, lojas de eletrônicos e bancos que vieram à lona nos anos 90, com o Plano Real.

    Reply
  • Milena 26/04/2011 at 11:42

    Olá Douglas!
    Excelente matéria!! Infelizmente eu ainda não era nem nascida quando esses chocolates eram vendidos, mas sou fascinada por histórias assim!
    Sempre que passo por algum galpão abandonado, com aspecto de fábrica, fico imaginando o que era fabricado ali… viajo com minha imaginação.
    Douglas, no galpão onde era a fábrica da Sönksen na Liberdade, o que tem hoje em dia?
    Mais uma vez, parabéns!

    Reply
    • Douglas Nascimento 26/04/2011 at 12:04

      Olá Milena,

      Onde era fábrica da Sönksen hoje é um condomínio de classe média. Essa semana passo por lá e tiro uma foto.

      Reply
      • CHRISTIANO SÖNKSEN 07/05/2011 at 21:35

        Caro Douglas – Achei que ficou muito boa a tua reportagem. Muito obrigado, por que foi particularmente focado ao valor da qualidade dos chocolates, e acho que é isto que as pessoas gostaram de ler . . .
        At Christiano Sönksen

        Reply
        • laert de oliveira pereira 13/09/2013 at 20:22

          O melhor chocolate que já comi. E olha que já corri o mundo. Pena que não mais existe, bem que se poderia reabrir ao menos uma loja conceito, nos moldes antigo, seria sucesso de vendas e financeiro sem dúvidas

          Reply
      • Denise 31/03/2015 at 16:02

        Se não me engano, no final a fábrica pegou fogo. Não sei se antes ou após o fechamento.

        Reply
  • Vânia 27/04/2011 at 17:55

    Fantástica a escolha do tema para mais esta matéria no site! Eu cheguei a consumir, e muito, todos os produtos Sönksen e me lembro muito bem da qualidade superior de suas balas e chocolates. Sem saudosismos, mas era um tempo onde se prioriza a qualidade mesmo em processos industriais.

    Parabéns!

    Reply
  • Luiz Carlos Trindade 28/04/2011 at 18:51

    Cheguei a consumir alguns produtos Sönksen aqui na Bahia. Creio que o nome ainda é muito lembrado e alguém poderia ressuscitar a empresa, agora que a distribuição dos produtos e/ou franquias estão muito mais fáceis de serem geridas. O Nome ainda é forte, apelativo. Quem se interessar, ceio eu, vai obter sucesso.

    Reply
  • Álvaro 29/04/2011 at 18:51

    Parabéns pela excelente matéria. Quando a SONKSEN encerrou atividades eu era adolescente. Na infância lembro perfeitamente do URSO BRANCO e do URSO MARROM.
    Sou do Rio GRande do Sul e recordo do grande sucesso dos produtos da marca por aqui. Pena que acabou.

    Reply
  • Visitante 01/05/2011 at 10:59

    Maravilhoso o relato, vou passar para os amigos!

    Reply
  • Marcos Moraes 02/05/2011 at 17:18

    Douglas,
    Parabéns! Sou colecionador de antiguidades e apaixonado pela historia Sonksen. Tenho diversas latinhas das famosas balinhas (hortelã,tangerina,cereja). Uma delas me levou a um representante comercial em Porto Alegre que me contou que a formula da famosa bala de cevada havia se perdido nessas transições. Sabe me dizer se é verdade?
    Ah fica uma dica aos leitores. Hoje o unico chocolate que pode de alguma forma lembrar de longe é claro o Urso branco da Sonksen é o Opereta da Garoto. abs Marcos

    Reply
    • Dea Conti 01/07/2012 at 22:01

      As balas de cevada eram mais saborosas do mundo!
      Era o que eu achava, na minha infância.
      Consigo sentir o sabor, até hoje.

      Reply
      • Fatima Piovezan 22/12/2012 at 23:04

        Dea Conti
        Também sinto muitas saudades das balas de cevada, nunca mais achei balas tão gostosas como aquelas.

        Reply
        • Altino 04/04/2013 at 01:47

          Faço minhas suas palavras … Ah que saudade daquelas latinhas (a baixinha ovalada e a de formato de latinha mesmo) vermelhas e douradas (acho). Dá pra sentir até o cheiro das balas de cevada de tanta saudade!

          Reply
    • Fernanda 17/10/2012 at 15:22

      Vou tentar esse Opereta, na esperança de voltar a infância mesmo q por alguns segundos na memória, mas creio eu q aquele sabor q o URSO BRANCO tinha ao fundo, a cremosidade ao derreter na boca.. vai ser dificil de encontrar.

      Reply
      • marcia 02/12/2012 at 21:28

        nossa !! achei que era a unica a me lembrar do urso branco quando comia o opereta da garoto !! prove e voce vera como lembra ! concordo com o marcos moraes. A cor eh igualzinha, meio bege …

        Reply
  • Roberto Knoblauch 07/05/2011 at 09:00

    Douglas, parabéns. Uma materia como esta traz saudades… Da vontade de ter o poder de alterar o rumo do destino… Em 1970 eu tinha 15 anos e já havia comido toneladas de chocolates Soenksen. Concordo com as afiramções do Luiz Carlos acima, o nome ainda é muito forte e o “retorno” nos dias de hoje seria viável. O poder aquisitivo se alterou e hoje é possível, a exemplo da Kopenhagen, repassar os custos ao consumidor.
    Parabéns novamente e obrigado.

    Reply
  • Cleuza Di Napoli 10/05/2011 at 00:39

    Douglas, parabéns pela excelente matéria. Ralmente os choclates fabricados pela Soenksen eram maravilhosos. Era de ficar com água na boca. As embalagens eram de muito bom-gosto. Pena que também as coisas boas acabam. O nome ainda é lembrado por muita gente. Acredito que a marca pode voltar, com a mesma qualidade de antes, mas com lojas tipo e qualidade Kopenhagen. Até a Cacau Show que vende um monte porcarias está faturando muito!
    Parabéns novamente!

    Reply
  • Werner August Sönksen 10/05/2011 at 12:34

    Estimado Sr. Douglas Nascimento,

    Parabéns pela matéria sobre a empresa que ja pertenceu a minha família. Com a finalidade de nao serem cometidas injustiças me sinto na obrigaçao de fazer alguns esclarecimentos a este tao bem escrito artigo.

    No parágrafo “O Fim da Linha” o artigo é comletamente omisso da real historia e cronologia dos fatos ocorridos deixando de mencionar de que em 1973 os membros da família Sönksen que na época tambem eram acionistas venderam suas participaçoes ao grupo de empresários que controlava a doceira Ofner e se aposentaram. O único membro da família Sönksen que continuou na nova sociedade como acionista minoritário foi o meu o pai o sr. Broder August Sönksen até o final dos anos 70, quando meu pai tambem deixou definitivamente a empresa e concentrou seus esforços na abertura de uma rede de lojas que vendiam naquele início, exclusivamente produtos Sönksen (modelo de distribuiçao que a antiga empresa nunca devería ter abandonado,este sim foi o maior erro!). Quando a fabrica fechou definitivamente em 1983 meu pai foi obrigado a repensar o seu negócio e começamos uma nova etapa com a fabricaçao propria de diversos produtos produzidos pela antiga empresa para podermos abastecer as lojas existentes com a mesma qualidade dos produtos fabricados pela antiga empresa. Foram relançados produtos como os famosos bonbons ao licor,tabletes Trüffel,ovos de pascoa, papais de noel,etc… Contramos uma série de funcionarios da antiga empresa falidade e começamos uma nova Sönksen do zero. Com a morte do meu pai em 1987 e a falta de interesse dos herdeiros decidimos encerrar este recem criado projeto. Sou ainda hoje o proprietario da marca Sönksen mesmo nao me dedicando ao negocio de chocolates por opçoes profissionais que fiz em minha carreira, mas nunca deixo de escutar e estudar alguma proposta para reiniciar mais um projeto profissional em minha vida.

    Muito obrigado por tua atençao

    Um abraço da Espanha e da Noruega a voce e todos os leitores e suas carinhosas manifestaçoes que estou lendo.

    Werner August Sönksen

    Reply
    • Ana 25/05/2011 at 16:42

      O pão de mel da sönksen era o melhor, uma pena que não continuou com seu projeto

      Reply
      • Antonio Klein Neto 04/10/2012 at 16:48

        Verdade. Chamava-se Beijo Africano. Inesquecível!

        Reply
    • Suzy Prado 28/05/2011 at 18:12

      Sr. Werner August Söksen,

      Nunca me conformei com o desaparecimento da Bala de Cevada, que minha mãe comprava na Kompenhagen do Rio de Janeiro. Até hoje, a minha memória gustativa se ativa, quando olho a caixa de costura de minha tia, pois a latinha está lá, mas cheia de alfinetes !!!

      Será que não existe uma outra empresa que queira produzir a receita da Sönksen?

      Reply
      • Anny 15/01/2013 at 18:14

        Minha mãe tb possui uma latinha com alfinetes das deliciosas balas de cevada. Lembro do sabor delas, que nunca mais achei em bala alguma. E das embalagens, lindas, de chocolate. Se voltasse a vender, com o mesmo sabor e qualidade, decerto seria um sucesso! Torço para que isso ainda possa acontecer!

        Reply
    • João Gilberto 03/06/2011 at 17:33

      Trabalhei nesta empresa na area comercial por algum tempo . Sai da mesma um pouco antes do fechamento em razão de perceber que o fim era inevitavel , mas lamento até hoje pois com toda a certeza era o que tinha de melhor no mercado , mas quando uma situação fica dificil a gente percebe que poucas pessoas conseguem reagir ( ficam com passaros hipnotizados por uma serpente ) e começou a não ter os funcionários preocupados mais com a empresa e sim consigo próprio . Eu ainda acho que não se deveria ter unido as empresas e a postura comercial deveria ter sido mais agressiva no mercado . Tenho CERTEZA que se ainda hoje a SÖNKSEN volta-se ao mercado brasileiro teria o seu lugar de destaque assegurado pois é um GRANDE NOME e teve o melhor chocolate do mercado ( De fazer inveja aos maiores que ainda existem mas ainda não chegaram a ter a qualidade e o prestigio da SÖNKSEN ). Foi mais do que merecida esta reportagem e faço votos que volte em breve a funcionar.

      Reply
      • Marcia Tamaso Carreiro 10/09/2012 at 09:03

        João Gilberto, quem sabe existem pessoas que trabalharam na Sonksen e que conheça as “formulas dos chocolates”? Vocês poderiam abrir uma nova fabrica. Pode ter certeza de que seria um sucesso. Eu morro de saudades do chocolate URSO BRANCO, nunca mais comi nada igual, em lugar nenhum. Sempre que encontro um chocolate daquela cor (bege escuro..) esperimento, na busca daquele sabor, mas nunca achei. O Urso Branco marcou muito minha infancia. Tenho realmente, saudades.

        Reply
    • Ayrton Camargo e Silva 03/06/2011 at 18:36

      Prezado Srs

      Apreciei demais essa materia, pois os chocolates Sönksen integram ainda hoje as lembranças de todos aqueles que foram crianças até as décadas de 60 e 70.
      Como me lembro da imagem austera e digna da governanta com a bandeja a servir …, estampada em tamanho gigante da fachada da fábrica, an rua Vergueiro
      Lembro-me também das vitrines da confeitaria ABC, na Rua Domingos de Morais, que mostrvam osgulhosas as latas vermelhas, grandes, das balas de cevada!Que saudade do gosto daquelas balas, que minha avó me dava de presnete, para ir ao cinema…
      Tragam de volta a Sönksem, e tudo que ela representou para a vida dos paulistas.

      Ayrton

      Reply
    • joão gilberto 05/06/2011 at 09:57

      Sr. Werner

      Espero que analise o valor que tem a marca SÖNKSEN em nosso mercado onde as empresas investem muito dinheiro para solidificar uma marca e a sua apesar dos anos de inatividade total , ainda é muito lembrada e com muito carinho . Perceba que todos falam bem desta empresa . Acho que já é tempo de voltarmos a ter estes produtos no mercado , seja de forma industrial (em larga escala ) ou de forma caseira ( através de lojas próprias e franquias ) . Faça uma pesquisa e veja com o nome SÖNKSEN ainda é forte no mercado , não deixe isto acabar , faça este resgate para o bem dos consumidores que tanto admiram esta marca . Quem quizer mais curiosidades sobre a empresa é só me mandar e-mail , pois trabalhei por um periodo na empresa e conheci muita coisa ( Sai um pouco antes de fechar ) . Meu e-mail é gilberto.energy@ig.com.br

      Reply
    • Rubens Colonezi 08/06/2011 at 16:24

      Senhor Werner

      Como paulistano que sou e pelas boas recordações que
      tenho da Sönken,ficaria muito contente se viesse
      reiniciar as atividades da famosa e prestigiosa marca.

      *Fui funcionário da maior concorrente da Sönksen.

      Reply
    • Pedro Mendonça 05/07/2011 at 22:34

      Prezado Werner
      Na epoca de faculdade, começo dos Anos 80, conheci tua irma, Marlis, e tive admiraçao por ela, as vezes ela tinha um olho de bruxa, as vezes agia como fada, lembro que era uma das meninas profundas com senso de realidade enquanto a maioria dos universitarios sonhava c/o milagre brasileiro. Guardo dela uma imagem de sabedoria e humor sobre durezas, uma pessoa carinhosa e amigavel, atraves dela imagino que a familia tinha espirito no trato c/os funcionarios, alem das boas receitas dos doces … concordo c/o ex-funcionario e os outros q a marca, o estilo Belle Epoque e a qualidade mantem valor 30 anos depois … eu sou consultor de investimentos tecnologicos e caso haja teu interesse proponho uma prospecçao entre pequenas marcas de chocolate sobre a potencial venda de licenças p/a marca Sonksen … e se a Marlis estiver por perto, favor mande um abraço … plm@cwb.palm.com.br

      Reply
    • Elena 30/07/2011 at 22:21

      Caro Werner,

      Voltei no tempo viajando pelo blog do Douglas.
      Me lembro quie eu tinha 14 anos e meu primeiro emprego foi numa empresa francesa, a Cofermat Ind. de Ferros com loja instalada na R.Florencio de Abreu.
      Pois bem. A tarde, quando saia do trabalho,atravessava a cidade a pé para apanhar o transporte de volta para casa e claro, como eu ganhava naquela época, o sálario do menor aprendiz que era a metade de um salário mínimo da época, aguardava ansiosa o recebimento desse salário para passar na loja da 15 de novembro e comprar meu urso branco e minhas balas.
      Estas lembranças datam de muitos anos(1963) mas lembro-me perfeitamente das embalagens, das latinhas, do grande urso branco do tablete de chocolate branco, que diga-se de passagem, jamais conheci outro igual.
      Hoje sou uma garota de 62 anos e que tem a sorte de poder acessar tudo isso através da internet e do trabalho bonito do Douglas.
      Obrigada aos dois, Werner e Douglas.
      abraços
      Elena

      Reply
    • laert pereira 19/10/2011 at 15:27

      Sr.Werner, se houver interesse em vender a marca e as formulas dos chocolates, entre contato.
      dr.laert@lawyer.com

      Reply
    • Eliana Stockler Campos 16/11/2011 at 16:28

      Boa Tarde Douglas
      Eu também tive uma fábrica de chocolates finos ,que herdamos de meu pai.a fábrica tinha 63 anos e tivemos que fechar por inúmeros problemas,mas ainda temos o maquinário e podemos voltar a ativa,gostaria que se possível você passasse meu e-mail para o sr. werner sonksen,pois poderíamos fabricar juntos.temos um projeto de chocolate orgânico e experiência de fazer um chocoalte fino,de extrema qualidade.
      meu fone é 16 34156466 e estamos na cidade de são carlos sp,a 230 km da capital.
      gratíssima
      eliana

      Reply
      • Carlos Pereira 18/05/2012 at 11:09

        Boa ideia, Eliana.

