Grande São Paulo

Vila Maria Zélia

Comments (110)
  1. Marcos disse:

    Belíssima reportagem. Parabéns! Que triste o descaso com a nossa história.

    1. Raul Ferreira Gomes disse:

      Foi um privilégio poder ler rever tudo isto e conhecer a história desta vila, tenho 71 anos e por quatro anos nos idos de 1960, estudei em um dos prédios escolares, infelizmente hoje em ruínas,naquela época funcionou ali uma escola de química industrial, cujo nome era Escola de Química Industrial Manoel da Nóbrega e as casas e demais construções ainda preservavam o estilo, inclusive o campo de futebol, a época o único do esporte amador que tinha iluminação para jogos noturnos e no qual tive oportunidade de participar de vários jogos do colégio. Muita saudade !

  2. Fabio Ramon Franco disse:

    Maravilhoso, lindo, muito lindo o trabalho de vocês. Essa iniciativa tem que ser transformada em lei federal, municipal, estadual, melhor, universal. Preservação total de todo o património histórico seja lá de onde for! Parabéns!!! É uma pena que eu more em Niterói, RJ por que eu amaria trabalhar com vocês!!!

    Abraço a todos e boa sorte.

  3. Katia Maria Requena Duarte disse:

    Admiro o trabalho de vocês e reconhecidamente preciso do auxílio de vocês no que concerne no levantamento histórico da região onde estão enceridas as escolas nas quais eu trabalho. Sou professora de história da rede pública uma aficcionada por São Paulo e acredito sinceramente que a preservação do patrimônio histórico é importantíssimo para preservação da memória. Dando um sentido de pertencimento ao lugar.

  4. Margarete disse:

    Acompanho o seu trabalho há mais de 2 anos, visitei todo o conteúdo dessa trabalho grandioso, percebe-se claramente que vc realmente ama SP, e confesso que senti um vazio, uma tristeza grande, imensa.Pensei no carinho de Jorge Street quando construiu a vila, na homenagem para sua filha,por um momento sei um aperto na alma e chorei…
    Não é o governo, INSS ou qualquer outro o culpado!
    Culpados somos nós todos, que assistimos tudo isso e não lutamos, reinvidicamos por nosso maior direito: O direito de ter orgulho de nossa história, o direito de preservar parte de nossa caminhada, o direito de gritar que somos cidadãos conscientes, e não meros números que aumentam a população.
    Apenas fotos apagadas, sem valor algum para uma geração que não terá direito á conhecer sua própria história. Viveremos apenas, até que nossas lembranças tb sejam ruínas.

    1. Maria Lucia Pinez disse:

      Tb fiquei emocionada ao ver isso tdo em ruínas.Realmente é culpa do povo.

      1. Herbet Catapano disse:

        Infelizmente não, o povo até hoje só foi enganado, por politicos e gente inescrupulosa, hipócritas interesseiros em enganar os moradores e alguns saudosistas ex-moradores da vila, com promessas e mais promessas de revitalização da vila, mas assim que as eleições passam,são procurados e nada dizem ou fazem, Aproveitam-se da maioridade sexagenária dos incautos e inocentes para se auto promover – bando de CALHORDAS SANGUINÁRIOS, SANGUESUGAS, INESCRUPULOSOS, APROVEITADORES.

  5. maria Regina da costa e silva disse:

    Linda reportagem , estudei no Colégio Manoel da Nóbrega lá na Vila . Tenho lindas recordações daquele tempo e espaço . Parabéns !

  6. Kate V disse:

    Postagem maravilhosa!
    Lindo o armazém, a escola de meninas.
    Pensando aqui: vão se as vilas, ficam-se os condomínios fechados… =/

  7. Claudio Moreira disse:

    Ótimo local e ótima reportagem !!
    Uma pesquisa bastante extensa e detalhada, parabens !
    É verdade que o estado geral das construções da Vila MZ não é dos melhores, mas acho que faltou só um pouquinho de bom astral na matéria, incentivando as pessoas à visitar o local. Apesar do estado atual, que não é dos melhores, eu já fui lá e gostei muito, principalmente se você tiver a sorte de conhecer na hora algum antigo morador e ter ele como o seu guia, como foi o meu caso. Ao incentivarmos o hábito da visitação neste e outros lugares apresentados neste site, talvez consigamos indiretamente chamar a atenção dos proprietários e a da sociedade para a sua preservação. A Vila Maria Zélia é um bom exemplo disso: é um bom lugar para passear e se fazer boas fotos (pra quem gosta).
    É isso aí. Um abraço !

  8. João Vergílio G. Cuter disse:

    Parabéns pela página. Bem cuidada, informativa, com material fotográfico interessantíssimo.

  9. Egydio Colombo FIlho disse:

    Que beleza de trabalho! Muito bem organizado, mesmo didático, e de excelente qualidade. Esta iniciativa – http://www.saopauloantiga.com.br – é bem bacana, nota 10.Recomendarei para todos os meus amigos e
    alunos.

    1. Muito obrigado Egydio, mesmo!

  10. Murivaldo Capucho disse:

    Infelismente esse é um real “retrato do governo que nos (des)governa”, completo descaso, e se fosse provocado por algum contribuinte… coitado, estaria em “maus lençóis” provavelmente até processado pelo estado e com restrições a crédito, financiamentos, empréstimos, etc…

  11. odair de almeida disse:

    eu tenho muito orgulho de falar eu estudei no grupo escolar MARIA ZELIA,MINHA PRIMEIRA PROFESSORA FOI DONA MARIA ROSA A SEGUNDA FOI DONA FLÓRA A TERCEIRA , QUARTA E QUINTA FOI JANDIRA PASTANA,OS DIRETORES NA ÉPOCA FORAM DONA IZAURINHA E SR ANTENOR NA DECADA DE 1950 [ 52 A 56 ]

    1. José Roberto Sartori disse:

      Olá Odair: Acho que nos conhecemos.Também estudei nessa época, em que a D.Isaurinha e o Sr.Antenor eram os diretores. Eu morava na vila e fiquei lá até aos 27 anos, quando casei. ( Eu nascí lá). Bons tempos. Por acaso você norava na Rua Cachoeira e seu pai tinha um Ford? É lamentável a deterioração de alguns predios.. Um abraço.

