Imóveis Antigos

Uvas Marengo

Comments (25)
  1. Renata disse:

    Bela História. E belo mural.

  2. Todos os dias passo por este muro pra ler o tel ainda com 5digitos.
    É esse um dos detalhes que nos remetem a outra SP.
    E é um dos meus pontos da Av Celso Garcia que quero retratar nos meus futuros jobs.
    Abç Douglas!

  3. Manuela Lopes disse:

    Muito legal! Moro num condomínio quase vizinho a esse ponto!
    Esse site é muito enriquecedor. Não sou de SP, mas já aprendi um monte apenas lendo essas páginas e agora sei um pouco mais sobre o bairro onde moro. Parabéns pela iniciativa e podem contar comigo p/ divulgação do site!

  4. LILIAN disse:

    Douglas, seu trabalho, já disse em outras oportunidades, é fantático! Agora, vejo que está ainda mais profundo, com mais conteúdo, com história… Parabéns! Isso, logo, logo dará um livro… Ou uma enciclopédia! Abração!

  5. Daniel disse:

    esse terreno enorme poderia ser aproveitado pela construção civil e, eventualmente, preservar ao menos o mural com um portão metálico embaixo para entrada (ou saída) de veículos, ou então uma servidão de passagem já que o terreno termina direto numa outra rua como pode ser visto no mapa…

  6. reynaldopapacideroruiz disse:

    obrigado, há 60 anos que pensava que o Marengo uvas, fosse de um sitio em santo amaro. obrigado

  7. reynaldopapacideroruiz disse:

    quando criança na Bela Vista,passava m carroceiro que gritava uva…uva do marengo. 1947-48. e eu sempre pensei que fosse de um sitio do marengo em Santo Amaro.obrigado.

  8. Clelia Person Lammardo disse:

    Famílias importantes do passado, como os Bohemer, os Bresser, os Marengo, fizeram a história do Brás, do Belém, do Tatuapé. Não podemos nos esquecer dos Matarazzo, que tinham sua fazenda onde hoje é o Parque do Piqueri. Da fazenda restou a Casa do Administrador, que é a sede administrativa do Parque e parte de suas terras e arvoredo. O terreno ao lado, palco de tantos entreveros com a Prefeitura, para que tivesse seu terreno doado ao Parque, hoje se transformou numa área de grandes edificios.
    O progresso e a explosão demográfica exigem o sacrifício da demolição e de construções modernas.

  9. Cauana disse:

    Desde a primeira vez que passei pedaço da celso garcia observei esse mural! Ate falei com minha mae, mas ela nao me deu ouvidos. Percebi quando fecharam a entrada, morria de vontade de saber a historia, minha vontade era pesquisar o numero de telefone pra ver de que epoca era. Todos os dias eu passava por ali quando eu estudava na etec carlos de campos. Da qual, essa escola, merece uma atenção aqui no blog.

  10. Robson disse:

    Infelizmente esta entrada foi demolida, juntamente com o conjunto de sobrados à esquerda.

  11. Carlos disse:

    Não acredito que um patrimonio dessa grandeza foi demolido. Pqe. não foi tombado? É uma tristeza saber que não guardam essas relíquias e sim pensam somente em construções e mais construções. Não que eu seja contra o progresso, mas vamos preservar o pouco que temos na capital

  12. flavio morais disse:

    …me lembro de criança, quando passava um moço vendendo uva na minha rua e que cantava mais o menos assim:
    “…uva, uva, uva,
    é uva do marengo,
    uva , uva, uva,
    é uva rosada e doce,
    é uva do marengo,
    é uva rosada e doce…”

  13. Flávia Minghini Quirino dos Santos disse:

    Fiquei muito triste ao saber que fecharam esse estabelecimento.Quando pequena fui muitas vezes com meu pai e posteriormente com meu marido comprar mudas de árvores frutíferas. Meu avó e meu pai sempre nos disserem que qualquer muda que você comprasse lá era pegava sem problema algum. Imagine que tenho em minha casa um pé de jabuticaba comprado lá. Que saudades! Você via aquela portinha pequena e quando entrava se surpreendia com o tamanho do estabelecimento. Uma pena!!! gostaria de saber o que houve p/ terem acabado com algo tão bom para todos nós. muito melhor do que a construção de mais não sei quantas torres que vão deixando nossa cidade cada vez mais impessoal.

    1. Armando Francisco Marengo disse:

      Lí e gostei de seu comentário. Escrevi um opusculo sobre a familia e poderei te enviar por correio.
      Assim como um dvd sobre o mesmo tema.

    2. Maria Ignêz Basso Sternheim disse:

      Flavia que saudades de vc.e de sua família.Passamos nossa infancia juntas e depois casamos e nos perdemos.Se vc.receber este meu e-mail,por favor responda.Beijos

  14. Artur Cordon disse:

    Quando eu era criança fui lá com meu pai algumas vezes comprar mudas de arvores frutíferas. Lugar amplo e agradável. Compramos mudas e plantamos em minha antiga casa na Penha. Foram pés de Mixirica, Laranja Bahia, Ameixa, Romã, Limão e até um Abacateiro que vi crescer e colhi os frutos. Hoje tudo virou garagem. Na antiga casa onde vivi minha infancia não tem mais o Abacateiro, os pés de laranja, etc… Tudo virou garagem . Inclusive o Marengo. Fiquei triste e emocionado. Mas tenho o Marengo intacto em minha memória.