        Sempre tenho dificuldade em encontrar chocolates com pouco açucar.

        Reply
      • oto 30/03/2013 at 23:02

        com o advento do BNDeS,acho que poderíamos formar uma parceria ecolocar novamente no mercado,esse prodto.
        há no país,um movimento “vintage”,que poderia abranger a marca e conseqüentemente,passar á distribuir novamente oroduto.
        requer-se apenas,disposição em utilizar-se a marca.

        Reply
    • Ingrid Juliana Cerveny Passos 09/02/2012 at 10:09

      Prezado Sr. Werner,

      Venho há muitos anos procurando o sabor dos produtos da Sonksen, sem sucesso algum. Não poderiam retomá-los com uma empresa menor?
      São inigualáveis e por mais que tentemos repassar à nova geração, não conseguimos. Por favor!!!

      Reply
    • francisca 03/03/2012 at 22:42

      ola werne fiquei muito contente em ler este comentario
      fui funcionaria da sonken foi meu primeiro emprego aos 17 anos ate hj lembro com saudade, marlis e silvia
      que ficava na rua apeninos 426 nossa que saldade

      Reply
    • Dea Conti 01/07/2012 at 22:08

      Puxa vida, proprietário da marca Sönksen… Mas o que é uma marca sem algo concreto que corresponda à ela?! Mais um pouco e não haverá quem se recorde daquelas delícias… E a marca será, tão somente, um nome qualquer. Não seria uma pena?

      Reply
    • Sergio 02/08/2012 at 00:22

      Werner,
      Ao ler esta reportagem me lembrei de todos os maravilhosos produtos da SONKSEN. Minha familia se reunia de noite – quando eu era criança – para repartir a BARRA DE CHOCOLATE PARA FAMILIA. Foi com a SONKSEN que aprendi a saborear um chocolate amargo. E jamais me esquecí das balinhas azedinhas vendidas em lata.
      Até hoje lamento o fechamento da SONKSEN, mas fico feliz em saber que o know-how dos produtos estejam em suas mãos e não se perderam no tempo. Espero que algum dia um empresário qualquer desperte para esta oportunidade de negócio e o ajude a reabrir a SONKSEN.
      Douglas, é uma excelente reportagem ! Vou repassar para meus familiares.
      Abraços a todos

      Reply
    • Nadia 01/03/2013 at 22:02

      Com saudades me lembro do sabor do chocolate Sonksen, nunca provei qualquer chocolate que lembrasse o chocolate ao leite e o Gianduia. Eu trabalhava na Praça Ramos de Azevêdo e semanalmente passava por uma das lojas que ficava nessa redondeza. A fórmula do chocolate também foi vendida ? Caso positivo para quem ?

      Reply
    • Mel Carvalho 23/03/2013 at 13:22

      Dr. Werner
      boa tarde
      coloque o seu projeto adiante,pois a qualidade nunca morre, é eterna. traga nos de volta a alegria de saborear o verdadeiro chocolate brasileiro com sabor europeu. mesmo que for uma loja pequena porem com qualidade,grande na emoção enorme na lembrança daqueles que tiveram a oportunidade de saborear um Sonksen. Conte conosco

      Reply
      • Fernanda 23/03/2013 at 17:07

        Eu adoraria poder saborear um Urso Branco novamente e poder apresenta-lo pros meus filhos.

        Reply
    • oto 30/03/2013 at 23:00

      com o advento do BNDeS,acho que poderíamos formar uma parceria ecolocar novamente no mercado,esse prodto.
      há no país,um movimento “vintage”,que poderia abranger a marca e conseqüentemente,passar á distribuir novamente oroduto.
      requer-se apenas,disposição em utilizar-se a marca.

      Reply
    • Paulo Aiello 08/04/2013 at 14:58

      Caro Werner,você por acaso trabalhava no centro de São Paulo na área financeira na época de 1.984 a 1.990 ?

      Reply
    • Solange 25/06/2013 at 17:38

      Então você ainda tem as receitas dos chocolates? E da bala de cevada? =D

      Abraços!

      Reply
    • Bruna Lima Ritter Soncksen 16/07/2013 at 10:50

      Olá Werner,

      Muito prazer, eu sou neta do Germano, filho do Johannes, primo do teu pai.
      Muito bacana saber um pouco mais da história da família e minhas origens.
      Como não poderia ser diferente, sou chocolatra! rs. Amo chocolate.
      E estou muito emotiva com todo esse contexto familiar.

      Muito obrigada por todas as informações e espero um dia encontrá-lo pessoalmente.

      Um forte abraço,

      Bruna

      Reply
    • Herbert Mercer 28/08/2013 at 13:34

      Se, além da marca, o senhor tiver a receita da inigualável bala de cevada Sönksen, terá um ativo altamente vendável em mãos. Hoje o negócio de balas finas virou coisa séria e próspera, com linhas gourmet vendidas a preço muito compensador. Vender e poder por a marca na legítima bala de cevada Sönksen pode ser um diferencial atraente para um doceiro dessa nova geração gourmet e uma alegria para os muitos órfãos da bala de cevada, como eu. Herbert

      Reply
    • Justiniano lameiras Macedo 08/03/2014 at 22:35

      Parabéns sr. Wener pelo complemento dessa linda história, trabalhei no unibanco e conheci o sr. seu Pai que era cliente da agência e fui cliente da loja da rua humaita, essa é a história que eu conheço

      Reply
    • CARLOS ALBERTO TORTOZA 11/09/2014 at 17:22

      Sr. Werner,

      Sou CARLOS ALBERTO TORTOZA, e fiuei muito feliz ao tomar conhecimento da reportagem sobre a Sonksen Chocolates.
      Por circunstancias da vida eu trabalhei na Sonksen no ano de 1977, como Chefe de Pessoal.
      O seu pai que eu lamento ter falecido, era muito querido por todos e se dava muito bem comigo. Ele era um gentleman e fazia o trabalho ser muito agradavel, como se estivesemos em familia. “Seu” Agustinho, como era conhecido carinhosamente sempre apoiou todas as iniciativas.e sempre respeitou todos os niveis de funcionarios.
      O cheiro de chocolate ainda esta’ na minha mente e alem de funcionario eu com certeza era um dos maiores consumidores dos produtos Sonkesen, Quase que diariamente comprava 1 kg de chocolate para levar para casa para os meus 4 filhos filhos da epoca. Todos eles lembram da marca de chocolates que mais comeram. Uma caixinha de chocolate branco em cubos era o meu preferido e realmente nunca mais comi algo parecido, simples mas saboroso. E os Truffel que o Gerente de Producao sempre me chamava para degustar os exemplos que ele tinha fartamente sobre a mesa e eu dava a opiniao sobre qual tipo era o mais delicioso.
      Bons tempos, boas lembrancas, bons amigos. Boa familia.
      Minha filha encontrou a reportagem na internet e me enviou imediatamente, ao que repassei para outras pessoas que la’ tambem trabalharam, como meu sobriinho que teve seu primeiro emprego como mensageiro do setor de financas.
      Infelizmente todos os fatos que sucederam apos minha saida, depois de um curto periodo de trabalho que muito me orgulha.
      A loja de Santo Andre’ foi a que mais frequentei, por morar por aqueles lados, apesar de ter nascido na Capital.
      E’ a minha historia, e’ a historia dos Sonksen’s e e’ a historia de Sao Paulo!!!
      Tenho muita honra em deixar este registro e gostaria que todos ainda estivem vivos para poder saber que levamos memorias dos nossos momentos.
      Atenciosamente
      CARLOS ALBERTO TORTOZA
      California/USA
      mr_tortoza@hotmail.com

      Reply
    • hansoo 03/04/2015 at 22:33

      Boa noite. O sobrenome Sonksen é sueco? Grato, Hansoo

      Reply
      • Marlon Motta de Freitas 18/05/2015 at 09:06

        Um grande amigo meu é co-herdeiro da Sonksen e a origem é Alemã ! Pode ser que tenham antepassados com raízes Sueca, porém meu amigo é de raíz Alemã. Meu amigo-fonte é neto de Anna Sophia. A infância dele foi dentro da fábrica na rua Vergueiro, porém isso é um relato muito pessoal e eu não tenho nenhum direito de expor uma parte da infância, boas Lembranças, família e relatos pessoais de uma pessoa que não sou eu. Fico maravilhado com as histórias que ele me conta com muita alegria e brilho nos olhos …. Tenho hoje 26 anos e lamento muito não ter lembranças do sabor dessas delícias mas meus pais dizem o valor essa marca teve em suas vidas e é lindo ver o amor que os consumidores sentem pelos chocolates, balas, marca e todos os produtos Sonksen !

        Reply
    • Udo Bornholdt 24/08/2015 at 18:01

      Olá Werner, aqui é o Udo Bornholdt, filho do Rolf e da irene C.Bornholdt, que era filha do Comendador Augusto Sönksen, meu avô.
      Fico muito emocionado de rever e relembrar uma parte muito importante da minha vida, ao ver esta história linda da Sönksen.
      Desde sempre , a fábrica fazia parte da minha vida pois meu Pai já trabalhava lá, como diretor Presidente, juntamente com seu pai Broder August, (Augustinho), como nós o conheciamos, e com Andreas Sönksen e Hans Sönksen.
      Ah! vc deve lembrar mais dos meus irmãos, Ingo, Andreas e Hermann, pois eu sou o caçula.
      O chocolate da Sönksen tinha realmente uma qualidade extraordinária e com seu sabor inigualável, adoçou milhares de famílias.
      Parabéns ao Douglas por esta matéria, que me trouxe tantas lembranças boas.
      Grande abraço Werner.
      Deus abençoe!
      grato
      Udo Bornholdt

      Reply
      • Marlon 24/08/2015 at 21:04

        Isso está me cheirando um lindo e emocionante reencontro kkkkk

        Reply
    • maria estela 25/10/2015 at 20:50

      Maravilhoso o Filhós! Como eu gostaria que esse chocolate voltasse………..

      Reply
  • eduardo 14/05/2011 at 05:13

    A minha mãe trabalhava em feira livre e lembro que sempre trazia uma caixinha com chocolate em pó da Sonksen.Deveria ter em torno de 300 a 400 g de peso.Era embrulhado com celofane.Não estou vendo nos anuncios mostrados.É uma pena.

    Reply
  • rosali sartorato 19/05/2011 at 22:17

    hummmmm…. ainda sinto o gosto daquele gostoso chocolate trufado que só a Sonksen pode fazer.
    Voltem ao mercado que com certeza superarão os concorrentes de hoje.

    Reply
  • Elza Maciel Massaini 25/05/2011 at 00:44

    Gente…que saudade do sabor do “Urso Branco”…meu saudosos papai trazia pra mim….sempre…e eu amava esse chocolate…porque coisas tão maravilhosas se acabam? Ficam só na lembrança e nos nossos corações!!!
    Quem sabe ele volta, um dia….

    Um abraço!

    Reply
  • J.R.Pereira 25/05/2011 at 01:48

    Existe uma coisa que toda marca sonha em ter e que a Sönksen conseguiu: agregar-se à memória afetiva do paulistano e, claro, do brasileiro.
    O que não acontece é que o dono da marca Sönksen me parece não ter vontade de pelo menos manter o nome vivo.
    Era questão de licenciar o uso da marca para, digamos, uma Cacau Brasil e ir trabalhando com calma, aos poucos.
    Andorinha sozinha não faz verão e, portanto, seria o caso de repensar certas coisas.
    Aproveite e se ligue: não existe chocolate trufado ou com trufas. A trufa é um cogumelo caríssimo e raro, impossível de se ter no chocolate.
    Mas a indústria brasileira puxou esse estratagema para vender um chocolate diferenciado, mais doce e com mais “molinho”, mistura do chocolate comum com o meio amargo, como se tivesse trufa.
    Não tem. Nunca tiveram, nunca terão.
    É trambique.
    É por isso que a Sönksen faz falta porque seus produtos eram honestos.

    Reply
  • Daniel 27/05/2011 at 08:24

    Esse chocolate era MUITO BOM! Era mais caro do que as marcas mainstream aqui no RS, mas valia a pena. Ótimo resgate, o site está muito legal.

    Reply
  • Rita de Cássia Braga 30/05/2011 at 16:26

    Ganhei minha tarde ao encontrar estes comentários.
    Ontem completei 46 anos e minhas melhores memórias sempre trazem a latinha da Sonksen!
    Acho mesmo que é um pouco do destino: trabalho a exatas duas quadras do loca onde a fábrica foi instalada. Passo em frente todos os dias e não há como não lembrar!!
    Nada conseguiu substituir até hoje a felicidade de abrir aquelas latinhas.
    Tenho um filhote de 17 anos e fico triste de nunca poder presenteá-lo com um carinho da Sonksen.
    Decerto as memórias dele seriam muito mais ricas daqui a alguns anos.
    Parabéns, Douglas. Resgatou um período lindo da minha vida.
    Abraços a todos!

    Reply
  • Valéria 31/05/2011 at 13:43

    Quero aproveitar esta oportunidade e deixar o meu breve comentário, lendo todos os comentários acima, devo me desculpar antecipadamente ao comentário do Marcos Moreira, mas, ao dizer sobre a comparação do Urso Branco com o chocolate Opereta, entendo que você faz a comparação incluindo uma longa distância entre os dois, mas o chocolate Sonksen urso branco, sem contar o restante dos produtos fabricados, era exclusivamente iniguálavel, um sabor extremamente gratificante e prazeroso, nada se compara ao meu ver, nem mesmo de longe, também já cheguei a pensar da mesma forma que você, mas acredito que só pode ter sido o enorme desejo de voltar o tempo e apreciar, o que todas as pessoas que provaram, e tiveram o privilégio de experimentar e degustar enquanto podiam, essas iguarias deliciosas, que creio eu, jamais conseguirão copiar as receitas maravilhosas, que essa fábrica tão dedicada nos proporcionou. Sempre disse aos meus filhos sobre os tabletes deliciosos. Eu sinto muito por não poder proporcionar a eles, ao menos por uma vez, os momentos de intenso prazer que eu pude aproveitar.
    A você Douglas, o meu muito obrigada, por esse resgate, voltei a minha infância, e mesmo com toda essa tecnologia existente nos dias de hoje, nada supera muitos momentos dos quais vivemos nas décadas de 70 e 80.
    Abraço a todos.

    Reply
  • eduardo 31/05/2011 at 17:38

    Só uma pequena ressalva. A foto da construção da fabrica da Rua Vergueiro diz que a foto é de 1910, o que acho que não é correto, pois naquela epoca ainda não fazia predios em concreto armado.Estou certo?