  12. José Sabino Maurelli disse:

    Parabens em primeiro lugar em ilustrar e preservar as belas imagens da Vila Maria Zélia.

    A memória está sucateada pelo declínio da consciência cultural e histórica paulistana.
    Pena que as autoridades estão débeis frente a tanta riqueza estar sendo perdida.
    Povo que não tem respeito ao seu passado é questionado quanto ao respeito a nação e seus antepassados.

  13. Rosangela Tubias Guilherme disse:

    Estudei no Colégio Manoel da Nóbrega lá na Vila Maria Zélia nos anos 80.Que saudades!
    .

  14. Alba Barbosa Pessoa disse:

    Olá.
    Bom trabalho em defesa do Patrimônio Histórico.
    Seria interessante se mostrasse uma imagem da fábrica Maria Zélia com as inúmeras crianças que lá trabalhavam em longas e extenuantes jornadas de trabalho.

    1. Costa disse:

      Sim, seria interessante. E creio que nenhuma destas crianças trabalhadoras tenha se tornado bandido. Hoje em dia a grande maioria das crianças não precisam trabalhar, mas não podemos julgar aqueles tempos com os olhos de hoje.

      1. Adriana de Souza disse:

        Concordo com vc amigo. Eu comecei a trabalhar com 14 anos, trabalhava e estudava! E estou vivinha da silva! Acho que um dos problema da alta marginalidade no meio infantil e adoloescente é a falta do que fazer, como diz o ditado: mente vazia, oficina do diabo.

  15. José Vieira disse:

    Muitas Saudades daquele tempoo que não volta mais.
    Abraços a todos

  16. Lauri Noronha disse:

    Ai na Vila Zélia tinha um Colégio Técnico de Química Industrial, eu cursei química aí.Eu sempre adorei este lugar.Saudades.

  17. jair asbahr disse:

    Uma lágrima foi o que me restou da lembrança ditosa do Grupo Escolar Maria Zélia que nós infantes de 7 anos dizíamos. “grupo Escolar Maria Zélia entra burro e sai groselha” e, no dia seguinte estávamos unidos na sala de aula iniciando o abcedário. Saudades de Dna. Cesarina. Querida professora que abriu as fronteiras do meu aprendizado. Meu time o moringuinha. Imbatível atá que o tima dos falcões negorso chegaram e levaram nossa taça. O guarda civil, Sr. Garcia. punha respeito e era por todos os moradores da Catumbi respeitados.Peia aos seus conhecidos para que assinassem a lista para comprar a caminha do time e comprar a taça. Coisa bôa. Lembro com lágrimas seu Garcia todo alegre, com o “futebolino” na mão, a ultima figurinha que nos faltava para completarmos o album e trocar pela bola oficial lá na rua do gaszômetro. E agora, que tristeza. investe-se uma fortuna na educação e colhe-se migalhas no aprendizado. O predio do grupo e o do colegio manoel da nobrega e o professor Dr. Aquino. Com tanta carencia de espaço cultural efetivo para povão e aí, prédios historicos ociosos. Vou procurar em “meus mortos ” porquanto entendo que tenho umas fotos. SE dermos as mãos mudaremos o curso desse desmando desmazelado. JAIR ASBAHR. só falta o primeiro impulso.

    1. heitor felippe disse:

      Jair, tambem fui alfabetizado pela professora Dona Cezarina. Estudei e tirei meu diploma no Maria Zélia e concordo com tudo o que foi escrito. Lembro bem da minha professora do 4º ano, Dona Ester, energica porem humana. Dona Vilma que era muito bonita e das injeções que tomava-mos uma vez por ano.

  18. Ana Monteiro disse:

    Tenho orgulho em dizer que sou bisneta do Jorge Street. Atualmente moro na Escocia e encontrei aqui uma obra muito semelhante a do meu bisavo em “New Lanark”, pertinho de Glasgow na Ecocia. A fabrica, a vila dos operarios, escola etc estao completamente preservados e sao agora um centro turistico. Sera que a gente nao consegu fazer algo parecido ai em Sao Paulo? Qualquer ideia sera bem vinda!

    1. jair asbahr disse:

      Ana. por que vc não encabeça junto com a bisneta do fundador uma campanha para o INSS alienar as ruinas e após algum empresario da construção civil arrematar e revitalizar a vila, mercê de um arquiteto inteligente e criativo. Mãos dadas em torno de um propósito é mais fácil alcançar os objetivos. jair asbahr

    2. rafael leão disse:

      Ana, moro na Vila e gostaria dos seus contatos para tentarmos revitalizar a Vila.
      Abraços.

      1. Ana disse:

        Como vc acha que poderíamos revitalizar a Vila? Pensei em tentar algo como conseguir verba por meio de geminar cidades mas nāo tenho muita ideia de como começar.

        1. Ana e Rafael, se precisarem de ajuda o São Paulo Antiga está a disposição.

        2. jair asbahr disse:

          Olá amigos. Poderíamos formar uma associação ou simplesmente uma comissão para nos dirigirmos ao INSS e, primeiramente, saber QUAIS os prédios que estão disponiveis, ou seja: predios de porte,que possam ser restaurados como p.e. o do colegio Manoel da N´brega, a Escola primária Maria Zélia, na qual me alafabetizei em 1948, com Dna Cesarina. Com esses prédios na mão da associação, torna-se fácil disponibilizar verba para uma reforma acentuada e não um restauro que fica numa fortuna. Sei como fazer isso, Já fui Prefeito oito anos. Sei que há verba,mas tem que haver projeto e seriedade. Não sou politico de carreira; minha atividade ao longo dos meus 70 anos, se ateve na advocacia e no ministério público e, hoje sou empresario aqui no Sul de Minas nos ramos de hotelaria e radiodifusão.

