Artigos

Uma breve história das livrarias paulistanas

Comments (22)
  1. Wilson Natale disse:

    Glaucia,
    Penso que é relevante lembrar que a SARAIVA foi a pioneira no lançamento de livros populares. O lançamento da COLEÇÃO SARAIVA, com livros mensais de baixo custo e da alta qualidade quanto ao conteúdo literário, incentivou o culto à leitura. Era uma coleção eclética, que ia dos autores nacionais aos estrangeiros.Uma coleção que servia a todos os estabelecimentos de ensino, dada a alta qualidade de conteúdo e baixo custo.
    Da Saraiva é também a COLEÇÃO JABUTI, com romances que serviam a nós ginasianos.Saudades daquelas leituras que eram transformadas em resumos… A JABUTI tinha livros mais eleborados, de custo maior. Mas, nem porisso inacessível.
    Por essas boas razões a SARAIVA permanece no inconsciente coletivo da minha geração, com a GARRAUX ficou no inconsciente dos nossos antepassados.
    Abração,
    Natale

  2. André disse:

    Nesta relação, faltou a Livraria Paulinas, que depois se tornou Paulus, que está há mais de 50 anos na Praça da Sé, vendendo livros religiosos e de ciências humanas.

    Na comemoração do cinquentenário foi lançado um folder com fotos e histórias da livraria.
    http://www.paulus.com.br/livrarias/livrarias_se.php

  3. Rodney Repullo disse:

    Belas Artes e Horus – Saudades!!!

    Faltou a Zipak na relação.

    Parabens pela pesquisa.

  4. Hoje um oligopólio, ainda conseguiu pegar um tempo em que muitas das livrarias acima sobreviviam. Assim, aos poucos, entre surpresa e resignação, fui acompanhando o seu desaparecimento. Menos mal quando, nessas ocasiões, davam descontos enormes para liquidação de estoque. Lembro de uma grande, no 1º quarteirão da XV de Novembro, quase esquina com a r. Anchieta, corri a ela três vezes para fazer compras de arrematação. E mais recentemente, a charmosíssima Duas Cidades, no Arouche. Fiz um texto narran o dia do seu fechamento, para o site vivasp.com (que recomendo aos que gostam de histórias de São Paulo por seus moradores): http://www.vivasp.com/texto.asp?tid=4921&sid=13 Parabéns pelo trabalhos!

  5. Samira Peduti disse:

    Glaucia, parabéns pelo importante trabalho.
    Estava eu aqui procurando alguma história sobre a Livraria “Plácio do Livro” – Praça da Republica, que pelo que me consta foi o 1º supermercado do livro, onde vc podia entrar e escolher seu livro na prateleira… como aliás são hoje todas as livrarias.
    Se vc tiver notícias… gostaria de recebe-las.
    Obrigrada

  6. Vitor disse:

    Nesta relação faltou também a editora “Circulo do Livro”.

    1. Domingos P Braz disse:

      Esta editora e livraria foi fundada pelo profo Mario Graciotti.

    2. Domingos P Braz disse:

      Esta editora e livraria foi fundada pelo profo Mario Graciotti

  7. Vanisio Alves disse:

    Bela matéria, trabalhei em uma livraria que se chamava, livraria Avenida São João, no mesmo endereço 547, Jorge Amado, autografou Tieta em 1971 no calçadão nesta livraria, proprietario dela se chamava Arturo Vasques Moreno.

  8. Betty disse:

    Faltou a Livraria Zahar que por muitos anos teve sua loja na Pça da República. Como Bibliotecária amei a matéria!

  9. Marlene disse:

    Alguém se lembra da Livraria Freitas Bastos na Rua XV de Novembro? Comprei muitos livros ali.

  10. Isac Vinic disse:

    Faltou a Livraria Francisco Alves Editora – com mais de cem anis de existência

  11. Roberto Fantinel disse:

    Zipak…era tudo de bom…

  12. Maria Cecília Dubugras disse:

    E a Livraria La Selva? Lembro quando éramos crianças e íamos levar meu pai ao Aeroporto de Congonhas…..sempre passávamos por lá. Comprei meu primeiro Tintin!

  13. Ricardo disse:

    faltou a Livraria Palavreando. Mas essa vende somente livros infantis

  14. Meritxell H Marsal disse:

    Olá,
    muito obrigada pelas suas informações sobre as livrarias de São Paulo. Estou pesquisando sobre Felip Mestre Jou. Só para deixar constância, ele era catalão, de Barcelona, e veio para o Brasil depois da Guerra Civil espanhola e a repressão franquista. Ele era muito ativo na defesa da cultura catalã desde o Brasil, e ajudou a fundar a Sociedade Paulista de Cultura Catalana.

    1. Alessandra Martire disse:

      Meu avô trabalhou com Mestre Jou, ajudou a fundar a Livraria e a editora. Hoje escutei muitas estórias do meu tio, que ia aos sábados trabalhar com meu avô, isso na década de 50/60.

      1. Geraldo disse:

        Trabalhei na Mestre Jou em 1966 até 1980.
        Geraldo correa

  15. andrea gomes disse:

    Bom dia! preciso muito de um exemplar da marlyse meyer “Maria padilha e toda sua quadrilha” p/ compor tese de mestrado.a editora fechou e não acho em outras livrarias e nem sebo.Alguem me dá uma luz? grata andrea

  16. Alessandra Martire disse:

    Olá boa noite. Vocês teriam informações sobre a Livraria Civilização Brasileira, na rua XV de novembro? E maiores informações sobre a Livraria e editora Mestre Jou? Meu avô trabalhou nas 2, entre as décadas de 30 e 50. Fez grandes amigos, como Prestes Maia, Jânio Quadros, Monteiro Lobato, José Sarney….tenho algumas fotos….
    Desde já agradeço

Deixe uma resposta

Publicidade:

SP ANTIGOS

Nosso Instagram: @saopauloantiga
Something is wrong. Response takes too long or there is JS error. Press Ctrl+Shift+J or Cmd+Shift+J on a Mac.