    Reply
  • Joice K. 01/06/2011 at 17:14

    Nos idos de 1974, mais ou menos, ainda pequena, lembro que meu pai, no interior de SC, ganhou uma cesta de Natal, maravilhosa, com inúmeros produtos, dentre os quais, dois sacos contendo bombons de uma marca desconhecida para nós, mas com um sabor que até hoje guardo na memória. Família pobre, tendo acesso pela primeira vez a doces tão finos, era irremediável que o nome de tão maravilhosos doces permanecesse em minha mente. Os papéis desses bombons, depois de degustá-los, ficavam girando nas minhas mãos, e por uma dessas memórias, resolvi procurar no Mr. Google se ainda existia alguma referência a essa maravilha da minha infância…E ele não iria me decepcionar. Eis aí uma matéria completa, com uma história tão saborosa como eram aqueles bombons. Fotos lindas, texto bem escrito, e uma vontade inatingível de saborear bombons Sonksen…Ah, quem dera!

    Reply
  • Flavio Sartori 03/06/2011 at 12:18

    Me lembro quando a fabrica pegou fogo, estudava no Colégio Santo Agostinho, bem próximo e da sala de aula dava para ver as chamas, a fumaça e os sons das sirenes das ambulâncias e dos bombeiros.

    Reply
  • Daniel J. Orsi 05/06/2011 at 12:10

    Olá a todos que fizeram os ótimos comentários a marca SÖNKSEN, de chocolates, ao ler todos os comentários (coisa rara para mim, haja vista a qualidade dos mesmos), pude notar que essa marca bem como outras de outros segmentos sucumbiram em razão da descontinuidade de seus herdeiros em prosseguirem com os negócios da família, dentre outras razões quer sejam mercadológicas e/ou financeiras, mas lendo a matéria e seus comentários, fiquei triste por não ter degustado tal iguaria quando jovem, espero que os herdeiros pelo menos tenham guardado as receitas desses chocolates

    Reply
  • Claudine Martinez 05/06/2011 at 20:50

    Trabalhei na transportadora que entregava chocolates no Rio de Janeiro, lembro que o chocolate era uma delicia, deveriam voltar

    Abraços Ney do Guaruja

    Reply
  • Rubens Colonezi 08/06/2011 at 16:41

    Senhor Werner August,

    Como paulistano e pelas boas recordações que tenho da
    SÖNKSEN ficaria muito contente se viesse dar andamento ao seu projeto e concretiza-lo.
    Atente,embora a fábrica tenha encerrado,a marca SÖNKSEN,continua e tem grande prestigio.
    Acredito ser uma honra para V.sa.

    *Fui funcionário da maior concorrente da marca.
    Nem por isso deixava de consumir os seus produtos.

    Reply
  • Aracy Balbani 15/06/2011 at 20:07

    Que lembrança maravilhosa, Douglas! O Urso Marrom era uma delícia. Pena que acabaram os chocolates e as latinhas de balas Sönksen.

    Reply
  • Fausto Neves 16/06/2011 at 10:45

    Olá!
    Cheguei aqui pela revista Carta Capital.
    Você vai além da São Paulo “Antiga”. Você trata
    de uma São Paulo torturada e mutilada.

    Sempre me martela a alma letra de Caetano “a força da grana que ergue e destrói coisas belas”.
    Para um “bahiano” deslumbrado com o “sudeste maravilha” e que morou em apartamento na Rua Sâo Luiz, Caetano viu a “grana” erguer coisas belas.

    De minha parte, estando a família em Higienópolis há mais de cem anos, só vi a “grana” e a gana que destrói as coisas belas.

    Veja o que você pode fazer para resgatar a Fábrica de Biscoitos Aymoré (saudades do biscoito Serenata!!)que, ao lado da Sönksen, se esgueram como coisas belas, como foram destruídas pela decantada “grana”.

    Reply
  • toty maya 19/06/2011 at 13:25

    Bala de cevada e dragé fazem parte da minha memória,inesquecíveis.Nunca mais saboriei um chocolate com o sabor e textura como os da Sonksen.Passar pela Vergueiro e sentir o odor do chocolate no ar era um momento de raro prazer.Lembro qdo pegou fogo.

    Reply
  • Luiz Carlos Medeiros 23/06/2011 at 11:58

    Douglas Nascimento!
    Parabenizo pela matéria.O conteúdo da Reportagem fará
    parte do meu “Acervo Técnico”, à respeito de Fabricantes de Chocolates e Afins no Brasil. Possuo
    ainda embalagens dos Tabletes de Chocolate ao Leite
    e Chocolate Branco da “Sönksen”, “URSO MARROM” e
    “URSO BRANCO”.Ótimos chocolates!
    Lamentavelmente os mais jovens, não tem parâmetros
    para poder comparar os chocolates fabricados atualmente com os produzidos nas décadas de “70” e
    “80”. Raríssimos são os fabricantes que elaboram o
    “verdadeiro chocolate com 100% de manteiga de cacau”.
    A grande maioria utiliza “GORDURAS ALTERNATIVAS”(CBE
    – cocoa butter equivalents = equivalentes à manteiga
    de cacau), de “CUSTO MENOR”, as quais possuem propriedades físicas e químicas idênticas a manteiga
    de cacau, porém não possuem a “SABORIZAÇÃO DA MANTEIGA
    DE CACAU”. Classifico estes “PSEUDO CHOCOLATES”, como
    “VEGELATES ou CHOCOLATES GENÉRICOS”.
    OBS.: Não confundir com “SUCEDÂNEOS / IMITAÇÕES DE
    CHOCOLATES”, de “péssima qualidade; que utilizam
    “GORDURAS HIDROGENADAS”(Gorduras Trans), em substituição a “manteiga de cacau” para produzir
    em grande profusão “alfajores, pão de mel, barras
    de cereais, drágeas, candy bar, coberturas e recheios
    de bolos, tortas, panetones, etc.” Estes produtos eu
    classifico como “CHOCOREX”(idem Denorex) que “PARECE
    CHOCOLATE, MAS NÃO É CHOCOLATE”.
    Os conceitos acima emitidos são de um “Técnico em
    Chocolates e Afins”, que atua neste segmento há mais
    de “40 anos”, que trabalhou na “Neugebauer” contemporânea da “Sönksen”. Vendo a reportagem resgatei imagens dos equipamentos e processos que
    utilizavamos também na empresa.

    Abraços e mais uma vez “parabéns”

    Luiz Carlos Medeiros

    Reply
    • Claudia 09/04/2012 at 23:16

      Luiz Carlos, este foi o melhor comentario que ja li ate hoje! Vou adotar as nomenclaturas que voce usa. Se as empresas fossem obrigadas a usar estes termos nas embalagens as pessoas seriam menos enganadas. Infelizmente nunca comi um chocolate Sonksen. Pela quantidade de elogios com certeza eram de muita qualidade. Mas a memoria fica cada vez mais distante porque hoje em dia infelizmente tambem é praticamente impossível achar algo parecido nos supermercados – agora só existe chocorex! Até os anos 80, os chocolates Nestle eram chocolates mesmo. Hoje, nao mais. A legislacao argentina/uruguaia nao permite chamar de chocolate – se repararem na lateral da embalagem vem escrito algo como “dulce sabor chocolate” – ou seja, nao é chocolate!!

      Reply
      • Claudia 09/04/2012 at 23:28

        A propósito, se puder indicar quais são esses raríssimos fabricantes que elaboram o
        “verdadeiro chocolate com 100% de manteiga de cacau” eu agradeceria. Cansei (ou melhor, parei!) de comer cera sabor chocolate.

        Reply
    • Claudia Faz 10/06/2015 at 17:33

      Esta matéria da Folha de São Paulo explica um pouco da diferença no processo de produção de chocolate (Kopenhagen vs. Cacau Brasil) e pode interessar aos que passam por aqui… http://temas.folha.uol.com.br/desigualdade-no-brasil/marketing/empresas-criam-marcas-para-classe-c-e-preservam-grifes-de-elite.shtml

      Reply
  • Marcos Moraes 27/06/2011 at 23:59

    Caros,como relatei acima, sou colecionador de brinquedos antigos e adoro a marca Sonksen.Gostaria de compartilhar um momento especial… Há mais ou menos uns 30 dias em uma coincidência inexplicavel estava expondo em um bazar na Vila Madalena e me deparei com uma visita da vizinha ao lado… Sylvia Sonksen, irmã de Werner August. Que momento!! Convesamos sobre história da marca, mostrei o blog e entre outros assuntos ela acabou levando o IO IO comemorativo de 75 anos da marca. Uma reliquia!
    Mostrei a ela o quanto ainda hoje reverenciamos e nos deliciamos com as historias e lembranças das famosas balas e chocolates Sonksen.
    Sylvia, alem de ser muito simpatica e um “doce” de pessoa, se mostrou surpresa com tantos apaixonados pela marca da familia. Seu marido comentou e me perguntou se ajudaria no livro da marca.

    Quem sabe… Tenho esperanças.

    Reply
    • Sylvia Sonksen Milko 12/04/2012 at 23:25

      Marcos, parabéns pela sua coleção, o ioio comemorativo fez sucesso em casa. Eu gostei muito da nossa conversa e da maneira ludica e sensivel que você consegue resgatar a história de empresas e famílias.

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  • Sueli Ramos 17/07/2011 at 15:08

    Nossa que saudades que me deu agora! Lembrei quando eu morava em São Paulo (Casa Verde) e sempre ia com minha mãe na Vergueiro comprar as balas de alcaçuz da Sonksen. Hj moro aqui em SJCampos e me lembrei desta época. Fui procurar no google alguma matéria sobre a Sonksen e descobri este maravilhoso documentário. Parabéns. Vc realmente me fez voltar ao passado. Foi muito bom. Abraços.

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  • Helio Roberto Ricci Jorge 04/08/2011 at 16:36

    Tenho 63 anos, sou advogado e li por completo este artigo. Concordo com o amigo que descreveu:” minha memória gustativa procura a todo o custo a fórmula da bala de cevada. Tenho todas as embalagens no meu escritório e seria até capaz de ir até Sumpaulo à procura dessa fórmula mágica. Quem tiver que divulgue. Saudosamente, um abraço a todos. Inté.
    Ponta Grossa/Pr

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  • Eliane 11/08/2011 at 11:51

    Ontem mesmo estavamos comentando aqui entre os colegas, como era raro na época (anos 70) conseguir comprar um chocolate, uma maça, yogurt. Lembro que meu pai quando recebia o pagamento, ia fazer as compras do mes, trazia uma barra de chocolate, e lembro do desenho do Urso, da alegria do sabor, coisas que ficam na memoria. Muito bom lembrar! Esse chocolate andou por Ponta Grossa-PR a mais de 30 anos . Simplesmente adorei saber de tudo isso, parabens mesmo pelo post!!!!

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  • Weimor Jesus da Silva 17/08/2011 at 22:05

    Meu nome é Weimor e fui funcionario da frabrica de chocolate, gostaria de saber se a ainda algum lugar que possa ir para ver os registro pois perdi minha carteira de trabalho e nela esta o tempo em que trabalhei neste incrivel fabrica de chocolate.

    Parabens pela materia.

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  • Romeu 18/08/2011 at 14:50

    Em 1973 eu trabalhava na Av. Liberdade – num prédio em frente à futura estação São Joaquim – havía um buraco na avenida para a construção do Metrô. Eu estudava no Anglo da Tamandaré e ía a pé. Passava em frente à fábrica e às vezes comprava um tablete de “Chocolate Fino para Cavalheiros” – que era um meio amargo muito bom. Saúde à família Sonksen.

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  • Marcelo Richter 30/08/2011 at 10:07

    Como o mundo dá voltas.
    Hoje meu primo que é Richter está casado com uma Sönksen, é muito interessante. Que saudades do Urso Branco.

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    • Christiano Sönksen 16/10/2012 at 23:59

      Richter, é? – Como a história se repete, hem?

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  • MEGGY 31/08/2011 at 03:56

    Tempos bons…

    saudades do chocolate que meus avós compravam na páscoa ali, saudades de poder andar sem medo pelo centro de SP, onde iamos passear ali..

    Douglas, obrigado por reavivar lembranças tão esquecidas no baú de nossas memórias.

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  • Nani Catta Preta 05/09/2011 at 08:10

    Aos 4, 5 anos de idade, uma das melhores lembranças, é de minha mãe voltando da “cidade”, com um pacotinho de papel branco com preciosos 5 cholates em forma de lua e de sol. O orçamento sempre apertadíssimo, só permitia um para cada um.Comprados na loja da XV de Novembro. Inesquecível também,a visão da primeira vitrine decorada com um avião que tinha luzinhas dentro! Hoje cenógrafa e artista plástica, tento resgatar todas as imagens que me permitam num futuro recriar essa loja em maquete e desenhos. Quanto a recriação desses sabores, já não tenho certeza. Será que algum chocolate hoje, pode se comparar ao gosto de luas e sóis, embrulhados num simples papel branco?
    Parabéns pelo post, Douglas, e muito obrigada. Nani.

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  • ADELAIDE MARIO DOMINGUES 27/09/2011 at 15:15

    Parabéns Douglas ,essa matéria me faz lembrar da época que trabalhei,entrei com 19 anos na fabrica (1957 a 1973) ,sendo 16 anos na expedição e na maquina de embalagem de drops ,tenho muita saudades dos amigos de trabalho e do sr Andreas e sr. August ( excelentes patrôes ). Adelaide Domingues

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  • Lucia Helena G. Agnoletto 13/10/2011 at 23:58

    Sou a menor das tres filhas de Sylvio Agnoletto F

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  • Geraldo Soares 14/10/2011 at 21:08

    Eu tambem adorava o Urso Marrom e o Urso Banco. Parabens pela materia super informativa e interessante!
    Geraldo Soares, New York

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  • Pedro Pacheco 17/10/2011 at 07:54

    Parabéns, matéria bastante cativante, nos recordou muitas lembranças do passado, além dos fatos narrados. E quem sabe algum Sönksen, das gerações atuais, não cria coragem, monta nova fábrica e nos traz as antigas delícias e receitas de chocolate da família, novamente? Abraços a todos! Pedro Pacheco, São Paulo.

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  • Frank Guenther Grandberg 20/10/2011 at 11:11

    Produtos e receitas com as dos chocolates Sonksen, deveriam ser proibidas de sumir do mapa !
    Quem viveu é feliz pela lembrança, nossos filhos e netos atualmente não fazem a menor idéia do maravilhoso sabor que tinham estes produtos.
    Por isso que Jesus também não ficou aqui conosco !