          1. heitor felipppe disse:

            Não sabia que se pode comentar as fotos. porem nunca é tarde. Quem lembra da Dona Cezarina, deve lembrar tambem da diretora da Escola, Dona Ester, da Dona Vilma, professora, e das injeções no braço que eram aplicadas em uma sala em frente a entrada principal. Quanta choradeira…

          2. jair asbahr disse:

            prezados companheiros. Estive por duas vezes em janeiro deste ao no local, me dirigi ao porteiro que informou não ter visto quem aguardasse alguém com o nosso perfil. Falei com duas senhoras que conservam uma casa ao tempo da fundação e tb não souberam de nada a respeito de uma reunião sobre a revitalizaçao dos prédios. Heitor Felippe assuma a frente desse fecundado movimento e o faça nascer. Vc é moço e tem futuro. saudações a todos desta corrente. jair asbahr

          3. Lauri Noronha disse:

            Olá amigos ,
            O que eu notei, não sei se perdi algum pedaço da história, é que ninguém deu resposta para Ana Monteiro. Fiquei na expectativa de um email mas não aconteceu.
            Bem… se combinarem algo eu quero estar com vocês.

          4. Lauri Noronha disse:

            Se eu puder ajudar,estarei a disposição. Eu particularmente não sei nem por onde se começa uma ação desta.
            Aguardo email de algum amigo.

            Att

            Lauri Noronha

  19. Isaias disse:

    Estudei Quimica no Colégio Manoel da Nóbrega por dois anos 1979 e 1980 (primeiro e segundo colegial técnico ), morava no Bairro Patriarca, longe da Vila acredito que uns14 Km, onde percorria o trajeto de onibus, descia as vezes na Celso Garcia outras vezes na Radial Leste e fazia o restante do percurso a pé. Depois mudei para Uberlândia-MG, onde vivo até hoje. Muitas lembranças, o uqe mais me imprecionava no colégio éra o laboratório, com embriões, órgão humanos, mãos e etc. Éramos eu, meu primo Wagner Quadral e o Marron (não me lembro o nome dele) bagunça não faltava.
    Mas a restauração e revitalização, acredito de deve começar com a criação de uma entidade séria, sem fins lucrativos, tenho a convicção que os investimentos para concretização deste projeto serão enormes, principalmente se os moradores da vila abraçarem a idéia. Será necessário também muita paciência.

    1. jair asbahr disse:

      Olá ilustre companheiro. Estive, em 1947 no primeiro ano do grupo escolar Maria Zélia. Alá, com Da. Cesarina, descubri o mundo. Ela me alfabetizou. A cartilha ensinava unir as letras, Assim. J mais A era igual a JA e, logo escrevi Jair, meu prenome. Sem duvida se todos nós dermos as mãos, tiraremos a Vila Maria Zelia, com tantoos predios aproveitáveis para a comunidade. Vamos lá. Dê a partida. A bisneta do fundador e empreendedor de escol, poderá encabelar o movimento. Varificar uma data comum para todos nos reunirmos por lá, num fim de semana. jair asbahr. Vamos logo que tenho pouco tempo de vida na terra.Saudações a todos da corrente.

      1. Ana Monteiro disse:

        Ola
        Eu sou bisneta do Jorge Street. Estou bem interessada em organizar um projeto para restaurar a Vila M Zelia. Nao sei bem como conseguir isso mas para começar poderiamos formar um grupo. Acontece que eu moro na Escocia mas estarei no Brasil em janeiro. Qual a possibilidade para os interessados em fazer parte do grupo encontrar em janeiro?

        1. jair asbahr disse:

          Olá senhora. Satisfação sabê-la disposta ao “start”. A senhoora poderia determinar uma data de janeiro para podermos saber sobre a quantidade de pessoas que poderão estar presente, posto que janeiro é época de férias escolares e muitos ajustam suas férias para essa época. Contudo, determine uma data e vejamos o que acontece. saudações. jair asbahr

          1. Ana Monteiro disse:

            Eu poderia participar de um encontro inicial entre dias 8 e 12 de janeiro. Se todos os interessados indicarem as datas preferidas neste intervalo poderemos combinar a data preferida para todos.

          2. jair asbahr disse:

            Nessas duas primeiras semanas de janeiro vindouro,, se tudo correr bem, nada há que me impeça de assumir esse comprpomisso com a senhora. Poderia ser no local, na entrada da Vila em horário a ser fixado pela senhora e demais companheiros. jair asbahr.

        2. Boa Noite Sra. Ana, entre em contato comigo quando vier ao Brasil estou no facebook herbet catapano

      2. Lauri Noronha disse:

        Eu ficaia muito feliz em participar deste encontro. Uma ótima ideia.Moro em SP e os dias de 08 e 12 de janeiro seria muito bom .

  20. HERBET CATAPANO disse:

    É lamentável ver o estado de alguns prédios, como o armazém, a escola e alguns outros, que o Sr. KASSAB, no auguro de ser eleito prometeu restaurar, com isso conseguiu votos dos moradores e de suas famílias, colocou sonhos na mente dos mais sensíveis e tradicionais moradores da maravilhosa Vila Maria Zélia, e o que ele fez realmente foi frustrar esses sonhos, alguns dos ilustres e tradicionais moradores, infelizmente partiram, com ilusão em seus corações alimentada por homem sem coração.
    Meu Pai nasceu ali – é da família CATAPANO, quem é de lá certamente sabe quem é

    1. jair asbahr disse:

      Olá Herbert. Meu pai, dentosta na rua Catumbi, tinha como clientes pessoas da familia Catapano, Casagrande, Fumagali que me ocorre de momento. O Ari Casagrande, hoje desembargador, nasceu na Vila, poderia nos ajudar nessa linda empreitada.