  15. MARGARETE disse:

    Quantas vezes passei em frente a esse muro e curiosa olhava a entrada com o numero de telefone antigo…
    Morei ali perto por 35 anos, vi residências antigas irem para o chão, tudo para construir espigões ridículos.

    Tatuape, que antigamente era tranquilo virou um inferno super faturado, super valorizado e nada mais.

    E a história perde mais uma vez, o que vamos deixar pra nossos filhos???

  16. Marli Marengo disse:

    Pôxa achei super legal esse mural,tem o meu sobrenome,é bom saber que a família Marengo fez história ai em São Paulo,pois eu nasci e sempre morei no interior de são Paulo (Boituva) abraçossss

  17. Inês disse:

    Família foi pioneira na produção de uvas e vinhos
    (Fonte Jornal da Tarde 03/04/2006)

    “A produção dos Marengo, com o apoio do cientista Luiz Pereira Barreto, ajudou a suplantar as uvas estrangeiras, importadas em barricas da Europa, que obtinham enorme sucesso no País. Na época, ninguém conseguia acreditar em produção nacional do fruto, típico de climas temperados. Para combater o preconceito, Francisco Marengo resolveu abrir ao público a vinícola do Tatuapé, que tinha quase cem mil metros quadrados.

    Logo o sucesso chegaria. Aos poucos, os ambulantes levariam pelo bairro os carrinhos abarrotados da fruta gritando: “Uva, olha a uva do Marengo.” Era tanto êxito que jamais teria passado pela cabeça de Benedito, genovês que deixara a Itália para ir aos Estados Unidos, decidira ficar em Buenos Aires e, por fim, aportara no Brasil. Era a uva de variedade Niagara, cujas mudas trouxera dos Estados Unidos e aclimatara no País. Em 1897, com apenas 49 anos, Benedicto morreria. Seu filho, Francisco, continuaria a trajetória.

    Cláudio César Marengo, que substituiu Francisco, gostava de contar que as vinícolas do Sul se desenvolveram a partir da chácara Marengo. Segundo ele, Celeste Gobato, formado por Francisco, foi para o Sul, levou as mudas e lá se dedicou a implementar e desenvolver os vinhedos.

    A área onde ficava a Chácara Marengo, limitada pelas atuais ruas Antônio de Barros, Aguapeí, Francisco Marengo e Emília Marengo, foi comprada do conde Rodolfo Crespi em 1917. Em 1949, seria adquirido o terreno do atual Hospital Municipal que pertencia a Assad Abdala.

    Passaria a ser usado como depósito e comércio de frutas. Conhecido como Parque de Frutas Marengo, se tornaria uma atração turística, recebendo visitantes de todas partes de São Paulo. Em 1952, morria Emília Marengo, mulher de Francisco. Sete anos depois, era a vez do próprio Francisco. César Marengo, pai de João César, daria continuidade aos negócios da família.

    Em 1962, a área do Parque de Frutas foi desapropriada pela Prefeitura. A chácara Marengo passaria a funcionar onde está hoje, no número 5.632 da Avenida Celso Garcia. Após décadas de tradição, a força dos Marengo entrou em decadência”.

  18. Rogerio disse:

    Nooosssaa desde pequeno passava em frente e lia morango – e agora com google mapas fui ver e ainda tem o mural que legal MARENGOOOOOO – uma vez marengo ..marengo até ….

  19. Marina disse:

    Sou tataraneta de Francisco e Emília Marengo e posso dizer que mais do que ninguém acho uma tristeza um patrimônio histórico e cultural de São Paulo tenha sido largado às traças. Não só por pertencer à família, mas como estudante de arquitetura tenho noção da relevância que um dia os Marengo tiveram em São Paulo, em especial no Tatuapé. Mas é evidente que tal prestígio é dedicado a poucos, já que seus sucessores não tiveram a capacidade de perpetuar esse patrimônio com dignidade.

  20. Marcos Gomes disse:

    Infelizmente a casa ao lado já foi demolida, resta apenas as fachadas.

  21. Paulo Henrique disse:

    Eu me lembro desse mural e das explicações que um amigo me deu quando passei diante dele… eu fico feliz que ao menos a lembrança fotográfica tenha sido preservada… mas lamento que a especulação imobiliária continue sendo o único fator determinante nesta cidade!

  22. brstarship disse:

    No início dos anos 2000, ainda era possível comprar vinho e uvas por lá. Me lembrei do Marengo estes dias e fui pesquisar se o local ainda existia para levar meus filhos lá. Aí encontrei esta página. Pena que o local não mais existe…

  23. Eduardo Go disse:

    Muito legal tudo isso! Tenho dúvidas se a Confeitaria Marengo, da rua Francisco Marengo x rua Serra de Bragança, pertence ou não à família Marengo. Será que os netos entraram em outro ramo de atividade?

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