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  • Marcelo Lima Iodice 22/10/2011 at 04:30

    É MADRUGADA E AO LER ESTA REPORTAGEM, LÁGRIMAS ESCORRERAM EM MEU ROSTO, NÃO SEI SE DE SAUDADE OU DE TRISTEZA POR SABER QUE EU NUNCA MAIS VOU TER O PRAZER E AS SENSAÇÕES QUE O PÃO-DE-MEL DA SÖNKSEN ME PROPORCIONARAM NA MINHA INFÂNCIA. APENAS QUEM JÁ EXPERIMENTOU, É QUE SABE DO QUE EU ESTOU FALANDO.PEDIRIA ENCARECIDAMENTE, PARA SEU WERNER AUGUST, RECONSIDERAR AS POSSIBILIDADES, DE REABRIR A EMPRESA,NEM QUE FOSSE COMO SÓCIO MINORITÁRIO,MAS QUE ESTIVESSE NA MÃO DE PESSOAS ARROJADAS E QUE PUDESSE TRAZER-NOS ESTAS DOCES LEMBRANÇAS DE VOLTA! ABRAÇOS-MARCELO IODICE- CURITIBA

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  • Sandra Dugaich 22/10/2011 at 18:13

    Sempre apreciei um bom chocolate…no caso, a Sonksen, no Brasil. Hoje as marcas existentes nos fazem mal,ao contrário de nos deliciar. Do nada, me lembrei do bombom crocante, que em poucos minutos devorava metade da caixa…e resolvi pesquisar sobre a marca. Bastante surpresa, percebi que como eu, muitas pessoas sentem ainda a falta do sabor tão peculiar do chocolate e da bala. E acabei emocionada, saudosista sim, querendo degustar uma bala Azedinha, um bombom de geléia, um naco de Urso Marron, um bombom de passas…e uma caixa inteira do crocante.
    Sera

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  • Sara Regina Hepner Levy Rosemberg 22/10/2011 at 21:29

    SAUDADES do gostinho do Urso Branco…………

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  • Antonio Giampietro 25/10/2011 at 03:27

    Prezado Douglas :

    A matéria está boa, mas não é perfeita. A foto não pode ser de 1910. O prédio da Sonksen em 1950 com todas as suas dependências era bem recuado da calçada e tinha defronte um pátio cimentado.Ao lado dessas casas da foto existiam algumas outras casas todas iguais que terminavam na Travessa Carneiro. Em uma dessas casas cresceram os gémeos Névio e o economista Mario Beni. Mais adiante estava a rua Pedroso e alguns metros além o antigo Centro do Professorado Paulista. Na outra direção existiam casas quase que totalmente iguais que seguiam em direção a Travessa Callado e Rua Santana do Paraiso. A rua Santana do Paraiso tinha alguns sobradinhos de ambos o lados.. Na época a rua terminava em um brejo. Em um desses sobradinhos morava o General Dilermano de Assis, o mesmo que matou Euclides da Cunha ( Os Sertões), em legítima defesa. Na realidade, a fábrica e as casas ficavam na Vergueirinho. Defronte de todas as casas e a fábrica existiam arcos de pedras não vazados.Existiam duas escadas que ligavam a Vergueirinho a Vergueiro. Os bondes abertos, os Camarões e os Gildas ( fechados) transitavam nos dois sentidos da Vergueiro. Uma das escadas era defronte a fábrica e a outra na Santana do Paraiso. Alguns passos adiante após a rua Santana do Paraiso, no nivel superior estava o Cine Paulistano. Ao lado um edifico de apartamentos onde morou a cantora Leny Everson. Mais adiante do outro lado da rua, no topo de um outeiro havia o Colégio Sto. Agostinho. Abraços

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    • amaury 29/10/2011 at 17:32

      olá. fantásticas essas informações. você sabe onde existe algum mapa antigo que mostre esse cenário na internet?

      Reply
      • A.Giampietro 30/10/2011 at 13:00

        Oi Amaury,

        Infelizmente temos que fazer uso da nossa mente fotográfica. Vamos aguardar para ver se surge alguem com fotos tiradas nos caixotes da época para darmos mais vida aquelas paisagens. Abraços

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    • Dea Conti 01/07/2012 at 22:26

      Antonio Giampetro, que memória maravilhosa! Parabéns! Deve ser muito bom conversar com você, sobre o passado. 🙂

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  • Antonio Giampietro 27/10/2011 at 18:24

    Prezado Douglas;

    A Sonksen faz parte das nossas melhores memórias. O aroma adocicado e agradável lançado nos ares pela chaminé era incomparável. Encostados à grade verde e descascada, sobre os arcos, nós enxergávamos claramente o pátio cimentado fronteiriço da fábrica. Algumas vezes os caramelos eram colocados em tabuleiros a secar ao sol. À esquerda da fábrica, olhando-a de cima, existia a casa da Dona Olga e uma casa vizinha de um rico comerciante do interior. Ao lado da segunda casa havia uma entrada de vila. Uma passagem estreita e cimentada levava os moradores da vila as suas residências bem afastadas da rua. Era simples galgar os três muros que tínhamos pela frente. Difícil era o caminho inverso, tendo as mãos e bolsos cheios dos caramelos e bombons deliciosos. Pior ainda, com alguém da fábrica gritando palavrões em nosso encalço. As balas se tornavam mais deliciosas ainda. Por onde andarão os irmãos Roberto e Ronaldo Costa. Os irmãos Paulo e Pita. Os irmãos Paulinho e Juca. O ciumento João Esteves, a Cleide, A Deisy, o Toninho, o Geraldo, o Marcos, o Ronaldo Sêrgio C.Guerra, a Eliane, o Bento, o Rubens. Abraços.

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    • Dea Conti 01/07/2012 at 22:28

      Kkkkkkkkkkkkkkkkkk… Que narrativa! Nada como uma boa meninice, repleta de peraltices!

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  • nelson graubart 28/10/2011 at 09:17

    não esqueço do gosto do pão de mel Sonksen.
    Tinha um grande painel da marca na cidade, se bem me lembro, na Liberdade, que cada vez que passava por ele tinha vontade de comer este pao de mel.
    saudade

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  • Ah! Que delícia… — Baú da Propaganda 03/11/2011 at 14:49

    […] Conheça a história da Sönksen neste artigo: SÖNKSEN – A Fantástica Fábrica de Chocolates […]

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  • Irineu de Freitas Martins 07/11/2011 at 13:14

    Confesso que não li tudo ainda, estou no trabalho, e verei em cassa com calma, com muita calma.
    Eu morei no Nº 510 da Rua Vergueiro, onde éra um cinema desativado (Cine Paulistano), eu éra criança, talvez a criança mais querida do pedaço. E eu adorava tudo dali, as pessoas, a igreja Sto. Agostinho, a Sönksen é claro, porque eu fiz alguns amigos lá, dia sim, dia não, quando eu saia da escola, tinha que passar em frente, e eu tocava a campainha da fábrica, e pedia chocolates, e eles sempre me davam, e eu distribuia para os meus colegas. Me arrepia só de lembrar, vou ler tudo em casa, porque se eu chorar, ninguém verá. Parabéns pelo seu trabalho Douglas.

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  • Sandra Paduan 10/11/2011 at 13:17

    gosto muito do Sào Paulo Antigo, e vendo esta matéria, ao me deparar com o logotipo da Sonksen e com a imagem da moça segurando a bandeija, me veio a lembrança de minha avó materna, já falecida, que guardava suas agulhas, alfinetes e botões em caixinhas de bala feitas de lata, da Sonksen. Sou nova para ter tido o prazer de degustar tais delícias, mas me tocou a alma ao ver tantas recordações lindas, felizes e queridas, de tantas pessoas relembrando suas infâncias. Realmente alguém desta família deveria reabrir uma loja, pequena que fosse, para que toda essa alegria pudesse ser parte da vida de tantos outros, guardando lembranças inesquecíveis e com gostinho de quero mais.

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  • Gabriela 18/11/2011 at 17:58

    Nasci em 1974, Sou apaixonada por chocolates e na minha infância, o chocolate da mocinha segurando a bandeja e o urso marrom eram minhas delícias prediletas !!! Que saudade que tenho deste sabor !!!!
    Gostaria de parabenizar o autor da pesquisa e dizer que seria muito bom ter de volta estas delícias !!!!
    Esta é a maior prova de que qualidade faz história.
    Um abraço a todos os apreciadores destes chocolates !!

    Reply
  • Marcio 18/11/2011 at 22:56

    Recordações, muitas lembranças meu Pai passou 19 anos de sua vida trabalhando dentro da Sonksen. Vendo as fotos viajei até final dos anos 70 e início do 80, auge de minha infância,……… confusão tristeza meu pai não esta mais entre nós, a infância já se foi há algumas décadas, Sonksen nem as instalações existem mais, ao mesmo tempo felicidade por ter de algum modo participado desta história que ainda hoje é lembrada por colegas de escola daquela época, tinha um lance interessante que minha mãe era funcionária pública municipal, quando estávamos precisando de cuidados médicos com certa urgência íamos ao Hospital Municipal, com certeza era dia de injeção e também dia de visitar meu velho no serviço, pois a firma era quase em frente do hospital…….. muitas saudades!!!!!!

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  • Ricardo 26/11/2011 at 01:33

    alguem da familia conheceu Rene studer que pintava quadros?

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  • Alessandra 04/12/2011 at 20:53

    Excelente a materia, mas a saudade continua… Ainda nao achei chocolates tao bons… Esta geracao que idolatra a Kopenhagen nao sabe o quanto os chocolates Sonksen eram melhores…

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  • Fischer 05/12/2011 at 22:19

    Parabéns pelos detalhes da matéria .- Saudades , não só do sabor como também do aroma . Onde será que foram parar as receitas ? Abçs à todos .

    Reply
  • mario 21/12/2011 at 23:31

    Cortar os quadradinhos do Urso Branco e deixar ele derreter na boca para durar mais tempo.Juntar papeis laminados de chocolates, fazer uma bolinha que ia aumentando até ficar o dobro de uma bola de tenis e ir vender por peso na fábrica. Eles serravam a bola para ver se não tinha outra coisa dentro e a gente trocava por chocolate. Moprava na travessa da maestro Cardim, no começo da rua Santa Madalena e conforme o vento dava pra saber quando o pãp de mel estava sendo assado.Hoje, mesmo a Kopenhagen, Cacau show e Nestlé sã omuito doces e falta o sabor do chocolate.
    Parabens pelo blog e aos relatos.
    Mário

    Reply
  • andre 22/12/2011 at 22:29

    Parabéns pela ótima matéria Douglas.
    Tomara que um dia alguem volte a fabricar o urso branco com a mesma formula original. Será um sucesso de vendas garantido.
    Abraço

    Reply
  • lidia 30/12/2011 at 23:47

    Estava na internet procurando notícias do chocolate sonksen que eu comi muito na adolecência e achei essa matéria, muito boa por sinal, gostaria que minha filha hoje pudesse provar deles, foi o melhor chocolate que conheci, me lembro de ter sumido das lojas uma época, depois voltou a vender denovo, no começo dos anos 80, acho que comi os últimos ovos de páscoa que fabricaram, eu ficava sempre atrás de algum lugar onde pudesse encontrá-los. Tenho muitas lembranças boas dessas tentações deliciosas. Nunca mais fizeram nada igual.

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  • marco antonio loguercio 04/01/2012 at 17:58

    Falar da infância de cada um é lugar comum no pensar de Tolstoi .Conheças sua aldeia e serás universal disse ele . Mas ao ler a reportagem a memoria da boca me trouxe o sabor inconfundível da bala de cevada em sua caixinha de lata ,cor de vinho,avermelhada, e logo veio a lata branca das azedinhas e pro arremate o inigualável ,o único ,o chocolate urso branco . O melhor jeito de come-lo seria ,quem sabe, de joelho.
    Coisas dos Deuses . A tiracolo, a memoria passeou pelos matines e bang-bangs , pelas trocas de revistas e é claro pelo escuro do cinema e o primeiro beijo da namorada .Dizem os filósofos que das coisas alheias o tempo é a unica coisa que podemos dizer ser nossa .E talvez por isso não perdemos da nossa memoria aquele tempo em que as tardes eram longas as amizades duradouras , as noites eram de sonhos e o alvorecer de esperança.Confesso que gostaria comer um Urso Branco novamente ,assistindo o Tarzan em preto e Branco . Mas a razão me diz que não posso mais voltar .

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  • Ivanilson Mendonça 27/01/2012 at 15:18

    Tenho 45 anos e muitas saudades desta é´poca
    Vou explicar o porque: minha mãe meu tio e meu “avo” trabalharam lá os nomes: Ines Alves de Mendonça, Ivo Alves de Azevedo e Augusto. (Meu tio Alexandre) tem até hoje as anotações (receitas de alguns doces) e uma revista de circulação interna.
    Nunca comi um chocolate tão gostoso as bala de Hortelã e cevada (dentro de latinha) muito bonita.
    SAUDADES

    Reply
  • Ivanilson Mendonça 27/01/2012 at 15:20

    corrigindo o e-mail

    ivanilson.mendonca@doka.com

    Reply
  • edilson carvalho gonçalves 28/01/2012 at 08:18

    ei tive o prazer de conhecer e experimentar as balas e chocolates Sönksen,principalmente o chocolate branco nem a kopenhagen batia ele,o belo e maravilhoso e gostoso se foi.

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  • Victorio Bormolini 28/01/2012 at 08:34

    conheci a loja Sonksen da Rua Humaitá a qual depois foi transferida pra Martiniano de Carvalho, onde veio a fechar infelizmente…. tive a sorte de provar os URSOS e o pão-de-mel. Me chamava a atenção as embalagens, cheiro e as formas clássicas dos chocolates e afins expostos na vitrine… que saudades!!!! Douglas, meus sinceros parabéns pela matéria. Isso é memória… temos que lembrar des coisas, principalmente as boas… um grande abraço, Vic

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  • nelson donizete 28/01/2012 at 22:46

    Eu tenho o prazer de ter como meu primeiro emprego que consegui atraves do meu pai que tambem trabalhava nesta empresa trabalhei lá e tenho lembranças muito boas de la o meu apelido lá era CASQUINHA trabalhava no estoque tenho saudades de um grande amigo que fiz por lá o nome dele é Mauro, Valmir o piquica se alguem tiver noticias deles me informe.

    Reply
  • Edson Yarid 29/01/2012 at 10:35

    Reportagem perfeita. Os senhores me propiciaram uma viagem ao passado. Não tinha a menor idéia do que ocorrera com a Sonksen ou com a Falchi.

    Mas, ver a embalagem do tablete Urso Marrom, me faz lembrar do maravilhoso sabor dos chocolates Sonksen.

    Reply
  • otoniel 29/01/2012 at 14:50

    engraçado, também na minha adolescência quando apanhava ônibus na princesa Isabel com destino á Freguesia do Ó,
    via inúmeros bombons, enrolados com papel alumínio dourado, e essa famosa logo-marga.
    Comprava um para mim e outro para minha namorada hoje minha mulher.
    Lendo esse artigo compreendi porque achava-os sendo vendidos nos pontos de onibus em detrimento de suas lojas, que ainda existiam algumas.
    Que pena haver sido colocada para ser administrada por pessoa não competente para aquilo que no final acabou com duas marcas de expressão no Brasil,
    Sonksen e Falchi.
    SERÁ QUE AINDA PODE SER UTILIZADA ESSA MARCA????

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  • Cristina Cavalcanti 05/02/2012 at 15:58

    Tenho sempre na lembrança, de que quando tinha uns 7 a 10 anos,apesar de termos poucos recursos na época, a minha mãe saia para fazer um curso na cidade e sempre que podia trazia para mim e meus irmãos uns bombons da SONKSEN. Hoje faço chocolate caseiro, e trago sempre em minhas lembranças os chocolates da SONKSEN. Era uma delícia. O sabor????? Inexplicável e Inesquecível…

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  • Ingrid Juliana Cerveny Passos 09/02/2012 at 10:23

    Quem conheceu, não esquecerá jamais!! Fez parte da nossa história de vida! Chegou até a ser presente para namorados. Não deixarei ter a
    esperança de ver a marca e os produtos novamente no mercado. Este o motivo de eu ter lido essa matéria super especial!
    parabéns!!