      1. BONS E TERNOS TEMPOS AMIGO JAIR, SÓ ME RESTA UMA LAGRIMA ROLANDO DE MEUS OLHOS AO RELEMBRAR

  21. Antonio Paiva Filho disse:

    Apenas para complementar esta história:
    Em 2004, uma dos mais importantes grupos de teatro de São Paulo, o Grupo XIX de Teatro, instalou-se em residência artística, e lá se encontra até hoje, montando grandes espetáculos, como “Hysteria”, “Hygiene”, “Arrufos”… E junto com a Associação Cultural Vila Maria Zélia, lutam para preservar os prédios, chamando a atenção dos poderes públicos.

    1. Acho que falta acrescentar isso por aqui! Nos últimos 10 anos, o Grupo XIX se tornou um dos mais importantes da cena teatral paulistana, ajudando a dar visibilidade à vila, levando grandes quantidades de público para de quebra conhecer a arquitetura e a história, e utilizando espaços abandonados, como as escolas de meninas e de meninos, com resultados artísticos belíssimos e impactantes. além de levar cultura e realizar atividades junto aos moradores da vila. seria muito interessante atualizar o artigo original com informações do tipo. mas parabéns pelo trabalho de levantamento histórico, não conhecia o site e quero voltar sempre!

  22. Silvio Augusto Sgai disse:

    Que saudades, Eu morava na Rua Joaquim Carlos, e estudei no Colégio Manuel da Nobrega de 1965 a 1968,
    Lembro do Professor Alceste Gavioli, Professor Celso, Professor Garrido, o Oscar que era secretario da escola.
    Muitas saudades mesmo.

    Silvio Sgai

  23. Lauri Noronha disse:

    Eu tb estudei no Colégio Manuel da Nóbrega no ano de 1969 ,lembro de todos citados pelo Silvio Augusto Sgai;. Alguém tem notícias da Ana Monteiro? Ela virá ao Brasil? Vamos nos encontrar?

  24. Ana disse:

    Então, já estou em São Paulo. Quem e quando (entre dias 8 e 12 de janeiro) poderíamos nos encontrar?
    Ana

    1. Lauri Noronha disse:

      Caso seja marcado no dia 08.01.14 eu só posso ir se for no meio da tarde, os outros dias eu estarei a disposição para o encontro.
      Deixo a critério dos amigos.
      Fico no aguardo.
      Lauri Noronha

  25. Maria de Fatima Silva disse:

    Fiz minha dissertação de Mestrado sobre a Vila Maria Zélia e gostaria muito de ve-lá restaurada.

    1. Ellen Camila disse:

      Maria, estou fazendo um trabalho da faculdade com tal tema, gostaria muito de ter acesso a seu conteúdo como fonte secundária.

  26. Mauro Pietrobon disse:

    Me desculpem, as primeiras casas foram reformadas ja no final da decada de 60, essa Vila foi vendida aos moradores, formada na maioria por operarios, foi tombada pelo Condefat só na decada de 90, depois que ela estava toda modificada, vieram com intimaçoes, assustando moradores que vivem la a 50/60 anos, com ameaças e etc, como se estivessemos na Europa, o INSS que é proprioetario dos predios que estao em piores condiçoes nao faz a parte dele, todas as casas tinham as portas, janelas, assoalhos e forros com madeira importada da Russia, o Pinho de Riga, as calhas todas de cobre, quase tudo veio da Europa, como voce vai restaurar um caisa dessas com material original? Aqui no Brasil nao se cuida nem do basico…pra quem ve a coisa de fora é muito facil falar.

    1. Mauro, concordo com você em partes. Penso que o que já foi alterado por completo já foi e deve ser destombado.
      Entretanto o que está inteiro ou parcialmente preservado não deve ser modificado e o proprietário tem sim a obrigação de preservar. O bem coletivo, o patrimônio histórico, está acima do bem individual que é a propriedade. O que não pode acontecer é este ônus ficar somente ao proprietário, que deveria contar com o apoio técnico e financeiro do poder público para manter o imóvel preservado. Se não é assim cabe ao prejudicado procurar o Estado e lutar pelos seus direitos.
      Por fim, minha família (lado materno) residiu na vila, meu pai foi figurante do filme do Mazaroppi e jogou alguns anos no Clube Maria Zélia e minha mãe estudou aí. Abraços!

      1. Mauro Pietrobon disse:

        Douglas, embora eu nao more mais na Vila, ainda tenho um imovel la, de 200 casas, se sobraram 5 em estado original é muito, as casas começaram a ficar em pessimo estado, aquelas telhas de amianto importadas da França nao existiam pra reposiçao, a mesma coisa as calhas de cobre, as portas, janelas, assoalhos , forros opodrecendo, como contratar um carpinteiro nos anos 60/70 que fizessem a restauraçao identica? Eu nasci na Vila em 1951, me casei em 1976, foi quando me mudei, meu pais permaneceram la, minha mae faleceu em 2009, eu conheço muito todos esses problemas, eu fui numa reuniao no Ministerio Publico pra tratar desse assunto, onde um Promotor e demais funcionarios arrogantes do condefat ameaçou pessoas de idade, gente simples, até a perda do imovel se nao restauracem o imovel de acordo com o original. Abraços.

        1. HERBET CATAPANO disse:

          Assino embaixo, Mauro, meu Pai AMÉRICO CATAPANO, também nasceu, assim como alguns de meus tios, por acaso ao longo da sua vida voce deve ter ouvido falar deste sobrenome – Minha Madrinha Miquelina foi a ultima dos Catapano a deixar a Vila, que era casada com Sr. Antonio de Oliveira, Meus Primos nasceram todos lá Winllian Zancarlli, Dagoberto Zancarli, Maria Helena de Oliveira, Elizabeth entre outros parentes meus, na época por interesse eletivo um certo politico se comprometeu a restaurar e reviver a Vila, andou dando alguma tintazinha para alguns dos moradores, mandou dar uma restaurada na fachada de algumas casas de la Inclusive de nosso Saudoso Raul, um dos moradores da vila que não vou declinar o nome o nome por questão de ética, muito safado e sem vergonha se bandiou para o lado desse politico, puxou-lhe bem o saco, e ganhou um grande pé na bunda merecido alias – na época meu pai foi convidado a ir lá tirar foto junto deles etc, e tal, e eu disse ao meu pai na época – Pai não se mete isso é pura hipocrisia, e que aconteceu foi exatamente isso, ficou só na promessa, impediram muitas pessoas de restaurar suas casas, que realmente necessitavam de conservação, só que a conservação e preservação no formato histórico seria muito dificultosa e cara, pois como voce mesmo diz e sabe dependia de materiais e profissionais especializados, então minha pergunta se eles se interessavam tamto pela Vila, porque não deram sequencia ao projeto, restaurando os imóveis que são por conta da união “Armazem, escola de meninos e meninas, sapataria etc.” uma das unicas coisas que ainda funcionam e tem alguma preservação é a capela pois é mantida pelos moradores e administrada pela Paróquia do Belém, mais uma vez afirmo – TUDO AQUILO QUE POLITICO PÕE A MÃO NÃO VAI. Um grande abraço a um amigo que pessoalmente não conheço, mas que só pela sua coragem da postagem já admiro.

        2. Mauro Pietrobon disse:

          HERBET CATAPANO, eu conheci todos os seus parentes da vila, o Willian, o Dagoberto eram amigos de infancia, brincavamos naquele Rio Tiete que originalmente passava nos fundos da vila, sua prima Elizabeth morava onde se chamava grupo solteiro, tivemos uma infancia magica naquela vila, se eu tivesse a oportunidade de voltar no tempo, gostaria de viver tudo o que vivi na minha infancia novamente, Grande Abraço.

          1. HERBET CATAPANO disse:

            Bom dia amigo!, que 2015 lhe seja realmente um ANO BOM, fico feliz por estar bem, realmente podemos dizer que tivemos uma infancia feliz, a Vila sempre foi tudo de bom, Deus abençoe ao amigo.

          2. jair asbahr disse:

            Olá amigos da Vila Maria Zélia. Em complementação às reminiscências dos anos 49/50 no Grupo Escolar Maria Zélia, onde aprendi a ler com a profes. Dna Cesarina e cresci na Rodrigo Cesar de Menezes, joguei no Estrela do Norte e brilhamos com o Moringuinha, o time juvenil da Vila, foi campeao em 54, no torneio do bairro Catumbi, Belém e Belenzinho e até um time do Tatuapé.

          3. HERBET CATAPANO disse:

            Oi Jair, prazer imenso em saber que voce também pode desfrutar dos anos de ouro da Vila, 54, foi o ano em que eu nasci, e quando menino desfrutava das delicias da Vila, minha Madrinha Miquelina de Oliveira, casada com o Antonio de Oliveira que tinha uma pequenina fabrica de borrachas para maquinas de escrever, eu adorava o cheirinho da borracha sendo prensada, minha Tia Ida, casada com o Nino Zancarli, minha tia Helena, casada com meu tio João Careca, morava na vila dos solteiros, me enche os olhos de lagrima da saudades daquele tempo, os arranca-toco nos campos de futebol, onde o Valucci (Anacleto Pietrobon), que depois virou juiz de futebol – o maravilha Meu Deus.

          4. Ola Jair, eu estudei com a Dona Cezarina, eu era um pouco rebelde e ela um doce de mulher, me colocava de castigo numa cadeira ao lado dela e me dava balas de caramelo rsrs lmbro até hoje do seu perfume que me embriagava, teve uma outra professora Dna Mariza Alves Albano, nunca vou esquecer, era uma loira alta de olhos verdes, foi a primeira paixao da minha vida rsrs…tempos magicos.

          5. jair asbahr disse:

            Olá Mauro. Nossos valores na época eram tão diferentes dos valores da meninada de hoje. Nosso universo era restrito. Hoje, basta acessar o gogloo e se tem a ciência e a história na telinha. A maior biblioteca do mundo está sendo colocada na tela la em Londres. Sei lá quais são os rumos. O MEc, recentemente, abandona a tradição dos relatos da cultura romana, da grega, dos egipcios e parece abraçar a oriental somente. Enfim… Saudações jairasbahr

            .

    2. William E Zancarli disse:

      Mauro … grande amigo, gostaria de reencontrá-lo … nossa infância foi inesquecível …. faça contato … William Zancarli (filho do Nino e Dna. Ida)… veja pelo facebook…. abraços…

  27. Henrique Lima disse:

    Muito bacana essa incrível reportagem sobre essa vila operária em São Paulo. Logo agora que deixei de morar na capital paulista, ainda dar mais curiosidade de voltar. É extremamente importante preservarmos e cuidarmos de nossos patrimônios históricos e arquitetônicos, pois é cultura e, acima de tudo, nossa memória!!!!

  28. William E Zancarli disse:

    Pessoal …. a quem possa interessar, tentem contato com o Sr. Edélcio Vieira, contemporâneo meu e que ainda mora na Vila e tem tentado, incansávelmente, a restauração das escolas e outros prédios, quase desabando…. William Edison Zancarli …. nascido na vila em 1951 e morando lá até 1974, ainda com parentes morando lá…

  29. Li a todos os comentários, ficando pasmo com o texto do Bruno. Realmente a arrogância e soberba dos membros, intelectuais de ocasião, que integram tais Órgãos governamentais, somente é comparada à subserviência como tratam os “invasores desocupados”, cuja origem é de todos desconhecida.Respeito à população paulistana.JJ

  30. Ana Monteiro disse:

    A estréia do novo espetáculo de Zélia Monteiro, bisneta de Jorge Street, está chegando!

    Sob o meu, o nosso peso – Memória na Vila Maria Zélia.