    Reply
  • Raul Martins 22/02/2012 at 19:12

    Gostaria de parabenizá-lo pela matéria de elevado nível cultural e histórico, visto que os chocolates Sonksen fazem parte da história de muitos brasileiros.Essa matéria me fez viajar no tempo,lembrar meus bons tempos de criança quando eu ia com minha mãe e minha irmã às lojas,da região central de SP e de Santo André para comprar esses produtos maravilhosos. Me lembro como minha mãe adorava as balas de cevada e as azedinhas. Infelizmente são momentos que só existem na lembrança de quem conheceu essas delícias. Hoje nossos filhos comem parafina tingida de marrom. Outra marca que consumiamos muito na época foi a PRINK. Parabéns e Obrigado.

    Reply
  • Marcus 27/02/2012 at 09:39

    Minha infância foi passando de ônibus na porta da fábrica. Me fez chorar ver a matéria.
    Gostaria de ver uma foto do prédio com aquele mural maravilhoso. É tudo que me resta na memória.

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  • Gislene 01/03/2012 at 17:48

    Super interessante a matéria. Parabéns!!! Adorava as balinhas de cevada.

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  • francisca 03/03/2012 at 22:57

    fui funcionaria da sonken que saudade trabalhei na humaita junto com minha tia que chama lindalva eu sempre ia quando era pascoa tinha 11 anos quando fiz 17 começei a trabalhar na loja na rua apeninos 426 junto a titia como chamamos a tia do werner hj estou com 38 mas que saudades lembro do meu 1 primeiro emprego com orgulho gostaria de saber da marlies e silva elas sempre me dava muita força

    Reply
  • Werner August Sönksen 15/03/2012 at 13:18

    Cara Francisca,

    Agradeço gentil e carinhosa lembrança do seu primeiro emprego principalmente porque envolve meu pai e a titia, duas pessoas que foram muito especiais para muita gente.

    Aproveito para agradecer a todos os leitores por suas manisfestaçoes de carinho e principalmente as boas lembranças de cada um em relaçao ao nome Sönksen. Eu nao consegui identificar nenhum comentario com alguma critica negativa, isto é simplesmente muito bonito !

    Um abraço a todos

    Werner

    Reply
    • francisca 15/03/2012 at 20:53

      boa noite werne sua esposa deve se lembrar de mim que trabalhava com a titia e quando ela ia ate a loja ela levava uma cachorrinha, depois ela falou da gravides, acredito que sua filha tenha a mesna idade da minha filha bruna que hj ela esta com 21 anos eu cheguei apresentar quando era pequena, e cheguei conhecer asua filha tbm o meu emei francisnia@msn.com, facebook francisnia lima

      Reply
  • Waleska Testa 20/03/2012 at 17:33

    Nunca me interessei em saber onde era a fabrica da Sönksen , nem em saber onde Deus mora, é algo neste nível, difícil explicar, adorava urso branco, ainda hj compro chocolate branco buscando um sabor lá no fundo sem explicação, minha área é de gastronomia e já provei coisas maravilhosas de mestres irretocáveis, mas há na receita Sönksen algo indescritível, algo que só colocando na boca se diria prontamente, é Sönksen!! Cada chocolate que compro ou pão de mel, esperando lá no fundo achar algo como um cupom dourado para a fábrica Sönksen. Concordo com o técnico Luiz Carlos Medeiros , como seria o mercado hj em dia para a qualidade Sönksen? Aquela agua? Aquele cacau, manteiga, leite ou açúcar? Orgânicos? canela??A Sönksen deixou uma historia linda e um palato apurado em quem a provou; não se volta o que foi, apenas se recorda, mas quem tiver as receitas poderia brindar com algo tão maravilhoso que deixe apurado o palato das novas gerações
    P.S. Não sou de SP mas aproximando a pascoa fui pesquisar se alguém tinha ainda aquele sabor no céu da boca. Grata surpresa.
    Waleska

    Reply
  • Osvaldo Marcilio Junior 22/03/2012 at 17:02

    Parabéns pela matéria, fiquei emocionado pois minha mãe trabalhou na Sönksen em 1954/55 e não tinha idéia o quão grande era essa empresa e também da sua importância para a história da cidade de São Paulo, muito obrigado!!

    Reply
  • aliomar 10/04/2012 at 22:05

    Prezado Douglas:
    Ainda bem que existem pessoas como você, que se preocupam com a preservação e a memória, senão dificilmente estaríamos lendo tão interessante parte da história de São Paulo, relacionada com a inesquecível fabrica de chocolates Sönksen, ou melhor, de seus inigualáveis produtos, sabores e funcionários dedicados.
    Nos contínuos, inúmeros e sensíveis relatos dá para se ter uma noção do privilégio e da experiência que cada um de nós teve em saborear uma daquelas delícias. Cada qual com suas características e sabores próprios, marca de um tempo que não volta mais, tal qual a onda que banha diariamente nossas praias, segundo dizem: “nunca será a mesma água”.
    Mesmo que um empresário de visão possa vir a aproveitar a marca SÖNKSEN, consolidada e posicionada no mercado e em nossas mentes, reproduzindo as mesmas embalagens, receitas e eventualmente até maquinários, não conseguirá reproduzir fielmente o passado experimentado. Gravado indelevelmente em nossos espíritos e decorrente de experiências vivificadas por nós, naquele período com pessoas e em momentos especiais, que não retornarão. Além disso, acredito que não há como reproduzir os mesmos ingredientes, com a mesma doçura e sabor. O cacau de 1970/80, não é o mesmo de hoje depois da devastação da vassoura de bruxa; o leite não mais é o mesmo, têm antibióticos e até água oxigenada; o açúcar cada vez mais refinado pelo enxofre e pelos processos químicos, não tem mais o doce sabor, os ingredientes nunca serão os mesmos, nós também não somos os mesmos. Apreciador de chocolate de longa data, posso dizer que o chocolate Kopenhagen de hoje, não tem o mesmo sabor dos tempos de domínio da Sönksen, ao menos na minha opinião.
    Logo, caros amigos, não há como reproduzir o momento vivido, lembrar, sim, mas reproduzir infelizmente, não! Salvo se entrássemos no túnel do tempo, seriado da década de 60, que permitia a dois cientistas viajarem para o passado e para o futuro.
    Por tudo isso e pela doce lembrança, o agradecimento ao Douglas e a todos vocês que escreveram integralizando essas memórias vivenciadas sobre a SONKSEN e o seu especial e mágico chocolate e que me fizerem, também, lembrar de bons momentos apreciando o chocolate SÖNKSEN, com pessoas muito queridas, que não se encontram mais entre nós, só em nossas lembranças.

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  • monica lima p. de britto 16/04/2012 at 00:44

    Prezado Sr Douglas: Graças à tecnologia, me emocionei ao ler seu artigo e comentários de cada pessoa que tiveram o privilégio de conhecer esse chocolate maravilhoso- que foi a Sonksen. Estou com 41 anos e morei na Rua Vergueiro n° 235, meados anos 70: lembro do cheiro que vinha da fábrica-era inebriante1 Nunca esqueci da embalagem da moça segurando bandeja, aliás sempre que olho a embalagem do leite moça lembro da Sonksen- as duas com bonequinhas de vestidão!Moro em Santos desde 1980. Certa vez ao ir ao centro de São Paulo, entrei com minha mãe numa loja antiga da kopenhagen e um Senhor bem idoso nos atendeu, conversando perguntei se conheceu a Sonksen, ele sorriu e respondeu: claro que sim, nós éramos concorrentes.Um chocolate fantástico! Atualmente consumo chocolate suíço Lindt tentando resgatar um pouco do passado que nem a Kopenhage e Ofner chegam aos pés da inesquecível Sonksen!

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  • Flora Elisa Stella Fernandes Pinto 04/05/2012 at 21:13

    Nunca me esquecerei da Sonksen. O primeiro chocolate que comi foi o Urso Marrom, porém gostava mais do Urso Branco e até hoje quando compro chocolate, “tento” encontrar seus sabores…mas nenhum, infelizmente, se aproxima “daquele” inesquecível sabor.

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  • Flavio 10/05/2012 at 07:53

    Muito boa a matéria, comentários muito bons, principalmente quando se fala da qualidade dos produtos Sonksen comparados ao que hoje se consome… Sempore fomos fiéis a marca e na Páscoa, os coelhos de chocolate tinham presença marcada em nossa casa. A ultima vez que compramos os produtos, lembro-me bem foi numa Páscoa e o chocolate estava com cheiro de querozene, gasolina, ou coisa do tipo… Não consumimos o produto e logo em seguida a loja que existia aqui em Santo André, na rua Cel. Oliveira Lima , fechou as portas… Não sei se alguem mais teve esta experiência.

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  • Arnaldo 16/05/2012 at 14:31

    Ontem eu estava me lembrando daqule que, numa certa época da vida, era o meu chocolate predileto: língua de gato da Sonksen, comprado a granel na feira.

    Aí hoje vi um apontador prá esse site, que não conhecia,e quando vi a chamada da matéria, tive que ler. Obrigado, e parabéns pela iniciativa.

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  • marlene ferreira 16/05/2012 at 22:39

    Adorei a matéria. Lembro-me com saudades do gosto desse chocolate e também das balas… as azedinhas e a de amendoim eram minhas prediletas. Nunca mais comi um chocolate com sabor igual e muito menos as balas. Outro dia mesmo estava falando da bala de amendoim da Sonksen. Tinham um sabor especial..um sabor de “tempo bom”. Abraços e parabéns pela matéria

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  • Gil Roberto 01/06/2012 at 18:53

    Viajei no tempo até minha infância. Azedinhas (embrulhadas e em latinhas), balas de cevada (idem) que minha avó nos dava, Trüffel, Urso Marron, Verafrut, balas de alcaçuz, enfim, um monte de deliciosas guloseimas que fizeram minha infância mais feliz… Uma pena que a fábrica fechou, ficando apenas a lembrança…

    Parabéns pelo ótimo artigo!

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  • Rodrigo Duarte 12/06/2012 at 16:25

    Essa marca não é da minha época e muito menos sabia que existia, mas sou fascinado por histórias de marcas que marcaram a vida de muita gente e principalmente aqui na capital paulista.
    Se a marca voltar a ativa serei consumidor com toda certeza, pois não há quem fale que havia algum chocolate ruim.

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    • Edson Carlos 12/06/2012 at 18:58

      Caro Rodrigo

      O chocolate Urso Marrom era um espetáculo. Bom demais mesmo !

      Quem sabe um dia, alguma empresa do ramo se interesse pela fórmulas daqueles chocolates e os relance.

      Abraço

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  • Octávio 19/06/2012 at 10:33

    Ótima matéria! Não seou deste tempo, mas adorei saber mais sobre a marca.

    Quanto a foto da construção da fábrica, acredito estar mal datada, não seria década de 30? A técnica de cosntrução e a arquitetura do prédio sugerem esta data.

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  • Giampaolo Giaquinto 24/06/2012 at 15:26

    Em nossa casa nao faltava esse chocolate. Ainda hoje comentamos sobre o sabor e as belas embalagens. Coincidências da vida, hoje trabalho no quartel da PM estabelecido ao lado da antiga fabrica, na R. Vergueiro. Parabéns pela reportagem.

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  • Wanderly Fiuza 25/07/2012 at 00:29

    Conheci imagens da marca quando criança, pois morando na região de Santo Amaro, eramos obrigados a passar pela 23 de maio quando íamos para a rodoviária comprar passagens ou embarcar rumo ao interior. Somente consegui comprar os chocolates a partir do ano 1982 e o último no ano de 1990. Sinto falta do sabor que as barras de chocolate tinham. Atualmente quase não como chocolate, pois acho o gosto ou muito doce, ou gorduroso, ou artificial e, isso para mim não é chocolate.
    Sr. Werner, mesmo morando fora do Brasil, não sendo do ramo de chocolate como foram suas gerações anteriores, pense com carinho na idéia. Reative a marca, não venda as receitas. Um exemplo daquilo que é bom e não se vende é o segredo do Pastel de Belém em Portugal. Está bem guardado e sobrevive a gerações e problemas financeiros e administrativos que todos os regimes governamentais provocam. Se for o caso, crie um sistema de negócio no Brasil, com termo de confidencialidade de receita, onde pessoas serão treinadas a produzir com a qualidade da Sonksen. Deveriam ser pequenos produtores com no máximo três produtos cada (um exemplo desse tipo de negócio é o chocolate produzido no Rio Grande do Sul, em Gramado ou Canela) e a produção seria repassada a uma cooperativa administrada pela marca Sonksen para ser repassada ao varejo. Existe esse mercado no Brasil e como todos estão cansados de saber, o brasileiro é chocolotra por natureza devido a nossa miscigenação.
    Boa sorte

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  • JAQUELINE 02/08/2012 at 17:26

    Gostaria de saber porque não fabricam mais a balas azedinhas? Eu amava essas balas, quando criança e até hoje tenho vontade de come-lás novamente. Fica aqui minha sugestão para que voltem a fabricar pois são deliciosas.

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  • Regina Nobre 10/08/2012 at 17:27

    Estou muito Feliz por ler essa matéria e todos esses posts.
    Já há mto procuro na internet informações da marca SONKSEN.
    É impressonante como os aromas e sabores nos remetem às lembranças (no meu caso todas muito boa), jamais comi em minha vida chocolates tão bons quanto os da SONKSEN, e vale dizer que sou chocolatra de carteirinha.
    Já provei chocolates Belgas, Suíços e até mesmos os nossos excelentes de Gramado e Canela (in loco), porém como disse um leitores bem acima, o aroma e o paladar, inconfundíveis da MANTEIGA DE CACAU, que tinham os chocolates da SONKSEN, jamais…

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  • Olavo de Carvalho 20/08/2012 at 03:00

    O chocolate branco da Sönksen (Urso Branco) era o melhor do mundo. Nunca haverá outro igual.

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    • Douglas Nascimento 20/08/2012 at 10:33

      Quanta honra pra mim ter um comentário seu aqui! Obrigado!

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  • Olavo de Carvalho 20/08/2012 at 23:06

    Você fez um excelente trabalho, lembrando o que merece ser lembrado.

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  • Sandra 02/09/2012 at 18:04

    Ao ler sua palavras foi inevitável lembrar do delicioso sabor daquele pão de mel “rosca”. Esse não podia faltar lá em casa….

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  • Luiz Roberto Napolitano 07/09/2012 at 11:34

    Lembro muito quando eu ia na casa da minha nona,e a minha querida nona oferecia segurando um pote de cristal repleto de balas e bombons SONKSEN.Como eu não estava sozinho(irmão, primos)era uma briga,mas todos ficavam contentes com essas delicias da inesquesivel fabrficas de sonhos SONKSEN.Saudades das coisas boas do passado.

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  • Sergio 07/09/2012 at 13:10

    É realmente uma pena que não existe nenhum projeto firme para relançar a marca SONKSEN no mercado, com toda a sua gama de produtos.
    Um produto não vive só de história, mas do depoimento de seus clientes.
    Hoje ainda existem pessoas que tiveram o privilégio de provar uma AZEDINHA, um URSO BRANCO. Mas, e amanhã?
    Quando não houver mais ninguém que tenha provado os produtos da marca, qual será o valor dela no mercado? Qual será esforço para fazê-la ser novamente aceita pelo mercado?
    É realmente uma pena que se desperdice toda uma marca de tradição. Parece que seu destino é a memória de livros empoeirados, sites excelentes como este ou o esquecimento.