    Temporada de 4 de outubro a 15 de novembro, sábados as 18:00 e 20:00.
    Gratuito
    *Em caso de chuva, a apresentação será transferida para o domingo.

    Vila Maria Zélia (escola de meninas)
    Rua dos Prazeres, 362
    *transporte gratuito na estação Belém do Metrô as 17:30 e 19:30 (orientação com equipe de produção que estará de camiseta vermelha e logo do Núcleo de Improvisação na catraca).

  31. Marina Malb disse:

    Estou fazendo um projeto para a faculdade e gostaria de saber se o locais ainda estão abandonados. Será que alguém sabe?

    1. HERBET CATAPANO disse:

      NÃO QUE ESTEJAM ABANDONADOS, A VILA É ATIVA, APENAS ALGUNS EDIFICIOS FORAM DEIXADOS DE SEREM CONSERVADOS, COMO AS ESCOLAS DE MENINOS E A SAPATARIA, OS ARMAZENS – MAS AS CASAS TODAS TEM MORADORES, ASSIM COMO A IGREJA FUNCIONA TAMBEM O SALÃO PAROQUIAL

      1. Jair Asbahr disse:

        A familia catapano é tradicional do bairro Belenzinho, mais precisamente da Catumbi/Cachoeira. A maioria de seus membros senão tôda a familia foi cliente do meu o pai que mantinha consultório dentario na catumbi e depois na Rodrigo Cesar de Menezes. Aprendi a ler na Escola Maria Zélia com Dna. Cesarina. Quando prefeito de uma cidade de Minas me propus falar com o ministro da previdencia social para, em se criando uma associação de moradores, legalmente constituida, tentar umn comodato visando ressucitar as duas escolas; a primaria e a secundária Manoel da Nóbrega. Estive por algumas vezes na Vila e, ninguém lá se encontrava. Enfim, as águas passam e não voltam. Minhas forças físicas se esvaem …..”tempus fugit”. Toquem pra frente vcs que têmcondições. jair asbahr- saudações a todos.

  32. Fernando Teixeira da Silva disse:

    Foi com muita saudades e excesso de nostalgia, que fiquei ao descobrir este site, proporcionando feliz recordação de um jovem sonhador e esperançoso que naquela época aguardava pelo futuro ansiosamente. Estou me referindo dos áureos tempos da Vila Maria Zélia, época em que eu estudava no Colégio Manuel da Nóbrega, onde eu cursava o ginásio. Se alguém, que foi contemporâneo da minha época, deve se lembrar dos Diretores- Celso, Garrido

    1. Raul Ferreira Gomes disse:

      Oi Fernando, também sinto uma saudade nostálgica daquele tempo, também estudei no Colégio Manuel de Nóbrega, cursei os quatro anos no período noturno de química industrial, provavelmente já seja em um período posterior ao seu, não me lembro se a escola mantinha o curso ginasial na época, o diretor era o mesmo Prof. Celso Garrido.

  33. Fernando Teixeira da Silva disse:

    Caro Raul Ferreira Gomes, agradeço a valiosa atenção dedicada na sua resposta. Vou contar um pouco sobre minha passagem pelo Colégio Manuel da Nóbrega; (naqueles belos tempos!). Em 1961, fiz o curso de admissão ao ginásio: Colégio Saldanha Marinho, lembra?. No ano seguinte iniciei o ginásio no Manuel da Nóbrega até fins de 1964 quando houve a colação de grau na Universidade Mackenzie, até então, faculdade. O curso de química ficava do outro lado do pátio, portanto, oposto ao ginasial. Lembra-se que naquele pátio ficava o barzinho onde nós (coitados) comíamos o “delicioso” peito de peru na chapa.

    1. Raul Ferreira Gomes disse:

      Prezado amigo,
      Com certeza fomos contemporâneos, iniciei meu curso de Química Industrial no Colégio Manoel da Nóbrega no período noturno em princípios de 1964 e conclui o curso em 1967, ainda guardo com carinho a minha caderneta escolar (aquela de capa vermelha, lembra-se ?) Frequentei muito a famosa cantina, pois trabalhava o dia inteiro e ia para o colégio à noite, naturalmente com muita fome e que saudade daqueles saborosos lanches que comíamos acompanhados do famoso guaraná caçulinha da Antárctica ou eventualmente com uma 7UP. Tempos maravilhosos. Uma vez a cada trimestre alugávamos o campo de futebol (que era o único campo amador com iluminação, creio que de São Paulo inteira, onde fizemos memoráveis partidas de futebol noturno com o pessoal da nossa classe e eventualmente com outras classes do colégio. Exerci a profissão de químico por poucos anos pois logo em seguida fiz Administração de Empresas na Faculdade da Zona Leste (Atual UNIP) e ainda no decorrer do curso passei a exercer a profissão de administrador da mesma empresa de química em que trabalhava. Hoje, aposentado com 73 continuo a residir no Tatuapé e tive a oportunidade de visitar a querida Vila Maria Zélia com um misto de saudade e de decepção pelo estado de abandono que lá vi. No prédio abandonado e semi destruído em que tínhamos o nosso laboratório, cheguei a encontrar ainda alguns frascos abandonados com diversos produtos que usamos naquela auspiciosa época. Uma pena ! Valeu pelas recordações que, assim como você, ainda guardo com carinho em minha memória. Um grande abraço

      1. Fernando Teixeira da Silva disse:

        Raul, bem lembrado! guaraná caçula, 7 up, fome, etc. etc. Tirávamos de letra, afinal, éramos valentes e responsáveis!. Eu também guardei as carteiras de estudante da 1ª à 4ª séries só que as cores eram azuis. Tenho algumas fotos da formatura, inclusive uma em que aparecem os diretores Celso e Garrido. O campo a que você se refere, frequentei somente para assistir partidas. Lembro da iluminação que tinha defeito, com alguns pontos escuros que os “craque” reclamavam. A minha participação foi no futebol de salão e jogávamos na quadra do colégio. Abraços.

  34. e um patrimonio que tem que ser preservado, e uma da Vilas nais Antigas, que existe nesta Grande São Paulo, e uma pena ver o Desprezos, e Estado em Decomposição , e um otimo lugar, poque atravessava por esta Vlia Maria Zélia, vamos cuidar desta Vila Maria Zelia, que e uma Historía muita bonita de muitos trabalhadores,, Daquelas, Epocas, e bacana mesmo,,muito bonita

  35. nicolov disse:

    Boa dia São Paulo Antiga.
    Li a matéria, achei sensacional.

    Gostaria de fazer um editorial na vila, alguém sabe me dizer com quem entro em contato para pedir a autorização de uso de imagem?

    Valeu!

    1. HERBET CATAPANO disse:

      Ao lado da igreja dentro da vila existe tipo de uma associação, onde normalmente eles expõe algumas coisas, tente se informar lá com alguém desta associação – com certeza eles poderão lhe dar uma luz.

  36. Fernanda Pena disse:

    Obrigada muito obrigada mesmo. Estudei na Escola de Meninas por trës anos, minhas professoras foram: Dona Amelia (2″ ano) Dona Ana Maria (3″ ano) e Dona Alice no 4″ ano. Depois fui estudar no Colegio Manuel da Nobrega, estudei apenas um ano (repeti o 1″ ano do ginásio) Latim, transferi-me p/ outro Colégio. Estudei no ano de 1955 até 1957, na Escola p/ Meninas e no ano de 1958 no Colégio Manoel da Nobrega. Tempo maravilhoso. Obrigada Deus por ter podido estudar na Vila Maria Zelia. Voltei no tempo. Vou dormir muito feliz. Fernanda Pena.

  37. Cleuza Sabino Biagini disse:

    Muito bom ver tudo isto, eu tambem estudei no Colegio Manoel da Nobrega, o diretor na epoca era o Prof, Garrido, tambem professor de portugues, prof.Celso , prof.Ana de trabalhos manuais, muita saudades, por volta de 61 , tambem meu irmão João, minha prima Neusa, minhas amigas, varias, iamos numa turma para o colegio de onibus Parque Novo Mundo, deixava nos na porta da Vila Maria Zelia

  38. Fernando Teixeira da Silva disse:

    Cleuza Sabino, muito bom ler o seu comentário sobre o Colégio Manuel da Nóbrega. Se você ler o que escrevi anteriormente, notará que a época que por lá passei foi a mesma – 1961 a 1964 em que completei o curso ginasial. Boas recordações, não é mesmo?

  39. ELIANE GOMES ORLANDINI disse:

    Após ter feito o Curso Omega para admissão ao ginásio(naquela época as escolas estaduais eram muito concorridas) e não ter conseguido entrar em nenhuma escola estadual fui matriculada no Colégio Manuel da Nobrega.Nem percebia mas para meus pais deve ter sido difícil arcar com aquela despesa.Eram os anos 60 e nem podia imaginar que passaria a melhor época da minha vida assistindo as aulas do senhor Alceste diretor e professor de francês .dizia ele:”biquinho de chupar ovo” para pronunciarmos bem o francês.Trocavamos as provas na frente do professor de desenho(prof.Garrido)e ele fingia não ver.Prof.Celso me fez perceber que viajar era maravilhoso com suas aulas de geografia.Quanta saudades!Agora tenho 61 anos mae de 2 filhos avo de uma neta de 11 anos e moradora em uma cidade do interior paulista:Hortolandia.Tenho amizades daquela época ate hoje.Minhas melhores amigas com a mesma idade minha , mães , avos.Se alguém lembrar daquela menina alta que morava na rua Siqueira Bueno( hoje a FAME derrubou todas as casas)inclusive a que eu morava.Gostaria de comunicar com vocês.meu email: egoorlandini@yahoo.com.br

  40. Elizabeth Graceffi Blanco disse:

    Estivemos hoje (15fev2015) na Vila Maria Zélia, patrimonio que já deveria ter sido restaurado e preservado! Uma das Vilas mais Antigas entregue ao descaso e desprezo. Seu trabalho nesta matéria, como tantas outras, é excelente Douglas Nascimento. Pena não termos nada para publicar com final feliz como a Casa das Caldeiras!!!

  41. darci Gomes rodrigues disse:

    Estudei no maria zelia os 4 anos primario mas so me lembro duas professora Amelia e Arminda

  42. cleper disse:

    Estudei o ginásio e o científico no colégio Manuel da Nóbrega. Foram anos muito felizes.Quem não lembra da festa da Bomba,dos bailinhos nos sábados a tarde,dos campeonatos de vôlei. Quantas Saudades.

  43. Sidney L. Santos disse:

    Estudei no Colégio Manuel da Nóbrega (CMN) entre os anos 69 e 75 e depois fiz supletivo em 79 e 80, muitas saudades de todos os alunos e mestres da época, professores e diretores: Celso Barbiere (Geografia), Manoel Garrido (Inglês), Celso Gaviolli (Francês, português e latim), professores: Vicente (História), Camargo e Oscar Barbiere (Ed.Física) entre outros. Dna. Irene e Dna. Leonor eram as assistentes, na cantina o Roberto e sua esposa, na secretaria Dna. Ligia. Lamentável ver as fotos das ruínas, dói no coração. Lembro que nos fins dos anos 70, os diretores pretendiam comprar o prédio do INPS para fazer uma faculdade. Saudações a todos os ex-alunos. Sidney

  44. Vagner Guarnieri disse:

    Sou Técnico em Edificações, estudante na Área de Engenharia Civil e trabalho em uma Construtora na área de Projetos e Obras, tenho muito interesse por restauro, gostaria de contribuir de alguma forma, como voluntário, no processo de restauro da Vila, ou de alguma edificação ali existente.