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    • Fernanda 20/09/2012 at 09:39

      Concordo com vc Sergio. Pessoas da geração de conheceu e amou os deliciosos chocolates Sönksen vão morrer, assim como todas as lembranças. Pena mesmo que não aproveitem esse enorme carinho e renome que a marca tem mesmo encerrada há 30 anos.
      Falta de visão… É pena. Fiquemos pois com Nestlé, Lacta e Garoto…
      Pena.

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  • Carmen Castillo 24/09/2012 at 17:56

    Parabéns pela matéria, me fez voltar no tempo.
    Melhor excursão da escola: conhecer a Fábrica de Chocolates Sönksen!!! Inesquecível…
    Ainda consigo lembrar na boca o sabor maravilhoso do “Urso Branco” meu favorito. Por favor voltem a produzir novamente as delícias da Sönksen!!!

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  • Silvia 26/09/2012 at 23:48

    Parabéns pelo artigo!Que delícia poder ler um pouquinho sobre essa marca que produzia um chocolate divino e ovos de Páscoa lindos, em embalagens incríveis com flores de feltro presas dentro do papel celofane. Era uma festa recebe-los! Ah, e eu lembro do gosto incrível das balinhas de cevada, para mim as melhores que eu já comi. A Sönksen foi um marco na vida de quem teve a sorte de degustar os melhores chocolates e balas que São Paulo já produziu.

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  • Rosangela Demetrio 27/09/2012 at 10:56

    Que saudade da Sonksen!!!
    Nunca mais tive o prazer de saborear um chocolate tão gostoso. Aquele sabor é incomparável, nada supera, pois é uma união do maravilhoso chocolate, do carinho de quem o fabricava e da qualidade de vida que tínhamos na São Paulo daquela época. Doces memórias. Por toda a minha infância tive o privilégio de ter à disposição os chocolates e balas da Sonksen. Morávamos ao lado da fábrica, no Paraíso.
    É incrível, mas ainda me lembro do sabor, que era diferente dos chocolates de hoje.
    A palavra que deixo aqui é Saudades.
    Adorei a matéria e os comentários.

    Reply
  • Antonio Klein Neto 04/10/2012 at 16:56

    Bem, eu sou um privilegiado. Vivi o período de infância e adolescência comendo estes chocolates e o que me encantava: o Beijo Africano (pão de mel). Mais do que isto, em 1969, junto com meus colegas de formatura do Colégio Visconde de Porto Seguro, visitamos a fábrica da Sönksen. E por incrível coincidência o Cristiano Sönksen era da nossa turma de formandos.
    Acho que a fábrica nunca mais voltará. Ficaram as lembranças de quem viveu e consumiu seus produtos.
    Abraços a família

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    • Christiano Sonksen 17/01/2016 at 11:18

      Caro Antônio. O tempo passa e ficam as lembranças. Lembro que aquela visita foi proposta por nossa professora de química a Dona Gerda, lembra?

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  • Sara Ferrer 10/10/2012 at 16:11

    Nossa… Eu que nem nasci nessa década nem NUNCA ouvi falar nestes chocolates e empresa viajei pra esta época!!! Vê se pode???!!! Adorei a matéria! Parabéns, viu!!!

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  • Fernando 10/10/2012 at 18:54

    Meu Deus!!! Eu achava que eu era maluco!!! Sempre lembrei que quando era bem pequeno eu adorava um chocolate que tinha um urso branco na capa!! E nunca mais tinha lembrado o nome da fabrica!!! Era o meu preferido!!! Por sorte saiu uma matéria no uol com a foto do urso marrom e descobri o nome da fábrica!! Tinham que voltar a fazer esses chocolates!!!

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  • Claudia 12/10/2012 at 14:49

    Adoro voltar de tempos em tempos para este post e acompanhar os comentários! Sem dúvidas, é o melhor do São Paulo Antiga

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  • IRMA 25/10/2012 at 13:54

    Nossa me lembrei da Pascoa que passava no sitio da minha avó e minha tia sempre trazia chocolates Sönksen para nós, isso deveria ser nos final dos anos 60 ou início dos 70 e até hoje quando encontro com minha tia comento de como eram gostosos aqueles chocolates, quanta saudades,

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  • Jackson lucio 31/10/2012 at 19:13

    Sou do Rio de Janeiro fui uns dos primeiro representante
    desta conceituada empresa nesta cidade foi um sofrimento muito grande a perda ,ate esta data não encontrei um produto com tanta qualidades fico muito emocionado quando me lembro que nosso escritório do rio trabalhamos 6 mezés tentando recuperar a sonkesem sem nenhuma remuneração.

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  • dino 13/11/2012 at 23:05

    Esqueceram do Balagandans….
    como queria que essa marca voltasse.
    nasci em 1951

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  • marcelo 29/11/2012 at 19:36

    Douglas, só hoje encontrei essa matéria, lembra quando fiz o comentario sobre a sonksen em um post da memória satúrnia, vc tinha prometido fazer um post sobre a sonksen. E vc cumpriu, tenho essa revista aqui das fotos, já muito estragada, pois é de agosto de 1959, meu pai trabalhou lá quase 30 anos, até aquele triste dia que ele chegou em casa mais cedo, a sonksen pegou fogo. era o fim do melhor chocolate do Brasil. Abraços e muito obrigado.

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  • Daniel Mazzilli 02/12/2012 at 07:42

    Pesquisando na net descobri uma fábrica de chocolate cujo dono trabalhou na Sönksen por 30 anos … a fábrica fica na PENHA … o site … http://www.bornal.com.br/ … alguém conhece e provou pra ver se o produto é similar ????

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    • Valter 29/03/2013 at 23:04

      Olá Daniel. Eu já provei. Não chega nem perto do saboroso e saudoso chocolate da Sonksen. Nem o Kopenhangen se iguala ao da Sonksen. Abs. Válter.

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  • Renato 03/12/2012 at 14:21

    O pão de mel rosca é inesquecivel. Que saudade…

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  • antonio bonadio 05/12/2012 at 11:29

    saudosa lembranças dos produtos sonksen quando dos meus 15 anos de idade hoje, com quase setenta anos ainda sonho com aqueles chocolates e balas que, jamais visto no mercado, com seus sabores refinados fabricados por mãos de fada, aquelas balas de frutas, chocolates urso branco e urso marron, jamais vistos , nem os produtos suiços se igualariam.

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  • Ligia 06/12/2012 at 02:20

    Saudades, saudades, saudades
    São as palavras que surgem ao ver as fotos e ler a matéria. Se não me falha a memória havia na 23 de
    maio uma propaganda da Sönksen bem no alto , logo
    que entravamos na avenida em direção de quem vai para
    o bairro do lado esquerdo. Olhavamos e lá estava uma placa da Sönksen . Eu tinha meus 11 para 12 anos e ainda recordo.

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    • Gil Roberto 06/12/2012 at 12:55

      Ligia, provavelmente a propaganda estava na própria fábrica, que se situava muito próxima à Av. 23 de Maio.

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    • Mônica Faggion de Freitas Costa 17/04/2015 at 23:32

      Nooooossa!!!! Lembro muito bem deste outdoor!!!! Que saudades!!!!

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  • Paulo 04/01/2013 at 23:42

    Apenas para chover no molhado, PARABENS!

    ADOREI A MATÉRIA E FIQUEI impressionado e, mais que isso, muito feliz com o número de pessoas que comentaram, conheci muitos dos produtos da marca, inclusive um chocolate chamado “balangandans” (ou algo parecido) e lembro-me muito bem das balas de cevada.
    Lembro-me também da fábrica da rua vergueiro, de algumas lojas no centro de sp.
    Em 1.973 trabalhei na COOPERATIVA DE CONSUMO DOS EMPREGADOS DA VOLKSWAGEN – COOPERVOLKS e recordo-me que os produtos da marca eram comercializados lá também.

    Reply
  • marisol 11/01/2013 at 16:52

    SÓ TENHO A DIZER:
    ÁI QUE PENA…
    QUANTA SAUDADE….

    Reply
  • sandra 19/01/2013 at 23:33

    concordo com os que dizem que a Sonksen, faria novamente sucesso, porque atualmente a qualidade do chocolate brasileiro deixa a desejar. Eu gostava muito dos bombons chuva de ouro. Parabens Douglas!

    Reply
  • Marisa Evangelista 22/01/2013 at 22:32

    A SONKSEN tem gosto de infância em minha memória. Nunca me esqueci da textura e sabor daqueles chocolates e das balas que papai trazia naqueles embrulhos deliciosos. Até das caixinhas que, após acabarmos com as balas, eram usadas pela mamãe ou pela vovó para guardar alfinetes, hehe. Minha nossa, quanta saudade! Balas de cevada, balas de leite, chocolates, língua de gato, todos, todos, todos maravilhosos! Nenhuma das marcas atuais consegue ser melhor. Quem não experimentou, perdeu.

    Reply
  • Marlene 06/02/2013 at 03:39

    Nossaaa! eu me lembro desses chocolates, que história linda, de muita luta, determinação e ainda deixou saudades. Fico triste que os anos passam e tudo um dia acaba, e ficamos assim melancólicos. Hoje tenho 50 anos, não fui uma pessoa criativa na minha vida. Olho prá trás e me vejo só obedecendo um chefe e não venci coisa alguma. Apesar que fui nos meus principios uma boa mãe, acredito! Vou ler e reler essa história dessa Senhora trabalhadora, determinada já naqueles tempos, onde a Mulher era submissa. Hoje, represento uma Empresa de chocolates; por meio de catálogos de porta em porta, procuro estudar o que posso ref ao chocolate, e essa história, não sei explicar o que estou sentindo. Talvez, o porque … não lutei mais na minha vida, mesmo eu sendo subimissa também? Éh, são histórias, que todos nós temos que ter. Senão, não seria vida. Devo ter feito algo de bom também quem sabe. Mas, como essas marcas de chocolates nas vidas de tantos Jovens, não. Adorei os depoimentos. Parabéns! Que Deus ilumine todas as pessoas que lutam para uma Humanidade melhor.

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  • rosana rodrigues 28/03/2013 at 20:55

    morei 18 anos na rua vergueiro, eu e meu irmão ,iamos trabalhar de guardar carros na frente da fabrica de chocolates, as vezes pegavamos todo o dinheiro que ganhavamos e ia comprar um bobom ou bala para saborearmos, na pascoa eles colocavam coelhos enormes feito de chocolate na porta de entrada da loja. ficavamos admirados com isso pois nunca tinhamos oportunidade de comprarmos um ovo de pascoa ,que dirá um coelho da nossa altura.

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  • Valter 29/03/2013 at 22:55

    Parabéns pela matéria. Me lembro até hoje dos bombons recheados com cereja ao licor da empresa. Nunca mais comi nada igual. O Sr Werner está com um tesouro na mão, a marca Sonksen. Faço um apelo ao Sr. Werner : não deixe este tesouro enterrado para sempre. Abs. Válter.

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  • Hélcio 03/04/2013 at 11:32

    Vamos dar início à campanha: VOLTA SONKSEN, VOLTA!!!

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  • Hélcio 03/04/2013 at 11:33

    Daria uma bela campanha promocional!

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  • Marcio Antonio 12/04/2013 at 23:22

    Foi muito bom esta Matéria, trabalhei la por apenas 8 meses, era um ambiente muito bom, pena que tive quer sair pois a situação financeira já em 11/1982 não eram das melhores.

    Reply
  • Norma 17/05/2013 at 20:32

    Sonksen….cadê as balas recheadas de frutas? que DELÍCIA !
    Eram deliciosas….. e me lembro que na bombonieri do cinema da minha cidade vendia essas balas e era muito bom chupar até chegar no recheio que era meio azedinho. SAUDADE DESSA ÉPOCA! Tinha também uma padaria na minha cidade (Itu) Padaria Central, que vendia os chocolates, e sempre que ia comprar pães para minha vozinha, eu ficava namorando as barras de Urso Branco e Urso Marrom, mas…. nem sempre tínhamos dinheiro pra comprar essas guloseimas.

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  • luiz antonio da silva 21/05/2013 at 21:26

    eu me lembro muito dessa fabriga pois trabalhei nela por alguns meses que saudades

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  • Allan 03/06/2013 at 20:22

    Caramba, que saudade! Até hoje sempre que passo pela 23 de maio fico tentando localizar o ponto exato onde ficava aquela placa enorme.

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  • jorge 15/09/2013 at 12:57

    DA NOSSA GERAÇÃO DE 1950 EM DIANTE QUEM NÃO LEMBRA DO CHOCOLATE SONKSEN , SAUDADES PENA TER ACABADO, POR VARIAS CAUSAS E FATORES SÃO PAULO PERDEU MUITAS FABRICAS OUTRO EXEMPLO E A LACTA NÃO FECHOU MAS FOI VENDIDA E MUDOU-SE PARA O PARANÁ.

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  • Zóe Sgarbi 29/09/2013 at 17:07

    Não cheguei a ler todos os comentários, mas li uma boa parte, e ninguém mencionou uma coisa muito linda e além de saborosa, chamativa, que eram as esculturas em chocolate, feitas por ocasião da Páscoa e do Natal. Que maravilhas eu que era pequena não recebia de meu pai !! Ninhos feito com filamentos de chocolate escuro, com os pássaros e os ovinhos em chocolate branco , escuro e marzipam!! Uma verdadeira joia. Coelhinhos nas tocas, Papai Noel carregando presentes, ovos de páscoa decorados, tudo muito perfeito, de bom gosto, e enfeitados com marzipam e depois pintados. Lembro-me que eu tinha pena de comer…rsrsrs, começava pela parte posterior da escultura deixando as carinhas dos coelhinhos, do papai noel, , os pássaros,, os ovinhos por último. Nunca vou esquecer aquelas figuras maravilhosas da Sönksen. Ninguém após a Sönksen se dedicou a essa arte.

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  • marta eiko 29/11/2013 at 16:09

    Tantas outras grandes empresas como Matarrazzo, Swift Armour, Bordon etc, finalizam suas histórias de longa duração, de forma tão triste. Pena. Dizem que o Pai rico, filho nobre e neto pobre deve se enquadrar muito bem. Por isso, não devemos ambicionar tanto, nem tudo permanece por mais competência que tenha, a vida é assim mesmo, cheio de altos e baixos.

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  • eduardo m. m . 01/12/2013 at 10:19

    Foto 18 e 22 maquina Rose Forgrove, já perdi muito suor e embraqueceram meus fios de cabelos ao lado , consertando essas maquinas.

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  • Sílvia Nuno 05/02/2014 at 17:05

    TIA WALKÍRIA ERA MUITO AVANÇADA PARA A ÉPOCA, TRABALHAVA NA PETROBRÁS. EU, CRIANÇA, A SEGUIA PELA CASA, SEMPRE COM O MEU OLHAR DE ADMIRAÇÃO. QUANDO ELA COMEÇAVA A SE ARRUMAR PARA IR TRABALHAR EU A AJUDAVA PEGANDO SUAS ROUPAS E SAPATOS E, DEPOIS, FICAVA PARALIZADA OBSERVANDO-A A SE MAQUIAR. QUANDO ELA SAÍA, EU GUARDAVA SUAS COISAS NO GUARDA-ROUPA E, ANSIOSAMENTE, DESLIZAVA MEUS DEDOS PELOS CANTOS ATÉ ENCONTRAR UM TABLETE DE CHOCOLATE URSO BRANCO QUE, SABIA, ESTAVAM SEMPRE ESCONDIDOS POR ALI. E ME FARTAVA, PENSANDO ESTAR FAZENDO ALGO ESCONDIDO. AH, COMO EU ME DELICIAVA COM AQUELE SABOR…! AGORA, UM SABOR DE “NUNCA MAIS” QUE GUARDO NO ESCONDERIJO DAS MINHAS DOCES LEMBRANÇAS. JÁ ANDEI CATANDO ALGUMA PISTA QUE ME LEVE DE VOLTA A ESTE PASSADO “CHOCOLÁTICO”, MAS SEM ÊXITO ALGUM. UMA PENA MEEEESMOO!