    Deixo meu contato guarnieri.eng@gmail.com

    Um grande abraço

  45. Lauro Nelson Levy dos Santos disse:

    Excelente trabalho Douglas Nascimento, está de parabéns, gostaria de entrar em contato com o Mauro Pietrobon e dom os amigos Willian e Dagoberto Zancarli, pois morávamos no Maria Zélia Ruas 2 e 3 e éramos muitos amigos quando crianças. Meu nome Lauro (conhecido pelo apelido de meu pai Sr. Dyonisio como Raspadinha, devido ao cabelo cortado estilo pracinha americano). Não sei se meus comentários sobre a Vila apareceram mas, como foi muito longo, acho que não, Mais uma vez meus parabens por tão belo trabalho Duglas.

    1. thays disse:

      Olá, minha bisavó morou na Rua 3. Atualmente você sabe como essa rua se chama?

  46. CARLINDO COSTA DE ANDRADE PEZEIRO disse:

    Gratas recordações para quem estudou no Ginásio Manuel da Nóbrega na Vila Maria Zélia entre os anos de 1946 e 1950. Saudades dos tempos em que faziamos ginástica no campo do Maria Zélia e onde o Corinthians as vezes treinava no campo do STIFT (?) existente próximo ao mesmo ali na Vila.

    1. heitor felippe disse:

      Oi Carlindo, bôa tarde, matando sua curiosidade: O campo do STIFT pertencia ao Sindicato dos Trabalhadores da Industria de Fiação e Tecelagem (S.T.I.F.T.), era ao lado do campo do Maria Zélia e as cores do clube eram vermelho e branco

  47. Meu nome: Deusdete Santos Souza, hoje tenho 74 anos, sou médico, formado em 1972, pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia.
    Tenho boas lembranças do COLÉGIO MANOEL DA NÓBREGA (Precisamente, ESCOLA TÉCNICA DE QUÍMCA INDUSTRIAL MANOEL DA NÓBREGA), onde me formei: TÉCNICO EM QUÍMICA INSDUSTRIAL, em 1965, fazendo parte da PRIMEIRA TURMA DE QUÍMICA INDUSTRIAL(1962 a 1965) tendo colado GRAU, EM Março de 1966, no TEATRO LEPOLDO FROES, quando tive a HONRA de ser o ORADOR DA TURMA.
    Era Diretor do Colégio, Prof. CELSO BARBIERE (Professor de História). Mas, guardo ainda na lembrança daqueles dias, as imagens dos Professores: MANOEL GARRIDO (Português), ALCESTE ( se não me engano, Prof. de Geografia), Prof. GIL ( Ensinava QUÍMICA, com maestria), entre outros. Lembro-me ainda, que ao lado Colégio, Funcionva da GOOD YEAR, Fábrica de Pneus.

  48. CARMEN RUIZ disse:

    CARMEN RUIZ
    ENTREI NO COLEGIO MANOEL DA NOBREGA DE PROPRIEDADE DA FAMILIA AQUINO EM 1951 NO PRIMEIRO ANO GINASIAL, EM 1952 NAO PUDE ESTUDAR POR PROBLEMAS FINANCEIROS DA MINHA FAMILIA E RETORNEI EM 1953 E EM 1954 MEU PAI LEOPOLDO RUIZ FOI TRANSFERIDO PARA BAURU E LA FICAMOS POR 10 ANOS E ENTAO PERDI O CONTATO DO COLEGIO.JAMAIS ESQUECEREI DOS TEMPOS QUE LA PASSEI E DA FORMAÇAO QUE ME FOI DADA COM ESMERO POR TODOS OS PROFESSORES E PELA FAMILIA AQUINO!
    SOU MEDICA OFTALMOLOGISTA EM SANTO ANDRE E MORO EM SAO BERNARDO DO CAMPO HA 50 ANOS E TENHO 77 ANOS BEM VIVIDOS E TRABALHO TODOS OS DIAS DA SEMANA.
    PENA QUE NAO TENHA DADO CERTO TODAS AS TENTATIVAS PARA REVITALIZAR A VILA MARIA ZÉLIA!
    SE EU PUDER AJUDAR EM ALGUMA COISA CONTE COMIGO
    ABRAÇOS A TODOS COLEGAS DO COLEGIO MANOEL DA NOBREGA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  49. Lucas Franco disse:

    Qual o endereço da escola dos meninos?

    1. herbet catapano disse:

      Desculpe voce quer dizer o antigo endereço da escola dos meninos, pois desde ha muito ela já não existe mais, mas era na rua 2

      1. jair asbahr disse:

        É isso aí Herbert. Naqueles tempos havia a Escola dos Meninos e das Meninas.

  50. Teddy Del Vacchio disse:

    Boa noite, estive ontem dia 31 de dezembro de 2015 na vila e parece que houve um incêndio na escola dos meninos …. o prédio esta em estado lastimável !!! tirei fotos e depois posso manda-las

    1. Olá Teddy, como vai ? mande para douglas ARROBA saopauloantiga.com.br
      Abraços

  51. Marcelo disse:

    Na foto 57, uma das integrantes da ESCOLA DE MENINOS, pode-se ver um painel de azulejos com o logotipo da Coca-Cola, o que se pressupõe ser a lanchonete ou refeitório da escola e, consequentemente, esta instalação não ser tão antiga como o resto da construção.

  52. Matheus Rufino disse:

    Quem é essa fonte “Monte Domecq & Cia”? Estou fazendo um documentário sobre a Vila e gostaria de ter acesso a essas imagens em alta resolução. Essas fotos estão no acervo de algum museu?

    Att.

    1. Monte Domecq & Cia são os donos da editora – homônima – que bancou o livro à época. Eram de Barcelona e bancaram livros similares também em outros países da América Latina, como Peru.
      O livro é muito raro e não sei te dizer quem o tenha pra consultar além do que eu tenho aqui no acervo. Nós temos aqui todas as imagens digitalizadas em alta e os originais em papel.

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