    SAUDADE TAMBÉM DAS BALINHAS DE GOMA, DO TIPO “JUJUBA”, MAS BEM MELHORES, QUE GRUDAVAM NOS DENTES, E DOS BOMBONS RECHEADOS COM MEL, QUADRADINHOS E BOJUDOS, QUE MEU PAI TRAZIA PARA MIM E MEUS IRMÃOS. ELE OS COMPRAVA NUMA CONFEITARIA QUE FICAVA NA LADEIRA DA PRAÇA, AQUI EM SALVADOR… AI, QUE SAUDADE DE TUDO!
    SAUDADE TAMBÉM DAS BALINHAS DE GOMA

    Reply
  • Paulo henrique jurgensen 25/02/2014 at 19:00

    Na verdade, muitas indústrias de chocolate faliram naquela época, entre as quais,as catarinense Buschle e Saturno. Tudo por culpa do então ministro Angelo Calmon de Sá, que monopolizou a compra do cacau. Eram tempos de ditadura e ele fazia o que bem queria.

    Reply
  • ilda maria zancanaro 28/03/2014 at 09:30

    Ai, gente, eu morava no interior do Paraná. Era início dos anos 60. Foi a primeira vez na vida que ganhei de presente de aniversário uma barra de chocolate Sonksen. Passei dias e dias lambendo cada dia um pouquinho. Quando finalmente o chocolate acabou, guardei a embalagem dentro de um livro e, sempre ia lá de volta “comer” o cheiro que ficava. Anos depois, lá estava ainda a embalagem com a mocinha de bandeja na mão e aquele maravilhoso cheiro do chocolate perfumando as páginas do velho livro… Coisa de velho
    que foi criança pobre…

    Reply
  • Guiomar 13/04/2014 at 16:49

    EU SO QUERIA SENTIR O GOSTO DE CEVADA MAIS UMA VEZ MUITA SAUDADES

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    • Carlos Fraga 28/08/2014 at 11:29

      Realmente. Eram deliciosas, mas hoje, infelizmente a maioria é de eucalipto. Todas tem cheiro de pinho-sol.

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  • jair pereira de araujo 27/05/2014 at 19:10

    amigo eu fui funcionario da casas falchi sa industria e comercio de chocolates e quando o senhor jose clibas assumiu a sonkesen eu fui um dos primeiros a ser transferido para a av liberdade muitas saudades como tinha tante gente q trabalha

    Reply
  • Sandra 16/07/2014 at 15:56

    Saudades… Lembranças… Infância… Adolescência… Lágrimas… Tenho guardada com muito carinho a latinha vermelha… Comprava no cinema que ia, lá em Resende – RJ. As balas de cevada da Sonksen, nunca experimentei, mas quando era criança amava uma de outra marca que existia, não me lembro o nome. Queria não ter essa sensação de que tudo que era muito bom está acabando…

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  • Norma Soncini 09/08/2014 at 13:23

    Que agradável ler este post e os comentários emocionados de tantos que, como eu, puderam saborear as delícias da Sonksen.. Colecionar as latinhas… Eu compartilho da ideia de que não há sabor que se iguale ao Urso Branco Sonksen. Mas acredito que não seja apenas fruto de uma receita exclusiva da marca. O que a Sonksen nos ofereceu por décadas foi uma experiência de consumo carregada de afeto. Os doces eram o nosso elo de ligação com nossos avós, tios, pais e mães tão queridos. Através dessas delícias sem igual aprendíamos e cultivávamos nossas tradições familiares e sociais. Infelizmente hoje tudo é efêmero e rapidamente substituível. Que falta nos fazem as tradições.

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  • Vera Lucia Spagnuolo 27/08/2014 at 22:17

    Também conheci e consumia os produtos da SONKSEN, em especial as balas VERAFRUT, de sabor inigualável…bem que poderiam voltar com a fábrica…acredito que nos dias de hoje o sucesso seria maior ainda…Sr. Werner August Sonksen pense com muito carinho em retomar com a fabricação de seus produtos…adoraríamos saborear seus produtos outra vez…Parabéns Sr. Douglas pela linda matéria!

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  • Jesus Krauze Beceiro 11/09/2014 at 06:38

    Trabalhei na Sonksen em 1977 por 2 meses ( Jul e Ago ) como Office Boy, foi meu primeiro emprego, inclusive, tenho meu 1º Holerite até hoje. Para mim foi fantástico, iniciava minha vida profissional, os funcionários me receberam muito bem e hoje vejo que era uma verdadeira família. Naquela época o metrô era só estação Jabaquara até Santana. Como vivo em Santo André e perdia muitas aulas, resolví sair. Nunca vou me esquecer dos chocolates que pegava na esteira de “chocolates quebrados ” que seriam reaproveitados e também do cheiro de chocolate quando entregava as correspondências na linha de produção, Que Saudades !!!

    Reply
  • CARLOS ALBERTO TORTOZA 11/09/2014 at 17:40

    Sou CARLOS ALBERTO TORTOZA, e fiuei muito feliz ao tomar conhecimento da reportagem sobre a Sonksen Chocolates.
    Por circunstancias da vida eu trabalhei na Sonksen no ano de 1977, como Chefe de Pessoal.
    O seu pai que eu lamento ter falecido, era muito querido por todos e se dava muito bem comigo. Ele era um gentleman e fazia o trabalho ser muito agradavel, como se estivesemos em familia. “Seu” Agustinho, como era conhecido carinhosamente sempre apoiou todas as iniciativas.e sempre respeitou todos os niveis de funcionarios.
    O cheiro de chocolate ainda esta’ na minha mente e alem de funcionario eu com certeza era um dos maiores consumidores dos produtos Sonksen, Quase que diariamente comprava 1 kg de chocolate para levar para casa para os meus 4 filhos filhos da epoca. Todos eles lembram da marca de chocolates que mais comeram. Uma caixinha de chocolate branco em cubos era o meu preferido e realmente nunca mais comi algo parecido, simples mas saboroso. E os Truffel que o Gerente de Producao sempre me chamava para degustar os exemplos que ele tinha fartamente sobre a mesa e eu dava a opiniao sobre qual tipo era o mais delicioso.
    Bons tempos, boas lembrancas, bons amigos. Boa familia.
    Minha filha encontrou a reportagem na internet e me enviou imediatamente, ao que repassei para outras pessoas que la’ tambem trabalharam, como meu sobriinho que teve seu primeiro emprego como mensageiro do setor de financas.
    Infelizmente todos os fatos que sucederam apos minha saida, depois de um curto periodo de trabalho que muito me orgulha.
    A loja de Santo Andre’ foi a que mais frequentei, por morar por aqueles lados, apesar de ter nascido na Capital.
    E’ a minha historia, e’ a historia dos Sonksen’s e e’ a historia de Sao Paulo!!!
    Tenho muita honra em deixar este registro e gostaria que todos ainda estivem vivos para poder saber que levamos memorias dos nossos momentos.
    Atenciosamente
    CARLOS ALBERTO TORTOZA
    California/USA
    mr_tortoza@hotmail.com

    Reply
  • Solange Alvares Biscaro 23/09/2014 at 20:48

    Eu adorava o chocolate sonksen. O sabor e aroma do chocolate branco da Sonksen era incomparável….até hoje, aqui no Brasil, não comi nada que, se quer, se parecesse com ele. Fez parte da minha infância e adolescência…..fiquei muito triste com o fechamento da fábrica…a qualidade do chocolate sonksen era maravilhosa!!!!…e fica a pergunta: – E as receitas????…se bem que hoje, ao meu ver, a qualidade dos chocolates cairam muito….e os granulados então????…é de chorar……
    Adorei a reportagem..
    Parabéns

    Reply
  • Yara 31/10/2014 at 00:15

    E aquele docinho de gelatina ou goma coberto de chocolate, uma delicia!

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  • Marco Antonio de Souza Pinto 10/12/2014 at 16:58

    Douglas, parabéns por mais este artigo. E este ainda dá água na boca.

    Reply
  • LUIZ ANTONIO 14/12/2014 at 14:15

    Os produtos da Sonksen eram sem dúvida de uma qualidade insuperável. Eu morava na Bela Vista em minha infância e não raro andava pelas paragens da Liberdade lé estava a Sonksen. Nossa São Paulo na época era São Paulo com “s” maiúsculo. Foi lamentável seu fechamento. Hoje infelizmente, estamos consumindo produtos de baixa qualidade em todos os segmentos mercadológicos. Li acima um cidadão falando da Sears, que saiu do Brasil, mas contuinua nos USA. Tantas outras empresas que existiam há 60/65 anos atrás e que produziam produtos bons e de ótima qualidade não mais se encontram em nosso mercado. Hoje os produtos para dar lucro às empresas que aqui ficaram e adquiriram aquelas que se foram chegam a misturar suas matérias primas com aquelas de menor valor em detrimento à qualidade. Nós que tivemos o privilégio de termos saboreado produtos de alta qualidade, bem como produtos de confecção excelentes ficamos somente recordando e chegamos a conclusão de quão pobres estamos em matéria de desenvolvimento. Lamentavelmente, regredimos!!!!

    Reply
  • sergio 16/02/2015 at 19:58

    legal a materia, minha tia era dona de uma das lojas e me lembro quando eu era criança

    Reply
  • Luiz eugenio 03/03/2015 at 12:58

    O Urso Branco foi o melhor chocolate que comi até hoje… E os ovos de páscoa eram magníficos.
    Hoje só temos chocolates de segunda nos mercados, como o Nestlè Brasil que exagera na cera e gordura hidrogenada. Os chocolates no Brasil são péssimos.
    Não tem resgatar as antigas receitas da Sonksen???

    Reply
  • Olga 31/03/2015 at 18:47

    Se, por um lado, senti muita alegria de reviver momentos agradaveis marcados por esses deliciosos produtos, por outro, tambem senti uma tristeza muito grande ao ver as fotografias. Um passado de muita gloria, empregos e progresso.

    Reply
  • Angela 31/03/2015 at 18:56

    Urso branco !!! Balas cevada e azedinha nas latinhas !!!

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  • Rita Ferreira 31/03/2015 at 19:05

    Saudades da balinha de cevada, na latinha vermelha.

    Reply
  • Norma 31/03/2015 at 20:24

    Foi o melhor chocolate que existiu! Eu, ainda menina, sem dinheiro para comprar um Urso Marron, ia todos os dias na padaria comprar pães para minha avó e lá eu ficava namorando na vitrine de vidros, esse chocolate e imaginando como deveria ser o seu sabor. Depois, cursando o primário, teve uma substituta da professora, que escondia em sua gaveta esse chocolate e toda hora quebrava um pedacinho e colocava em sua boca, Ah! que vontade e ela nunca ofereceu, afinal, éramos em 40 alunos, imagine se todos quisessem provar. Depois, tive oportunidade de comprar não só o Marron, mas tmb o Branco, e me deliciei com esses chocolates. E as latinhas de cevada?? E as balas recheadas?? DELÍCIA!

    Reply
  • Lincoln Frade 01/04/2015 at 15:10

    Que matéria fantástica, lembro-me muito bem, a minha querida e amada Mãe trabalhou nessa empresa durantes alguns anos e só fala coisas boas dela, ela embalava as balas e disse tudo era feito com muito capricho, que os donos eram super exigentes, e é claro que ela comia umas balinhas!!!

    Reply
  • Verônica Alferes 03/04/2015 at 23:22

    Muito boa a matéria,minha mãe comprava os chocolates e balas da Sonksen. Lembro do Urso Branco, do Truffel (ainda tenho uma embalagem dentro de um livro), das latinhas de bala e como alguém citou em um dos comentários, me veio uma vaga lembrança de mini chocolatinhos que eu adorava…Mas é bem vaga. Os ovos de Páscoa tinham embalagens lindas, será que não tem fotos coloridas dos produtos? Nossa, muitas lembranças! Por favor, se possível faça uma matéria sobre a Falchi, quando menina eu amava um tablete de chocolate que tinha na embalagem a imagem dos alpes suiços e uma vaca pastando, a propaganda dizia: “O chocolate da vaquinha”… É, esses chocolates marcaram minha infancia…

    Reply
    • Paulo Sergio Marin de Oliveira 26/04/2015 at 15:59

      Oi Verônica, eu estava procurando no Google alguma matéria sobre o Chocolate Truffel da Sönksen e achei esta matéria maravilhosa do Douglas ( muito obrigado).
      A embalagem, o papelão grosso, o papel alumínio que depois que a barra acabava, eu e minhas irmãs amassávamos para depois desamassar raspando a unha, o relevo da barra e aquele recheio trufado inesquecível.
      Em cada um dos comentários acima, eu revivi um pouco da minha infância e hoje vejo que não louco mas sim, igualzinho a maioria de vocês.
      Um grande beijo a todos que deixaram algumas palavras por aqui e que mantém em suas memórias gustativas o sabor do melhor chocolate que já comemos. Sönksen.
      Ps.: Verônica, por favor mande a foto da embalagem cor de laranja do Truffel pra mim…
      paulosmarin@gmail.com

      Reply
  • Silvia 15/04/2015 at 23:13

    Volta Sonksen!!!!!!

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  • Eduardo Jose de Almeida Neto. 01/05/2015 at 23:14

    Eduardo Almeida, Minha mãe trabalhou 5 anos, (lá pelos anos 40) na SONKSEN, e me contou que os donos não eram mesquinhos e que os funcionários podiam saborear bastante os produtos, e que quando entrava uma nova funcionária , eles já sabiam que na 1º semana, ela ia se empapuçar mas logo consumiria moderadamente e que dessa forma não causaria prejuizo ao patrão . Acho que essa fabrica teve alguma coisa mística, uma energia acima da normal, e tudo que foi falado sobre Marca, Empresa e Qualidade dos produtos me trás uma nostalgia muito gostosa de sentir, mas acredito que hoje é muito difícil restaurar tudo o que foi a Sonksen, Pessoal!!! é passado, foi muito bom enquanto durou, .. lamento mas a Sonksem é uma só…..é como uma pessoa, ou os dedos da mão, não existem 2 iguais. bom seria…….Saúde para todos !

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  • gilberto soares de barros 28/05/2015 at 16:04

    Quero deixar registrado o nome de meu pai que la trabalhou acho que pelo menos 20 anos Jose Soares de Barros e tambem meus tios João soares de barros filho,Assumpta giacomelli e Joaquim henriques os quais junto com outros colegas faziam aquelos deliosos dosces balas e chocolates.Saudades de todos.Qua DEUS os tenham.

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  • veronica ziemer 01/06/2015 at 18:13

    Lembro da festa anual num sitio na represa, brincadeiras, cabo de guerra, procura aos ovos!!!! quanto tempo!!! saudades!!! alguem foi nessa festa no sítio dos sonksen??????

    Reply
    • Gil Roberto Tichauer 02/06/2015 at 13:12

      Verônica, eu fui a algumas dessas festas no sítio da represa Guarapiranga. Lembro de uma festa de Páscoa e das festas que eram animadas pela orquestra do Tibor.

      Reply
      • veronica 02/06/2015 at 17:48

        Isso mesmo colega quanto tempo!!!! lembro do maestro Tibor tbm já falecido!!!
        quem viu o teatrinho de fantoches? muito lindo!

        Reply
  • Vera Cardoso 18/06/2015 at 14:14

    nossa que saudades!! trabalhei na duas na década de 1979 como gostaria de reencontrar o pessoal que trabalhou comigo, Jorge Diniz, Loide Ramos, Walter Justino, poxa se algum passar por aqui me procure!!!

    Reply
  • Ricardo Cassolatto 22/06/2015 at 06:40

    fantástico ! senti até o gosto do chocolate ! que época mágica !

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  • Weimor Jesus da silva 14/08/2015 at 22:19

    KARAKAS EU TRABALHEI LA NOS ANOS 80 MUITO BOM.

    Reply
  • Weimor Jesus da silva 14/08/2015 at 22:23

    Caamba vera trabalhei nessa epoca tb trabalhava na linha, eu levava o chocolate do forno para a geledeira, lembro ainda que ganhamos uns cofrinho do banco delfim era uns cofrinho de lata. e eramos revistados toda a ves que saimos na rua para o almoço ou cafe, muitas lembraças da hora.

    Reply
  • Marise 15/08/2015 at 17:13

    Hoje estávamos lembrando do melhor chocolate do mundo….o urso branco….e de como queríamos comer de novo…..aí chegamos nessa reportagem…..

    Reply
    • Norma 18/08/2015 at 10:31

      Marise…Não é só você que vive nessa saudade e vontade de comer novamente o URSO BRANCO.
      Eu, qdo criança, namorava na vitrine da padaria o URSO MARRON, não tinha dinheiro para comprar essa guloseima, pois não era tão barato, mas….depois, já trabalhando, me enlambuzeis nesses chocolates, rs.
      Saudades mesmo desses chocolates que nenhum dos agora existentes chegam ao sabor deles.
      Abraços e tenha um bom dia!

      Reply
  • Ademir Ubeda Caruano 08/09/2015 at 13:25

    Ade721- Por coincidência, esta semana pedi a minha espôsa pra comprar um chocolate ao leite para mim, comi um pedaço e prometi nunca mais comer chocolates fabricados no Brasil, são verdadeiras porcarias, Na épocca da Sonksen esse problema não existia. Daqui pra frente só comerei Lindt ou semelhante. Matéria fantástica.

    Reply
  • Leda Meira 28/09/2015 at 12:21

    Lembro com saudades do Balangandã,uma delicia que tinha uma inesquecível embalagem vermelha.

    Reply
  • maria estela 25/10/2015 at 20:57

    Gostaria que o FILHÓS voltasse……….

    Reply
  • Silvia Regina Guarnieri 26/10/2015 at 01:27

    Parabéns Douglas pela reportagem sobre a saudosa, maravilhosa, deliciosa e incrível fábrica de Chocolates Sonksen! Lendo os comentários acima, não há como não se emocionar e, como num passe de mágica, voltar àquela época, que para crianças e adultos tinha um sabor todo especial! Inesquecível! Minha infância e a dos meus irmãos e primos, foi marcada pelo doce sabor dos Chocolates e Balas Sonksen! Meu querido pai, trazia para casa todas às sextas-feiras, para nossa alegria, alguns “mimos” da Sonksen: O chocolate recheado com fondant de morango, limão e abacaxi. O chocolate ao leite em forma de lua, de sol e outras figuras. o pão de mel, o chocolate urso branco em tablete e as balas azedinhas e as de gomas em formato de meia lua! Pura emoção e carinho! Quando a fábrica encerrou suas atividades foi só tristeza! Já éramos crescidos e compreendemos que, tudo que é bom também pode acabar… mas não em nossa memória e em nosso coração! Um gosto de infância sabor chocolate: o melhor do mundo! Saudades imensas….. meus respeitos à família Sonksen e seus herdeiros! E se algum dia decidirem reativar a fábrica, torço para que consigam manter com fidelidade absoluta a mesma qualidade e sabor que marcaram a história da marca Sonksen!

    Reply
  • rita de cassia cagiano 25/03/2016 at 20:36

    Amei a reportagem! Me deu até um aperto no coração, pq eu vi o fechamento da fábrica na vergueiro.Nesta época de páscoa, eles deixavam a gente cuidar dos carros no estacionamento e em troca ganhávamos muitos chocolates, balas e ovos de páscoa! brinquei muito com meus irmãos pela fábrica, toda semana nos deixavam entrar e passear, era a festa do chocolate e balas kkkkkk Todos da fábrica eram muito atenciosos e carinhosos com as crianças do bairro…quanta saudade desta época! Obrigada por me proporcionar essas lembranças de uma infância feliz!!!!

    Reply
  • Maria Aparecida Figueira 13/10/2016 at 22:30

    Gostaria que voltasse…amava aqueles chocolates e os Ovos de Páscoa!!

    Reply
  • Goytá F. Villela Jr. 05/01/2017 at 23:54

    Moro em São Paulo desde a década de 1990, mas sou originalmente de Belo Horizonte, e tive várias surpresas lendo este artigo. Realmente, a distribuição da Sönksen fora de São Paulo era muito ruim. Em BH, não era uma marca muito conhecida, embora por alguma razão fosse onipresente nas bonbonnières dos cinemas (e BH é uma cidade de cinéfilos). Com certeza já peguei o período de decadência da marca, porque me lembro de embalagens toscas e de design antiquado até para os padrões das décadas de 1960 e 1970, as balas mais conhecidas do que os chocolates, e tudo de qualidade sofrível – a lembrança que tenho é de balas com sabor totalmente artificial e de um chocolate gorduroso, excessivamente doce e com pouco gosto de cacau, tudo inclusive mais barato que as outras marcas para encorajar a venda. Não estou duvidando nem contradizendo os muitos testemunhos aqui da qualidade da marca, mas como já disse, parece que infelizmente só conheci a Sönksen no seu período de decadência. Imaginá-la com qualidade comparável à da Kopenhagen ou Ofner é até difícil para mim, e só tenho a lamentar isso. Se eu fosse o dono de uma empresa com produtos de tanta qualidade e tradição, com certeza preferiria fechá-la assim que percebesse que não conseguiria manter o mesmo nível.

    Reply
    • Paulo Sergio Marin de Oliveira 06/01/2017 at 11:10

      Sr. Goytá, o Sr. esta totalmente equivocado em relação ao sabor e qualidade dos produtos. Com certeza fez alguma confusão em sua memória.

      Reply
  • joão gilberto 15/02/2017 at 23:07

    Goytá , lamento que tenha feito tal comentário , pois até parece que não conhece produto alimentício de qualidade . Trabalhei nesta empresa na area comercial e NUNCA TIVE QUALQUER RECLAMAÇÃO . Coisa que é muito dificil de se ver em qualquer empresa ( principalmente alimenticia ) . Para que tenha uma melhor visão , já trabalhei além desta empresa , em outras empresas de chocolates , laticinios , frigorificos , massas , sempre com alimentos .Fica difícil engolir tal comentário , onde o objetivo é lembrar coisas e fatos interessantes e não denigrir a imagem . Me parece que no meio de tanto elogio , o meio de APARECER é criticar . ( JÁ TEVE O SEU MOMENTO PARA APARECER ) .

    Reply
    • Goytá 16/02/2017 at 19:51

      João Gilberto, por que será que ao ver um comentário do qual discorda, as pessoas sempre se saem com essa de que “quer aparecer”? Se eu quisesse mesmo aparecer, certamente faria melhor que comentar numa postagem dentre muitas de um blog de público restrito. Mas ainda fico chocado quando vejo que as pessoas hoje têm tolerância zero com a discordância e só sabem responder a ela com agressividade e grosseria, insultando os outros com palavras que não teriam coragem de dizer pessoalmente, mas, protegidas pela distância e pelo anonimato seguro da Internet, atiram sem hesitação em quem nem conhecem. Civilidade zero, educação zero, covardia 10, barbárie 10! E é uma pessoa assim que diz ter trabalhado numa empresa que dizem ter sido de alto nível??? Era assim que você tratava os clientes da empresa?

      Dei meu relato honesto com base nas minhas lembranças de Belo Horizonte de mais de 40 anos atrás. Nele, deixei claro que não duvidava do testemunho das pessoas que comentaram sobre a alta qualidade dos produtos Sönksen, mas não era disso que me lembrava e supus que isso se devesse a eu já ter pego a fase de decadência da empresa (o que, segundo as datas fornecidas pelo artigo, é plausível). Fui respeitoso e educado, não insultei ninguém, muito menos fiz ilações sem base nenhuma sobre as motivações dos comentários dos outros.

      E mais: se você trabalhou na Sönksen, obviamente era de São Paulo. O próprio artigo fala claramente que a distribuição e a divulgação da Sönksen eram muito ruins fora de São Paulo. Posso atestar que isso era verdade: era uma marca quase desconhecida em Belo Horizonte, onde só era encontrada nas bonbonnières dos cinemas. A Kopenhagen já tinha loja na cidade havia muitos anos e já era conceituadíssima, portanto as pessoas sabiam muito bem o que era chocolate de qualidade – mas nem se encontravam chocolates Sönksen em BH, eram quase só as balas, quando havia. As pessoas então presumiam que se a marca fosse boa, já teriam ouvido falar dela, e colocavam-na mentalmente na mesma categoria que qualquer outra marca desconhecida, da qual se devia, em princípio, desconfiar. E apesar do devido desconto pelas décadas decorridas, minhas lembranças gustativas, honestamente, não são mesmo das melhores. Não me lembro de ter ficado louco pela Sönksen ou dado preferência a ela por sua alta qualidade. Definitivamente, não me impressionou.

      Enfim, esse foi meu depoimento sincero e honesto, e se você não gostou dele, não posso fazer nada. Porém, REAFIRMO TUDO QUE DISSE ANTES E NÃO RETIRO NENHUMA PALAVRA. Não gostou? Então, morra de raiva! Mas guarde-a para si e não a descarregue no próximo desconhecido conveniente de ocasião.

      Reply
  • Andre Cardoso 05/09/2017 at 21:13

    Nossas memórias! Que força tem um sabor! Alguns muito bem lembrados nesses 255 comentários, sobre a Fantástica marca de Chocolates e Balas Sonksen, imbatíveis na qualidade e no sabor, assim como tantos outros produtos que se perderam com o passar do tempo…
    Exemplos? Que tal a bala Frumelo, da Lacta? Os chocolates da Kopenhagen nunca mais foram os mesmos que os fabricados nos anos 70,como o “língua de gato”, a linha infantil com cigarrinhos de chocolate e fósforos de marzipã da marca…. 85 anos de historia e comer Kopenhagen hoje e tão insatisfatório (para nao dizer ruim) como comer um Eskibon da Kibon e lembrar do Eskibon e do Ki-crocante dos nossos tempos de criança! E os pirulitos que a Kibon vendia,enfiados nas bordas do tampo dos carrinhos de sorvete, na praia! Alguém conseguiria reproduzir o pirulito de chocolate que a Kibon vendia??.

    Se for falar em sorvete então, só um sabor me marcou mais que as balas Sonksen de cevada: o sorvete de casquinha sabor uva e nata na Sorveteria Guarujá!
    Sabores de potencia mágica, indescritível para passar aos nossos filhos.
    Tempo que sorvete era sorvete, creme, não gelatina,
    E chocolate era verdadeiro…

    A BBC produziu um programa explicando essa magia que e o chocolate: na natureza açúcar e gorduras juntos, em grandes concentrações, são raramente encontrados. Se voce quiser uma mistura, em torno de 50% de calorias vindo do açúcar e 50% das gorduras, como o chocolate, só encontrará isso em um lugar na natureza: no leite materno.
    (BBC The Secrets Of Your Food Series 2017 – bbc.co.uk/foodworks )

    As balas Sonksen de cevada me trouxeram à esta postagem na internet, eu continuo procurando por elas, seja para ver a imagem da lata, ou para provar algo que possa ser semelhante…
    Vivo na Inglaterra e encontrei algumas balas que parecem ser muito similares, embora ainda nao as tenha provado, com os seguintes nomes: ” Candy Bayrischer Blockmalz ” , “Kongen Malt Drops” ou Honey-malt Drops.

    Mas poder encontrar esta matéria e ler todos os comentários sobre a Sonksen foram muito mais proveitosos que provar essas balas, vai saber se não são nada parecidas…
    Experimentei um monte de balas de cevada tradicionais aqui no UK, a Barley Sugar e uma das mais tradicionais balas duras -hard boiled candies – e não chegam nem perto de poderem ser chamadas de balas se comparadas ás Sonksen da minha infancia, seja cevada, azedinhas, todas eram melhores…

    Ficou no ar uma duvida, perdeu-se a receita dessas balas??
    Cevada maltada, cristaliza o açúcar, onde está o mistério para reproduzi-las??

    Tanta coisa mudou na alimentação do Brasileiro desde os anos 80, e hoje vemos todo esse reconhecimento dos sabores dos produtos nacionais, que hoje são inúmeros, nao mais uma simples mandioca.
    Daqui do UK assisto ao Master Chef Brasil, outro grande fomento a alimentação de qualidade, e isso me faz pensar, não seria esta a hora certa para uma marca tão importante como a Sonksen, detentora de receitas tao formidaveis?! Momento em que se promovem boas matérias primas, além de um mercado que pode ser ao mesmo tempo local e global, via Internet, e usufruto de logistica moderna…
    Por favor senhoras e senhores que saibam as receitas, quando voltaremos a consumir os produtos finos de qualidade da marca Sonksen??
    Quando nos darão o privilegio de disponibilizarmos chocolates e balas Sonksen aos nossos filhos e netos?

    Reply
  • Gilberto 22/02/2018 at 20:02

    Sr.Douglas, gostaria de parabeniza-lo por esta excelente reportagem.Eu fui Encarregado de Produção desta industria por cinco anos, sai em Outubro de 1979, antes trabalhei no Controle de Qualidade da Industria de Chocolates Lacta,na época situada no Brooklin, mais precisamente na Rua Barão do Triunfo,142.
    Essa descrição é para poder dizer que realmente a Sönksen produzia chocolate com qualidade.Em testes organolépticos e avaliação sensorial mostrava-se um produto acima dos concorrentes.As formulas não sofriam alterações, independente ao custo da matéria prima.Por isso era um produto de fácil aceitação e muito valorizado no mercado.
    Graças a qualidade e supremacia do Chocolate Sönksen,criou-se a frase ¨Foi um verdadeiro chocolate¨. Realmente Sönksen,sempre o melhor chocolate
    Saudações..

    Reply
    • joão gilberto 23/02/2018 at 13:56

      Gilberto , eu também trabalhei na Lacta e Sönksen , embora seja na area comercial . Embora a Lacta seja até hoje uma grande empresa , digo sempre que com muito orgulho que já vendi um dos “melhores” chocolates do MUNDO .

      Reply
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